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Pressionado pela desaceleração da economia, o faturamento da indústria de transformação brasileira ficou estagnado em 2025, com variação de apenas 0,1% em relação a 2024. Os dados constam dos Indicadores Industriais divulgados nesta sexta-feira (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado reflete a desaceleração da atividade no segundo semestre, após a queda de 1,2% registrada em dezembro.
A retração no último mês do ano foi a quarta em um intervalo de seis meses e interrompeu um cenário positivo observado até meados de 2025. Até junho, o faturamento acumulava alta de 5,7% frente ao mesmo período de 2024, movimento que foi revertido pela sequência de resultados negativos no segundo semestre.
Apesar da estabilidade em 2025, o desempenho sucede um ano de forte crescimento. Em 2024, o faturamento industrial havia avançado 6,2%, a maior alta em 14 anos. Outros indicadores recentes, como horas trabalhadas na produção e Utilização da Capacidade Instalada (UCI), também apontam perda de fôlego da atividade.
Em dezembro, o número de horas trabalhadas caiu 1% em relação a novembro, quarto recuo em seis meses. Ainda assim, o indicador fechou 2025 com alta de 0,8% na comparação anual, sustentado pelo desempenho do primeiro semestre. A UCI recuou 0,4 ponto percentual no mês, para 76,8%, e registrou média anual 1,2 ponto inferior à de 2024.
Em fevereiro de 2025, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou queda de 2,6% em comparação ao mês imediatamente anterior, após crescer de 1,6% em janeiro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou declínio de 1,5%. No período de janeiro a fevereiro de 2025, o setor cresceu 1,6%, e no indicador acumulado dos últimos 12 meses teve aumento de 1,8%; todas as comparações em relação ao mesmo período anterior. O estado da Bahia registrou a quinta maior taxa no acumulado do ano (1,6%) entre os estados pesquisados, acima da média nacional (1,4%). As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas com análise da . Na comparação de fevereiro de 2025 com igual mês do ano anterior, seis das 11 atividades pesquisadas assinalaram recuo da produção. O segmento de Celulose, papel e produtos de papel (-19,0%) registrou a maior contribuição negativa, devido ao declínio na fabricação de celulose e papel. O resultado negativo do setor deve-se, principalmente, à parada programada para manutenção em unidade da Suzano Mucuri. Outros segmentos que registraram queda foram: Produtos alimentícios (-8,2%), Indústria extrativa (-20,8%), Produtos químicos (-7,1%), Couro, artigos para viagem e calçados (-9,6%) e Bebidas (-2,6%). Por sua vez, Derivados de petróleo (8,3%), exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior produção de óleo diesel e óleo combustível. Outros resultados positivos no indicador foram observados em Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,7%), Minerais não metálicos (13,1%) e Metalurgia (2,0%). O segmento de Produtos de borracha e material plástico registrou variação nula no período.
Em janeiro de 2025, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou avanço de 2,0% em comparação ao mês imediatamente anterior, após crescer de 3,0% em dezembro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou aumento de 4,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor cresceu 2,4% em comparação ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação de janeiro de 2025 com igual mês do ano anterior, sete das 11 atividades pesquisadas assinalaram avanço da produção. O segmento de Derivados de petróleo (9,9%), registrou a maior contribuição positiva, devido ao aumento na produção de óleo diesel e óleo combustível. Outros segmentos que registraram crescimento foram: Produtos de borracha e material plástico (8,8%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,6%), Minerais não metálicos (12,8%), Couro, artigos para viagem e calçados (8,7%), Celulose, papel e produtos de papel (2,3%) e Bebidas (2,7%). Por sua vez, Produtos químicos (-4,2%), exerceu a principal influência negativa no período, explicada especialmente pela menor fabricação de policloreto de vinila (PVC) e álcoois graxos. Outros resultados negativos no indicador foram observados em Produtos alimentícios (-2,9%), Indústria extrativa (-4,1%) e Metalurgia (-0,7%).
