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Uma negociação de compra e venda de veículo terminou em confusão e prejuízo financeiro na última sexta-feira (27), em Brumado, após a ação de um golpista que utilizou o chamado “golpe do falso intermediário”. A ocorrência foi registrada por volta das 12h50, na Rua Abílio Leite, no centro da cidade, nas proximidades de um cartório.
De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe da CETO do 24º BPM foi acionada para conter a situação envolvendo duas pessoas que descobriram ter sido vítimas de estelionato. O crime foi articulado por meio de um anúncio legítimo de venda de veículo feito por uma moradora do distrito de Itaquaraí em uma rede social.
O golpista teria se passado por intermediador da negociação, mantendo contato separado com a compradora e a proprietária do automóvel, criando uma falsa sensação de segurança para ambas as partes. Convencida de que se tratava de uma transação legítima, a compradora realizou um pagamento antecipado de R$ 16 mil via Pix, que acabou sendo direcionado para a conta do criminoso.
O golpe só foi descoberto no momento em que as partes se encontraram no cartório para concluir a transferência do veículo. Ao verificarem os dados da transação, perceberam que o valor não havia sido recebido pela verdadeira proprietária, mas sim por um terceiro.
A situação gerou tensão no local, e a proprietária do veículo, abalada emocionalmente com o ocorrido, precisou de atendimento médico após passar mal. A Polícia Militar prestou apoio e orientou as vítimas a registrarem a ocorrência na Delegacia Territorial de Brumado, onde o caso será investigado pela Polícia Civil.
Um caso de estelionato foi registrado na manhã da última quarta-feira (28), por volta das 11h40, no centro de Guanambi, envolvendo a venda fraudulenta de um veículo anunciada por meio das redes sociais.
De acordo com informações repassadas à polícia, a vítima, um jovem de 18 anos, relatou que colocou à venda um automóvel Ford Fusion, de cor prata, com placa do município de Osasco, em São Paulo. O suposto comprador entrou em contato inicialmente pelo Facebook e deu continuidade à negociação por meio do WhatsApp, apresentando-se como funcionário da Prefeitura de Guanambi.
Segundo o relato, após ganhar a confiança do vendedor, o suspeito solicitou para testar o veículo. No entanto, após sair com o carro, não retornou ao local combinado, fugindo também com documentos pessoais e do automóvel. A guarnição policial realizou rondas na região, mas o veículo não foi localizado.
Diante da situação, a vítima foi orientada a registrar a ocorrência na Delegacia Territorial de Guanambi para que o caso seja investigado e as medidas legais cabíveis sejam adotadas.
Um morador de Caetité perdeu R$ 20 mil após cair em um golpe virtual, registrado na Polícia Civil. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima iniciou uma conversa no Facebook com uma suposta jovem, que evoluiu para troca de mensagens e fotos íntimas.
Logo depois, um indivíduo se apresentou como pai da jovem e afirmou que ela seria menor de idade. O homem passou a ameaçar a vítima, dizendo que denunciaria o caso como pedofilia caso não recebesse o pagamento de R$ 30 mil.
Sem conseguir reunir todo o valor exigido, a vítima transferiu R$ 20 mil aos golpistas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que alerta para esse tipo de crime cada vez mais comum nas redes sociais, conhecido como “sextorsão”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (9) que fará uma reunião para discutir as novas regras anunciadas pela multinacional Meta, empresa de tecnologia que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp, para o funcionamento dessas redes sociais. "O que nós queremos, na verdade, é que cada país tenha sua soberania resguardada. Não pode um cidadão, não pode dois cidadãos, não pode três cidadãos acharem que podem ferir a soberania de uma nação", afirmou Lula no Palácio do Planalto, enquanto visitava a galeria de ex-presidentes, que fica no térreo do prédio, e foi reinaugurada há poucos meses. Na última terça-feira (7), o dono da Meta, o bilionário norte-americano Mark Zuckerberg, anunciou as novas diretrizes de moderação de conteúdo das redes sociais e ressaltou que vai se aliar ao governo do presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, para pressionar países que buscam regular o ambiente digital. Entre as alterações, estão o fim do programa de checagem de fatos que verifica a veracidade de informações que circulam nas redes, o fim de restrições para assuntos como migração e gênero, e a promoção de "conteúdo cívico", entendido como informações com teor político-ideológico.
