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A população não precisa mais sair de casa para saber se a unidade de saúde mais próxima de sua casa tem ou não o tratamento para as hepatites B e C, ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde acaba de disponibilizar na internet um painel informativo com todas as informações sobre a doença e o tratamento. Nele, é possível acessar o quantitativo de medicamentos distribuídos aos estados, além do número atualizado de pessoas em tratamento no Brasil. A iniciativa faz parte das estratégias do Programa Nacional para a Prevenção e Controle das Hepatites Virais. No Painel, é possível acompanhar o número de tratamentos no Brasil. Em 2019, por exemplo, 37 mil pessoas estavam em tratamento contra a hepatite B e quase 36 mil foram tratadas para hepatite C. As informações do painel de Hepatites Virais serão atualizadas trimestralmente e, passarão por constantes aprimoramentos durante o ano de 2020. No ano passado, o SUS distribuiu aproximadamente 13 milhões de doses de medicamentos usados no tratamento da hepatite B e mais de 12 milhões para hepatite C. Entre eles estão: alfapeginterferona, entecavir, lamivudina, tenofovir, sofosbuvir, daclatasvir, ledipasvir/sofosbuvir, velpatasvir/sofosbuvir, glevaprevir/pibrentasvir, ribavirina, entre outros. Na última década, houve redução de 7% no número de casos de notificados da doença no País. Em 2018, foram registrados 42.383 casos de hepatites virais no Brasil. Em 2008, o número foi de 45.410 casos. Os dados são do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019, que apontou, ainda, queda de 9% no número de óbitos, saindo de 2.362 em 2007 para 2.156 em 2017. Para ter acesso as informações acesse http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/hv/o-que-sao-hepatites/tratamento-para-hepatites-virais .
A partir de junho, o correntista que usa o cheque especial terá acesso a mais informações. Circular publicada na quinta-feira (6) pelo Banco Central (BC) obriga os bancos a detalhar, no extrato, informações sobre esse tipo de crédito. O extrato das contas de pessoas físicas ou de microempreendedores individuais passará a conter dados como limite de crédito contratado, saldo devedor na data do fornecimento do extrato, valores usados diariamente, valor e a forma de apuração da eventual tarifa cobrada pela disponibilização do limite de crédito, taxa de juros efetiva ao mês e valor dos juros acumulado no período de apuração até a data do extrato, destacando eventuais cobranças da tarifa pela disponibilização do limite. De acordo com informações da Agência Brasil, os bancos que cobrarem tarifa por oferecer o limite do cheque especial deverão fornecer as informações a partir de 1º de junho. As instituições que optaram por não cobrar a tarifa só deverão detalhar os dados a partir de 1º de novembro. No fim do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou os juros do cheque especial a 8% ao mês, equivalente a 151,8% ao ano. Em contrapartida, autorizou os bancos a cobrar tarifa de 0,25% sobre o limite do cheque especial que exceder R$ 500, tanto de quem usa como de quem não usa a linha de crédito.A cobrança da tarifa entrou em vigor em 1º de janeiro para novos clientes. Para os antigos clientes, o desconto de 0,25% só passará a incidir a partir de 1º de junho, caso o banco opte pela cobrança.