Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
Uma discussão envolvendo o consumo de uma melancia terminou em uma ocorrência policial e na condução de dois homens à Delegacia de Polícia Civil, na manhã de segunda-feira (24), em Guanambi, no sudoeste da Bahia.
A situação foi registrada por volta das 8h35, na Avenida Governador Valdir Pires, no bairro Alvorada. Segundo informações do 17º Batalhão de Polícia Militar, um homem de 70 anos relatou ter sido ameaçado por outro homem, de 85 anos, após um desentendimento entre os dois.
De acordo com o relato apresentado à Polícia Militar, o homem de 85 anos teria exibido uma faca e feito ameaças durante a discussão. O outro envolvido, no entanto, apresentou uma versão diferente dos fatos, negando ter ameaçado o homem e afirmando que também teria sido alvo de ameaças e ofensas por parte do comerciante.
Diante das versões divergentes e da presença da arma branca, os dois homens foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a faca apreendida, para o registro da ocorrência e adoção das medidas legais cabíveis.
Em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com juristas, nesta quinta-feira (04), o relator da reforma da Previdência da CCJ na Câmara, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) afirmou que a fixação de parâmetros mínimos para aposentadorias especiais como as dos policiais é algo "razoável", avaliou que a proposta apresentada ao Congresso é "positiva" e negou que ela implique em retrocesso social. O deputado disse ainda, segundo o Reuters, que seu parecer, a ser apresentado na próxima terça-feira, estará "calcado nas premissas mais técnicas possíveis. A fixação de um parâmetro mínimo, de uma idade mínima, é algo que nos parece extremamente razoável, extremamente salutar", disse o deputado na comissão, que analisa a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma. "Nos parece inquestionável que a reforma da Previdência, nos moldes em que foi apresenta, é positiva e salutar para o Brasil.", reforçou. O relator se utilizou de argumentos de uma das convidadas à comissão nesta quinta, a procuradora regional da República da 3ª Região e Professora de Seguridade Social do Mackenzie, Zélia Luiza Pierdoná, e afirmou que "não adianta direito sem recursos". A CCJ deve analisar a admissibilidade da PEC, e mudanças de mérito só devem ocorrer durante a discussão da proposta na comissão especial, segundo acordo de líderes nesta semana. Após a tramitação na CCJ e na comissão especial, a reforma ainda precisará ser submetida a dois turnos de votação em plenário, onde precisará de ao menos 308 votos favoráveis em cada rodada de discussão, para depois seguir ao Senado.