"Eu acho que é extremamente grave as pessoas quererem que a comunicação digital não tenha mesma responsabilidade de um cara que cometa um crime na imprensa escrita. É como se um cidadão pudesse ser punido porque ele faz uma coisa na vida real e pudesse não ser punido porque ele faz a mesma coisa na digital", comentou Lula sobre o impacto das mudanças.
Um dia após o magnata Mark Zuckerberg - dono do grupo Meta, que controla o WhatsApp, o Instagram e o Facebook - anunciar que vai abolir a checagem de conteúdo e quer tornar mais permissiva a moderação de postagens dos usuários, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que a corte “não vai permitir que as big techs, as redes sociais, continuem sendo instrumentalizadas, dolosa ou culposamente, ou ainda somente visando lucro, instrumentalizadas para ampliar discursos de ódio, nazismo, fascismo, misoginia, homofobia e discursos antidemocráticos”. Segundo o ministro, “a nossa justiça eleitoral e o nosso Supremo Tribunal Federal já demonstraram que aqui é uma terra que tem lei. As redes sociais não são terras sem lei. No Brasil só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira, independentemente de bravatas de dirigentes irresponsáveis das big techs.” Em outubro, a rede social X, do bilionário Elon Musk, pagou R$ 28,6 milhões de multa após a sua plataforma ficar fora do ar no Brasil por dois meses devido ao descumprimento da ordem do próprio Moraes de bloquear algumas contas. O empresário Elon Musk se aproximou do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump durante a campanha eleitoral do ano passado. Ao anunciar o relaxamento de controle e moderação de suas plataformas, Mark Zuckerberg também sinalizou para Trump.
A Justiça Eleitoral determinou, nesta quinta-feira, que o Facebook retire do ar um vídeo manipulado em que o governador da Bahia aparece, supostamente, pedindo votos para o partido Avante 70. O conteúdo foi publicado no perfil "brumadodeaçucar" na rede social Instagram e teve sua remoção ordenada com base no processo n. 0600343-81.2024.6.05.0090, por descontextualizar e subverter a fala do governador, criando uma narrativa inverídica para confundir os eleitores. A decisão se fundamenta nos requisitos de tutela de urgência, previstos no art. 300 do Código de Processo Civil (CPC), que garante a concessão da medida quando há evidências da probabilidade do direito e risco de dano, como neste caso. O vídeo manipulado, foi analisado pela Justiça, que concluiu que ele distorce as declarações reais do governador. O material irregular pode causar impacto no processo eleitoral, sendo uma violação ao direito de imagem, conforme os artigos 45, §6º, e 54 da Lei das Eleições. A Justiça também ressaltou a necessidade de cautela em situações de manipulação artificial de conteúdo audiovisual, como a que ocorreu neste caso. O vídeo manipulado desrespeita as normas da Resolução TSE n. 23.610/19, que regula a propaganda eleitoral, e as diretrizes da Lei n. 12.965/14 (Marco Civil da Internet), que assegura a responsabilidade dos provedores de aplicação pela hospedagem de conteúdo ilícito. O Facebook Serviços Online do Brasil LTDA foi notificado para remover o conteúdo do link (https://www.instagram.com/reel/DAVrh1WudIa/?igsh=NzF6ZHhubjNtMTV4) no prazo de 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00, limitada a R$ 50.000,00, caso a decisão não seja cumprida. A ação ainda destacou que o perfil "brumadodeacucar" já enfrentou outros processos semelhantes, reforçando a necessidade de cumprimento das normas eleitorais para assegurar um processo justo e legítimo.
Nesta terça-feira (5), por volta das 12h30, os usuários do Instagram e do Facebook foram surpreendidos com uma instabilidade nas plataformas, impedindo o acesso aos serviços. Até o momento, não há previsão para a normalização das redes sociais. Ao tentarem acessar o Instagram, os usuários foram recebidos com mensagens de erro, indicando impossibilidade de carregar o feed e falta de conexão com a internet. No caso do Facebook, muitos usuários foram desconectados de suas contas. O diretor de comunicações da Meta, empresa controladora do Facebook e Instagram, Andy Stone, reconheceu a instabilidade e afirmou que a equipe está trabalhando para resolver o problema.
Na noite deste domingo (24), a live semanal de Jair Bolsonaro transmitida na última quinta-feira (21), foi derrubada pelas plataformas Facebook e o Instagram. Nela, o presidente mentiu ao associar as vacinas contra a covid-19 a casos de AIDS. De acordo com porta-voz da companhia, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas à vacina da Covid-19. "Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas". Na live, Bolsonaro leu uma notícia falsa que alertava que "vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]".
