Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
O técnico da Seleção Brasileira, Dorival Júnior, comandou na tarde desta segunda-feira (18) o primeiro treino com os convocados para o amistoso contra a Inglaterra, no sábado (23), em Wembley. A atividade foi realizada no centro de treinamento do Arsenal, nos arredores de Londres. Dorival Júnior dividiu o grupo. Um equipe foi para o campo com os atletas que jogaram no sábado ou folgou no fim de semana. Já outro grupo fez um trabalho na academia, como Rafael, Pablo Maia, Lucas Paquetá, Douglas Luiz, Beraldo, Raphinha e Danilo. "Vamos ter que ter equilíbrio para que nesses três primeiros períodos que teremos de treinamento, consigamos acelerar de alguma forma essa preparação inicial. Sabemos que não é o ideal, porém, pela capacidade de jogadores, acredito que possamos chegar a um consenso em relação a termos uma equipe já equilibrada a partir da primeira apresentação", disse Dorival Júnior. Apenas dois jogadores não participaram do treinamento. O goleiro Léo Jardim, do Vasco, e Bremer, da Juventus. Léo Jardim chegou na capital da Inglaterra no final da tarde. Já Bremer substituirá Gabriel Magalhães, cortado na segunda com inflamação no tendão de Aquiles. Doriva Júnior foi contratado para comandar a Amarelinha. Depois da partida em Wembley, o Brasil enfrentará a Espanha, no dia 26, no Santiago Bernabéu, em Madri.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já tem a data do primeiro jogo da Seleção Brasileira Masculina Principal no período da data FIFA de março de 2024. Será contra a Inglaterra, no dia 23 de março, no Estádio de Wembley. Este será o primeiro jogo da Seleção Inglesa em seis anos contra uma equipe sul-americana. O último confronto entre Brasil e Inglaterra foi em 2017, em um empate sem gols. Cumprindo uma promessa da atual gestão, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, já havia anunciado anteriormente que o Brasil irá jogar contra a Espanha, também em março de 2024. Em março deste ano, houve ainda uma partida contra a Seleção do Marrocos, semifinalista da última Copa do Mundo FIFA, no Catar. "O objetivo é sempre fechar jogos da Seleção Brasileira contra grandes equipes, especialmente equipes campeãs do mundo, para que possamos ter confrontos de alto nível técnico, que permitam também uma avaliação do desempenho da Seleção Brasileira em testes como estes. Nos jogos contra a Inglaterra e a Espanha, no ano que vem, teremos dois grandes clássicos do futebol mundial e, certamente, dois grandes espetáculos", afirmou Ednaldo Rodrigues.
A atual campeã do mundo segue viva. Em exibição que misturou a força dos vencedores de 2018 com o sangue novo do atual elenco, a França está na segunda semifinal de Copa seguida. A etapa inicial mostrou dois estilos conflitantes em campo. A França com um jogo direto, sempre apostando na velocidade de Mbappé e Dembelé para aproveitar espaços na defesa adversária em contra-ataques. Griezmann foi mais um volante, ao lado de Tchouaméni e Rabiot. Jogando como um bloco, a equipe conseguiu abrir o placar quando Mbappé puxou contragolpe, driblou dois adversários e serviu Griezmann. O canhoto tocou e Tchouaméni acertou um forte chute, vencendo Pickford. A Inglaterra e sua posse de bola quase obtiveram resultado quando Kane girou sobre Upamecano e parou em Lloris, mas o jogo ficou mais no meio-campo do que próximos das áreas até o intervalo. Southgate confiou no seu time no segundo tempo e não fez substituições. E os atletas responderam dentro de campo, empurrando a França para trás com intensidade absurda, pelo alto e por baixo. O time foi recompensado em pênalti sofrido por Saka e convertido por Kane. Lloris, em grande atuação, não deixou que a virada viesse com a ajuda da trave, alvo de Maguire em cabeçada. Quando o jogo parecia caminhar para a prorrogação, muita emoção: gol de Giroud, de cabeça, e novo pênalti para a Inglaterra após consulta no VAR. Kane, porém, bateu alto, por cima do gol. A França agora encara Marrocos na briga para alcançar a segunda final consecutiva, algo inédito na sua história. O jogo será na quarta-feira.
