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O preço do gás de cozinha ficou cerca de 9% mais caro na Bahia nesta quinta-feira (1º), conforme informações do Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás). Com a mudança, o consumidor poderá pagar entre R$ 7 e R$ 8 a mais pelo botijão, em média.
O reajuste foi aplicado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o sindicato, o preço da tonelada do GLP passou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60.
Em Salvador, o valor final do botijão pode chegar a R$ 170, de acordo com informações divulgadas pela TV Bahia. O preço cobrado ao consumidor, porém, não é uniforme e depende da política de cada revendedora, além dos custos de transporte, distribuição e comercialização.
Em nota, a Acelen confirmou a atualização dos preços do gás liquefeito de petróleo vendido às distribuidoras que atuam no mercado baiano. A empresa explicou que os valores são definidos com base em fatores de mercado, incluindo a cotação internacional do petróleo, a variação do câmbio e os custos de frete.
A companhia também informou que sua política de preços segue critérios técnicos e referências do mercado internacional. Segundo a Acelen, os valores podem sofrer alterações tanto para cima quanto para baixo, conforme as condições consideradas na formação dos preços.
Uma operação de fiscalização voltada para o comércio de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) foi realizada no município de Macaúbas com apoio da Polícia Militar da Bahia. A ação contou com a participação de equipes da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), que prestaram suporte à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
As atividades começaram na quarta-feira (11), por volta das 9h25, na comunidade de Santa Terezinha, localizada na região dos Cristais. No local, a guarnição do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) acompanhou os fiscais da ANP durante a verificação em pontos de revenda de gás de cozinha.
Na quinta-feira (12), os trabalhos tiveram continuidade na sede do município de Macaúbas, ampliando a fiscalização para outros estabelecimentos que atuam na comercialização do produto.
Segundo informações da Polícia Militar, a divulgação da operação foi realizada somente após a conclusão das atividades, com o objetivo de preservar o sigilo das ações e garantir a efetividade da fiscalização.
O preço do gás de cozinha sofrerá um novo reajuste na Bahia a partir deste sábado, 1º de fevereiro. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), o aumento pode chegar a R$ 8 por botijão. Esse será o primeiro reajuste de 2025, mas ao longo do ano passado, os consumidores baianos já enfrentaram nove aumentos consecutivos. O último, ocorrido em 2 de dezembro, elevou o preço em R$ 4. Em nota, a Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, justificou que os preços do gás seguem critérios de mercado, levando em consideração fatores como:Custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais;Variação do dólar, que impacta diretamente os custos de importação; Frete e logística, que também influenciam os preços finais.
A Receita Federal publicou hoje (9) instrução normativa zerando alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) de uso doméstico. A medida incide sobre a importação e a receita de comercialização do produto. Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) que será, posteriormente à operação, envasado em recipientes de até 13 kg e destinado ao uso doméstico, diz a norma. A medida é adotada em meio à disparada no preço do petróleo em razão do conflito envolvendo Rússia e Ucrânia. A Rússia é o maior exportador mundial de petróleo e derivados combinados, com exportações de cerca de 7 milhões de barris por dia, ou 7% da oferta global. Na segunda-feira (7), os preços atingiram os níveis mais altos desde 2008. O petróleo Brent subiu US$ 5,1, ou 4,3%, para fechar em US$ 123,21 o barril, e o dos EUA (WTI) avançou US$ 3,72, ou 3,2%, encerrando o dia em US$ 119,40 o barril. Durante a sessão, os benchmarks (marcas de referência) atingiram o nível mais alto desde julho de 2008, com o Brent chegando a US$ 139,13 por barril e o WTI, a US$ 130,5.