A indústria baiana registrou um crescimento de 2,7% em 2024, impulsionada pelo avanço de 2,9% no setor de transformação, segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE, divulgada neste mês. O resultado acompanha a tendência nacional, que teve alta de 3,7%, e marca uma recuperação das perdas de 2023. O destaque ficou para a fabricação de produtos químicos, com alta de 6,4%, o que representa uma recuperação para o segmento, que sofreu uma perda de 10% no ano anterior. O refino de petróleo e biocombustíveis, responsável por quase um terço da produção industrial baiana, avançou 4,2%, consolidando seu terceiro ano consecutivo de crescimento. “A indústria de transformação teve um crescimento muito parecido com o que a Fieb esperava, com destaque, em termos de peso nesse crescimento e não de crescimento individual, para o refino pelas razões que eu já coloquei, principalmente o crescimento da produção da Acelen de querosene para a aviação, diesel e parafina”, detalha Vladson Menezes, superintendente da Federação das Indústrias da Bahia (FIEB). Vale destacar que outros segmentos do arcabouço da indústria de transformação também impactaram positivamente no resultado de 2024: bebidas, alimentos, borracha e plástico, além de celulose e papel. A análise foi feita pelo Observatório da Indústria, com base nos dados da PIM-PF do IBGE.
De janeiro a novembro deste ano, o volume da produção de aço bruto no país foi de 31,1 milhões de toneladas (t). O resultado supera em 5,6% o registrado entre janeiro e novembro de 2023. Na comparação dos dois períodos, as importações, o consumo aparente e as vendas internas cresceram 24,4%, 9,6% e 8,7%, respectivamente, conforme aponta o Instituto Aço Brasil, em balanço divulgado nesta segunda-feira (16). A previsão é de que, ao se computar os resultados de dezembro, o ano de 2024 termine com produção de 33,7 milhões de t. No acumulado deste ano, o pior índice foi o referente a exportações, que somaram 8,8 milhões de t até o momento, 18,5% a menos do que o mesmo período do ano passado. Em coletiva de imprensa, a organização sublinhou como os três principais setores que dependem do aço contribuíram para o desempenho apresentado: o de automotores teve alta de 12,1%, enquanto o de máquinas e equipamentos e o da construção civil registraram variação positiva de 1% e 4,1% respectivamente.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado nesta terça-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou um recuo de 0,6 ponto na passagem de outubro para novembro. Com a queda, o indicador saiu de 53,2 pontos para 52,6 pontos. Divulgado todos os meses, o ICEI é composto por dois componentes: o Índice de Condições Atuais e o Índice de Expectativas. "Ambos quantificam a percepção dos industriais em relação aos próprios negócios e à economia do país", registra nota divulgada pela CNI. Na atual edição, foram consultadas 1.209 empresas, das quais 482 são de pequeno porte, 455 de médio porte e 272 de grande porte. O levantamento dos dados se deu entre os dias 1º e 7 de novembro de 2024. De acordo com os resultados, o Índice de Condições Atuais recuou 0,5 ponto, fechando em 48,3 pontos. Em nota, a CNI aponta que essa variação foi influenciada principalmente pela piora da percepção dos empresários sobre o atual momento vivido pela economia do país. O Índice de Expectativas – que projeta os próximos seis meses – também registrou queda e fechou em 54,7 pontos. A variação negativa entre outubro e novembro foi 0,7 ponto. "Os empresários continuam otimistas, embora de forma mais moderada do que no mês anterior", registra a nota divulgada pela CNI. O levantamento indica que a queda no Índice de Expectativas teve como principal influência o maior pessimismo dos industriais quanto ao futuro da economia: esse quesito caiu 2,5 pontos, passando de 49,2 pontos para 46,7 pontos. De outro lado, as projeções dos empresários para o futuro das empresas são mais positivas, registrando 58,6 pontos.
