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O Governo do Brasil deu início nesta segunda-feira, 24 de novembro, à primeira fase do programa Gás do Povo. Nesta etapa, cerca de 1 milhão de famílias em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas em dez capitais brasileiras com a recarga gratuita do botijão de gás de cozinha (GLP 13 kg). Ao todo, o programa deverá alcançar mais de 15 milhões de famílias em todo o país até março de 2026, quando estará totalmente implementado.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou das primeiras entregas em Belo Horizonte. Na capital mineira, 52.191 famílias serão beneficiadas nesta fase. No estado de Minas Gerais, a expectativa é atender 1,2 milhão de famílias.
“É o maior programa de combate à pobreza energética do mundo. O Gás do Povo é alívio nas contas de cada família, uma economia que ajuda a melhorar a alimentação e a qualidade de vida. Ele também protege a saúde de mulheres e crianças em lares que ainda usam lenha, álcool e querosene para cozinhar. É uma maneira de evitar doenças pulmonares e acidentes com queimaduras”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.
O governo federal lançará, na semana que vem, um programa para reformular o Auxílio Gás. A ideia é garantir, às famílias de baixa renda, o acesso ao botijão de gás de cozinha (GLP), em vez de apenas transferir um valor baseado no preço médio nacional.
A proposta foi adiantada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, nesta quarta-feira (27), durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). “O programa está pronto e será lançado na semana que vem. Ele vai crescer gradualmente. Em março, chegará a 15,5 milhões de famílias [mais de 46 milhões de pessoas]”, disse o ministro. O benefício é destinado a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda igual ou inferior a meio salário mínimo. Atualmente, são contempladas cerca de 5,6 milhões de famílias, número que, segundo o governo, deverá chegar a mais de 20 milhões. Para o ano que vem, estão previstos R$ 13,6 bilhões em recursos. Cada família beneficiada recebe, no modelo atual, R$ 108 a cada dois meses. O valor corresponde a 100% do preço médio do botijão de gás de cozinha (GLP) de 13kg. Com a mudança, as famílias ganharão um vale crédito, explica o ministro.
O gás de cozinha, um dos itens essenciais e também um dos maiores vilões do orçamento dos baianos, sofreu um novo reajuste no dia 1º de fevereiro e, desde então, tem o quarto maior preço do país. O produto, cuja produção ocorre na Refinaria de Mataripe, atualmente é vendido aos distribuidores por R$ 60,85, um valor 75% mais alto que o praticado pela Petrobrás, que comercializa o botijão de 13kg por R$ 34,70. A informação faz parte de um estudo conduzido pelo economista Eric Gil, do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) e da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, Núcleo Bahia (Aept-BA). De acordo com o estudo, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) atingiu seu maior patamar desde a privatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), hoje chamada Refinaria de Mataripe, sob administração da Acelen. Até outubro de 2023, a Acelen e a Petrobrás mantinham preços semelhantes, mas essa realidade tem mudado ao longo do tempo. Para Eric Gil, a falta de concorrência no estado é um dos principais fatores para essa alta nos preços. “A Acelen se beneficia de um mercado sem concorrência na Bahia, sendo a única grande produtora no estado. Além disso, cobra preços 75% acima da Petrobrás e também superiores aos valores internacionais, que atualmente giram em torno de R$ 45, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)”, destaca o economista.
O preço do gás de cozinha sofrerá um novo reajuste na Bahia a partir deste sábado, 1º de fevereiro. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), o aumento pode chegar a R$ 8 por botijão. Esse será o primeiro reajuste de 2025, mas ao longo do ano passado, os consumidores baianos já enfrentaram nove aumentos consecutivos. O último, ocorrido em 2 de dezembro, elevou o preço em R$ 4. Em nota, a Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, justificou que os preços do gás seguem critérios de mercado, levando em consideração fatores como:Custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais;Variação do dólar, que impacta diretamente os custos de importação; Frete e logística, que também influenciam os preços finais.
