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Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Bem, dando continuidade ao assunto que abordamos na semana passada sobre dor, hoje falaremos um pouco sobre lesões nos esportes. Recebo muitas dúvidas dos pacientes sobre qual melhor e pior esporte para se fazer.
Pessoal, entendam, esporte NENHUM terá a capacidade de te lesionar. Já a prática errada, sim. Já falamos anteriormente sobre a importância de uma boa avaliação fisioterapêutica, mas eu te digo que essa boa avaliação tem que ser de todos os profissionais que trabalhem diretamente com a prática de qualquer exercício ou atividade física.
Primeiro, você tem que entender que cada ser humano é único! Por exemplo, não posso exigir que um paciente iniciante no pilates os mesmos exercícios que um aluno avançado. Como eu já disse também, o nosso corpo foi feito para se movimentar e nosso cérebro é muito treinável, ou seja, eu irei avaliar o meu paciente como um todo, analisar quais as maiores queixas dele e em cima disto irei montar um melhor plano de tratamento/treino para ele.
Será uma construção. Entenda sobre o funcionamento do seu corpo, do tipo de exercício que você está iniciando, as suas limitações (se houverem) e a partir daí você irá começar. Evite comparações e foque no principal: VOCÊ. Sem saúde, não somos nada! E para ter saúde precisamos nos cuidar. Cuidar da mente e corpo, que é o nosso templo mais sagrado! E o mais importante: começar. Ter disciplina e constância, buscar uma atividade física que te traga não sou obrigação, mas prazer. A velhice que queremos é plantada na juventude.
Então respondendo à pergunta inicial: qual o melhor esporte a fazer? Aquele em que você melhor se encaixar. E o pior? Não tem! O importante é se movimentar. Um abraço e obrigada pela sua atenção, e até a semana que vem.
Agende agora mesmo sua avalição e/ou sua aula experimental pelo: (77) 99802-1196. Amanda Castro Caires, CREFITTO 7/331793-F.
Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Quem nunca ouviu que, “pilates é coisa de idoso”, levanta a mão, rs. Realmente, por muito tempo a maioria do público de atendimento era voltado aos idosos, MAS, graças à Deus estamos observando cada vez mais jovens e adultos em busca de uma melhor qualidade de vida. E eu não consigo definir o pilates em outras palavras que não sejam essas: qualidade de vida.
Quem nunca fez o pilates na vida, pode achar fácil e até mesmo muito simples. Mas quem faz o pilates sabe que isso não passa de uma ilusão criada e baseada pelo achismo mesmo rs.
É um método que se difere em todos os sentidos de qualquer outro pois consegue englobar fortalecimento, respiração correta, alongamento, mobilidade, resistência e flexibilidade como nenhum outro exercício físico. Claro que conseguimos trabalhar tudo isso em outras atividades físicas, mas a maioria dos pacientes que já são atletas ou que são ativos observam e relatam que não conseguem ter essa consciência corporal em nenhuma outra atividade física.
Além de ser uma forma de tratamento, é uma das principais buscas por manutenção de saúde hoje em dia, por não se tratar de um exercício de alta intensidade. É um perfeito equilíbrio entre mente e corpo.
As perguntas mais frequentes são: “Quantas vezes por semana será indicado eu realizar o pilates? ” Nós aconselhamos os pacientes a no mínimo 2 vezes por semana para uma maior eficácia, dependendo sempre da avalição feita com o paciente; “Em quantas sessões de pilates eu vou ficar bom ou começar a sentir resultado? ” Como já foi dito anteriormente, não existe receita de bolo e tudo irá depender de cada paciente em si; E a pergunta recorde é: “Pilates emagrece? ” A prática do pilates não visa este objetivo. O que ocorre é a definição muscular, fortalecimento da musculatura em si, mas por se tratar de um exercício de baixo impacto o gasto calórico será pouco se comparado a outras atividades. Se o seu objetivo é apenas emagrecimento, é importante buscar somado ao pilates uma ajuda de um nutricionista e um educador físico pata te ajudar melhor.
“Eu tenho dor posso fazer pilates ou fazer exercício na fisioterapia? ” Essa pergunta deixo para a semana que vem.
E você que acha que é simples, te convido para realizar uma aula experimental e conhecer a maravilha que é o pilates. Um abraço e obrigada pela atenção de todos.
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Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Bem, falaremos hoje sobre a fisioterapia domiciliar. Acredito que todo profissional de fisioterapia já teve pelo menos UM paciente domiciliar em sua vida profissional. Geralmente, é a primeira área onde os profissionais recém-formados começam a atender. A fisioterapia domiciliar é voltada para pacientes que tem uma certa dificuldade de locomoção, que seja por uma incapacidade física limitante mesmo ou apenas pela facilidade e praticidade de não ter que sair de casa para ser atendido.
A maioria dos casos de pacientes domiciliares são idosos e para falar a verdade, são a minha paixão, eu amo atender fisioterapia gerontológica e geriátrica. Em relação a reabilitação em si, não difere muito do que pode ser feito na clínica.
