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Em entrevista à Rádio Bandeirantes, nesta terça-feira (04), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que o Instituto Butantan deve começar a produzir a vacina contra a Covid-19 em novembro. "Tudo indica que já estaremos com uma imunização plena, da totalidade da população brasileira, até o fim de fevereiro. Olhando sempre com olhar otimista, realista”, afirmou o gestor. O instituto tem uma parceria com a empresa chinesa Sinovac Biotech, que desenvolve a coronavac, vacina que está em fase de testes. Analisando possíveis intercorrências, Doria acredita que o máximo de atraso em relação à sua expectativa será de dois meses. De acordo com o site da revista Exame, o governador de São Paulo afirmou ainda que o protocolo de vacinação seguirá as mesmas regras de aplicação da imunização contra a gripe. Ou seja, os primeiros a receberem a vacina serão aqueles que estão no grupo de risco. Depois, profissionais de saúde, forças pelicias e, por último, população em geral. Para evitar problemas, Doria garantiu ainda que o imunizante será produzido no Brasil. “Tivemos essa experiência real quando respiradores importados da China foram interceptados no aeroporto de Nova York e lá ficaram, 335 respiradores não vieram para o Brasil porque mister Trump estabeleceu modus operandi e confiscou respiradores ao Brasil e outros países”, explicou.
O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,35% em fevereiro. A taxa é superior à observada em janeiro (0,26%). O INCC-M acumula taxas de 0,61% no ano e de 4,15% em 12 meses. De acordo com informações da Agência Brasil, os materiais e equipamentos tiveram inflação de 0,65% em fevereiro, acima do 0,47% de janeiro. A maior alta de preços foi observada nos revestimentos, louças e pisos, que subiram 1,89% no mês. A inflação dos serviços também subiu, de 0,37% em janeiro para 0,96% em fevereiro. O item com maior taxa de inflação foram os aluguéis e taxas (1,29%). Já a mão de obra teve recuo na taxa de inflação, ao passar de 0,09% em janeiro para 0,04% em fevereiro.
O Índice de Consumo das Famílias (ICF – RJ) ficou em 89,4 pontos em fevereiro, o que significa alta de 6,4 pontos em relação ao mês anterior. De acordo com a Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fercomércio RJ), com este nível foram devolvidas as quedas registradas em dezembro e janeiro. O índice de 89,4 pontos em fevereiro é também 0,5 ponto abaixo do alcançado no mesmo mês de 2019. De acordo com informações da Agência Brasil, o levantamento foi realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), apurado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Ainda conforme os cálculos, a média móvel de três meses teve leve melhora, enquanto a média móvel de 12 meses ficou estável. Segundo o Instituto Fecomércio, na variação mensal, metade do crescimento do índice se deve ao comportamento de itens ligados ao crédito, como a compra a prazo, a perspectiva de consumo e o momento para duráveis. Para o Instituto, em parte, isso pode ser resultado da queda da taxa de juros do crédito livre para pessoa física. Pelos dados da entidade, entre julho e dezembro, houve redução aproximada de 5 pontos percentuais. A estimativa do IFec RJ, o ano de 2020 não contará com estímulos adicionais à demanda privada como ocorreu em 2019, quando o governo federal liberou o acesso aos recursos do PIS-PASEP e FGTS. “Por esta razão, a recuperação da confiança será ainda mais importante para que a diminuição da taxa de juros se transforme de fato em ampliação da demanda agregada”, explicou a Fecomércio RJ. Com relação à recuperação da confiança no estado do Rio de Janeiro, a avaliação da entidade é que dependerá de dois fatores relevantes para a economia fluminense. Uma diz respeito ao desdobramento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4917, que será julgada no dia 24 de abril pelo Supremo Tribunal Federal que trata da modificação das regras de distribuição dos royalties e da participação especial dos estados brasileiros. A outra é a permanência ou não do estado do Rio no regime de recuperação fiscal, que será definida em setembro deste ano.
Os beneficiários do programa Bolsa Família começam a receber os pagamentos relativos a fevereiro. Em todo o País, quase 14 milhões de famílias vão receber mais de R$ 2,6 bilhões até o próximo dia 28, o que representa um valor médio de R$ 187,56. Apenas em fevereiro, 184 mil novos benefícios foram concedidos pelo governo federal. O mês também marca a 19ª vez seguida em que todas as famílias inscritas no Cadastro Único do governo federal e com perfil para participar do programa não aguardam em uma fila de espera. A ordem de pagamento do Bolsa Família é determinada de acordo com o Número de Inscrição Social (NIS) do beneficiário, impresso no cartão do programa. Os que têm final 1 podem sacar no primeiro dia de pagamento. Os com final 2, no segundo dia, e assim por diante. Os valores ficam disponíveis para saque por três meses.
Com valores variando entre R$ 84 a R$ 998, trabalhadores nascidos em março e abril começam a receber, a partir de terça-feira (19), o abono salarial 2018/2019. A quantia é determinada pelo tempo de trabalho com carteira assinada em 2017. Para os outros beneficiários, os pagamentos iniciam na quinta-feira (21). Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2,7 bilhões, recursos a serem pagos para 3,7 milhões de trabalhadores. Os recursos liberados ficam disponíveis para os beneficiários até 28 de junho de 2019. Durante todo o calendário de pagamentos, a Caixa vai pagar R$ 16,3 bilhões para 22,3 milhões de beneficiários. Para ter direito, é necessário estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) há pelo menos cinco anos e ter trabalhado pelo menos 30 dias, com carteira assinada, em 2017.