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A 515 dias para a Copa do Mundo Feminina no Brasil, a Fifa divulgou em um hotel no Rio de Janeiro o emblema e slogan oficial do torneio. A marca une as letras M e W, que significam mulher e mundo em português e inglês (tradução de women e world). A junção das letras também forma um losango que remete à bandeira do Brasil e ainda lembra a geometria de um campo de futebol. O troféu do Mundial fica evidenciado em frente ao símbolo criado.
O slogan GO EPIC™ convida a torcida a fazer parte de uma jornada memorável no Brasil. Também foi lançada a identidade sonora do torneio inspirada em ritmos brasileiros, percussões ligadas ao samba e à herança afro-brasileira.
O evento conduzido pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, reuniu autoridades do esporte, personalidades do futebol masculino e feminino.
“O Brasil vive e respira futebol, e já dá para sentir por aqui a empolgação em receber o mundo todo e sediar um evento histórico”, afirmou o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Lenda da modalidade, a ex-jogadora Formiga, que agora ocupa o cargo de diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério do Esporte, participou do lançamento ao lado da jogadora ainda em atividade Cris Rozeira.
"Espero que possamos aproximar os torcedores ao futebol feminino e que possamos mudar, dia a dia, a estrutura do futebol feminino", ressaltou Formiga.
A brasileira Marta foi indicada nesta quinta-feira (17) ao prêmio de gol mais bonito da temporada no futebol feminino do Fifa The Best. Desta forma, a Rainha do futebol tentar conquistar novamente a distinção, que garantiu no final de 2024 e que leva o seu próprio nome.
Marta disputa o prêmio graças a um golaço que marcou na vitória de 3 a 2 do Orlando Pride sobre o Kansas City Current pela NWSL (Liga Nacional de Futebol Feminino) no dia 17 de novembro de 2024. Aos 37 minutos do segundo tempo, a brasileira dominou a bola no meio de campo e avançou em velocidade até a área adversária, onde deu um corte seco para se livrar de duas marcadoras antes de driblar a goleira e bater para o fundo do gol vazio.
Também concorrem ao Prêmio Marta a norte-americana Jordyn Bugg, a espanhola Mariona Caldentey, a inglesa Ashley Cheatley, a australiana Kyra Cooney-Cross, a norte-coreana Jon Ryong-jong, a holandesa Vivianne Miedema, a argentina Kishi Núñez, a mexicana Lizbeth Ovalle, a norte-americana Ally Sentnor e a jamaicana Khadija Shaw.
A seleção feminina de futebol do Brasil derrotou a Itália por 1 a 0 na tarde desta terça-feira (28) no Estádio Ennio Tardini, em Parma, no segundo amistoso do mês com equipes do Velho Continente. Luany marcou o gol da vitória e manteve a hegemonia da seleção, que soma agora nova vitórias e um empate no histórico contra as italianas.
O triunfo é mais uma demonstração de que a equipe comandada pelo técnico Arthur Elias vive um momento especial. No último sábado (25), a Amarelinha já ganhara por 2 a 1 da Inglaterra, atual campeã europeia Inglaterra, na casa das adversárias.
O Corinthians derrotou o Cruzeiro por 1 a 0 (gol da lateral Thaís Ferreira), na manhã deste domingo (14) na Neo Química Arena, em São Paulo, e conquistou o heptacampeonato da Série A1 do Campeonato Brasileiro. Com a conquista deste domingo, o Corinthians emplacou o seu o sexto título consecutivo e o sétimo na história. Esta foi a nona final seguida de Brasileirão das Brabas do Timão.
