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O candidato Flávio Bolsonaro (PL) reuniu, em Brasília, um grupo de 14 governadores eleitos em primeiro turno das eleições. Governadores de partidos como PL, Republicanos, PP e MDB mostraram apoio à candidatura de Bolsonaro à presidência da República.
Entre esses governadores estavam Sergio Moro (PL-PR), eleito para o governo do Paraná. Moro chegou a ser ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, mas deixou o cargo após se queixar das interferências do pai de Flávio na Polícia Federal.
Também esteve na reunião Douglas Ruas (PL-RJ), eleito governador do Rio de Janeiro após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos).
Augusto Cury
Terceiro colocado no primeiro turno da disputa presidencial, com 2,89% dos votos válidos, Augusto Cury declarou apoio a Flávio Bolsonaro nesta quinta-feira (8).
Cury confirmou, em nota, o apoio mediante a assinatura de uma carta de compromissos de Flávio Bolsonaro com pautas defendidas por Cury.
Entre essas pautas, estão o fim da reeleição para presidente da República, a alternância de poder, a pacificação nacional, a proteção às mulheres, valorização dos professores e financiamento “de milhões” para microempreendedores.
Live
Flávio Bolsonaro fez uma live na noite desta quinta-feira, nos moldes que Jair Bolsonaro fazia todas as quintas.
Ele negou que acabará com o Bolsa Família caso seja eleito. Também afirmou que reajustará aposentadorias acima da inflação.
“Com relação aos aposentados do INSS, o Flávio Bolsonaro vai proteger vocês. Vocês vão ter reajuste acima da inflação nas suas aposentadorias, que é uma coisa sagrada”, disse.
Os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irão disputar o segundo turno da eleição para presidente da República. Com isso, os eleitores voltam às urnas para o segundo turno no dia 25 de outubro de 2026 (domingo).
Flávio terminou a apuração em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.103.033 votos. Lula ficou em segundo, com 45,16%, ou 53.870.724 votos.
A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
Em seis estados e no DF, a eleição para governador foi para o segundo turno, e também será decidida no dia 25 de outubro.
>> Veja onde haverá 2º turno para governador e quem são os candidatos:
Acre
Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos)
Amazonas
Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL)
Distrito Federal
Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT)
Espírito Santo
Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) vão disputar o segundo turno no Espírito Santo. Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos e Ferraço ficou com 34,06%.
Rio de Janeiro
Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD)
Rio Grande do Norte
Allyson (União) e Cadu de Lula (PT)
Tocantins
Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB)
Os brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Cerca de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar, segundo a Justiça Eleitoral.
As escolhas feitas pelos eleitores definirão os ocupantes de cargos responsáveis por decisões que afetam diretamente a vida da população em áreas como saúde, educação, segurança pública, transporte, infraestrutura e economia.
A votação começa às 8h e termina às 17h (horário de Brasília).
Se houver segundo turno para escolha de presidente e governadores, será no dia 25 de outubro.
Quais candidatos serão escolhidos nas eleições de 2026
Neste ano, os eleitores votarão em até seis candidatos: presidente da República (e vice-presidente), governador (e vice-governador), dois senadores por estado, deputado federal, e deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.
As eleições definirão a composição do Poder Executivo federal e estadual e renovarão parte do Poder Legislativo para os próximos anos.
Como será a votação
A ordem de votação definida pela Justiça Eleitoral será:
deputado federal (quatro dígitos);
deputado estadual ou distrital (cinco dígitos);
primeiro senador (três dígitos);
segundo senador (três dígitos);
governador (dois dígitos);
presidente da República (dois dígitos).
Neste pleito, cada eleitor deverá escolher dois candidatos ao Senado, já que duas vagas por unidade da Federação estarão em disputa.
Recomendações
A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor consulte antecipadamente o local de votação, verifique sua situação eleitoral e, se desejar, baixe o aplicativo e-Título.
Outra orientação é levar anotados os números dos candidatos escolhidos para agilizar a votação.
O uso de telefone celular na cabine continua proibido.
Antes de confirmar cada voto, o eleitor deve conferir, na tela da urna eletrônica, a fotografia, o nome e o partido do candidato. Em caso de erro, basta apertar a tecla "Corrige" e refazer o procedimento.
A campanha eleitoral para as Eleições 2026 está liberada a partir deste domingo (16). Os candidatos podem participar de carreatas, passeatas e panfletagem entre as 8h e as 22h. Estão permitidos também as propagandas na internet e os anúncios pagos na imprensa escrita.De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro.
As mobilizações devem manter distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de tribunais, quarteis militares, hospitais, escolas e igrejas.
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão será permitida entre 28 de agosto e 1° de outubro.
Votação
O primeiro turno do pleito ocorrerá no dia 4 de outubro, para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e do presidente da República.O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.
Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.Veja a seguir, em ordem alfabética, os nomes dos candidatos ao cargo de presidente da República e seus perfis na página do TSE:
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou na noite desta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e anunciou filiação ao Partido Social Democrático (PSD). A mudança partidária foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, sinalizando um novo alinhamento político com vistas ao cenário eleitoral de 2026.
Na gravação, Caiado aparece ao lado dos governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, ambos filiados ao PSD. Os três são apontados como nomes em potencial para a disputa presidencial e reforçaram a ideia de construção coletiva dentro da legenda. Segundo eles, a definição de uma eventual candidatura será feita internamente, com apoio mútuo entre os integrantes do grupo.
Durante o anúncio, Caiado destacou que o movimento não é motivado por interesses individuais, mas por um projeto político mais amplo. Ele afirmou que o grupo pretende apresentar ao país uma alternativa construída de forma conjunta, priorizando a união e o compromisso com o futuro do Brasil.
Os governadores também ressaltaram a necessidade de um novo direcionamento para o país, com foco em desenvolvimento, modernização e políticas públicas que atendam às demandas sociais. A chegada de Caiado ao PSD fortalece o partido no cenário nacional e amplia as articulações para as eleições presidenciais de 2026.