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O município de Brumado registrou um desempenho expressivo na geração de empregos formais no mês de fevereiro, alcançando a terceira posição entre os municípios baianos com maior número de vagas criadas. Ao todo, foram mais de 580 novos postos de trabalho com carteira assinada, resultado que foi comemorado pelo prefeito Fabrício Abrantes.
O gestor destacou que o resultado reflete o momento de crescimento econômico vivido pela cidade, impulsionado por investimentos públicos, fortalecimento do comércio local e parcerias institucionais que vêm contribuindo para o aquecimento do mercado de trabalho.
“Brumado ficou em terceiro lugar entre os mais de 400 municípios em geração de emprego. Foram mais de 580 empregos com carteira assinada apenas no mês de fevereiro. Isso é fruto de trabalho, de desenvolvimento, do comércio acreditando e das obras do poder público somadas às parcerias. Tudo isso tem gerado emprego, renda e oportunidades para a nossa população”, afirmou.
Segundo o prefeito, o cenário positivo já era uma meta traçada desde o início da gestão, com foco na transformação do município em um polo de desenvolvimento regional. “Esse foi um compromisso que assumimos no início do governo, de transformar Brumado em um canteiro de obras, e isso já está acontecendo”, completou.
Fabrício Abrantes também destacou o impacto social de investimentos na área da saúde, como a implantação do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), que, segundo ele, terá papel importante na reinserção de pessoas no mercado de trabalho.
“Hoje mesmo aqui no CAPS, a gente fica muito feliz porque essas pessoas que serão recuperadas terão, se Deus quiser, a oportunidade de reingressar no mercado de trabalho. Pessoas que enfrentam o alcoolismo ou a dependência de drogas serão tratadas e poderão voltar a ter uma vida produtiva. Brumado está se tornando um verdadeiro canteiro de obras, gerando emprego, renda e oportunidades para quem quer crescer”, destacou o prefeito.
A Bahia registrou a criação de 6.890 novos empregos formais com carteira assinada no mês de fevereiro, conforme dados do Novo Caged divulgados nesta terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado é fruto de 86.927 admissões contra 80.037 desligamentos no período.
Entre os municípios baianos, Brumado se destacou ao ocupar a terceira posição no ranking de geração de empregos, com saldo positivo de 580 novas vagas formais. O município ficou atrás apenas de Salvador, que liderou com 1,2 mil postos, e Camaçari, com 619 vagas, superando cidades como Feira de Santana (607) e Barreiras (376).
No recorte por setores, quatro dos cinco principais grupamentos econômicos apresentaram desempenho positivo no estado. O setor de Serviços liderou a geração de empregos, com a criação de 3,8 mil vagas, seguido pela Construção, com 1,9 mil novos postos. Também tiveram saldo positivo a Agropecuária, com 788 vagas, e a Indústria, com 676. O único setor com resultado negativo foi o Comércio, que registrou perda de 408 empregos.
O levantamento também aponta que a maioria das vagas criadas na Bahia foi ocupada por mulheres, que preencheram 4,3 mil postos, enquanto os homens ficaram com 2,5 mil. Trabalhadores com ensino médio completo foram os mais beneficiados, ocupando 4,7 mil vagas. Já os jovens entre 18 e 24 anos lideraram o saldo de contratações, com 4,5 mil novos empregos.
Em nível nacional, o Novo Caged registrou saldo positivo de 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro de 2026, resultado de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. No acumulado do ano, entre janeiro e fevereiro, o país já soma 370.339 novos postos formais, elevando o estoque total para 48.837.602 trabalhadores, um crescimento de 2,2%.
O salário médio real de admissão no Brasil foi de R$ 2.346,97 em fevereiro, com queda de R$ 55,91 (-2,3%) em relação a janeiro. Na comparação com o mesmo mês de 2025, houve aumento de R$ 62,94 (+2,75%). Entre os trabalhadores típicos, o salário médio foi de R$ 2.393,17, enquanto os não típicos receberam, em média, R$ 2.072,75.
