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Após quatro dias de encontros com lideranças, empresários e representantes das cadeias produtivas da Chapada Diamantina, o programa Avança Chapada encerra seu segundo ciclo de escuta com um resultado concreto: a definição das soluções consideradas prioritárias por quem vive e produz no território. As propostas irão compor a agenda produtiva do programa para a região, que será apresentada e pactuada pelas instituições parceiras em janeiro de 2027, em Lençóis.
Os encontros realizados na última semana (24 a 27/08) em Mucugê, Piatã, Seabra e Morro do Chapéu reuniram 87 participantes dos 24 municípios da Chapada Diamantina, que votaram individualmente nas ações consideradas prioritárias tanto para o crescimento sustentável da região quanto para o desenvolvimento dos negócios que empreendem no território.
Na ocasião, o Avança Chapada, realizado do Sistema FIEB, por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), com financiamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), lançou a segunda linha de atuação do programa, a Biochapada, que tem como objetivo de avaliar o potencial bioenergético da região, numa atuação em parceria com o Senai Cimatec.
Com a presença dos membros da equipe técnica do SENAI CIMATEC, Michelle Calhau e Cláudio Santos, foi apresentada a etapa inicial dedicada ao Diagnóstico Estruturante da Cadeia Regional de Biogás e Biometano na Chapada Diamantina. “Estamos identificando e mapeando os resíduos gerados pelas diversas atividades que acontecem no território e o potencial de transformar esses resíduos em insumos, como biogás e biometano, para gerar energia e renda para a Chapada Diamantina”, explicou Michelle.
Nos próximos meses, o desafio dessa nova frente do Avança Chapada é ouvir atores locais dos setores produtivo e poder público sobre a produção agropecuária e a geração de resíduos sólidos urbanos, além da realização de visitas técnicas e levantamentos de campo. O trabalho também vai mapear demandas da região relacionados à produção agropecuária, aos resíduos sólidos e ao esgotamento sanitário, identificando o potencial da biomassa disponível para a produção de biogás e biometano.
A recuperação do Bitcoin em direção aos US$ 72.500 está ganhando força, com Geoff Kendrick destacando a melhora nas condições de liquidez e sugerindo que o mercado pode já ter encontrado um fundo.
O analista da Standard Chartered, Geoff Kendrick, afirmou que o Bitcoin pode chegar a US$ 100.000 até o final do ano, à medida que o Tesouro dos EUA intensifica o apoio ao mercado de títulos públicos de longo prazo em uma tentativa de conter o aumento dos rendimentos.
“Os investidores devem agora se preparar para que o Bitcoin alcance US$ 100.000 até o final de 2026”, escreveu Kendrick, aumentando o otimismo entre os participantes do mercado.
Nesse contexto, a SHR Miner , uma plataforma global de mineração em nuvem, também vem atraindo cada vez mais atenção. A plataforma permite que os usuários participem de contratos de mineração em nuvem utilizando ativos digitais como BTC, ETH, DOGE/LTC, ZEC e USDT. Não é necessário comprar equipamentos de mineração nem lidar com implantação de hardware complexa, manutenção técnica ou operações diárias. Os usuários podem acessar a mineração de ativos digitais por meio de contratos baseados em nuvem e receber rendimentos que são liquidados automaticamente de acordo com o ciclo do contrato.
Para os detentores de criptomoedas que desejam reduzir a frequência de negociações enquanto exploram oportunidades adicionais de fluxo de caixa, essa pode ser uma alternativa à abordagem tradicional de compra e venda.
Por que a SHRMiner está atraindo mais atenção?
Diferentemente da mineração tradicional, que geralmente apresenta uma barreira técnica de entrada relativamente alta, a SHRMiner concentra-se na simplicidade e em uma experiência fácil de usar, tornando a mineração em nuvem mais acessível para usuários comuns.
Atualmente, a plataforma oferece vários recursos importantes:
Suporte a importantes ativos digitais, incluindo BTC, ETH, LTC e DOGE
Alocação automática de poder de computação em nuvem após a seleção de um contrato
Uso de data centers de nível empresarial para operar sua infraestrutura de mineração
Parte da infraestrutura é alimentada por energia renovável
Os rendimentos dos contratos são liquidados automaticamente a cada 24 horas, de acordo com os termos estabelecidos
Os usuários podem acompanhar suas contas e rendimentos por meio de dispositivos desktop ou móveis
Para investidores em criptomoedas, esse modelo oferece uma alternativa a simplesmente manter os ativos e esperar que os preços subam. Por meio de contratos de poder computacional, os usuários podem colocar uma parte de seus ativos digitais para trabalhar na tentativa de gerar retornos contínuos.
