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O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Esther Trindade Serra realizou, na última terça-feira (05), uma roda de conversa e oficina de confecção de capas para caderneta de vacinação de bebês com o grupo de gestantes “Mamãe Coruja”, vinculado ao Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).
A atividade teve como objetivo orientar as futuras mães sobre a importância da vacinação infantil, destacando como as vacinas contribuem para a prevenção de doenças graves, salvam vidas e promovem a imunidade individual e coletiva. Durante o encontro, também foram esclarecidos os riscos extremamente baixos associados à vacinação, além dos possíveis efeitos colaterais, que geralmente são leves e temporários.
A ação foi conduzida pela psicóloga Flávia Marcília Diamantino Silva, técnica de referência responsável pelo grupo de gestantes do PAIF “Mamãe Coruja”. A palestra contou ainda com a participação da enfermeira Géssica Louzada Caires, convidada para conversar com as participantes sobre a relevância da imunização desde os primeiros meses de vida do bebê.
Além do momento informativo, as gestantes participaram de uma oficina conduzida pela facilitadora Marlúcia Gonçalves Meira, promovendo integração, aprendizado e fortalecimento de vínculos entre as participantes do grupo.
A circulação da influenza começou mais cedo neste ano. Para ampliar a proteção da população, o Governo do Brasil reforça a importância da vacinação, especialmente entre crianças, gestantes e idosos, grupos com maior risco de desenvolver complicações. A vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no SUS para os públicos prioritários. Para proteger os bebês contra a bronquiolite, a vacinação contra o vírus sincicial respiratório também está disponível para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez.
Até 18 de abril de 2026, o Brasil registrou 5,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza e 352 mortes. Apesar da antecipação da circulação do vírus antes do inverno, período de maior transmissão, a expectativa é de que o pico deste ano fique abaixo do observado no mesmo período de 2025.
DESACELERAÇÃO — Em parte do país, os casos já apresentam desaceleração. Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Tocantins e Distrito Federal registram queda ou interrupção do crescimento, sinalizando possível estabilização da circulação viral. Ainda assim, 17 estados seguem com tendência de aumento dos casos nas últimas semanas.
Uma ação especial voltada ao cuidado, acolhimento e valorização das mulheres marcou a manhã desta terça-feira (25) em Brumado. O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Esther Trindade Serra, localizado no bairro Baraúnas, foi palco do evento “Dia Delas”, promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania (SESOC), em alusão ao mês da mulher.
O encontro reuniu gestantes acompanhadas pelo serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), atendidas pelos três CRAS do município: Esther Trindade Serra, Irmã Dulce, no bairro São Félix, e Yolanda Pires, na Vila Presidente Vargas. A iniciativa teve como foco proporcionar um momento de cuidado, aprendizado e fortalecimento de vínculos, respeitando a individualidade de cada participante.
Durante o evento, as futuras mamães tiveram acesso a uma série de serviços voltados ao bem-estar e à autoestima, incluindo atendimentos com profissionais da área de beleza, como cabeleireira, manicure e massoterapia. A programação também contou com uma atividade de dança, conduzida pela facilitadora de oficinas Gerúsia, promovendo integração e leveza ao encontro.
A ação contou com a presença da secretária municipal de Assistência Social, Magaly Rodrigues, da diretora da Proteção Social Básica, Fabiana Santana, além de técnicos de referência e orientadoras sociais que acompanham as gestantes nos encontros periódicos. A organização e ambientação do espaço ficaram por conta das facilitadoras de oficinas Marlúcia Gonçalves, Larissa Meira e Gerúsia Caires.
O “Dia Delas” foi marcado por um clima de acolhimento e cuidado, proporcionando uma experiência diferenciada às participantes, que saíram satisfeitas e fortalecidas após a manhã de atividades.
O Ministério da Saúde ampliou o uso de testes para diagnóstico do vírus Linfotrópico de Células T Humanas (HTLV) na rede pública. A tecnologia, a partir de agora, passa a ser utilizada também em gestantes, durante o pré-natal. A incorporação do teste para gestantes foi recomendada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). A proposta é reduzir a transmissão vertical (de mãe para filho) do vírus durante a amamentação. A comissão considerou que o procedimento, feito por meio de exame de sangue, é eficaz e seguro e que a implementação no Sistema Único de Saúde (SUS) utilizaria recursos já disponíveis, uma vez que os testes já são realizados fora do programa de triagem pré-natal. Em nota, o ministério informou que as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta na rede pública.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta para que profissionais prescritores tenham cautela ao indicar ondansetrona a mulheres no primeiro trimestre de gravidez. A agência investiga se o medicamento causa malformação do bebê. Após a conclusão dos estudos, há a possibilidade de contraindicar o uso desse medicamento por mulheres grávidas. De acordo com informações da Agência Brasil, o alerta da Anvisa cita um estudo que comparou 88.467 mulheres expostas à ondansetrona durante o primeiro trimestre de gravidez com 1.727.947 mulheres não expostas à substância. O resultado foi de três casos adicionais, 14 contra 11, de defeitos de fechamento orofacial identificados para cada 10 mil nascimentos de descendentes de mulheres expostas, principalmente relacionados à ocorrência de casos de fissura palatina. Segundo a Anvisa, o mecanismo pelo qual a ondansetrona pode interferir na gravidez é desconhecido. Dessa forma, a segurança de uso desse medicamento durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez também não está estabelecida. Diante dessas informações, a agência diz que analisa a possibilidade de se alterar esse medicamento para a categoria D de risco na gravidez, categoria em que há evidências positivas de risco fetal humano, no entanto os benefícios potenciais para a mulher podem, eventualmente, justificar o risco. Atualmente, esse medicamento pertence à categoria B de gravidez, ou seja, não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. A ondansetrona é um medicamento indicado na prevenção e no tratamento de náuseas e vômitos em geral, especialmente os casos induzidos por quimioterapia ou radioterapia e os relacionados ao pós-operatório.