A Bahia gerou 270.312 empregos formais entre o início de 2023 e novembro de 2025, contribuindo para que o Brasil superasse, no período, a marca histórica de 5 milhões de novos vínculos com carteira assinada em todo o país. Os dados do Novo Caged foram divulgados no final de dezembro pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com isso, o estoque de vínculos formais no estado passou de 1.981.145 no final de 2022 para 2.251.457 em novembro de 2025 – no 11º mês do ano passado, o saldo ficou positivo em 8.763 vagas.
Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo na Bahia no acumulado de 2023 até novembro de 2025. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 158.105 vagas. Em seguida aparecem o Comércio, com 49.836 postos; a Indústria, que gerou 31.189 vínculos; a Construção (16.779) e a Agropecuária (14.395).
MUNICÍPIOS – Salvador foi o município baiano com maior saldo de empregos formais entre o início de 2023 e novembro de 2025, tendo gerado 82.841 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem Feira de Santana, com saldo de 20.624 vínculos, e Lauro de Freitas, com saldo de 15.133.
Em novembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 7.374 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 70.975 admissões e 63.601 desligamentos. Trata-se do 11º mês seguido com saldo positivo. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 4.201 postos de trabalho celetista no mês. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). Na Bahia, o saldo de novembro se revelou superior ao de outubro (+5.832 postos) e ao do mesmo mês do ano passado (+3.929 postos). No entanto, dos onze meses deste ano, o resultado de novembro somente se mostrou melhor do que os dos meses de janeiro (+3.892 postos), de julho (+5.219 vagas) e o de outubro (+5.832 postos) – ou seja, trata-se do quarto menor saldo mensal do ano até agora. Com o saldo de novembro, a Bahia passou a contar com 1.991.556 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,37% sobre o quantitativo do mês imediatamente anterior. O município de Salvador, por sua vez, contabilizou 627.342 vínculos, indicando assim um aumento de 0,67% sobre o montante de empregos existente em outubro.
Em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 11.518 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 82.230 admissões e 70.712 desligamentos. Trata-se do oitavo mês seguido com saldo positivo. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 3.724 postos de trabalho celetista no mês. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). Na Bahia, o saldo de agosto revelou-se superior ao de julho (+5.147 postos) e inferior ao do mesmo mês do ano passado (+17.749 postos). Além do mais, dos oito meses deste ano, o resultado de agosto somente não se mostrou melhor do que o do mês de abril (+11.641 postos) – ou seja, trata-se do segundo melhor saldo mensal do ano até agora. Com o saldo de agosto, a Bahia passou a contar com 1.969.175 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,59% sobre o quantitativo do mês imediatamente anterior. O município de Salvador, por sua vez, contabilizou 618.696 vínculos, equivalente a um aumento de 0,61% sobre o montante de empregos existente em julho. No mês, o Brasil computou um saldo de 220.844 vagas, enquanto o Nordeste registrou 63.774 novos postos – representando variações relativas de 0,51% e 0,89% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,59%), portanto, de julho a agosto, exibiu um aumento relativo do estoque de vínculos maior do que o do país e menor do que o da região nordestina.
A CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Brumado estabeleceu uma parceria estratégica com uma empresa especializada para facilitar a contratação de estagiários e realizar processos seletivos de emprego para empresas da cidade de Brumado e região. Essa iniciativa visa tanto beneficiar os estudantes que buscam sua primeira experiência no mercado de trabalho, gerando comprometimento e gratidão, quanto contribuir para o desenvolvimento profissional desses jovens. A contratação de estagiários oferece uma excelente oportunidade para as empresas compartilharem seus conhecimentos e moldarem profissionais que se identifiquem com a cultura e os valores da organização. Além disso, a modalidade de contratação de estagiários, regida pela Lei 11.788/2008, proporciona uma redução significativa nos custos trabalhistas, uma vez que não incidem diversos encargos sobre a remuneração, como décimo terceiro salário, provisão de férias, FGTS, INSS e multa rescisória, entre outros. Os interessados em aproveitar essa oportunidade podem entrar em contato diretamente com a sede da CDL de Brumado, através dos telefones 77-34411222 ou 77-991998842. Ao ligar, solicite falar com Fernando Coelho, que está à disposição para fornecer mais informações sobre a contratação de estagiários e os processos seletivos de emprego disponíveis.
