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Os preços do petróleo registraram forte alta nesta segunda-feira (9), permanecendo mais de 15% acima dos níveis observados desde meados de 2022, em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O mercado reagiu à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, além de preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo e no fornecimento global da commodity.
Os contratos futuros do petróleo Brent chegaram a subir US$ 15,51, o equivalente a 16,7%, alcançando US$ 108,20 por barril, movimento que coloca o indicador no caminho para registrar o maior salto de preço em um único dia. Já os contratos do petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançaram US$ 14,23, ou 15,7%, sendo negociados a US$ 105,13 por barril.
A tensão no mercado também está relacionada à redução no fornecimento por parte de alguns dos principais produtores mundiais. Além disso, as preocupações com a segurança no transporte marítimo aumentaram significativamente diante do avanço da guerra na região.
As dificuldades na movimentação de navios-tanque já começaram a desacelerar o transporte marítimo, afetando especialmente compradores asiáticos que dependem do petróleo bruto do Oriente Médio. A situação é considerada delicada porque a crise se concentra nas proximidades do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo.
O mercado livre de energia elétrica segue em expansão acelerada no Brasil. Esse ambiente de contratação livre registrou, em 2025, a entrada de mais de 21,7 mil novos consumidores, totalizando aproximadamente 85 mil participantes, responsáveis por cerca de 43% de toda a eletricidade consumida no país. Esse avanço reforça a modernização do setor elétrico nacional e a adesão crescente de empresas e empreendimentos a um modelo que oferece mais autonomia, competitividade e liberdade na contratação de energia, inclusive de fontes renováveis.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a expansão do mercado livre de energia representa um passo estratégico para fortalecer a segurança energética, além de estimular a atração de investimentos e preparar o setor para um ambiente mais aberto, competitivo e alinhado às necessidades do consumidor.
“O crescimento do mercado livre de energia mostra como o país está avançando na modernização do setor elétrico. Estamos ampliando a liberdade de escolha do consumidor, promovendo mais competitividade e criando um ambiente favorável à atração de investimentos em todas as regiões brasileiras. Agora, com a Reforma do Setor Elétrico, a abertura do mercado para os pequenos consumidores (baixa tensão) será feita de forma gradual e responsável, sempre com um olhar voltado para a segurança energética e para as necessidades da população”, disse.
O secretário municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente de Brumado, Agno Meira, recebeu em seu gabinete a visita de Wellington Oliveira e Daniela Maisk, representantes da Bahiagás, empresa responsável pela implantação do Gasoduto do Sudoeste.
Durante o encontro, foram discutidos detalhes relacionados ao início das obras do empreendimento, considerado um marco para o desenvolvimento regional. O projeto tem como objetivo ampliar o fornecimento de gás natural na região, beneficiando tanto o setor industrial quanto as residências.
De acordo com o secretário Agno Meira, a gestão municipal, sob a liderança do prefeito Fabrício Abrantes, tem mantido um diálogo contínuo e produtivo com a companhia para assegurar que a implantação do gasoduto traga impactos positivos para Brumado e municípios vizinhos.
“O prefeito Fabrício Abrantes e sua equipe têm mantido um diálogo produtivo com a empresa, visando garantir que essa iniciativa traga benefícios para a nossa região. Estamos falando de desenvolvimento socioeconômico, oportunidades de emprego e fornecimento de gás natural para indústrias e residências”, destacou o secretário.
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) uma redução de 4,9% no preço da gasolina vendida às distribuidoras. Com a medida, o preço médio de venda nas refinarias passa a ser de R$ 2,71 por litro, representando uma queda de R$ 0,14 por litro.
A última redução havia sido realizada em junho deste ano, quando o preço foi reajustado para R$ 2,85 por litro, com corte de R$ 0,17. Esta é a segunda redução no valor da gasolina em 2025, acumulando queda de R$ 0,31 por litro, equivalente a 10,3% no ano.
Para o diesel, a Petrobras informou que não haverá alteração neste momento. Desde março de 2025, a estatal realizou três reduções consecutivas, e desde dezembro de 2022, a queda acumulada nos preços do diesel para as distribuidoras, considerando a inflação, é de 35,9%.
Segundo a companhia, os ajustes seguem sua política de preços, que considera as condições de mercado, custos logísticos e variações cambiais.
A CDL Brumado acaba de firmar uma parceria inédita com a Alexandria Energia, uma das maiores plataformas de energia limpa e compartilhada do país, com o objetivo de levar economia real na conta de luz para todos os associados, empresários e também para o público em geral da cidade e região.
A iniciativa está sendo conduzida pelo Consultor Oficial Lex, Perilsôn D Souza, que representa a Alexandria em Brumado e Região está à frente da expansão desse projeto inovador que permite economizar de 5% a 12% todos os meses, sem a necessidade de instalar placas solares, fazer obras ou pagar qualquer valor inicial.
