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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, marcou para a próxima quinta-feira (13) uma reunião para alinhar com os demais ministros da Corte sobre como devem ser julgados casos envolvendo o uso de Inteligência Artificial (IA) nas eleições deste ano.
O tema será debatido a partir de um processo que aguarda julgamento no TSE, sobre o uso de imagens geradas por IA na convenção do PL, em 25 de julho, que selou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (RJ) para a Presidência da República.
A ação foi aberta a pedido do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. Antes de submeter o assunto a votação em plenário, contudo, Nunes Marques, que é relator do caso, busca um consenso entre os ministros do TSE.
É comum que na proximidade das eleições de outubro o tribunal busque demonstrar unidade interna como forma de fortalecer os posicionamentos jurídicos. O encontro da próxima quinta, a portas fechadas, deve ocorrer logo após a sessão de julgamentos, pela manhã.
Os detentores de XRP enfrentaram uma reversão dolorosa. Após atingir aproximadamente US$ 3,65 em seu pico anterior, o preço do XRP caiu quase 71%**, deixando muitos investidores que entraram em preços mais altos com perdas não realizadas substanciais.
A frustração maior é o que vem depois. Vender agora pode consolidar uma grande perda, enquanto continuar mantendo o ativo não gera fluxo de caixa adicional se o XRP continuar fraco. Para detentores que já passaram meses esperando, isso cria uma questão prática:
Se eu não quero vender meu XRP, o restante do meu capital em criptomoedas também precisa continuar parado?
Principais pontos
O XRP continua quase 71% abaixo de seu pico anterior, deixando muitos detentores de longo prazo com perdas não realizadas significativas.
A SHR Miner permite que detentores de criptomoedas aluguem poder computacional em nuvem com auxílio de IA, em vez de comprar e operar equipamentos de mineração.
Os usuários podem escolher períodos de aluguel definidos, acompanhar a produção diária e gerenciar todo o processo on-line.
A SHR Miner afirma que sua infraestrutura global atende mais de 5 milhões de usuários em mais de 180 países e regiões.
É nesse contexto que a SHR Miner oferece outra opção.
SHR Miner leva poder computacional em nuvem com IA aos detentores de criptomoedas
Fundada em 2018 e sediada no Reino Unido*, a SHR Miner afirma ter expandido sua infraestrutura para mais de* 150 data centers*, atendendo mais de* 5 milhões de usuários em mais de 180 países e regiões*. Os materiais publicados pela plataforma descrevem um serviço totalmente baseado em nuvem, desenvolvido para tornar o aluguel de poder computacional acessível sem exigir que os usuários possuam ou operem equipamentos de mineração.*
A SHR Miner não é um produto de investimento em XRP, e o próprio XRP não é minerado.
Seu modelo principal é o aluguel de poder computacional em nuvem*.*
Os usuários escolhem um contrato de poder computacional com duração definida, enquanto a SHR Miner gerencia o hardware, a eletricidade, o resfriamento, a manutenção e a infraestrutura computacional subjacentes.
Para os usuários, o modelo é simples:
Zero barreira técnica: não é necessário possuir hardware de mineração nem ter conhecimento especializado.
Período de aluguel definido: os usuários sabem por quanto tempo o contrato de poder computacional ficará ativo.
Liquidação diária: a produção do contrato pode ser acompanhada pelo painel de controle.
Acesso 100% pela nuvem: a atividade de mineração e a produção podem ser visualizadas remotamente pela plataforma.
Acesso a múltiplos ativos: os materiais publicados listam BTC, ETH, DOGE, USDT, USDC, XRP, SOL, LTC e BCH entre os ativos digitais compatíveis.
Em vez de exigir que o preço do XRP se recupere antes que seu portfólio mais amplo volte a produzir, os usuários passam a ter outra utilização potencial para parte de seus ativos digitais.
Como a IA está transformando o poder computacional em nuvem
A SHR Miner posiciona sua infraestrutura em torno de gerenciamento computacional com auxílio de IA e programação inteligente de hashrate*.*
Em vez de depender inteiramente de operações manuais de mineração, seus sistemas de IA são projetados para coordenar clusters computacionais, alocar recursos computacionais de forma dinâmica, monitorar a infraestrutura e otimizar cargas de trabalho e o uso de energia. De acordo com os materiais publicados pela SHR Miner, essa programação inteligente busca direcionar a capacidade computacional de maneira mais eficiente e melhorar a eficiência geral da produção.
Para os usuários, isso significa menos complexidade:
Programação de hashrate com tecnologia de IA
Monitoramento automatizado da infraestrutura
Otimização do poder computacional
Gestão da eficiência energética
A importância disso vai além da mineração.
O ciclo anterior das criptomoedas foi fortemente concentrado em possuir ativos digitais*. A era da IA está cada vez mais concentrada em* poder computacional, automação e infraestrutura digital*.*
Para os detentores de criptomoedas, a mudança está cada vez mais passando de simplesmente possuir ativos digitais para acessar a infraestrutura computacional que impulsiona a economia da IA.