Além do que, pode ser extremamente explorado o ambiente no qual o paciente está inserido diariamente. O foco maior, em idosos por exemplo, será adaptar os exercícios para promover uma melhor qualidade de vida do paciente dentro de casa. Por exemplo, subir e descer da cama, sentar e levantar de uma poltrona, pegar algo em um armário mais alto, descer degraus, equilíbrio, enfim, existe uma infinidade de opções.
Além do mais, podemos usar e abusar da criatividade para elaborar exercícios não só com os materiais que tivermos (halter, caneleira, bolas, faixas, etc.), mas adaptando ao que o próprio paciente tenha em casa como por exemplo substituir um halter de 1 kg por um saco de feijão de 1kg. Trocar os cones por obstáculos com almofadas, utilizar jogos para estimular cognitivo e trabalhar a coordenação, enfim é uma infinidade de opções que podemos estar realizando. E somado a isso, o que eu mais amo é o vínculo profissional/paciente que é criado e muitas vezes levado por toda a vida.
Se eu pudesse, passaria o dia falando sobre fisioterapia em idosos, mas vou deixar esse assunto para um próximo capítulo. Na semana que vem falaremos sobre o pilates, a minha segunda maior área de atuação. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Quantas vezes já ouvimos a infeliz e polêmica frase: “Fiz ‘x’ sessões de fisioterapia e não resolveu”.
Bem, hoje falaremos sobre como funcionam os meus atendimentos. A partir da avaliação iremos direcionar os atendimentos em: quantas sessões serão necessárias, quantas vezes por semana, etc. Como eu disse anteriormente, não existe receita de bolo e a cada atendimento iremos reavaliando o paciente pois podem ocorrer evoluções ou regressões. Como costumo dizer aos meus pacientes, todos temos uma parcela de responsabilidade no resultado da fisioterapia.
As sessões duram em média de 50 min a 1 hr. Somente isto não é o suficiente num dia onde passamos no mínimo 16 horas acordados. Sempre costumo orientar os meus pacientes com exercícios para serem realizados em casa nos dias onde não estarei presente. Oriento também a questão postural que é de fundamental importância para manutenção do trabalho a ser realizado durante o tratamento.
Existem sim profissionais ruins, como em todas as áreas que procurarmos atendimento, porém se você não estiver sentindo confiança no profissional que escolheu, agende uma avaliação com outro profissional. A fisioterapia, quando bem-feita, tem sim excelentes resultados. Procure um bom profissional que irá te trazer uma melhor qualidade de vida SEMPRE!
Na próxima semana falaremos sobre a fisioterapia domiciliar, espero vocês por aqui. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Precisa realmente de uma avalição antes do atendimento? A resposta definitivamente é: SIM! Como falamos anteriormente, o diagnóstico cinético-funcional é de competência do fisioterapeuta.
É durante a avaliação (anamnese) que eu como profissional irei conhecer o meu paciente. E entender todo o histórico dele é de fundamental importância para elaborar um diagnóstico e assim tratá-lo. Não existe "receita de bolo", cada paciente é único e tudo que ele carrega de "bagagem" com ele é o que vai determinar no resultado do seu tratamento.
Por exemplo, imaginem dois pacientes que sofram um mesmo acidente, e fraturem a mesma vértebra na coluna. Um dos pacientes era atleta, o outro sedentário. Um, era motorista e o outro cozinheiro, observem como o histórico de vida do paciente é tão importante pois o objetivo deles será diferente também.
Outra coisa muito importante durante a avalição é sobre o objetivo a ser trabalhado. Óbvio que a minha avaliação será direcionada e voltada ao que eu observar de limitações, em um modo geral (mobilidade, flexibilidade, força, etc.) e aos exames de imagem, se existirem, mas o que eu devo levar em consideração maior é o que o meu paciente quer, o que faz falta a ele.
Mas como funciona o tratamento? Existe um prazo, limite de atendimentos? Deixo essas perguntas para serem respondidas na semana que vem. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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"Estou sentindo uma dor, posso ir ao fisioterapeuta direto, sem passar no médico?" A resposta é: SIM!!!! O fisioterapeuta é um profissional de primeiro contato, isso significa que possuímos total autonomia para lhe atender. É um assunto ainda polêmico, pois muitos profissionais e estruturas do sistema de saúde seguem com uma ideia engessada do que é a fisioterapia, principalmente no âmbito público, mas não entraremos neste assunto agora.
Recapitulando, segundo o COFFITO: "As qualificações profissionais do fisioterapeuta se encontram no Decreto Lei nº 938, de 13 de outubro de 1969, que regulamentou as profissões de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional. 'Neste sentido temos que, quando o legislador cria a profissão de Fisioterapeuta, este reconhece a relevância dessa atividade e, em nenhum momento no Decreto Lei nº 938/69 este demonstra o intuito de submeter um profissional graduado sob a tutela de um outro profissional seja este de qualquer formação.'"