Como funciona o desconto?
O modelo adotado é 100% digital, regulamentado pela Lei Federal 14.300/2022, aprovado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), e atende tanto pessoas físicas quanto jurídicas (residências, comércios, condomínios, indústrias).
Além disso, não há fidelidade e o cliente pode cancelar quando quiser, com total liberdade. A adesão é simples, rápida e a economia já pode começar no próximo ciclo de faturamento.
Um passo importante para o desenvolvimento sustentável local
Com essa parceria, a CDL Brumado reforça seu papel de protagonismo no apoio ao comércio local, trazendo soluções modernas, sustentáveis e acessíveis que geram impacto positivo na economia de empresas e famílias.
Segundo Perilsôn D Souza, a expectativa é atender milhares de contas de energia em Brumado nos próximos meses: “Essa parceria com a CDL nos dá ainda mais força para expandir e ajudar os empresários da cidade a reduzirem custos fixos. É uma solução prática, segura e que já está transformando a realidade de milhares de brasileiros.”
Como aderir?
Basta entrar em contato com o Consultor Lex oficial em Brumado e enviar a fatura da conta de energia, junto com documentação do titular da energia. A simulação é gratuita e o processo é totalmente digital: WhatsApp (77) 9 9968-4882 “Quero economizar luz com a Alexandria”
De uma ponta a outra da Bahia, os investimentos em energias renováveis têm ido além de um forte incentivo à transição energética e produção de energia limpa. As 441 usinas eólicas e solares já geraram 167 mil postos de trabalho e tem transformado a vida de milhares de baianos que puderam retornar aos seus lares, no interior do Estado, com um emprego formal e renda digna. E mais do que isso, viram de perto o crescimento dos seus municípios com ações voltadas para a educação, saúde, desenvolvimento rural e cultura. Estima-se que, até 2030, a geração de emprego dobre e chegue a 822 mil novas oportunidades com a construção de mais empreendimentos como estes. A equipe de reportagem da Secretaria de Comunicação Social do Governo da Bahia (Secom) percorreu quase dois mil quilômetros em busca de histórias reais e desafiadoras. Oeste, Sudoeste e Chapada Diamantina foram as regiões escolhidas, locais que possuem alguns dos maiores parques de energia limpa do estado. A primeira parada foi em Bom Jesus da Lapa, distante 796 km da capital. A cidade, que atrai turistas de todo o mundo por sua forte tradição religiosa, é sede do maior parque solar do país: o Complexo Solar da Lapa, empreendimento da CGN Brazil Energy. Construído em 2016, a unidade abriga dois parques com 500 mil painéis solares instalados. O equipamento gerou mais de 1.200 empregos diretos e indiretos, sendo 44% de mão de obra local.
Com 168 novas usinas de geração de energia em funcionamento, o Brasil fechou o primeiro semestre de 2024 com um incremento de 5,7 gigawatts (GW) de potência instalada na matriz elétrica. O número representa um aumento de 18,7% em relação ao primeiro semestre de 2023 e um recorde nos últimos 27 anos para o período. Apenas em junho deste ano, houve um incremento de 889,51 megawatts (MW) com a entrada em operação de 27 usinas, sendo 13 eólicas, 10 fotovoltaicas e quatro termelétricas. A matriz elétrica é o conjunto de fontes disponíveis para a geração de energia elétrica em um país, como hidrelétricas, usinas eólicas, solares e termelétricas. Expansão: Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a previsão de crescimento da geração de energia elétrica do país para 2024 é de 10,1 GW, menor que a do ano passado, quando houve crescimento de 10,3 GW. Atualmente, a capacidade instalada de energia elétrica do Brasil, ou seja, a quantidade máxima de produção de energia do país, soma 203,8 gigawatts. Desse total em operação, 84,62% das usinas são consideradas renováveis. As quatro maiores fontes renováveis que compõem a matriz de energia elétrica brasileira são a hídrica (53,88%), eólica (15,22%), biomassa (8,31%) e solar (7,2%). Entre as fontes não renováveis, as maiores são gás natural (8,78%), petróleo (3,92%) e carvão mineral (1,7%).