Em todas, a equipe paulista foi mandante do jogo decisivo. Apenas na primeira, em 2017, contra o Santos, o time perdeu a partida de ida. Contando a edição deste ano, esta foi a quarta vez que elas chegaram à finalíssima em igualdade. Em 2019, o Timão caiu nos pênaltis para a Ferroviária. Em 2020, 2022 e 2023, as Brabas venceram na volta, respectivamente, contra Avaí/Kindermann, Internacional e Guerreiras Grenás.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quarta-feira, 10 de setembro, no Palácio do Planalto, a Seleção Brasileira de Futebol Feminino campeã da Copa América 2025. Além de homenagear as atletas pela conquista, durante a cerimônia Lula afirmou que vai encaminhar ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (12), um Projeto de Lei (PL) que prioriza o desenvolvimento do futebol feminino como política pública nacional.
Esse projeto de lei vai garantir às organizações esportivas formadas de futebol feminino os mesmos direitos e benefícios conferidos às de futebol masculino, inclusive os recursos financeiros. Vai incentivar o futebol feminino de base e parcerias entre escolas, universidades e clubes de futebol para capacitação de talentos no futebol feminino. Além de combater a discriminação, a intolerância e a violência contra mulheres nas práticas relacionadas ao futebol”, afirmou o presidente.
O governo busca, por meio de iniciativas como o PL e o programa Bolsa Atleta, promover oportunidades para que as mulheres pratiquem o esporte que quiserem. “Fico orgulhoso com as conquistas das mulheres no mundo. As mulheres, aos poucos, vão ocupando espaços no mundo político, no mundo intelectual, no mundo acadêmico, no mundo cultural e no mundo esportivo”, disse o presidente.
Lula também indicou que o governo pretende criar uma Universidade do Esporte. “Uma universidade federal que possa agrupar todas as práticas de esporte que o Brasil tem, para que a gente possa ser um país com um espectro de especialistas extraordinário”, explicou. O presidente ainda desejou que as atletas continuem acumulando vitórias. “Espero que esse sucesso de vocês na Copa América se repita na Copa do Mundo. E vocês sabem que a dedicação é profissionalismo e é vontade de ganhar. Vocês têm que botar na cabeça o seguinte: eu sou brasileira e não desisto nunca”, afirmou.
A Seleção Brasileira ganhou de novo do Japão em amistoso disputado na noite desta segunda-feira (2) contra a seleção asiática, no Estádio Cícero de Souza Marques em Bragança Paulista. O placar de 2 a 1 foi decretado na reta final da partida, com um belo gol de Jhonson, uma atacante de 19 anos que estreava na Seleção. Ela tabelou com Kerolin num rápido contra-ataque e finalizou com categoria, sem chance de defesa. A partida foi bem diferente que a da última sexta-feira, em que o Brasil derrotou o Japão por 3 a 1 na Neo Química Arena, em São Paulo. Desta vez, as adversárias estavam mais ligadas no jogo, fortes na marcação e explorando a velocidade do seu ataque. Desde fevereiro de 2023, o Japão não perdia duas vezes seguidas. Mais um salto da Seleção Brasileira, que nos últimos 12 meses já venceu França, Espanha, EUA, Austrália e Japão, ou seja, todas as potências do futebol feminino mundial.
A Seleção Brasileira Feminina fez história e quebrou um tabu no início da madrugada desta quarta-feira em San Jose, nos Estados Unidos. Ganhou da seleção número 1 do ranking mundial de virada, por 2 a 1, no primeiro triunfo da Amarelinha sobre os EUA no país das adversárias. Até então, tinham sido 11 confrontos como visitantes, com 11 vitórias das norte-americanas. Notadamente no segundo tempo, a Seleção Brasileira deu um show de bola. Jogou com ousadia, alegria, muita raça e assim envolveu por completo a seleção quatro vezes campeã do mundo e cinco vezes campeã olímpica. O resultado e a atuação da Amarelinha no PayPal Park mostram a evolução gradativa da equipe sob o comando do técnico Arthur Elias. Na história de todos os confrontos entre as duas seleções, o feito em San Jose representou a quinta vitória do Brasil sobre os EUA - as outras quatro foram no Brasil e a última tinha sido em Brasília, em 2014.