A Bahia ocupa o terceiro lugar no ranking dos estados com o gás de cozinha mais caro do Brasil, de acordo com um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgado nesta quinta-feira (9) pelo telejornal BATV, da Rede Bahia. Conforme os dados, o preço médio do botijão no estado é de R$ 123,59, ficando atrás apenas de Roraima, onde o custo atinge R$ 137,03, e Amazonas, com média de R$ 126,59. A principal responsável pela definição dos preços na Bahia é a Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe (antiga Landulpho Alves) desde 2021. Somente em 2023, a refinaria promoveu sete reajustes no valor do gás, impactando diretamente no preço final pago pelos consumidores. Apesar de a refinaria ser a mesma em todo o estado, o valor do botijão varia em diferentes cidades. Segundo revendedores, essa diferença se deve não apenas aos reajustes da Acelen, mas também ao custo de transporte e à mão de obra local, fatores que contribuem para a disparidade nos preços finais.
A partir desta quarta-feira (4), os consumidores baianos devem se preparar para um novo aumento no preço do gás de cozinha. O reajuste, que deve elevar o preço em até R$ 7 nas principais revendedoras, foi anunciado pelo Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas) nesta segunda-feira (2). De acordo com o sindicato, o aumento será aplicado em todo o território nacional, refletindo o repasse dos custos das refinarias. "Aqui no nosso estado, terá um impacto de aproximadamente R$ 7,00 sobre os preços já praticados", informou o Sinrevgas em nota oficial. O reajuste está relacionado ao aumento de 2,8% no preço do GLP (gás de cozinha) determinado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo a Acelen, esse novo valor para as distribuidoras começou a vigorar no domingo (1).
O gás de cozinha ficará mais caro para os consumidores a partir desta quinta-feira, 1º de agosto. A Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria de Mataripe, em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, confirmou um reajuste de 10,16% no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para as distribuidoras. Em nota, a Acelen explicou que os preços dos produtos são ajustados de acordo com critérios de mercado, levando em consideração variáveis como o custo do petróleo, que é comprado a preços internacionais, a cotação do dólar e o frete. Essas variáveis podem causar variações nos preços tanto para cima quanto para baixo. Na prática, esse novo reajuste resultará em um maior custo para os consumidores finais.
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (8) que aumentará em R$ 0,20 o preço do litro da gasolina a partir desta terça-feira (9). Com o reajuste, de 7,12%, o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,01 por litro. O impacto no preço da gasolina vendida ao consumidor final, que tem 27% de etanol em sua composição, deverá ser de R$ 0,15 por litro. No entanto, o valor cobrado pelos postos de combustível depende de cada varejista, uma vez que ainda são incluídos no valor as margens de lucro do comerciante e da distribuidora, além dos custos associados ao transporte. Segundo a Petrobras, esse é o primeiro reajuste da gasolina neste ano. A última vez que a estatal havia modificado o preço do produto havia sido em 21 de outubro de 2023, quando houve redução de 4%. O último aumento ocorreu em 16 de agosto daquele ano (16%). GLP - A Petrobras também anunciou aumento do preço do gás de cozinha (GLP), que subirá R$ 3,10 por botijão de 13h kg (9,81%) e passará a custar R$ 34,70. O último ajuste no preço do gás de botijão havia sido feito em 1º de julho de 2023, quando houve queda (-3,9%). O último aumento (24,9%) havia sido feito em 11 de março de 2022.
O início do ano trouxe consigo um reajuste no preço do gás de cozinha na Bahia. A Acelen, responsável pela administração da Refinaria Mataripe, anunciou um aumento de 5,18% no valor do produto destinado às distribuidoras do estado. A partir desta terça-feira (2), os consumidores podem esperar um acréscimo estimado de R$ 5 a R$ 8 no valor do botijão. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (SINREVGÁS), a média de preço do botijão na Bahia é de R$ 140. A Acelen justifica que os preços são determinados por critérios de mercado, considerando variáveis como o custo do petróleo, adquirido a preços internacionais, a cotação do dólar e os custos de frete, podendo variar para cima ou para baixo. A empresa reforça possuir uma política de preços transparente, embasada em critérios técnicos alinhados com as práticas internacionais de mercado.
