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A seleção feminina de futebol do Brasil derrotou a Itália por 1 a 0 na tarde desta terça-feira (28) no Estádio Ennio Tardini, em Parma, no segundo amistoso do mês com equipes do Velho Continente. Luany marcou o gol da vitória e manteve a hegemonia da seleção, que soma agora nova vitórias e um empate no histórico contra as italianas.
O triunfo é mais uma demonstração de que a equipe comandada pelo técnico Arthur Elias vive um momento especial. No último sábado (25), a Amarelinha já ganhara por 2 a 1 da Inglaterra, atual campeã europeia Inglaterra, na casa das adversárias.
O Ministério Público da Itália emitiu nesta terça-feira (22) parecer favorável à extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).
A informação foi confirmada pela Advocacia-Geral da União (AGU). O órgão atua no pedido de extradição feito pelo governo brasileiro às autoridades italianas.
Não há prazo para a Justiça italiana decidir a questão.
Em julho deste ano, Zambelli foi presa em Roma, capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil em busca de asilo político em terras italianas após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.
De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes. Segundo a apuração, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) voltou nesta quarta-feira (27) a um tribunal de apelação em Roma e deve continuar presa enquanto aguarda decisão sobre um pedido de liberdade feito por sua defesa. A defesa de Zambelli sustenta não haver motivo para que ela fique presa preventivamente na Itália enquanto aguarda o julgamento sobre a extradição pedida pelo Brasil. O advogado da parlamentar alega ainda que a deputada tem problemas de saúde, motivo pelo qual precisaria ser solta. Na audiência desta quarta, o juiz responsável pelo caso disse precisar de mais tempo para decidir sobre a prisão e a extradição. Na prática, enquanto uma nova decisão não for proferida Justiça italiana, Zambelli segue presa. Uma nova decisão pode sair a qualquer momento. A parlamentar está presa desde 29 de julho, depois de ter seu nome incluído na difusão vermelha da Interpol. A inclusão foi feita a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF). Pesa contra a deputada um mandado de prisão preventiva em aberto no Brasil. Carla Zambelli fugiu para a Itália dias antes de ser condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo. Ela foi considerada culpada de ser a mentora de uma invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Réu confesso, o hacker Walter Delgatti também foi condenado na mesma ação.
A deputada federal Carla Zambelli foi presa pela polícia italiana na tarde desta terça-feira (29), em Roma. A informação foi confirmada por fontes da Polícia Federal.
A deputada tinha fugido do Brasil logo após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023. Desde então, ela estava foragida da Justiça brasileira e na lista de procurados da Interpol. Em nota, a Polícia Federal afirma que "a presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário". O deputado italiano Angelo Bonelli disse em sua conta no X que denunciou um endereço em Roma no qual Zambelli estaria hospedada. "Carla Zambelli está em um apartamento em Roma. Dei o endereço à polícia, e a polícia já está identificando Zambelli", publicou Bonelli na rede X.
A Itália vai suspender a exigência do uso de máscaras ao ar livre a partir de 28 de junho, disse o governo nessa segunda-feira (21), já que os casos de covid-19 e as hospitalizações pela doença estão em queda. O uso obrigatório de máscaras foi imposto em outubro do ano passado, quando o país entrava em uma segunda onda da epidemia e as autoridades mostravam dificuldade para conter as infecções. O governo de Mario Draghi está suspendendo restrições continuamente desde abril, e com isso reativando atividades como restaurantes, bares, cinemas e academias de ginástica e permitindo a liberdade de circulação no país. O uso de máscaras era uma das últimas regras ainda em vigor, e será mantido em áreas públicas fechadas. A decisão começará a valer na próxima segunda-feira, quando toda a nação deve se tornar uma zona branca de covid-19, o nível de risco mais baixo do sistema de quatro estágios coloridos usado pela Itália para calibrar as restrições em suas 20 regiões. Dezenove delas já estão brancas, com exceção da área minúscula de Valle d'Aosta, no norte, que está amarela - o segundo menor nível de risco. "A partir de 28 de junho, deixaremos para trás a necessidade de usar máscaras ao ar livre nas zonas brancas", disse o ministro da Saúde, Roberto Speranza, no Facebook, depois de ser orientado pelo conselho de especialistas do governo.