Essa também é uma das razões pelas quais a mineração em nuvem continua atraindo interesse mesmo quando grandes criptomoedas, como o BTC, enfrentam volatilidade de curto prazo. Cada vez mais investidores estão olhando além dos movimentos de preços no curto prazo e prestando mais atenção à eficiência dos ativos, aos ciclos de rendimento e à gestão do fluxo de caixa.
Guia para iniciantes da SHR Miner: comece a minerar na nuvem em quatro etapas
A SHR Miner simplificou todo o processo para que até mesmo usuários sem experiência anterior em mineração possam começar.
1. Crie uma conta
Acesse o site oficial da SHR Miner ou utilize seu serviço móvel e faça o cadastro com um endereço de e-mail.
Por tempo limitado, novos usuários podem receber um bônus de cadastro de US$ 15. (Clique aqui para criar uma conta.)
2. Escolha um contrato de mineração em nuvem
A plataforma oferece contratos de mineração em nuvem com diferentes níveis de investimento, períodos de contrato e estruturas de retorno projetado.
Os usuários podem selecionar um plano com base em seu orçamento, no período de comprometimento de capital desejado e em sua tolerância ao risco, sem precisar pesquisar por conta própria modelos de equipamentos de mineração, configurações de taxa de hash ou infraestrutura de data centers.
3. Utilize criptomoedas compatíveis
Os usuários podem adquirir contratos de mineração em nuvem com criptomoedas compatíveis, como BTC, ETH, XRP e DOGE.
Após a conclusão da compra, a plataforma aloca os recursos de computação em nuvem correspondentes com base no plano selecionado, enquanto o data center cuida das operações e da manutenção contínuas.
4. Ative o contrato e comece a receber rendimentos
Depois que o contrato é ativado, os rendimentos começam a acumular de acordo com os termos do contrato escolhido.
Os rendimentos geralmente são creditados automaticamente na conta do usuário a cada 24 horas. Dependendo de seus objetivos financeiros, os usuários podem optar por sacar seus rendimentos ou aplicá-los em contratos adicionais para explorar os possíveis benefícios da composição.
Todo o processo elimina a necessidade de comprar equipamentos de mineração, montar uma estrutura de mineração, gerenciar o consumo de eletricidade ou cuidar da manutenção dos equipamentos, reduzindo significativamente a barreira técnica para usuários comuns que desejam participar da mineração de ativos digitais.
Contratos populares de mineração em nuvem
Os diferentes contratos variam em requisitos de capital, períodos de operação e rendimentos projetados, permitindo que os usuários escolham um contrato de mineração de acordo com suas preferências financeiras individuais.
Depois que um contrato é iniciado, os rendimentos correspondentes são automaticamente creditados na conta do usuário de acordo com os termos do contrato. Quando o contrato expira, o principal aplicável também é devolvido de acordo com esses termos. Os valores reais, os períodos dos contratos e os rendimentos dependem do contrato específico selecionado pelo usuário.
Para conhecer outros planos de rendimento e os termos completos dos contratos, clique aqui para consultar os detalhes dos produtos.
Por que mais investidores estão prestando atenção à mineração em nuvem?
Em comparação com a operação independente de equipamentos de mineração, a principal diferença da mineração em nuvem é que os usuários não precisam gerenciar diretamente uma infraestrutura complexa de mineração.
As principais vantagens incluem:
Não é necessário comprar ou manter equipamentos especializados de mineração
Não é necessário gerenciar diretamente os custos de eletricidade ou as operações diárias do hardware
Não é necessário acompanhar constantemente o mercado ou realizar negociações frequentes
Os rendimentos dos contratos são liquidados automaticamente a cada 24 horas, com saques disponíveis a qualquer momento e sem taxas ocultas
Os usuários podem escolher contratos de poder computacional com diferentes valores e durações de acordo com suas necessidades individuais de capital
Para os entusiastas de criptomoedas que já possuem BTC, ETC, DOGE, LTC, ZEC e outros ativos digitais, o atrativo é simples: eles podem manter sua estratégia atual de alocação de ativos digitais enquanto exploram a possibilidade de gerar rendimentos adicionais por meio do poder computacional em nuvem.
Em outras palavras, os investidores estão cada vez mais mudando o foco de simplesmente perguntar “O preço do ativo vai subir?” para considerar “Como posso fazer meus ativos digitais trabalharem de forma mais eficiente?”