O preço do gás de cozinha na Bahia sofreu mais um aumento, segundo informações da Acelen, administradora da Refinaria Mataripe, que abastece o estado. O reajuste, que entrará em vigor a partir de quarta-feira (1º), será de 1,8% no Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para as distribuidoras de gás de cozinha. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31), e a notícia não é boa para os consumidores. Com esse novo aumento, o valor do gás de cozinha subirá em média de R$ 2 a R$ 3 para o consumidor final. De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (SINREVGÁS), o preço médio do botijão passará a ser de aproximadamente R$ 132. Este é o segundo reajuste no mês de outubro e já o sexto no ano, de acordo com o sindicato, que estima que a Bahia conta com cerca de seis mil revendedores de gás de cozinha. O último ajuste no preço do gás ocorreu em 10 de outubro, quando o botijão ficou R$ 2 mais caro. Antes disso, também em outubro, houve um aumento de R$ 2,60.
Os consumidores na Bahia enfrentam mais um aumento no preço do gás de cozinha, com a Refinaria Mataripe, administrada pela Acelen, anunciando o segundo reajuste no mês de outubro. Dessa vez, o aumento é de 3,5% no Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) repassado às distribuidoras, que, por sua vez, devem refletir esse aumento no valor final para os consumidores. O Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sindrevgas) estima que o botijão de 13 kg, amplamente utilizado em residências, ficará R$ 2 mais caro. Portanto, o preço final do produto deve alcançar cerca de R$ 130 em Salvador e na Região Metropolitana. Este aumento recente ocorre logo após a Refinaria Mataripe ter elevado o preço para as revendedoras em 6,5% no início do mês. Tal ação resultou em um acréscimo de até R$ 7 no valor do botijão, conforme apontado pelo Sindrevgas. Com esses dois reajustes, somente no mês de outubro, o preço do gás de cozinha acumulou um aumento de 11% no estado da Bahia.
O valor do gás de cozinha na Bahia sofreu um reajuste de 6,5%, que entrou em vigor no domingo (1º), afetando diretamente o bolso dos consumidores. O aumento, aplicado às distribuidoras, será repassado aos consumidores finais, conforme anunciado pela Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria Mataripe. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia, o preço do botijão de 13 kg, amplamente utilizado nas residências, deve subir entre R$ 5 e R$ 7, levando o valor final a variar entre R$ 123 e R$ 125. Esse aumento representa um desafio adicional para as famílias que já enfrentam pressões econômicas crescentes. A Acelen emitiu uma nota em que justifica o reajuste, alegando que os preços do gás de cozinha seguem critérios de mercado que consideram diversas variáveis, incluindo o custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, a cotação do dólar e os custos de frete. Essas variáveis podem resultar em flutuações nos preços, tanto para cima quanto para baixo, em resposta às condições do mercado global.
Os baianos começam o mês com uma excelente notícia para o bolso. A Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria Mataripe (antiga RLAM), anunciou uma redução de 11% no valor do gás de cozinha para as distribuidoras a partir desta quinta-feira (1º), seguindo sua política de revisão mensal de preços. Segundo a Acelen, essa é a terceira redução consecutiva do valor do botijão neste ano. O Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha (Sindrevgas) estima que o produto fique, em média, R$ 5 mais barato em todo o estado da Bahia. A empresa esclarece que os preços dos produtos produzidos na Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado, levando em consideração variáveis como o custo do petróleo, adquirido a preços internacionais, o dólar e o frete. Essas variáveis podem resultar em aumentos ou, como ocorreu neste mês com o GLP, em reduções de preços.
A parte e desta quarta-feira (01), o gás de cozinha passa a ser comercializado com 8,2% de aumento na Bahia. Segundo informações da Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria Mataripe, com o reajuste, o botijão de gás fica até R$ 7 mais caro. A Acelen informou que os preços dos combustíveis produzidos na refinaria seguem critérios de mercado, que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete.