O Brasil deu mais um passo na preparação para sediar a Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027. Nesta terça-feira (4/2), o ministro do Esporte, André Fufuca, recebeu uma comitiva da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para tratar das garantias oficiais do país na realização do evento. O encontro ocorreu em Brasília e reuniu representantes de diversos ministérios e órgãos do governo federal. O Ministério do Esporte é responsável por coordenar o Grupo de Trabalho Interministerial encarregado de estruturar as condições necessárias para o Brasil sediar a competição. Durante a reunião, Fufuca enfatizou o compromisso do governo em promover um evento histórico. “O presidente Lula nos pediu que nada faltasse para a Copa do Mundo Feminina. Ele compreende a importância de grandes eventos para a imagem do país. Estamos recebendo grandes eventos como G20, a COP 30 e trabalhando para trazer os Jogos Pan-Americanos de 2031. Nosso desejo, e o do presidente, é fazer uma grande Copa, que será positiva para o país e para o povo brasileiro”, declarou o ministro.
Não faltaram dedicação e suor. Nos Jogos Olímpicos das mulheres, as do futebol feminino defenderam com garra a oportunidade construída. Após duas vitórias heroicas no mata-mata, o grupo repetiu neste sábado, no Parque dos Príncipes, o melhor resultado da história do nosso futebol feminino. Dezesseis anos depois da última final, novamente conquistamos a prata, a 19ª medalha do Brasil em Paris 2024. A medalha foi forjada numa classificação dura na fase de grupos, seguida por triunfos maiúsculos sobre a França, nas quartas-de-final, e sobre a atual campeã mundial Espanha, com direito a goleada nas semifinais. Na decisão, melhor para os Estados Unidos, agora pentacampeões olímpicos, por 1 a 0, gol de Mallory Swanson. Agora o Brasil soma 10 medalhas no futebol olímpico. Além da prata desta edição, as mulheres foram vice-campeãs em Atenas 2004 e Pequim 2008. O masculino, que não se classificou para estes Jogos, soma sete, sendo campeão na Rio 2016 e em Tóquio 2020.
Neste sábado (10), penúltimo dia de competições dos Jogos Olímpicos Paris 2024, o Brasil terá a chance de conquistar novas medalhas. A primeira será às 11h, quando Laura Amaro disputará a final do levantamento de peso, na categoria até 81kg. Logo depois, às 12h, será a vez do futebol feminino ir em busca do ouro, em duelo contra os EUA. No vôlei de quadra, às 12h15, o time feminino brasileiro enfrentará a Turquia, em confronto que valerá o bronze. Antes disso, no início do dia, haverá ainda a semifinal na canoagem velocidade. Ana Paula Vergutz entra na água às 5h50 (caiaque 500m) e Valdenice do Nascimento, às 6h50 (canoa 200m).
Marta tinha 22 anos quando a seleção feminina de futebol disputou uma final olímpica pela última vez. Única remanescente daquela geração, a camisa 10 terá a chance de disputar o ouro que falta à coleção de títulos graças à atuação colossal de companheiras que eram meninas assistindo pela televisão à conquista daquela prata em Pequim 2008. Fora por suspensão, a Rainha viu das arquibancadas do Estádio de Marselha o coletivo honrar a amarelinha para vencer com louvor a poderosa campeã mundial Espanha. Os 4 a 2 no placar das semifinais dos Jogos Olímpicos Paris 2024 foram construídos com um gol contra de Irene Paredes e outros de Gabi Portilho, Adriana e Kerolin – Duda Sampaio, contra, e Paralluelo descontaram. As brasileiras vingaram a derrota na fase de grupos em jogo completamente diferente, com defesa sólida e múltiplas oportunidades de ataque criadas. Na terceira decisão olímpica do nosso futebol feminino, o adversário será, pela terceira vez, os Estados Unidos. Dezesseis anos após o último encontro nesta fase do evento, as duas equipes se enfrentam às 10h (de Brasília) da sexta-feira (9), em Lyon. As americanas garantiram a classificação ao derrotarem a Alemanha por 1 a 0.