Em janeiro deste ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 3.629 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 69.209 admissões e 65.580 desligamentos. Com este saldo, o estado passou a contar com 1.905.178 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,19% sobre o quantitativo do mês anterior. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). Entre as unidades federativas do país, 16 delas criaram vagas no mês de janeiro. O país computou um saldo de 83.297 novas vagas, enquanto o Nordeste fechou 133 postos – o que significou variação relativa de 0,20% e estabilidade comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Em termos absolutos, a Bahia (+3.629 postos) ocupou a primeira posição na geração de postos celetistas entre os estados nordestinos. No conjunto dos 27 entes federativos, ficou na oitava colocação. Em termos relativos à variação do estoque, também se localizou em primeiro lugar no Nordeste e na décima colocação no país.
Em abril, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 15.416 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 73.891 admissões e 58.475 desligamentos. Com este saldo, o estado passou a contar com 1.843.144 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,84% sobre o quantitativo do mês anterior. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). No mês, o Brasil computou um saldo de 196.966 vagas, enquanto o Nordeste registrou um ganho 29.813 postos – o que representou variações relativas de 0,48% e 0,45% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Das 27 unidades federativas do país, apenas duas não apontaram crescimento do emprego celetista em abril deste ano. Em termos absolutos, com 15.416 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a primeira posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês. Dentre os entes federativos, ficou na quarta colocação. Em termos de relativos, com variação percentual de 0,84%, também se situou na primeira posição no Nordeste e na quarta no país.
Levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPEs) apresentaram saldo positivo de geração de empregos em fevereiro.Segundo a pesquisa divulgada hoje (7), os pequenos negócios foram responsáveis por 220.066 novos postos de trabalho no segundo mês de 2022, chegando a cerca de 67% do volume total, que inclui empreendimentos de todos os portes. O setor de serviços foi o que mais contratou entre os micro e pequenos empreendimentos, somando 134.024 novos empregos. Na sequência, a construção civil registrou a abertura de 31.517 novos postos de trabalho.
Com a abertura de 201,7 mil novos postos de trabalho, as micro e pequenas empresas foram as responsáveis por 79,7% das 253 mil vagas criadas no mês de outubro. O levantamento é do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nos meses anteriores, segundo o Sebrae, esse percentual girava em torno de 70%. Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, mesmo com a nova metodologia adotada pelo Caged, as micro e pequenas empresas (MPE) mantiveram o bom desempenho apresentado desde a retomada da geração de empregos no país. “Mesmo com um quantitativo menor do que o observado nos últimos meses, devido à mudança de metodologia, os pequenos negócios são os que mais têm ajudado no aumento da criação dos novos postos de trabalho no país. São eles os grandes responsáveis pelo sustento de milhões de famílias brasileiras”, ressaltou Melles, em nota.
Os pequenos negócios apresentaram um saldo positivo de 2.094.812 empregos com carteira assinada, o que significa 71,8% das vagas criadas no país. Número quase três vezes superior ao das médias e grandes que contrataram, entre julho de 2020 e julho de 2021, 717.029 trabalhadores, segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
Apenas em junho de 2021, as micro e pequenas empresas (MPE) apresentaram 871.197 admissões contra 654.801 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 216.396 empregos gerados. Esse montante equivale a 70% do total de empregos no território nacional. Já as médias e grandes empresas (MGE) fizeram 663.993 admissões contra 596.048 desligamentos, com saldo positivo de 67.945 empregos, o que equivale a 21,9% do total gerado no país.