A produtividade do trabalho na indústria de transformação brasileira voltou a cair, embora em ritmo menor, revela a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa Produtividade na Indústria, o indicador recuou 0,3% no segundo trimestre, após cair 1,4% no primeiro trimestre do ano. O indicador expressa a razão entre o volume produzido e o número de horas trabalhadas. De abril a junho, a produção industrial subiu 0,9%, mas as horas trabalhadas aumentaram 1,3%. Apesar da queda, a CNI considera que o recuo de 0,3% na produtividade do trabalho significa estabilidade. De acordo com a CNI, a produção manteve o ritmo de crescimento no segundo trimestre, enquanto as horas trabalhadas continuaram a crescer, mas em ritmo menor que no trimestre anterior. Isso, segundo a confederação, indica a estabilidade do indicador. Ao medir a produtividade pelo total de trabalhadores, em vez do número de horas, o indicador tem resultados melhores, com alta de 0,4% no segundo trimestre. Segundo a CNI, esse é o melhor resultado nessa medição desde o segundo trimestre de 2022. Na avaliação da CNI, a expectativa é que a produtividade cresça nos próximos trimestres com o fim dos ciclos de treinamento dos trabalhadores recém-contratados. Outro fator que deve melhorar a produtividade, informou a CNI, são as medidas recentes do governo federal que criam melhores condições para as empresas investirem na modernização industrial. A entidade cita as linhas de financiamento do eixo Indústria Mais Produtiva do Plano Mais Produção e a nova lei de depreciação acelerada, regulamentada recentemente.
A produção da indústria brasileira cresceu 0,1% na passagem de julho para agosto, impulsionada principalmente pela indústria extrativa, que inclui petróleo e mineração. O resultado é uma ligeira recuperação após a queda de 1,4% em julho. Ao longo de 2024, o setor tem expansão de 3%. No acumulado de 12 meses, o resultado é positivo em 2,4%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com os resultados apresentados, a indústria brasileira se encontra 1,5% acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020. No entanto, se posiciona ainda 15,4% abaixo do nível mais alto já registrado, em maio de 2011. Apesar de a produção industrial ter ficado no campo positivo na passagem de julho para agosto, o detalhamento da pesquisa revela que houve recuo em 18 dos 25 ramos industriais pesquisados. O índice de difusão ficou em 56,7%. Esse indicador mostra o percentual de produtos que tiveram expansão, entre os 789 investigados. Ao analisar um período de três meses, o que permite perceber a tendência do setor, o gerente da pesquisa, André Macedo, destaca que “o saldo da produção industrial é positivo, já que o total da indústria cresceu 4,4% em junho”. “Esse movimento também fica evidenciado quando observamos o índice de média móvel trimestral, que permanece com trajetória ascendente desde meados de 2023”, completa.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) cresceu 1,6 ponto em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. A alta veio depois de dois meses em queda, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (12), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador subiu de 50,1 pontos em julho para 51,7 pontos em agosto, em uma escala de zero a 100 pontos. Segundo a CNI, valores abaixo de 50 pontos sinalizam falta de confiança do empresário e quanto menor é a pontuação, maior e mais disseminada é a confiança. Apesar do crescimento de julho para agosto, o resultado ainda está abaixo do registrado em agosto de 2023 (53,2 pontos) e é o menor patamar para meses de agosto desde 2017. Segundo a CNI, as avaliações sobre as condições atuais subiram 2,8 pontos (de 44,4 em julho para 47,2 em agosto). As avaliações dos empresários sobre a economia brasileira avançaram três pontos (de 37,6 para 40,6) no período, enquanto a percepção sobre a própria empresa subiu 2,6 pontos (de 47,8 para 50,4). Em relação às expectativas para os próximos meses, houve alta de um ponto (de 52,9 para 53,9). As avaliações em relação à economia subiram dois pontos (de 44,2 para 46,2) e à situação da empresa cresceram 0,6 ponto (de 57,2 para 57,8).
Em junho de 2023, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia registrou aumento de 0,5% frente ao mês imediatamente anterior – após ter registrado queda em maio com taxa de -2,4%. Na comparação com junho de 2022, a indústria baiana assinalou recuo de 3,6%. No primeiro semestre de 2023, o setor industrial acumulou taxa negativa de 3,7% e no indicador acumulado dos últimos 12 meses acumulou queda de 4,2% em relação ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação de junho de 2023 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou queda de 3,6%, com 10 das 11 atividades pesquisadas assinalando recuo da produção. O segmento de Derivados de petróleo (-4,9%) exerceu a principal influência negativa no período, explicada especialmente pela menor fabricação de óleo combustível, parafina e gasolina. Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos de Produtos químicos (-11,4%), Metalurgia (-21,2%), Extrativo (-7,7%), Borracha e material plástico (-4,1%), Celulose, papel e produtos de papel (-3,2%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,5%), Bebidas (-6,1%), Couro, artigos para viagem e calçados (-7,1%) e Minerais não metálicos (-1,7%). Por sua vez, apenas o segmento de Produtos alimentícios (22,3%) registrou crescimento no período, devido, principalmente, ao aumento na fabricação de óleo de soja refinado e açúcar cristal.