Em resumo
Se você está procurando maneiras de aumentar sua renda passiva, a mineração em nuvem pode ser uma opção interessante. Quando utilizadas de maneira adequada, essas oportunidades podem ajudar os usuários a aumentar seus ativos em criptomoedas de forma mais automatizada, exigindo relativamente pouca participação no dia a dia.
No mínimo, esse modelo pode consumir consideravelmente menos tempo do que muitas formas de negociação ativa. A renda passiva continua sendo um objetivo importante para muitos investidores e traders e, com a SHRMiner, explorar maneiras de maximizar o potencial de renda passiva tornou-se mais acessível do que nunca.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) informou nesta sexta-feira (31) que a bandeira tarifária para agosto de 2026 será amarela, repetindo o cenário observado nos meses de maio, junho e julho. A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no País em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
Na prática, a bandeira amarela indica cobrança adicional de R$ 1,885 na conta de luz, a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O sistema de Bandeiras Tarifárias permite que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no Brasil e os custos associados ao seu fornecimento. O mecanismo funciona como um sinalizador que torna mais transparente o custo real da energia para a população.
Diante desse cenário, a ANEEL reforça a importância do uso consciente da energia elétrica. Pequenas mudanças de hábito podem contribuir para reduzir o consumo e ajudar no controle dos gastos com a conta de luz.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) concluiu um processo punitivo relacionado à geração distribuída (GD) na área de concessão da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Neoenergia Coelba). A multa final aplicada é no valor de de R$ 82,7 milhões, o que corresponde 0,56% da Receita Operacional Líquida da distribuidora.
As irregularidades observadas foram: indeferimento indevido de solicitação de conexão de Micro e Minigeração Distribuída (MMGD); descumprimento dos prazos de emissão do orçamento de conexão; inobservância do prazo de comunicação ao consumidor e ausência de informações obrigatórias no orçamento de conexão.
A Neoenergia Coelba tem 10 dias para recorrer ou pagar a multa. Essa é a maior multa já aplicada em processos punitivos que envolvem a GD.
No mês em que é comemorado o Meio Ambiente, a RHI Magnesita, líder global em soluções refratárias, compartilha os avanços da agenda ambiental no Brasil, com a realização de projetos voltados à recuperação ambiental, educação, preservação hídrica e gestão preventiva de riscos. As iniciativas fazem parte da estratégia ESG da companhia e vêm sendo ampliadas em Minas Gerais e na Bahia, estados que concentram operações importantes da empresa no país.
Entre os destaques está a consolidação da rede de viveiros ambientais da companhia, atualmente presente em Brumado (BA), Santaluz (BA), Coronel Fabriciano (MG) e Onça do Pitangui (MG), com capacidade conjunta atual de até 30 mil mudas por ano. Em 2026, a empresa prevê a implantação de um novo viveiro em Uberaba (MG), com capacidade estimada de produção de 20 mil mudas por ano. Somadas, as iniciativas apoiam ações de reflorestamento, arborização urbana, recuperação de áreas degradadas e educação ambiental em comunidades e escolas públicas.
“Na RHI Magnesita, entendemos que sustentabilidade precisa estar integrada à operação, às comunidades e às pessoas. Nossos projetos ambientais combinam eficiência operacional, preservação dos recursos naturais e formação ambiental, gerando impactos de longo prazo nos territórios onde atuamos”, afirma Carlos Eduardo Rodrigues, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita na América do Sul.
Em Minas Gerais, a companhia também vem ampliando projetos voltados à recuperação ambiental e à preservação hídrica. Na unidade de Ponte Alta, em Uberaba (MG) a empresa reduziu em 50% o consumo de água após a implantação de um sistema de monitoramento diário de indicadores, capacitação de equipes e identificação de pontos de vazamento. Já em Brumado (BA), a operação alcançou 90% de recirculação e reuso da água industrial, evitando o consumo de aproximadamente 998 metros cúbicos de água por hora.
As iniciativas de gestão hídrica incluem ainda projetos de reaproveitamento de água em processos industriais, estudos para ampliação da segurança hídrica das operações, uso de supressores de poeira para redução do consumo de água e preservação de 22 nascentes na região da Serra das Éguas, na Bahia.
Outro destaque da agenda ambiental da RHI Magnesita é o projeto “O Frete Muda”, iniciativa que leva ações de reflorestamento para a cadeia logística da empresa. O programa engaja transportadoras parceiras na recuperação de áreas degradadas por meio da doação e plantio de mudas produzidas nos viveiros da empresa.