O preço do gás de cozinha vendido pela Petrobras às distribuidoras terá uma redução de 9,7% a partir de amanhã (8), anunciou hoje (7) a estatal. Segundo a estatal, o valor médio pago por essas empresas a cada 13kg do combustível terá uma queda de R$ 4,55. O gás de cozinha é chamado oficialmente de gás liquefeito de petróleo (GLP), e a diminuição anunciada hoje pela Petrobras fará com que o quilo do GLP vendido pela estatal caia de R$ 3,5837 para R$ 3,2337. O valor cobrado pela petrolífera brasileira corresponde a 42,5% do preço final que as famílias pagam pelo botijão, que custa, em média, R$ 109,75 no país. Distribuidores e revendedores de combustíveis ficam com 47% do valor pago pelo consumidor final, e 10,5% vão para as unidades da federação por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).A Petrobras afirma que o ajuste no preço anunciado hoje acompanha a evolução dos valores de referência no mercado internacional. A empresa justifica que sua prática de preços é buscar o equilíbrio dos seus preços com o mercado sem o repasse para os valores internos das variações constantes nos preços de negociação do GLP e do dólar no exterior.
A Petrobras anunciou no início da noite de quarta (16) que vai reduzir o preço médio de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, a partir de amanhã (17). O preço pago pelas distribuidoras será reajustado de R$ 3,7842 por quilo (kg) para R$ 3,5842/kg. Isso equivale a R$ 46,59 por botijão de 13kg, ou uma redução média de R$ 2,60 por 13 kg. A Petrobras afirma que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a sua prática de preços. Segundo a estatal, o objetivo é buscar o equilíbrio dos seus preços com o mercado sem o repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.
A Petrobras anunciou hoje (22) nova redução no preço de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha. A partir de amanhã (23), o preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg. A redução média será de R$ 3,15 por 13kg. Segundo informou a Petrobras, essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”. Essa é a segunda redução do preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras em setembro e a terceira do ano. No último dia 13, o preço médio de venda do gás de cozinha passou de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13kg, com redução média de R$ 2,60 por 13 kg.
O preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP), praticado pela Petrobras junto às distribuidoras, será reduzido a partir de amanhã (13). De acordo com a estatal, o valor do quilo (kg) passa de R$ 4,23 para R$ 4,03. O reajuste representa uma queda de 4,7%. É a segunda redução consecutiva no preço do GLP, também conhecido como gás de cozinha. Em abril deste ano, houve uma queda de R$ 0,25 no valor do kg. Antes, no entanto, os preços mantinham trajetória de alta. Em julho do ano passado, houve aumento de 6%; em outubro de 7,2% e em março deste ano de 16,1%. Segundo a Petrobras, o preço médio de 13 kg, correspondente à capacidade do botijão de uso doméstico, sofrerá uma redução de R$ 2,60, ficando em R$ 52,34. Contudo, não é possível precisar o valor final que será cobrado do consumidor, já que outros fatores exercem influência como os tributos que incidem sobre o GLP e as margens de lucro das distribuidoras. Além da redução no GLP, a Petrobras anunciou nas últimas semanas quedas na gasolina, no diesel, no querosene de aviação e na gasolina de aviação. Os reajustes refletem as variações do mercado internacional, conforme a Política de Preços de Paridade de Importação (PPI) adotada pela estatal desde 2016. Na semana passada, o preço do barril de petróleo tipo brent, usado como referência, caiu abaixo de US$ 90 pela primeira vez desde fevereiro. No primeiro semestre do ano, porém, o cenário internacional era outro. Com base no PPI, os combustíveis sofreram forte alta, o que gerou manifestações de insatisfação do presidente da República, Jair Bolsonaro. Em maio, ele trocou o comando da estatal pela quarta vez durante seu mandato. Caio Mário Paes de Andrade assumiu no lugar de José Mauro Ferreira Coelho.
Cerca de 5,6 milhões de famílias receberão R$ 110 de Auxílio Gás em agosto, anunciou hoje (2) a Caixa Econômica Federal. Até dezembro, o benefício terá o valor dobrado por causa da emenda constitucional que elevou benefícios sociais. O pagamento ocorrerá de 9 a 22 de agosto, com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). As datas são as mesmas datas das parcelas do Auxílio Brasil, que teve o calendário de pagamento deste mês antecipado. Tradicionalmente, os dois benefícios são pagos nos últimos dez dias úteis do mês, sendo que o Auxílio Gás é bimestral, pago a cada dois meses. Originalmente, a parcela de agosto seria paga entre os dias 18 e 31, mas foi antecipada. Com a emenda constitucional que elevou benefícios sociais, o Auxílio Gás teve o valor dobrado, equivalendo a 100% do valor médio do botijão de 13 quilos nas parcelas de agosto, outubro e dezembro. Em 2023, o benefício voltará a valer metade do preço médio do botijão.