As pessoas físicas ganharam duas semanas para comprarem carros com desconto. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) prorrogou por 15 dias a exclusividade do programa de venda de carros com créditos tributários para essa categoria. O ministro e presidente em exercício, Geraldo Alckmin, assinou a portaria com a prorrogação no fim desta tarde. A medida foi publicada ainda nesta terça-feira (20) em edição extraordinária do Diário Oficial da União. Apesar da prorrogação no programa de veículos, o MDIC esclarece que nada mudou nos programas para ônibus, vans e caminhões. As empresas poderão comprar esses veículos com desconto a partir desta quarta-feira (21). Até o momento, o MDIC autorizou o uso de R$ 320 milhões em créditos tributários para a venda de carros com desconto – equivalente a 64% dos R$ 500 milhões à disposição nessa modalidade. A pasta confirmou ter recebido novos pedidos de montadoras, mas informou que eles ainda estão em análise. O MDIC elaborou um painel de dados com atualizações do programa. A ferramenta permite o acompanhamento de volumes de recursos liberados e a relação de automóveis atendidos.
A produção industrial brasileira teve alta de 1,1% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. A alta veio depois de duas quedas consecutivas (em janeiro e fevereiro) e um mês de estabilidade (dezembro de 2022). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor também apresentou crescimento na comparação com março de 2022 (0,9%). No entanto, a produção acumula queda de 0,4% no ano e estabilidade no acumulado de 12 meses. Na comparação com fevereiro deste ano, a indústria avançou em 16 dos 25 ramos pesquisados, com destaque para as atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), máquinas e equipamentos (5,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (6,7%). Outras influências relevantes para o crescimento da indústria vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%), outros equipamentos de transporte (4,8%), produtos químicos (0,6%), couro, artigos para viagem e calçados (2,8%) e de produtos de minerais não metálicos (1,2%). Um segmento manteve-se estável (produtos diversos) e oito apresentaram queda, entre eles confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%), móveis (-4,3%) e produtos de metal (-1%).
Somente em janeiro de 2022, a indústria baiana apresentou saldo positivo com a geração de 5.846 mil empregos que foi puxado pelos setores de Preparação de Couros e Calçados; Manutenção, Reparação e Instalação de Máquinas e Equipamentos, e Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios. Os dados constam no informe de indústria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Os três principais setores em destaque com saldo positivo de empregos, em dezembro de 2021 são: Couros e Calçados, com a criação de 1.268 postos de trabalhos, Manutenção, Reparação e Instalação de Máquinas e Equipamentos, com 286 e Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios, com 113. "O saldo de empregos acumulado nos últimos 12 meses na Indústria Geral também foi positivo, com mais de 39.733 mil postos de trabalho criados. É um desafio e um trabalho do Governo do Estado que estamos exercendo quando atraímos e prospectamos novos negócios que ocasionam na implantação de indústrias, geração desses empregos e aumento na economia das regiões", destaca o titular em exercício da SDE, Paulo Guimarães. Os setores que se destacaram de janeiro de 2020 a janeiro de 2021 na produção Física Industrial são: Informática (+ 48,3%), Coque, Derivados do Petróleo e Biocombustíveis (+ 13,1%), Couros e Calçados (+ 4,0%).
O informe também apresenta o segmento destaque na Produção Física Industrial em Janeiro de 2022 que foi o Coque, de Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis que apresentou a segunda maior taxa de crescimento (13,1%) entre os setores pesquisados, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
No dia da Indústria, celebrado nesta terça-feira (25), a indústria baiana apresentou saldo positivo ao gerar mais de 16,4 mil novos postos de trabalho, nos três primeiros meses de 2021. Em março, o segmento gerou aproximadamente 4,2 mil empregos, que foram puxados pelos setores de Coque e produtos derivados do petróleo e de Bicombustíveis, além dos produtos de metal. Os dados constam do Informe Executivo da Indústria de maio, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta segunda-feira (24). O segmento Couros e Calçados está espalhado por boa parte do interior baiano, em territórios como Bacia do Jacuípe, Baixo Sul, Costa do Descobrimento, Extremo Sul, Litoral Norte e Agreste Baiano, Litoral Sul, Médio Rio de Contas, Médio Sudoeste da Bahia, Metropolitano de Salvador, Piemonte da Diamantina, Piemonte do Paraguaçu, Portal do Sertão, Recôncavo, Sertão do São Francisco, Sisal, Sudoeste Baiano e Vale do Jiquiriçá. O Estado vem incentivando a industrialização do interior da Bahia atraindo importantes empresas do segmento calçadistas, como Vulcabras Azaleia, JBS S.A, DASS NE, Ramarim, Ferracini e Lialine, entre outras.