Por meio de nota oficial divulgada o final da noite desta segunda-feira, o Facebook informou que o “apagão global” de mais de seis horas em suas redes, que incluem o Whatsapp e o Instagram, foi uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários. De acordo com informações do G1, o Facebook explicou ainda que a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados.
Grandes redes sociais relacionadas ao Facebook ficaram inacessíveis hoje (4) no início da tarde e começaram a ser restabelecidas por volta de 19h20. O Facebook - a maior rede social do mundo -, o Instagram - a mais popular plataforma de compartilhamento de imagens - e o WhatsApp - o aplicativo de troca de mensagens via celular preferido dos brasileiros - ficaram indisponíveis para os usuários por uma falha ainda não detalhada pelo conglomerado. Outras plataformas sociais, como o Telegram e o Twitter, apresentaram instabilidades e funcionam de maneira intermitente, com usuários de todo o mundo registrando queixas pelo serviço internacional de monitoramento de servidores e aplicativos Downdetector. Pouco antes das 17h, Mike Schroepfer, oficial-chefe de tecnologia do Facebook, publicou um pedido de desculpas para os usuários impactados pelo que classificou como “erros de rede”. A falha generalizada no acesso mostra para os usuários uma mensagem de erro no domain name system (DNS) - a tecnologia que liga o endereço usado para se chegar aos sites internet protocols (IPs) dos servidores correspondentes que hospedam o conteúdo das páginas. Esta não é a primeira vez que o grupo de serviços administrados pelo Facebook apresenta problemas. Em junho deste ano, uma interrupção semelhante aconteceu. Na prática, é como se os números de telefone dos serviços do Facebook tivessem sido apagados da gigantesca agenda da internet. O gestor do DNS do Facebook e dos demais serviços é o próprio Facebook, o que pode significar que uma atualização malsucedida ou um erro grave nos principais servidores das redes sociais possa ter acontecido. Segundo os números da Nasdaq - a bolsa de valores do mercado de tecnologia -, o Facebook perdeu cerca de 5,34% de valor de mercado até o momento com a falha. Isso equivale a cerca de US$ 50 bilhões - o valor total estimado da rede social Twitter. As ações do Facebook estão cotadas no momento a US$ 326,23.
A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) multou o Facebook em R$ 6,6 milhões pelo compartilhamento indevido de dados no caso que ficou conhecido como “escândalo da Cambridge Analytica”, em que dados de dezenas de milhões de usuários da plataforma em todo o mundo foram utilizados pela empresa de marketing digital para influenciar eleições e outros processos políticos. De acordo com informações da Agência Brasil, diante do escândalo, a Senacom abriu um procedimento administrativo para avaliar se teria havido dano aos usuários brasileiros da rede social. Depois de analisar o caso, entendeu que o Facebook incorreu em prática abusiva no episódio. “Resta evidente que dados dos cerca de quatrocentos e quarenta e três mil usuários da plataforma estavam em disposição indevida pelos desenvolvedores do aplicativo This is your digital life para finalidades, no mínimo, questionáveis, e sem que as representadas conseguissem demonstrar eventual fato modificativo de que tal número foi efetivamente menor”, concluiu a Secretaria no processo. Além disso, o processo indicou também que o Facebook não atuou corretamente na comunicação com os usuários no tocante às implicações das configurações de privacidade e na forma como desenvolvedores poderiam acessar e utilizar informações do usuário e de sua rede de amigos. A Agência Brasil entrou em contato com o Facebook e aguarda retorno.