Ou seja, Fisioterapia é com o fisioterapeuta!! Claro que isso não anula o fato de que o paciente tenha um acompanhamento multiprofissional, desde que, cada profissional atue de acordo ao que lhe compete. Então se você estiver sentindo algo, agende sua avaliação para que o fisioterapeuta possa, através de métodos e testes, avaliar a cinética-funcional do seu corpo e determinar qual o melhor tipo de tratamento para você. Lembrando sempre que cada paciente é único e sua avaliação será também!
E sobre essa questão de avaliação, falaremos da importância dela na semana que vem. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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Hoje falaremos sobre os objetivos da fisioterapia e como o profissional irá agir em cada um deles. Aposto que ao falar de fisioterapia só vem à cabeça o paciente que precisa de reabilitação.
Esta é, realmente, a maior área de procura para o fisioterapeuta, mas porquê? Como foi dito anteriormente, o fisioterapeuta se encaixa na prevenção, promoção e reabilitação de saúde, mas é um grande desafio ainda, pois a fisioterapia desde quando foi originada, foi voltada a um caráter basicamente reabilitador. Com a implantação de políticas de saúdes públicas, cada vez mais os profissionais foram se inserindo na prevenção e promoção de saúde também. Mas afinal de contas, como o fisioterapeuta atua nessas áreas?
Apesar de, ainda ser menor do que o esperado, é notável a busca dos pacientes por uma melhor qualidade de vida! A fisioterapia preventiva tem por principal objetivo reduzir o surgimento de lesões e/ou disfunções, onde por meio das intervenções irá agir precocemente, ou seja, antes ou logo no início do problema aparecer evitando assim que se tornem crônicos ou que levem a uma debilitação.
Ou seja, quando mais rápido procurarmos ajuda, melhor será o resultado. Isto independe da idade, ou da patologia. O fisioterapeuta é um profissional de primeiro contato e isso faz com que você já possa o procurar imediatamente, e a continuação deste assunto deixo para a semana que vem. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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Olá querido leitor, como passou da nossa última conversa por aqui? Se você não leu ainda o nosso texto da semana passada, volte um pouquinho para entender melhor sobre o nosso assunto de hoje.
Hoje falaremos sobre especializações e atendimentos na fisioterapia. Deixei duas perguntas na semana passada: "Todo profissional é especializado? E se não for, ele pode atender?" A resposta para a primeira pergunta é não, e para a segunda é sim! Mas como assim???? Todo fisioterapeuta que se forma, precisa primeiramente estar regulamentado dentro do conselho que o rege.
Temos dois tipos de conselho, o COFITTO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) e o CREFITO (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional). Depois de toda documentação autorizada o profissional está apto a iniciar os atendimentos. Qualquer profissional que não se regulamente no conselho, está trabalhando de forma ilegal. Isso se aplica também a estudantes, que só são autorizados a atuarem em estágios supervisionados.
Então, após essa principal etapa todos os profissionais estão totalmente habilitados para atuar em todas as áreas da fisioterapia, pois, sua formação é generalista abrangendo assim todas as áreas de atuação.
Mas, assim como em todas as áreas, se faz necessário especializações para aprimoramento profissional. O mesmo se aplica a determinadas especializações, como por exemplo o pilates, que se faz necessário um curso de especialização para que possa ser atuado pelo profissional. Na semana que vem falaremos sobre os objetivos da fisioterapia. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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Olá querido leitor, meu nome é Amanda Castro Caires, sou fisioterapeuta e estarei aqui com vocês passando algumas informações sobre esta minha área tão maravilhosa de atuação.
Afinal de contas, o que é a fisioterapia?
Fisioterapia é uma das áreas da saúde que busca prevenir, promover e reabilitar distúrbios cinéticos funcionais do ser humano, ou seja, tudo que envolva o movimento do corpo humano em si e suas alterações. O maior objetivo do fisioterapeuta é promover qualidade de vida aos seus pacientes.
Estas alterações podem ser decorrentes de qualquer alteração nos principais sistemas que compõem o nosso corpo, sendo eles: cardiorrespiratório, musculoesquelético, vascular, neurológico, entre outros.
Sendo assim, assim como os sistemas são divididos, ás áreas de atuação da fisioterapia serão também! Atualmente, segundo o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), temos as seguintes áreas: Fisioterapia em acupuntura, fisioterapia aquática, fisioterapia cardiovascular, fisioterapia dermatofuncional, fisioterapia esportiva, fisioterapia em gerontologia, fisioterapia do trabalho, fisioterapia neurofuncional, fisioterapia em oncologia, fisioterapia em quiropraxia, fisioterapia em saúde da mulher, fisioterapia em terapia intensiva e fisioterapia em saúde coletiva. Mas será que todo profissional é especializado? E se não for, ele pode atender? Essas perguntas respondo na semana que vem. Um abraço e obrigada pela atenção de todos!
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