A produção industrial brasileira começou 2021 com um resultado positivo. Cresceu 0,4% na passagem de dezembro para janeiro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A indústria também cresceu 0,8% na média móvel trimestral e 2% na comparação com janeiro do ano passado. No acumulado de 12 meses, no entanto, a produção teve queda de 4,3%. De maio de 2020 a janeiro de 2021, a produção acumulou crescimento de 42,3% e eliminou a perda de 27,1% registrada em março e abril, início do isolamento social devido à pandemia de covid-19. O setor ainda está em um patamar 12,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Na passagem de dezembro para janeiro, 11 das 26 atividades pesquisadas tiveram alta, com destaque para os alimentos, que cresceram 3,1%. Outros segmentos que tiveram taxas de crescimento importantes foram indústrias extrativas (1,5%), produtos diversos (14,9%), celulose, papel e produtos de papel (4,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (1,0%) e móveis (3,6%).
O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos. Dezoito dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança de agosto para setembro. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos. “Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco. Há, no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses. “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco.
Mesmo em meio à pandemia do Coronavírus, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 7,6% em maio, frente ao mês imediatamente anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas nesta quarta-feira (8), sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). Devido aos efeitos da pandemia, no acumulado do ano, a indústria registrou queda de 5,9%, em relação ao mesmo período do ano anterior. O indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, apresentou redução de 5,1%, frente ao mesmo período anterior. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou declínio de 20,7%, porém melhor do que o índice nacional, que foi de -21,9%. O setor de Derivados de petróleo (27,9%) apresentou a principal influência positiva em maio, explicada, especialmente, pela maior fabricação de óleos combustíveis, óleo diesel e naftas para petroquímica. Outro resultado positivo no indicador foi observado no segmento de Celulose, papel e produtos de papel (1,1%).
Conforme dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgados nesta terça-feira (01), a atividade da indústria brasileira melhorou em agosto - o faturamento do setor aumentou 0,6% em relação a julho, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro aumento consecutivo do índice. De acordo com informações da Agência Brasil, as horas trabalhadas na produção também cresceram 0,6% em agosto frente a julho, na série de dados dessazonalizados. A utilização da capacidade instalada cresceu 0,1 ponto percentual e alcançou 78,1%. Mesmo com o desempenho positivo de agosto, os índices de atividade estão próximos aos de 2018, ano que foi fraco para a indústria, observa a CNI. “Os índices de faturamento, horas trabalhadas e utilização da capacidade instalada seguem inferiores aos registrados em agosto do ano passado”, aponta a pesquisa. Na comparação com agosto do ano passado, o faturamento teve queda de 5,7%, as horas trabalhadas na produção recuaram 1,3%, e a utilização da capacidade instalada ficou 0,2 ponto percentual menor do que a do mesmo mês do ano passado.
Segundo levantamento do Monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgada nesta terça-feira (19), em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,18%. Segundo o relatório, a alta foi puxada principalmente pelos serviços, que se expandiram 1,3% no ano. A indústria e a agropecuária também cresceram 0,4% e 0,6%, respectivamente. Entre os serviços, aqueles que mais se destacaram em 2018 foram os imobiliários (3,1%), comércio (2,1%) e transportes (2%). No setor da indústria, foram registradas altas nos setores de eletricidade (1,4%), transformação (1,3%) e extração mineral (1,1%). O consumo das famílias teve crescimento de 1,8%, enquanto o do governo aumentou 0,2%. O Monitor do PIB-FGV estima todos os meses a soma de todos os bens e serviços produzidos no País em volume e em valor. O desempenho oficial do PIB é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que deve divulgar o resultado no próximo dia 28.