A seleção brasileira feminina entrou em campo neste sábado disposta a fazer história. Sem Marta, expulsa na partida contra a Espanha, o Brasil disputaria a vaga com a França, dona da casa e de um histórico favorável: nunca havia perdido para a seleção brasileira - cinco empates e sete vitórias francesas. Logo no início do jogo, aos 15 minutos, Tarciane derrubou Deplhine Cascarino na área e foi marcado pênalti para a França. Após análise do VAR, a penalidade foi confirmada mas, novamente, brilhou a estrela de Lorena, que se esticou e defendeu a cobrança. O primeiro tempo seguiu intenso e disputado, mas terminou sem gols. A segunda etapa continuou acirrada, com oportunidades para os dois lados, mas com muitas pausas, até que, aos 36 minutos, a defesa francesa falhou, Gabi Portilho aproveitou, entrou livre na área e abriu o placar para o Brasil. Ao final do jogo, a juíza deu 16 minutos de acréscimos e a partida esquentou. Com os ânimos aflorados, quatro cartões amarelos foram distribuídos, dois para cada lado. O Brasil se defendia e a França tentava encontrar espaço para empatar, mas sem sucesso. Após quase 20 minutos de acréscimos e com muita emoção de Marta na arquibancada, o apito final: O Brasil está na semifinal dos Jogos Olímpicos.
A Seleção Brasileira Feminina foi derrotada pela Espanha por 2 a 0, nesta quarta-feira (31), em Lyon. Os gols da vitória espanhola foram marcados por Athenea, aos 22 min, e Alexia Putellas, aos 61 min, ambos no segundo tempo. O Brasil jogou com uma jogadora a menos após a expulsão de Marta aos 50 min do primeiro tempo. Com o resultado, o Brasil permanece com 3 pontos no seu grupo. A Espanha ficou em primeiro lugar, com 100 % de aproveitamento. O Japão, que venceu a Nigéria por 3 a 1, ficou em segundo lugar. Pelo regulamento do torneio, as duas primeiras de cada grupo se classificam e as duas melhores terceiras colocadas. Agora, a Seleção aguarda o fim das partidas das outras chaves, que acontecem ainda nesta quarta-feira, para saber se segue no torneio olímpico.
Na estreia nos Jogos Olímpicos Paris 2024, nesta quinta-feira, 25/7, a seleção feminina de futebol derrotou a Nigéria pelo placar de 1 x 0, no Estádio de Bordeuax, na cidade de mesmo nome. O gol do Brasil foi marcado por Gabi Nunes, aos 36 minutos do primeiro tempo. No próximo domingo, 28, a seleção brasileira enfrenta o Japão, que foi derrotada pela Espanha por 2 x 1 na primeira rodada, válida pelo grupo C do torneio. Com Marta como titular, a seleção brasileira enfrentou uma Nigéria muito fechada na defesa no início da partida, o que dificultou bastante para a equipe verde-e-amarela. Curiosamente, as primeiras oportunidades de gol acabaram sendo das adversárias: aos 15 minutos, Lorena fez duas defesaças, em lances sequenciais, a última delas espalmando para fora. Na cobrança de escanteio, Demehin cabeceou com perigo, para fora. Logo depois, o Brasil respondeu bem, com duas chances desperdiçadas por Gabi Portilho, aos 19 e 20 minutos. Uma das principais jogadoras e líderes da equipe, Tamires, sofreu entrada forte no tornozelo esquerdo e teve que deixar o campo, sendo substituída por Yasmim. Apesar do baque pela saída da lateral esquerda, o Brasil não se abateu e até chegou a marcar com Marta, mas o gol foi anulado. Em seguida, não teve jeito: Marta deu passe açucarado para Gabi Nunes, que saiu frente a frente com a goleira Nnadozie e chutou com precisão no ângulo esquerdo: golaço e Brasil 1 x 0, aos 36 minutos. Daí, até o fim da etapa – que teve oito minutos de acréscimo –, uma chance para cada equipe, porém sem alterações no placar.