A Bahia liderou a geração de emprego no Nordeste em março de 2021, com a criação de 9.820 postos de trabalho com carteira assinada. O resultado positivo decorre da diferença entre 57.868 admissões e 48.048 desligamentos. Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou nesta quarta-feira (28) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged, sistematizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan). No terceiro mês do ano, no Nordeste, cinco estados criaram posições de trabalho. A Bahia (+9.820 postos) foi acompanhada pelo Maranhão (+3.629 postos), Rio Grande do Norte (+2.116 postos), Paraíba (+2.082 postos) e Piauí (+1.236 postos). Em contrapartida, Alagoas (-8.310 postos), Pernambuco (-2.762 postos), Ceará (-1.564 postos) e Sergipe (-1.457 postos) encerraram posições celetistas.
Segundo levantamento realizado pelo Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), Brumado entrou no quinto mês consecutivo com saldo negativo na geração de empregos. Os dados são referentes a contratações e admissões de trabalhadores formais e foram divulgados na última sexta-feira (21). De acordo com informações da Agência Sertão, desde março, 1.260 pessoas perderam o emprego no município. Cerca de 9,15% de todas as vagas existentes em Brumado foram fechadas no período, uma média de 8,4 carteiras assinadas que receberam baixa por dia: foram 1.204 admissões contra 2.464 demissões . A construção civil foi o setor que mais demitiu - do total de vagas fechadas, 750 deixaram de existir, o que corresponde a 59,5%. Nos meses de janeiro e fevereiro, anteriores a crise econômica em virtude da Covid-19, foram criadas 413 novas vagas.
O faturamento do setor de turismo no Brasil registrou aumento de 2,2% em 2019, de acordo com o ICV-Tur – índice da pesquisa elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). É o melhor desempenho do setor desde 2017, totalizando R$ 238,6 bilhões, acréscimo de R$ 5,1 bilhões em relação ao ano anterior. Outro número expressivo foi a criação de 35.692 novos postos de trabalho, o que representa alta de 163,6% em relação às vagas criadas 2018. Todos os segmentos de serviços turísticos indicaram aumento de vendas em relação a 2018. Transporte de passageiros (5,3%) foi o que apresentou a maior elevação, seguido de Hotéis e Similares (3,3%). O Sudeste se destacou no faturamento do País, com vendas no montante de R$ 147 bilhões. A região respondeu por 61,6% do faturamento do setor turístico no ano passado, seguida pelo Sul (15,9%) e pelo Nordeste (12,6%). O Estado de São Paulo liderou, respondendo por 40,5% do faturamento no País. “Os resultados alcançados apenas reafirmam todo o potencial para geração de empregos e renda do nosso segmento”, disse. “O Ministério do Turismo, seguindo a política do governo do presidente Jair Bolsonaro, tem adotado uma série de medidas para tirar o peso do Estado das costas do empresário e, assim, possibilitar que melhores condições sejam oferecidas aos turistas”, disse o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, explica que o setor de turismo acompanhou, no ano passado, a gradual recuperação da economia do País. “Como previsto, o faturamento do turismo acompanhou os indicativos de alta em 2019, em sinergia com a performance esperada para a economia”, avalia. De acordo com a pesquisa da CNC e de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a criação de 35.692 novos postos de trabalho significa aumento de 163,6% em relação às vagas abertas no setor em 2018. Hoje, são 2,9 milhões de trabalhadores no setor, sendo 67% nas atividades de hospedagem e alimentação.
O setor de serviços em Brumado contratou 1.355 novos funcionários em 2019, conforme levantamento realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo o relatório, nos dez primeiros meses do ano de 2019, a Capital do Minério apresentou saldo positivo em relação à empregos com carteira assinada, um crescimento equivalente a 61,84%. A segunda área que mais empregou, segundo a pesquisa, ao longo dos 10 meses, foi a construção civil. Foram cerca de 1.165 contratações com carteira assinada, contra 862 demissões. A terceira área que mais contratou em 2019 foi o comércio, com cerca de 837 novos funcionários e realizou 786 demissões. No setor mineral, houve a contratação de apenas 87 trabalhadores e demissão de cerca de 130.
