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A Prefeitura de Tanhaçu, sob a gestão do prefeito Valdemir Gondim, intensificou as ações da Caravana da Saúde e deu início, desde o começo de janeiro, à realização de exames e procedimentos médicos que estavam represados pela gestão anterior. De acordo com a administração municipal, os atendimentos estão sendo viabilizados com recursos próprios da Prefeitura, totalizando um investimento de quase R$ 1 milhão destinado exclusivamente ao pagamento de exames e procedimentos na área da saúde.
Segundo o prefeito Valdemir Gondim, a iniciativa tem como principal objetivo zerar a fila de espera e garantir atendimento digno à população. “Para quem sofre, a saúde não pode esperar. Esse é o nosso compromisso”, destacou o gestor, ao reforçar que a prioridade da administração é levar mais qualidade de vida e cuidado à população tanhaçuense.
A Caravana da Saúde segue em ritmo contínuo, ampliando o acesso aos serviços e reafirmando o compromisso da atual gestão com o fortalecimento da saúde pública no município.
A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) estabeleceu um limite máximo para a cobrança dos exames obrigatórios na obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A determinação está prevista na Portaria nº 927/2025, publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de sexta-feira (12), e já está em vigor em todo o país.
Com a nova regulamentação, o valor total cobrado pelos exames de aptidão física e mental, somados à avaliação psicológica, não poderá ultrapassar R$ 180. Os procedimentos são exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e, até então, tinham preços definidos individualmente pelos Departamentos Estaduais de Trânsito, o que resultava em variações significativas entre os estados.
Assinada pelo secretário nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, a portaria garante aos candidatos à CNH e aos condutores o direito de exigir o cumprimento do teto nacional. O pagamento continuará sendo feito diretamente aos médicos e psicólogos ou às clínicas credenciadas junto aos Detrans.
O texto deixa claro que o limite se refere ao valor global dos exames, e não a cada avaliação de forma isolada. Na prática, o montante deverá ser dividido entre os profissionais responsáveis, o que representa, em média, cerca de R$ 90 para cada exame. Especialistas do setor avaliam que a medida traz mais uniformidade e previsibilidade ao processo, mas alertam para a possibilidade de impactos na permanência de profissionais credenciados, diante da redução no valor das consultas.