A partir desta segunda-feira (1º), o gás de cozinha terá reajuste é de 8,2% na Bahia, feito pela Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe. Este é o quinto reajuste no estado. Com o reajuste, segundo o sindicato dos revendedores de gás, o botijão de 13 quilos deve ficar entre R$ 6 e R$ 8 mais caro.
A Receita Federal publicou hoje (9) instrução normativa zerando alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) de uso doméstico. A medida incide sobre a importação e a receita de comercialização do produto. Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) que será, posteriormente à operação, envasado em recipientes de até 13 kg e destinado ao uso doméstico, diz a norma. A medida é adotada em meio à disparada no preço do petróleo em razão do conflito envolvendo Rússia e Ucrânia. A Rússia é o maior exportador mundial de petróleo e derivados combinados, com exportações de cerca de 7 milhões de barris por dia, ou 7% da oferta global. Na segunda-feira (7), os preços atingiram os níveis mais altos desde 2008. O petróleo Brent subiu US$ 5,1, ou 4,3%, para fechar em US$ 123,21 o barril, e o dos EUA (WTI) avançou US$ 3,72, ou 3,2%, encerrando o dia em US$ 119,40 o barril. Durante a sessão, os benchmarks (marcas de referência) atingiram o nível mais alto desde julho de 2008, com o Brent chegando a US$ 139,13 por barril e o WTI, a US$ 130,5.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (22) o projeto de lei que abre crédito especial de R$ 300 milhões para custear o auxílio gás. Os recursos vão ajudar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha com o equivalente a 40% do preço do botijão. A matéria foi aprovada no Congresso Nacional na semana passada. Segundo o governo federal, a previsão é que o benefício alcance mais de 5 milhões de famílias de baixa renda em todo o país. Serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O auxílio será concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência. A preferência de pagamento será para a mulher responsável pela família. O auxílio do programa Gás dos Brasileiros deve ser concedido a cada bimestre.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) divulgou hoje (7) a média semestral nacional do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha. O valor do botijão de 13 quilogramas (kg) ficou em R$ 95,63, entre junho e novembro deste ano. Segundo a ANP, a medida atende ao decreto 10.881, publicado na semana passada, que obriga a agência a divulgar todo mês, até o décimo dia útil do mês, a média nacional dos últimos seis meses do GLP. O sistema de levantamento de preços da agência mostra que, na última semana, Cuiabá foi a capital com o maior preço para o botijão de 13 quilos do GLP, R$ 120,31, enquanto Salvador ficou com o menor valor, R$ 92,59. Em relação à gasolina comum, o litro mais em conta foi comercializado nos postos de combustíveis de Macapá: R$ 5,938. O Rio de Janeiro teve o valor mais alto para o litro da gasolina comum, R$ 7,208. Curitiba teve o menor para o litro do óleo diesel: R$ 4,949. A pesquisa da ANP mostra que Rio Branco teve o litro mais alto do diesel: R$ 6.071. A coleta de preços foi feita entre 28 de novembro e 4 de dezembro.
Conforme levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), os preços da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana. Segundo a ANP, preço do litro médio da gasolina passou de R$ 6,562 há duas semanas para R$ 6,710 na última semana. É uma alta de 2,25%. É a quinta semana seguida de alta. No ano, o valor da gasolina acumula avanço de 49,6%. Na máxima, segundo a ANP, o litro da gasolina já é vendido a R$ 7,99 - caso do Rio Grande do Sul.
Por 76 votos favoráveis e um voto contrário, o Senado aprovou, nesta terça-feira (19), o substitutivo ao projeto de lei que cria subsídio destinado a famílias de baixa renda para a compra de botijões de gás de cozinha. O texto retornará à Câmara dos Deputados. Com prazo de vigência de cinco anos, o auxílio Gás para os Brasileiros será destinado às famílias inscritas no CadÚnico, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional, ou que tenham entre seus membros, residentes no mesmo domicílio, quem receba o benefício de prestação continuada (BPC), sendo dada preferência às mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.