O setor de Serviços liderou a geração de empregos formais na Bahia em 2018. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia, o segmento foi responsável por 30.557 novos postos de trabalho. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan). “Este segmento da economia continua firme em 2019, sendo o segundo que mais gerou empregos formais até o mês de setembro, com saldo positivo de 10.800 novos postos, atrás apenas da Construção Civil, com 15.240 no mesmo período, contribuindo, assim, para que a Bahia siga líder do Nordeste na geração de novos empregos com carteira assinada”, destaca o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro. O estudo revelou ainda a predominância do setor, com 767.226 postos, correspondendo a 33,9% do pessoal ocupado no ano de 2018. Em dezembro do ano passado, o estado contabilizava 2.261.558 empregos formais, um ganho de 37.783 postos comparativamente ao registrado em dezembro de 2017, posicionando a Bahia como a quinta maior geração entre os estados brasileiros com expansão de 1,7% no total de empregos formais. Outros cinco setores de atividade econômica revelaram incremento no estoque de empregos formais no período: Administração Pública (+5.123 postos, 0,85%), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+3.509 postos, 16,60%), Extrativa Mineral (+2.104 postos, 14,26%), Construção Civil (+1.241 postos, 1,19%) e Indústria de Transformação (+625 postos, 0,29%).
Conforme levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (17) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o Brasil gerou 157.213 vagas de empregos formais em setembro. É o melhor setembro desde 2013, quando foi registrado resultado positivo de 211.068 vagas. Pela primeira vez no ano, todas as 27 unidades da federação apresentaram resultado positivo na oferta de vagas formais de trabalho. No acumulado dos nove primeiros meses de 2019, o país tem a geração de 761.776 empregos, o que representa elevação de 1,98% no estoque total (que atingiu 39.172.204 empregos formais ao final de setembro deste ano). Nos nove primeiros meses do ano passado, o Brasil tinha gerado 719.089 novos empregos. O resultado acumulado entre janeiro e setembro deste ano, portanto, é 6% melhor que o de igual período do ano passado. O emprego formal teve resultados positivos em sete setores econômicos em setembro e saldo negativo em apenas um setor. Os setores com números positivos foram Serviços (+64.533 vagas); Indústria da Transformação (+42.179); Comércio (+26.918); Construção Civil (+18.331); Agropecuária (+4.463); Extrativa Mineral (+745) e Administração Pública (+492). O único setor com resultado negativo foi o de Serviços Industriais de Utilidade Pública (-448 vagas). Por regiões, o Nordeste apresentou o maior saldo positivo em setembro, com a oferta de 57.035 postos. Em segundo lugar ficou o Sudeste (+56.833 vagas) e em terceiro, o Sul (+23.870). O Centro-Oeste ficou em quarto lugar em setembro (+10.073 vagas) e o Norte, em quinto (+9.352). Os Estados que mais geraram empregos em setembro foram São Paulo (+36.156 postos), Pernambuco (+17.630) e Alagoas (+16.529).
O setor da Construção Civil lidera a geração de postos de trabalho com carteira assinada na Bahia em 2019. Nos oito primeiros meses do ano, de janeiro a agosto, foram 12.794 novos empregos gerados pelo setor, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan). A Construção Civil é seguida pelo segmento de Serviços, que gerou 9.941 novas oportunidades na Bahia no mesmo período, contribuindo para que o estado mantenha a liderança no Nordeste, com 32.587 novos empregos. O secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, avalia positivamente o desempenho do setor e ressalta a influência das ações do Governo do Estado. “O bom desempenho da Construção Civil vem sendo determinante para a geração de empregos muito em função das obras públicas tocadas pelo Governo do Estado em toda a Bahia. São hospitais, policlínicas, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, habitações populares e escolas. Mas vale destacar que sete setores de atividade registraram saldos positivos, mantendo a Bahia na liderança do Nordeste na geração de trabalho com carteira assinada”, afirma. Nos primeiros oito meses de 2019, os sete setores de atividade que registraram saldos positivos foram Construção Civil (+12.794 postos), Serviços (+9.941 postos), Indústria de Transformação (+5.879 postos), Agropecuária (+5.338 postos), Administração Pública (+581 postos), Extrativa Mineral (+496 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+478 postos). No setor da Construção Civil, somente as obras de infraestrutura garantiram 7.705 novos empregos, enquanto os serviços especializados para construção geraram 3.583 novos postos de trabalho. Já em Serviços, as atividades de atenção à saúde humana ficaram responsáveis por 4.840 empregos formais, enquanto a Educação criou 2.918 novas vagas de trabalho.
