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O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria. A Lei 15.447/2026 prevê a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
A legislação, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi oriunda do Projeto de Lei 789/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). A matéria teve relatório favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e foi aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Esporte do Senado, em maio, sem necessidade de votação no Plenário.
O título de Herói ou Heroína da Pátria é uma homenagem para nomes de destaque com papel relevante na defesa ou na construção do país e foi criado em 1992.
Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 Grandes Prêmios ao longo da carreira. Em 2023, ele já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro.
Senna morreu tragicamente em um acidente no 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.
Perfeito. Assim foi o fim de semana do piloto britânico Lando Norris, da McLaren. Após vencer a corrida sprint e registrar a pole position no sábado (8), ele venceu o GP do Brasil neste domingo sem grandes ameaças dos adversários no autódromo de Interlagos.
Consequentemente, Norris, que começou o fim de semana com apenas um ponto de vantagem para o colega de equipe Oscar Piastri, tem agora 24 pontos de frente para o adversário, que terminou em quinto lugar. Kimi Antonelli, da Mercedes e Max Verstappen, da RBR, fecharam o pódio em São Paulo.
A corrida teve emoções desde a primeira volta. O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Sauber, que não conseguira registrar tempo no treino classificatório após um acidente na corrida sprint, largou na última posição e se envolveu em outro acidente, desta vez com o canadense Lance Stroll, da Aston Martin. Bortoleto teve que abandonar a prova.
Também no início, Lewis Hamilton, da Ferrari, teve acidente com Franco Colapinto, da Alpine. Após cair para o último lugar, o britânico acabou abandonando a corrida posteriormente.
Na retomada, outro acidente: Antonelli, Piastri e Charles Leclerc, da Ferrari, estavam em uma disputa na 6ª volta e o monegasco, que havia largado na terceira posição, levou a pior, sendo mais um a abandonar a corrida.
Na parte da frente da classificação, poucas emoções. Lando Norris foi soberano e, tirando momentos de trocas nos boxes, não largou a primeira posição.
Depois de sete anos de ausência, o Brasil voltará a ter um representante titular no grid da Fórmula 1. O jovem piloto Gabriel Bortoleto, de 20 anos, foi anunciado hoje como piloto da Sauber para a temporada 2025. A última vez que o Brasil contou com um titular na categoria foi em 2017, com Felipe Massa. Desde então, a participação brasileira foi limitada a Pietro Fittipaldi, que competiu em duas corridas como reserva na Haas em 2020, substituindo Romain Grosjean após um acidente. Natural de São Paulo, Bortoleto chega à principal categoria do automobilismo mundial como o 32º piloto brasileiro a competir na F1. Ele dividirá a garagem com o experiente Nico Hulkenberg, atualmente na Haas, que também será seu companheiro de equipe na próxima temporada. A negociação para a entrada de Bortoleto foi consolidada no último fim de semana, durante o GP de São Paulo, em Interlagos.
A Câmara concede em sessão solene o título de cidadão honorário ao piloto britânico heptacampeão mundial de Fórmula 1 Lewis Hamilton. A homenagem (PRC 79/21) foi sugerida pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE) e recebeu parecer favorável do relator em Plenário, deputado Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR). Figueiredo destacou que, no ano passado, Hamilton venceu o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em São Paulo, e repetiu o gesto do brasileiro Ayrton Senna em 1991, dando uma volta adicional no autódromo com a bandeira nacional.
O Grande Prêmio de São Paulo 2021, novo nome da etapa brasileira da Fórmula 1, está confirmado para este ano e será realizado em novembro, no Autódromo de Interlagos, na capital paulista. A evento terá a presença de 100% do público, disse hoje (16) o governador de São Paulo, João Doria, em entrevista coletiva. O público, segundo ele, será obrigado a usar máscara e terá temperatura medida.
“Destaco desde já, inclusive aos torcedores e apaixonados pela F1, que será obrigatório o uso de máscara para os treinos, o sprint race na corrida no domingo. Também a temperatura será medida de todas as pessoas, profissionais, técnicos, corredores, mecânicos, auxiliares, assim como prestadores de serviço”, disse o governador. Além da máscara, outra exigência para o público será a vacina contra a covid-19. "Obviamente só poderá participar quem estiver vacinado, então a vacina além de ser um passaporte pra salvar a vida da pessoa e da coletividade também será um passaporte pra participar das atividades aqui na cidade", disse o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes. O secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn acrescentou que as pessoas também deverão ser testadas 48 horas antes do horário da prova. Três lotes de ingressos para assistir a prova já foram vendidos em apenas três dias e um novo lote será disponibilizado a partir do dia 27 de agosto, ao meio-dia. Segundo Alan Adler, CEO (chief executive officer, diretor presidente) e promotor da prova, cerca de 20 mil ingressos serão colocados à venda.
A TV Globo não chegou a um acordo com a Liberty Media, grupo detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, e não vai transmitir a competição a partir de 2021. Segundo o site "Meio e Mensagem", o motivo são os altos valores pedidos pela empresa para a renovação do contrato, cujo atual termina no final deste ano, em meio à crise financeira ocasionada pela pandemia do coronavírus. Inclusive, a Vênus Platinada já comunicou aos seus parceiros do mercado publicitário que a competição automobilística não estará na sua grade. A Globo já vinha negociando a renovação com a Liberty Media e feito uma proposta de revisão nos valores dos direitos de transmissão, mas as duas partes não chegaram a um entendimento. Ainda segundo o "Meio e Mensagem", a Globo vendeu cinco das seis cotas de patrocínio da temporada 2020 de F1. E pelo preço de tabela obteve uma receita de quase R$ 500 milhões, suficiente para cobrir o valor pedido pela Liberty Media pelos direitos de transmissão. Mas internamente, a emissora carioca tenta dividir este bolo com as 118 afiliadas para exibir a corrida no Brasil, o que segundo a direção, a conta não fecha.