Na noite desta segunda-feira, 8 de julho, Hugo Duarte, de 44 anos, treinador do time feminino JC Futebol Clube, do Amazonas, foi preso em flagrante por suspeita de cometer injúria racial contra a zagueira Suelen Santos, do Esporte Clube Bahia. O incidente ocorreu após o empate entre o JC e o Bahia, no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Segundo a Polícia Civil, a jogadora Suelen Santos relatou ter sido chamada de "macaca" pelo treinador, que é português. A ofensa teria acontecido durante uma confusão em campo ao término da partida. As jogadoras dos dois times estavam envolvidas na confusão quando a juíza do jogo acionou os policiais. Em nota, a Polícia Civil descreveu a situação: "Imediatamente, os policiais foram conter a confusão, no momento em que uma jogadora do Bahia chegou chorando e expondo que o técnico do time adversário tinha cometido crime de injúria racial contra ela." Imagens do momento mostram Hugo Duarte se aproximando da zagueira Suelen Santos, sendo este o momento em que a ofensa teria sido proferida, conforme depoimentos da jogadora e suas colegas de equipe. Hugo Duarte foi levado por policiais do Batalhão Especializado de Policiamento em Eventos (BEPE) do Estádio de Pituaçu para a Central de Flagrantes da 1ª Delegacia dos Barris. Na delegacia, ele negou ter se aproximado da jogadora. Apesar de sua negativa, ele foi preso e autuado em flagrante por injúria racial.
A Seleção Brasileira venceu a Jamaica em seu último amistoso antes dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Nesta terça-feira (4), na Arena Fonte Nova, em Salvador, na Bahia, o Brasil goleou as adversárias por 4 a 0, com gols de Debinha, Jheniffer (2) e Marta. Mais uma vez a Amarelinha dominou a partida e repetiu o placar de sábado, em Pernambuco, contra a mesma adversária. Diante de um público de 31.547 pessoas, a Seleção Brasileira brilhou novamente e encerrou os testes antes das Olimpíadas.
A Seleção Brasileira já está em terras baianas. Na tarde deste domingo (2), a delegação desembarcou em Salvador, para o segundo amistoso diante da Jamaica, que acontece nesta terça-feira (4), às 20h, na Arena Fonte Nova. Com mais de 33 mil ingressos vendidos, a Seleção aplicou uma goleada no primeiro duelo, em São Lourenço da Mata. Adriana abriu o placar, Chantelle Swaby ampliou com um gol contra para o Brasil. Marta foi a responsável por deixar mais dois na Arena de Pernambuco, e encerrar a partida em 4 a 0. O Brasil fará apenas um treino na Bahia. Nesta segunda-feira (3), o técnico Arthur Elias comandará a última atividade em campo, às 18h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.