O país registrou uma taxa de desemprego de 12,5% no trimestre encerrado em abril deste ano. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa é superior à registrada no trimestre encerrado em janeiro deste ano (12%) mas inferior à observada no trimestre encerrado em abril de 2018 (12,9%). A população desocupada ficou em 13,2 milhões, 4,4% a mais do que no trimestre encerrado em janeiro (mais 552 mil pessoas), mas estatisticamente estável ante o trimestre encerrado em abril de 2018 (13,4 milhões de pessoas). Segundo o IBGE, a população ocupada, de 92,4 milhões de pessoas, mostrou estabilidade na comparação com o trimestre anterior (92,3 milhões de pessoas) e cresceu 2,1% (mais 1,94 milhão) na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2018 (90,4 milhões de pessoas).
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado da Bahia teve saldo positivo na geração de empregos, em abril. No período, foram abertos 10.093 novos postos de trabalho, uma variação de 0,59% em relação ao estoque do mês anterior. Em abril, todos os setores da economia baiana tiveram saldo positivo. Os destaques foram Agropecuária, com a geração de 2,4 mil novos postos, Indústria de Transformação (2,4 mil) e Serviços (2,3 mil). A Construção Civil (1,5 mil) também apresentou resultado expressivo no mês.
De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, a Bahia gerou 2.569 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2019. O resultado decorre da diferença entre 46.742 admissões e 44.173 desligamentos. Todos os outros estados da região Nordeste apresentaram desempenho negativo em março: Alagoas (-9.636 postos), Pernambuco (-6.286 postos), Ceará (-4.638 postos), Rio Grande do Norte (-2.033 postos), Sergipe (-1.150 postos), Paraíba (-919 postos), Maranhão (-830 postos) e Piauí (-805 postos). No acumulado do ano, o saldo totalizado foi positivo (+11.179 postos). Sete setores de atividade registraram saldos positivos: Construção Civil (+5.501 postos), Serviços (+4.649 postos), Indústria de Transformação (+1.779 postos), Agropecuária (+1.499 postos), Administração Pública (+557 postos), Extrativa Mineral (+229 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+96 postos).
O saldo de empregos com carteira assinada gerados no primeiro semestre deste ano foi de 392 mil em todo o país, um valor 452,37% superior ao mesmo período de 2017, quando foram criados 71 mil novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (13) pelo Ministério do Trabalho. Com esse resultado, na comparação entre os primeiros seis meses de cada ano, em 2018 foram criadas 321 mil vagas a mais do que no ano anterior. Dos oito setores da economia, sete tiveram saldo positivo nos primeiros seis meses deste ano. O melhor desempenho foi no segmento de serviços, que chegou ao final do primeiro semestre com 279.130 postos de trabalho criados, seguido pela indústria de transformação, que gerou 75.726 vagas, e a agropecuária, que gerou 70.334 empregos novos. Já o comércio fechou 94.839 postos de trabalho com carteira assinada. A taxa de desemprego, segundo a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada em agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), abrange 12,3% da população economicamente ativida, volume 0,6% menor do que o apurado em março. O número representa um contigente de 12,9 milhões de pessoas sem trabalho no país.