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Uma ocorrência de grande impacto foi registrada na noite da última terça-feira (20) na BR-116, no trecho que corta o município de Itatim. Um acidente envolvendo quatro veículos resultou na morte de duas pessoas, entre elas um morador de Brumado, cuja identidade foi identificada como de Reginaldo dos Santos Pereira. Uma terceira vítima ficou ferida e precisou ser socorrida por equipes de resgate, sendo encaminhada para atendimento médico.
A força da colisão mobilizou a Polícia Rodoviária Federal, o Corpo de Bombeiros e equipes de perícia. Devido à gravidade do cenário e à necessidade de atendimento às vítimas e retirada dos veículos, a rodovia precisou ser totalmente interditada por várias horas, provocando longos congestionamentos nos dois sentidos.
O tráfego na BR-116 só foi liberado completamente nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (21), após a conclusão dos trabalhos no local. As causas do acidente seguem sob investigação da Polícia Rodoviária Federal, que irá apurar as responsabilidades e as circunstâncias que levaram à colisão.
Na manhã da última quarta-feira (18), um jovem evangélico arrombou a porta da Capela de São Roque, do povoado de Tanque da Laje, e destruiu quatro imagens religiosas. De acordo com informações do Correio da Bahia, após um vizinho ouvir o barulho das imagens sendo destruídas, moradores vizinhos começaram a se dirigir à capela. No chão, viram espalhados pequenos pedaços das imagens de São Roque, padroeiro da capela, a de Santa Luzia, Nossa Senhora da Conceição e um crucifixo de madeira e metal fundido. A mais antiga delas era a de São Roque, que estava no local havia mais de 50 anos. As outras, tinham mais de 40 anos. A paróquia ainda não conseguiu estimar o prejuízo material.
Na madrugada deste domingo (08), três crianças e quatro adultos morreram e duas outras pessoas ficaram feridas após batida frontal entre um caminhão e um carro de passeio, na BR-116, em Itatim. De acordo com informações do G1, obtidas junto a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há detalhes sobre as circunstâncias da batida. Ainda segundo a PRF, todos os mortos estavam no carro de passeio, ficaram carbonizados e presos às ferragens. Segundo informações do amigo de uma das vítimas, seis delas eram da mesma família: Miraci Silva Guedes, de 59 anos, Silvestre Silva Guedes, de 32 anos, Juanice de Jesus Paixão, de 29 anos, uma bebê de 11 meses e duas crianças de 8 e 12 anos. A outra vítima foi identificada como Mateus Santana Aragão, de 20 anos. Ainda segundo o amigo, eles estavam voltando de uma carreata na cidade de Iaçu. Os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região.
Imagine se em vez de precisar cavar poços de petróleo e utilizar combustíveis fósseis, a humanidade fosse capaz de produzi-los a partir de uma matéria prima sustentável. Este é o conceito que engloba os 'biocombustíveis', mas a novidade é que uma dupla de estudantes de um município da Bahia, chamado Itatim, descobriu que uma importante árvore da região também tem potencial para produzir um etanol e assim evitar o uso de gasolina e outras substâncias que contribuem para o efeito estufa e o desmatamento. Marinaldo Mendonça e Jessica Oliveira, estudantes do Colégio Estadual Geovânia Nogueira Nunes, são os jovens por trás dessa faceta. “O estudo foi moldado a partir da crise que o Brasil enfrentou em 2018, quando ocorreu a greve dos caminhoneiros. “A gente surgiu com a ideia de criar algo que fosse sustentável e que combatesse o aquecimento global”, disse Marinaldo. Segundo Jéssica, o projeto veio com o intuito de ser uma alternativa para os obstáculos dos biocombustíveis atuais. “As opções no mercado apresentam desvantagens, como baixa rentabilidade, necessidade de muito recurso hídrico, desmatamento de áreas florestais, etc. Além disso, o etanol da cana-de-açúcar, que é o mais utilizado no Brasil, promove a incineração dos resíduos, deixando o termo sustentável do lado de fora do produto”, comentou. O biocombustível, em específico o etanol, é obtido a partir dos frutos da quixabeira, que é uma árvore típica de Itatim, que se espalha por toda a América Central e Sul, entretanto, a dupla afirma que a popularidade desta planta é baixa devido à falta de valorização da flora local. Até o momento, o nível de produção ainda é pequeno, mas testes de qualidade estão sendo realizados para comprovar a eficácia do produto. “Conseguimos obter, em pequena escala, amostras de álcool a partir da nossa produção. Devido às normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o projeto fica limitado a pequenos produtores para uso próprio, porém com apoio de universidades e/ou empresas ele poderia ser produzido e distribuído em larga escala”, destacou Marinaldo.