De acordo com pesquisa de duas universidades norte-americanas em parceria com um grupo ativista, a plataforma de anúncios do Facebook direciona anúncios de forma discriminatória mesmo sem o pedido de anunciantes - o sistema de publicidade da rede social executa a ação por conta própria. O levantamento aponta que o Facebook escolheu ocultar publicidades de mulheres ou negros, por exemplo, inclusive quando anunciantes pediram para a publicidade atingir uma ampla audiência. O estudo foi feito em conjunto por seis pesquisadores, da Universidade Northeastern, da Universidade do Sul da Califórnia e do grupo ativista Upturn. Segundo o site Business Insider, os especialistas gastaram cerca de US$ 8,5 mil do próprio bolso com anúncios na plataforma para identificar se o sistema de anúncios discriminava determinados grupos. Um ponto importante: os pesquisadores veicularam os anúncios sem especificar a que grupo a publicidade seria direcionada. Um dos exemplos apresentados pela pesquisa foi uma sequência de anúncios de venda e aluguel de casas no estado da Carolina do Norte. Os pesquisadores descobriram que publicidades de vendas de casas foram direcionadas a uma audiência com 75% de usuários brancos. No caso de aluguel, o público foi mais heterogêneo. Em um segundo teste, eles mudaram as imagens dos anúncios, colocando em um deles uma foto de uma família branca e em outra uma família negra. Resultado: o anúncio com a família branca foi direcionado para um público com 85% de usuários brancos, enquanto o com a família negra chegou a um grupo com 73% de usuários brancos. A exposição menor da família negra para brancos é um dos indícios das práticas discriminatórias. A prática discriminatória aconteceu em diversos testes. Anúncios de vagas de trabalho de caixa de supermercado, por exemplo, foram direcionados para uma audiência 85% feminina, o que seria uma indicação de que o cargo se aplica apenas a mulheres. Em outro caso, empregos em empresas de táxi foram direcionados a uma audiência 75% negra.Os pesquisadores não acreditam que o Facebook toma decisões discriminatórias deliberadamente, mas que o sistema de anúncios acabou treinado dessa forma.
Os aplicativos Facebook e Instagram estão apresentando instabilidade e estão fora do ar na tarde desta quarta-feira (13). Os problemas ocorrem na versão web e nos aplicativos para Android e iPhone (iOS). Entre os países mais atingidos estão, principalmente: Brasil, Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha. Não é possível comentar ou publicar conteúdo no Facebook — tanto em perfis pessoais quanto páginas. No Instagram, uma das mensagens exibidas é "Erro de rede desconhecido", a outra é "Ops. Ocorreu um erro. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível". O feed da rede de fotos também parou de carregar para algumas pessoas. Segundo relatam usuários no Twitter, não é possível postar Stories, enviar Direct e há casos em que o app é desconectado e não é possível fazer login novamente. No momento, o WhatsApp também apresenta erro para enviar áudios e imagens e o Messenger também tem falhas, mostrando apenas conversas antigas.
O império Facebook chegou a 2,6 bilhões de usuários em todo o mundo com suas plataformas (WhatsApp, Instagram e Messenger, além da rede social que dá nome à companhia). A informação foi divulgada pelo presidente da empresa, Mark Zuckerberg, após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2018. Somente o Facebook tem 2,3 bilhões de usuários entrando na plataforma todo mês, sendo 1,5 bilhão todo dia. Com isso, a plataforma avança em sua liderança no ranking mundial de redes sociais e plataformas digitais. A empresa chega com seus produtos a 34% da população mundial, se considerados os 7,5 bilhões de pessoas, de acordo com dados do Banco Mundial. Segundo o ranking de redes sociais divulgado pela consultoria internacional de levantamento de dados Statista, com informações atualizadas em outubro, seguindo a liderança do Facebook vêm YouTube (1,9 bilhão de usuários), WhatsApp (1,5 bilhão), Facebook Messenger, (1,3 bilhão), WeChat, (1,05 bilhão), Instagram (1 bilhão), QQ (803 milhões), Qzone (548 milhões), Tik Tok (500 milhões) e Sina Weibo (431 milhões).
Monika Bickert, vice-presidente global de Políticas de Conteúdo do Facebook, comunicou que o Facebook vai suspender as contas de usuários com menos de 13 anos de idade. A criação do perfil já era proibida pela rede social, mas a empresa atualizou as orientações “para que revisores suspendam qualquer conta que eles encontrem que tenham forte indício de ser de alguém de menos de 13 anos, mesmo que a denúncia da comunidade seja por outra razão que não a idade da pessoa”. No texto “Trabalhamos para manter o Facebook um lugar seguro”, Monikaescreveu que “Nós não permitimos que pessoas com menos de 13 anos tenham uma conta no Facebook. Se alguém denunciar uma pessoa por ter menos de 13 anos, o revisor analisará o conteúdo do perfil (texto e fotos) para tentar descobrir sua idade. Se o revisor acreditar que a pessoa tem menos de 13 anos, a conta será suspensa e a pessoa não conseguirá usar o Facebook até que forneça provas da sua idade”.