“A agenda ambiental exige planejamento, investimento contínuo e atuação integrada. Nosso foco é ampliar projetos que possam gerar benefícios ambientais concretos e fortalecer uma cultura de prevenção e responsabilidade compartilhada”, completa Rodrigues.
Famílias, comerciantes e empreendedores de Brumado já podem ter acesso a uma alternativa que promete aliviar o orçamento mensal: a adesão ao sistema de energia limpa compartilhada, autorizado pela Lei Federal 14.300/2022. A iniciativa garante redução direta na conta de luz sem necessidade de instalação de placas solares, troca de relógio ou custos adicionais. O cadastro é gratuito e seguro, válido para residências, comércios e indústrias que tenham consumo médio a partir de 200 kWh por mês. Após a adesão, o consumidor passa a receber créditos de energia solar de usinas legalizadas, que são abatidos automaticamente na fatura de energia convencional. A economia pode chegar a até 40% de desconto real todos os meses, representando um alívio financeiro para centenas de famílias e pequenos negócios. O programa conta com a atuação de consultores credenciados na plataforma Alexandria, que já auxilia milhares de brasileiros a reduzir os custos com energia elétrica. Para mais informações ou para realizar o cadastro, os interessados podem entrar em contato pelo telefone/WhatsApp: (77) 9 9968-4882.
A Bahia segue sendo um grande palco brasileiro para as energias renováveis. O estado atingiu o marco de 10 Gigawatts (GW) de potência outorgada de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). São 342 usinas em operação e um investimento estimado em R$ 50 bilhões. A estimativa é que os parques tenham gerado mais de 100 mil empregos. Os dados constam no Informe Executivo de Energia Eólica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). “Os bons ventos impulsionam o desenvolvimento econômico. Nos primeiros seis meses deste ano, a Bahia foi responsável pela maior geração total de energia elétrica do país, correspondendo a aproximadamente 35% da geração nacional. Outra boa notícia é que o estado se destacou de forma notável na expansão da matriz brasileira no mês de julho. Contribuímos com 594,60 Megawatts (MW) de um total de 875,42 MW adicionados, o equivalente a cerca de 68% do aumento total. Das 27 usinas que entraram em operação no país, 20 eólicas e solares foram baianas”, afirma o secretário da pasta, Angelo Almeida. O secretário da SDE diz que os aspectos naturais, com ventos constantes e unidirecionais, são importantes na atração de investimentos, mas não são os únicos. “O Estado da Bahia apresenta uma excelente cartilha de incentivos fiscais para empreendimentos de geração de energia por fonte renovável como é o caso da energia eólica, solar fotovoltaica, biomassa e hidrogênio verde, que conta ainda com um time de peso liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues”. E as boas notícias não param por aí. Na quarta-feira (14), a Statkraft inaugurou o parque Eólico Morro do Cruzeiro, localizado no município de Brotas de Macaúbas, no estado da Bahia. O empreendimento recebeu um investimento de mais de R$600 milhões e é composto por 14 turbinas com capacidade instalada de 79,8 MW. O Morro do Cruzeiro é uma ampliação do Complexo de Brotas de Macaúbas, o primeiro eólico construído no Estado, que completou 12 anos de operação e tem capacidade instalada de 95,2 MW e 312,7 GWh de produção anual.
O Brasil bateu, no mês de julho, 10 recordes de produção de energia de fontes renováveis na região Nordeste. Os dados são do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Foram quatro recordes de geração eólica média e quatro de geração instantânea, além de dois recordes de produção de energia solar.
O Ministério de Minas e Energia destacou o índice registrado em 22 de julho, quando, pela primeira vez, a força dos ventos gerou energia capaz de abastecer 102% da região Nordeste durante 24 horas. Só naquele dia foram produzidos mais de 11 mil megawatts médios de energia eólica. O diretor do Departamento de Informações e Estudos Energéticos do ministério, André Osório, afirmou que essas duas maneiras de gerar energia fazem parte da matriz energética renovável do país. De acordo com ele, essas formas de produzir sem esgotar a fonte de energia é predominante e deve continuar assim. "A participação das [fontes] renováveis na matriz elétrica deve continuar acima de 80% até 2030, chegando a cerca de 85% em 2050. Tais resultados serão alcançados, em boa medida, pelo aproveitamento, pelo país, de seus potenciais eólico, solar e de biomassa", disse Osório. Esse período que vai até novembro é conhecido como safra dos ventos. De acordo com o ONS, a energia eólica hoje representa 10,9% da matriz elétrica brasileira e a expectativa é que chegue a 13,6% ao fim de 2025.