Para os detentores de XRP cujos ativos passaram meses esperando por valorização, o aluguel de poder computacional oferece acesso a uma parte diferente da economia digital.
Ignorar essa mudança pode significar perder mais do que outra negociação de criptomoedas — pode significar deixar passar a crescente importância da infraestrutura computacional na era da IA.
Como funciona o poder computacional em nuvem da SHR Miner?
A SHR Miner oferece vários pacotes de poder computacional com diferentes valores e durações de aluguel.
As estruturas representativas podem incluir:
ContratoValor de entradaDuraçãoRecompensa diáriaRecompensa do contrato anunciadaMICROBT WhatsMiner M66US$ 3.00015 diasUS$ 40,50US$ 607,50Bitcoin Miner S21 XP ImmUS$ 5.00025 diasUS$ 70,50US$ 1.762,50Bitcoin Miner S21e XP HydUS$ 10.00035 diasUS$ 151,00US$ 5.285
Cada contrato apresenta informações importantes, incluindo:
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos.
Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação.
A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.
Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.
Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.
A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) publicou diretrizes para o uso da Inteligência Artificial (IA) na Educação Básica da rede estadual, estabelecendo um marco normativo para a integração ética, segura e pedagógica dessas tecnologias nas escolas. O documento orienta gestores, coordenadores pedagógicos, professores e estudantes sobre como utilizar a IA como instrumento de apoio à aprendizagem, ao planejamento pedagógico e à formação cidadã, sem substituição da autoria docente.
As diretrizes estão fundamentadas em princípios como os da centralidade no ser humano, da proteção integral de crianças e adolescentes, do desenvolvimento do pensamento crítico, da equidade e do uso responsável de dados, em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o ECA Digital e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O texto também estabelece que a exclusão do uso da Inteligência Artificial pode aprofundar desigualdades educacionais, reforçando o papel da escola pública na promoção do letramento digital.
Para o assessor especial para IA na Educação da SEC, Iuri Rubim, as diretrizes buscam consolidar uma abordagem positiva e estratégica da tecnologia no ambiente escolar. “A Inteligência Artificial pode ampliar as possibilidades pedagógicas, apoiar o planejamento dos professores e estimular a criatividade e o pensamento crítico dos estudantes. Nosso objetivo é garantir que meninos e meninas tenham o direito de aprender a usar essa tecnologia de forma consciente, responsável e criativa, porque ela já faz parte da vida cotidiana, do mundo do trabalho e da formação cidadã”, afirmou.
A divulgação de conteúdos falsos criados com inteligência artificial (IA) mais do que triplicaram entre 2024 e 2025 no Brasil, apresentando um crescimento de 308%. O dado é do primeiro Panorama da Desinformação no Brasil, estudo inédito do Observatório Lupa, que mapeia tendências, alvos e as principais táticas de desinformação. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (5).
O estudo analisou qualitativa e quantitativamente os 617 conteúdos verificados pela agência em 2025, comparando-os aos 839 conteúdos de 2024. O panorama mostra que deepfakes e outras peças de desinformação geradas com IA passaram de 39 casos em 2024, número que representa 4,6% do total de checagens feita pela Agência Lupa naquele ano, para 159 em 2025, 25% das verificações. Isso representa um aumento de 120 casos.
Deepfakes são tecnologias que permite que rostos e vozes sejam alteradas em vídeos, por exemplo, o que pode gerar um conteúdo com informações falsas. Segundo a edição de estreia do estudo, que será anual, há uma mudança estrutural no ecossistema desinformativo.
A pesquisa mostra que em 2024 a IA era usada majoritariamente para criação de golpes digitais, como deepfakes de famosos fazendo propagandas de sites fraudulentos, por exemplo. Já em 2025 a tecnologia passou a ser empregada de forma estratégica como arma política: quase 45% dos conteúdos com IA tinha viés ideológico, ante 33% no ano anterior.
Comemorado nesta terça-feira (2), o Dia Internacional da Checagem de Fatos foi destacado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, na sessão plenária da Corte. O presidente ressaltou o aparato legislativo e de resoluções e programas da Justiça Eleitoral para coibir a desinformação e as fake news durante as Eleições Municipais 2024. “A Justiça Eleitoral e o TSE aproveitam esse dia 2 de abril, Dia Internacional da Checagem de Fatos, para reforçar seu papel de garantir que o eleitor e a eleitora tenham acesso a todos os fatos verdadeiros, que saibam quais são fatos falsos e que tenham a absoluta certeza de que a Justiça Eleitoral vai responsabilizar todos aqueles que desinformarem, que divulgarem notícias fraudulentas, com ou sem uso da inteligência artificial, nesse período eleitoral”, afirmou. O presidente reiterou o lançamento no TSE, em março, do Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE): “O Centro já está operando, interligado on-line, 24 horas por dia, com os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs)”. O CIEDDE une esforços também com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A partir de amanhã, passam a fazer parte da iniciativa a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Polícia Federal, por meio de acordos de cooperação técnica.