O Brasil foi escolhido na madrugada desta sexta-feira (17) para receber a Copa do Mundo Feminina de 2027. No Queen Sirikit National Convention Center lotado, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou que o país vai sediar, pela primeira vez na história, o Mundial Feminino. O Brasil obteve 119 votos na eleição promovida no 74ª Congresso da Fifa. A candidatura tripla formada por Alemanha, Holanda e Bélgica conseguiu 78 votos. "Agradeço a confiança de todos que participaram do Congresso da Fifa pela escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. Vivemos hoje um dia histórico em Bangkok. Essa é uma vitória do futebol feminino mundial. Garanto a todos vocês que o Brasil fará a melhor Copa do Mundo Feminina da história", comemorou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, principal responsável pelo sucesso da candidatura brasileira. A Copa do Mundo Feminina será realizada pela primeira vez que a América do Sul. Antes, o Brasil organizou o Mundial masculino de 1950 e o de 2014. Por ser a anfitriã, a Seleção Brasileira já está classificada. A 10 ª edição da Copa do Mundo Feminina terá 32 países e será disputada em dez cidades. Em Bangkok, a comitiva brasileira contou com o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, o ministro do Esporte, André Fufuca, Aline Pellegrino (vice-campeã mundial em 20027 e gerente de Competições Femininas da CBF), Kerolin (atacante da Seleção Brasileira), Formiga (única atleta a disputar sete Copas do Mundo da FIFA), as consultoras Valesca Araújo, Jacqueline Barros, Manuela Biz e o consultor Ricardo Trade. "Essa decisão da Fifa anunciada nesta noite terá um grande impacto positivo no futebol feminino brasileiro e na vida de milhões de mulheres do Brasil. Além de investir na realização da Copa do Mundo, toda a cadeia produtiva do futebol feminino no Brasil e na América do Sul dará um imenso salto de desenvolvimento", acrescentou Rodrigues, que, ao ser eleito em 2022, decidiu que o desenvolvimento do futebol feminino no país seria uma das prioridades da sua gestão.
O reinado do Corinthians no futebol feminino brasileiro teve mais um capítulo neste domingo (18). Jogando na Neo Química Arena, em Itaquera, o Timão bateu o Cruzeiro por 1 a 0, conquistando o título da Supercopa do Brasil. As Brabas venceram todas as três edições do torneio realizadas até agora. A equipe paulista, maior vencedora do Brasileirão Feminino, com cinco títulos, também venceu as últimas quatro edições desta competição, cinco das últimas seis e foi finalista em todas as sete últimas edições.
O título - mais um de uma extensa lista de conquistas das Brabas nos últimos anos - foi o primeiro de Lucas Piccinato no comando da equipe. Ele assumiu em dezembro de 2023, depois que Arthur Elias, ex-comandante multicampeão pelo Corinthians, foi chamado para ser o técnico da seleção brasileira feminina.
A Seleção Brasileira Feminina empatou com a Jamaica, por 0 a 0, nesta quarta-feira (2), em Melbourne, e foi eliminada da Copa do Mundo. Apesar de dominar a partida, o time brasileiro não conseguiu superar o forte esquema defensivo adversário e ficou apenas no empate. Com o resultado, o Brasil ficou em terceiro lugar no Grupo F, com três pontos. Antes, a Seleção venceu o Panamá, por 4 a 0, na rodada de abertura, e perdeu para a França, por 2 a 1. França e Jamaica permanecem no Mundial.
Depois de enfrentar o Panamá e a França, a Seleção Brasileira terá um novo desafio pela frente: a Jamaica. As equipes do Grupo F tem duelo marcado para esta quarta-feira (2), às 7h (de Brasília), no estádio Retangular de Melbourne, na Austrália. A partida contará com a transmissão da TV Globo, Sportv, CazéTv e FIFA+. O Brasil ocupa terceira posição, com três pontos, enquanto a Jamaica está na vice-liderança do grupo, com quatro pontos. A partida é decisiva para a Canarinho, que precisa da vitória para garantir a classificação. No entanto, uma derrota ou empate podem encerrar precocemente a campanha brasileira em solo australiano.
