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Na manhã da última sexta-feira (31), a presidente do Conselho de Segurança (Conseg) de Brumado, Dra. Carolina Amorim, deu continuidade ao projeto “CONSEG Vai às Escolas”, promovendo ações educativas em mais duas instituições de ensino do município.
Acompanhada da Sra. Ludmilla Fogaça, a presidente visitou o CMEAS e a Escola Idalina, onde conversou com estudantes sobre violência nas escolas, prevenção e caminhos possíveis para a construção de uma convivência pacífica. Durante as visitas, foram fixados nos murais os cartazes informativos do Conseg, com orientações e canais de apoio à comunidade estudantil.
A ação contou com a presença do Juiz da Vara da Infância e Juventude, Dr. Genivaldo, que dialogou com os alunos sobre atos infracionais e as consequências que determinadas atitudes podem gerar na vida de adolescentes.
A presidente do Conseg ressaltou que “informação é cuidado, e cuidado também é segurança”, reforçando o compromisso do conselho com a promoção de uma cultura de paz nas escolas.
Carolina Amorim agradeceu às direções das escolas pela receptividade, à parceira Ludmilla Fogaça e ao Dr. Genivaldopela participação, destacando ainda o apoio do comandante do 24º Batalhão de Polícia Militar, Jocevã Oliveira, que também acompanhou as atividades.
Ampliar o número de escolas cívico-militares está entre os objetivos do Governo Federal, conforme anunciou o presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (05), durante o lançamento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. A meta é, segundo o governo, implantar o modelo de gestão compartilhada entre civis e militares em 216 escolas até 2023. A proposta do Ministério da Educação é que, a cada ano, 54 escolas passem a funcionar com esse modelo. O formato abrange três áreas: a didático-pedagógica para melhorar o processo de ensino-aprendizagem preservando as atribuições exclusivas dos docentes; a educacional, que pretende fortalecer os valores humanos, éticos e morais; e a administrativa, para aprimorar a infraestrutura e a organização da escola. Na prática, os militares atuam como monitores para auxiliar na gestão educacional e a área didático-pedagógica fica por conta dos civis. A implementação da gestão compartilhada entre civis e militares depende da adesão voluntária de estados, municípios e do Distrito Federal. Serão investidos R$ 54 milhões por ano, ou seja, R$ 1 milhão por escola. Desse montante sairá o pagamento dos militares e a verba para os governos que aderirem ao programa.