As famílias de baixa renda não poderão sofrer corte de energia elétrica até o fim do ano por falta de pagamento. A medida, que já estava em vigor e valia até o fim de julho foi prorrogada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A ideia é proteger as famílias que mais precisam, como explicou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. “No setor de Energia Elétrica, vislumbramos que nossa prioridade deveria estar centrada na redução da pressão sobre os consumidores de baixa renda”. Para a diarista, Luzia Ferreira de Lima, que vive em Itapoã (DF), a medida veio em boa hora já que, segundo ela, com a pandemia muita gente está sem emprego. “Achei muito bom. Já é uma conta a menos para a gente voltar a pagar”, disse. A medida também vale para unidades onde more pessoa que dependa de equipamentos elétricos essenciais à preservação da vida; pessoas que deixaram de receber a fatura impressa sem autorização do consumidor; e locais sem postos de arrecadação em funcionamento ou nos quais a circulação de pessoas seja restringida por ato do poder público. Quem não se enquadra nesses requisitos pode ter a energia cortada por inadimplência a partir de agosto. Mas de acordo com a Aneel, a distribuidora deve enviar ao consumidor nova notificação sobre existência de pagamentos pendentes, ainda que já tenha encaminhado em período anterior para o mesmo débito. Além disso, é proibido efetuar cortes por falta de pagamento às sextas, aos sábados, domingos, feriados e dias que antecedem feriados. Ainda segundo o ministro Bento Albuquerque, o governo trabalha tanto para proteger quem não tem condições de pagar a conta de luz nesse momento como também para garantir a retomada do setor. “As condições estão voltando para a normalidade e nós temos que priorizar as nossas ações naquilo que é o mais importante, principalmente, para que os consumidores não tenham impacto nas tarifas que poderão representar não só a inadimplência, mas também impactos na própria retomada da atividade econômica”.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou que a bandeira tarifária é verde no mês de fevereiro, o que significa que não haverá custo adicional na conta de luz. Segundo a Aneel, o acionamento deve-se à previsão mais positiva de chuvas nas regiões onde se localizam os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A expectativa é de que ocorra recuperação mais intensa do armazenamento ao longo de fevereiro. Essa condição mais favorável resulta no aumento da produção das hidrelétricas e de sua participação relativa no atendimento à demanda de energia do SIN. Com isso, diminui-se a necessidade de acionar o parque termelétrico que tem custo maior para produção de energia, o que contribui para reduzir o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) - as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel e sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente. A Aneel orienta que, mesmo com o acionamento da bandeira verde, é importante que o consumidor mantenha ações relacionadas ao uso consciente de energia e evite o desperdício.
A Coelba informa que o fornecimento de energia elétrica será temporariamente interrompido das 09 ás 15h de segunda-feira (28), nos seguintes locais da zona rural de Brumado: Povoado Ariri, Fazenda Lagoa da Velha e Fazenda Hortêncio. O desligamento será necessário para que os técnicos da empresa realizem, com segurança, serviços de melhoramento na rede elétrica do local. A interrupção programada, excepcionalmente, poderá ser cancelada sem aviso prévio, caso as condições atmosféricas não permitam a realização dos trabalhos ou ocorra alguma situação de contingência que impossibilite as manobras para desligar a rede elétrica. Para evitar acidentes, a Coelba recomenda que eventuais reparos nas instalações elétricas internas ou em equipamentos sejam feitos com a chave geral desligada e os aparelhos retirados das tomadas mesmo durante o período da interrupção de energia, pois o fornecimento pode ser restabelecido antes do horário previsto. A Coelba agradece aos seus clientes e se coloca à disposição para os esclarecimentos necessários.
Conforme anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na tarde de sexta-feira (27), a bandeira tarifária de outubro será amarela. Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A medida representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando a agência adotou a bandeira tarifária vermelha, no patamar 1, com acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos. Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse a Aneel, em nota.
O Brasil aumentou a geração de energia eólica em 17,8% entre janeiro e julho deste ano, segundo boletim da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). As usinas que utilizam os ventos como insumo para a produção de eletricidade somaram 4.470 megawatts (MW) médios entregues nos primeiros sete meses do ano, frente aos 3.793,9 MW médios gerados no mesmo período de 2017. O documento informa que a representatividade eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do sistema alcançou 7% em 2018. Já a fonte hidráulica foi responsável por 74,5% do total e as usinas térmicas responderam por 18,1%. Segundo a Câmara, atualmente 520 usinas eólicas estão em operação comercial no País. Até o final de julho, a capacidade instalada dessas usinas somou 13.240,10 MW. A Região Nordeste domina a produção de energia movida por ventos: dos dez maiores produtores, oito são da região. O Rio Grande do Norte tem a maior capacidade instalada, somando 3.592,25 MW. Em seguida, aparecem Bahia (2.907,64 MW), Ceará (2.249,06 MW), Rio Grande do Sul (1.777,87 MW) e Piauí (1.443,10 MW). O Rio Grande do Norte é também o maior produtor de energia eólica no Brasil, com 1.244,8 MW médios de energia entregues nos primeiros sete meses de 2018. Na sequência, aparecem a Bahia com 1.094,8 MW médios produzidos, o Piauí com 576,9 MW médios, o Rio Grande do Sul com 569,9 MW médios, e o Ceará, com 553,4 MW médios.