A preparação da Seleção Feminina está a todo vapor. Nesta segunda-feira (31), as jogadoras realizaram o penúltimo treino antes do confronto decisivo contra a Jamaica, válido pela fase de grupos da Copa do Mundo Feminina FIFA 2023. Após o aquecimento inicial, o foco foi no aprimoramento das técnicas de passe. Para intensificar a preparação tática, a técnica Pia Sundhage comandou um treino de 11 contra 11 com todas as atletas. Já para as jogadoras que tiveram menos minutos no último jogo, o treinamento prosseguiu com uma partida 5 contra 5 em campo reduzido. A delegação brasileira parte para Melbourne nesta terça-feira (1) pela manhã. Ainda haverá um último treino na véspera da partida, no período da tarde, para os ajustes finais. O Brasil ocupa a terceira posição do Grupo F, somando três pontos até o momento. Buscando a classificação para a próxima fase da competição, a Canarinho enfrenta a Jamaica nesta quarta-feira (2) às 7h, no Estádio Retangular de Melbourne. A partida contará com a transmissão da TV Globo, Sportv, CazéTV e FIFA+.
Nesta quinta-feira (27), a Seleção Feminina deu continuidade à preparação visando o duelo contra a França, a quinta seleção do ranking FIFA na Copa do Mundo. A imprensa pôde acompanhar o treino por apenas 15 minutos. Após o aquecimento, a técnica Pia Sundhage conduziu um treino coletivo, com foco no confronto contra as francesas. A meia, Debinha, compartilhou suas expectativas para o próximo desafio da Canarinho. "O jogo contra a França é sempre muito duro. Vemos uma seleção muito qualificada, e toda vez que jogamos contra elas, exigem muito fisicamente. Portanto, é algo que temos trabalhado bastante até aqui." O Brasil enfrentará a França no próximo sábado (29), às 7h (horário de Brasília), no estádio de Brisbane, em Brisbane (AUS). A Canarinho lidera o Grupo F com três pontos, enquanto a França e a Jamaica estão empatadas com um ponto cada, e o Panamá ainda não pontuou na competição.
A Seleção Brasileira Feminina estreou com vitória na Copa do Mundo. No estádio Hindmarsh, em Adelaide, na Austrália, o Brasil venceu nesta segunda-feira (24) o Panamá, por 4 a 0. Com a vitória, a Seleção lidera o Grupo F, com três pontos. No domingo (23), a França empatou com a Jamaica, por 0 a 0, na primeira partida do grupo. Ary Borges foi o destaque do primeiro jogo da Seleção na Copa. Ela marcou três gols na sua estreia com a camisa da Seleção no Mundial e ainda deu a assistência para outro. Ary Borges fez os dois primeiros. Ela marcou aos 18 mim e 38 mim, ambos no primeiro tempo. A maranhense ainda fez o quarto tento da Seleção, aos 24 minutos da etapa final. Bia Zaneratto fez o terceiro logo aos 4 minutos do segundo tempo.
Depois de quatro anos de muita expectativa, a Copa do Mundo FIFA Feminina enfim vai começar. O jogo entre Nova Zelândia e Noruega, no estádio Eden Park, em Auckland (NZL), às 4h da manhã (horário de Brasília) desta quinta-feira (20), representou a abertura do Mundial que já é o maior da história. Realizado na Nova Zelândia e Noruega (1x0), a competição terá um mês de duração, cuja final será disputada em 20 de agosto. Para a Seleção Brasileira, a estreia será na próxima segunda-feira (24) diante do Panamá, no estádio Hindmarsh, em Adelaide (AUS). Em busca do título inédito, as Guerreiras do Brasil estão tendo a maior preparação brasileira da história. Dada a grandiosidade do evento, o site da CBF apresenta os motivos que tornaram esta Copa do Mundo um torneio sem precedentes na história do futebol feminino de seleções. Esta é a primeira vez que um Mundial Feminino terá dois países-sede. Ao todo, são nove cidades a receber as partidas, sendo cinco australianas e quatro neozelandesas: Sydney, Adelaide, Brisbane, Melbourne e Perth, na Austrália; e Auckland, Dunedin, Hamilton e Wellington, na Nova Zelândia. Com capacidade para mais de 80 mil torcedores, o Estádio Olímpico de Sydney, será o palco da grande final da Copa do Mundo, em 20 de agosto, às 7h.