Depois de encantar a todos na primeira rodada da Copa do Mundo, a Inglaterra encarou um valente time dos Estados Unidos nesta sexta-feira, no estádio Al Bayt, e não conseguiu sair do 0 a 0. Os comandados de Gareth Southgate golearam o Irã por 6 a 2 no primeiro embate, enquanto o adversário tinha empatado por 1 a 1 com Gales. No encontro entre ambos, porém, as forças se equivaleram. O primeiro tempo mostrou dois times com bastante intensidade na marcação e buscando acelerar as jogadas sempre que tinham a posse de bola. No placar de chances, duas para cada: Kane e Mount ameaçaram pelos ingleses, enquanto McKinnie e Pulisic chegaram pero do gol do outro lado. A etapa final foi melhor para os americanos em um primeiro momento. Com boa atuação do meio-campo, o time conseguiu empurrar a Inglaterra para trás e criou volume de jogo. Chegaram a ser cinco escanteios seguidos, mas nenhum com uma finalizaçao de qualidade. Os técnicos buscaram mudanças com as substituições, mas as defesas seguiram sobressaindo nas disputas individuais com os respectivos ataques. Os ingleses, com quatro pontos, lideram o Grupo B. O Irã é o segundo, com três, enquanto os EUA têm dois. O quarto, mas ainda com chance, é Gales, que tem apenas um ponto conquistado.
A Inglaterra não tomou conhecimento do Irã na estreia das seleções na Copa do Mundo do Catar. Nesta segunda-feira (21), o English Team superou o Team Melli por 6 a 2, no estádio Khalifa International, em Al Rayyan. O triunfo encerrou um jejum de oito meses (ou seis jogos) sem vitórias dos campeões mundiais de 1966 em partidas oficiais. O confronto inaugurou o Grupo B do Mundial, que também reúne País de Gales e Estados Unidos. Os outros dois integrantes da chave jogam nesta segunda-feira, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Ahmad Bin Ali, em Doha. O duelo marcou, ainda, a "estreia" do Brasil na Copa. O árbitro brasileiro Raphael Claus foi responsável pelo jogo em Al Rayyan, tendo os compatriotas Rodrigo Figueiredo e Danilo Simon como auxiliares. O outro trio de arbitragem do país no Mundial, formado por Wilton Pereira Sampaio e os assistentes Bruno Boschilia e Bruno Pires, estará à cargo de mais uma partida desta segunda-feira, entre Senegal e Holanda, que finalizam a primeira rodada do Grupo A às 13h, no Estádio Al Thumama, em Doha.
Conforme estudo publicado no periódico Nature Plants, os fenômenos climáticos contemporâneos podem acabar com os estoques globais de cerveja. O levantamento indica que as secas e ondas de calor concomitantes - que andam agravadas pelo aquecimento global provocado pelo homem - devem levar a declínios bruscos no rendimento das colheitas de cevada, gramínea cerealífera que é o principal ingrediente da apreciada bebida. Principalmente se os níveis de emissão de carbono continuarem como estão hoje. A perda de produtividade nas colheitas de cevada pode chegar a 17%, o que deve fazer o preço da cerveja dobrar ou até mesmo triplicar em alguns lugares do mundo. A primeira consequência dessa queda de produção, segundo os modelos matemáticos do estudo, será um intenso aumento nos preços da bebida. A pesquisa avaliou a situação de 34 regiões produtoras de cevada, antes e depois do ano de 2050. "Embora esse não seja o impacto futuro mais preocupante da mudança climática, extremos climáticos relacionados a isso podem ameaçar a oferta e a acessibilidade econômica da cerveja", diz o estudo, desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia, da Universidade Chinesa de Pequim, da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, do Centro Internacional Mexicano para Melhorias do Milho e do Trigo e da Universidade de East Anglia (Inglaterra).
A Inglaterra venceu a Tunísia com um gol salvador de Harry Kane no final do jogo. Na última partida de hoje (18), a seleção inglesa, cheia de jogadores jovens, perdeu várias oportunidades de gol no primeiro tempo. E, após todo um segundo tempo sem nenhuma criatividade no ataque, achou seu gol em uma cobrança de escanteio. Além de Kane, Dele Alli e Sterling eram outros jogadores de quem se esperava um bom desempenho, mas ambos tiveram atuação discreta. Já a Tunísia foi valente na defesa. Neutralizou a maioria dos ataques do adversário, sobretudo no segundo tempo. Evitava dar chutões para frente e tentava sair jogando desde a sua área, mesmo pressionada pelo adversário. O ataque, porém foi completamente nulo. Fez seu gol de pênalti, em uma jogada isolada. Os contra-ataques não evoluíam nos pés de Khazri e F. Ben Youssef, que encontraram muita dificuldade para escapar da marcação.