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O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ednaldo Rodrigues desistiu do recurso protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que o afastou do comando da entidade. Na semana passada, o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Gabriel de Oliveira Zefiro determinou o afastamento de Ednaldo e indicou Fernando Sarney, um dos vice-presidente da CBF, para atuar como interventor da entidade. Na manifestação enviada ao Supremo nesta segunda-feira (19), Ednaldo defendeu sua gestão à frente da CBF e disse que desistiu do recurso pelo "profundo desejo de restaurar a paz no futebol brasileiro". "Este gesto, sereno e consciente, representa o esforço do peticionário em deixar para trás este último ato do litígio, rejeitar narrativas que ferem sua honra e de sua família, e reafirmar, diante dessa Suprema Corte, como sempre fez, seu compromisso com o respeito à Justiça, à verdade dos fatos e à estabilidade institucional da CBF", afirmou. No sábado (17), a CBF publicou o edital para as eleições de 25 de maio, que vão escolher o novo presidente da entidade. Domingo (18), o médico Samir Xaud, presidente eleito da Federação Roraimense de Futebol, oficializou sua candidatura à presidência da entidade, a única apresentada até o momento. A chapa de Samir Xaud, Futebol para Todos: Transparência, Inclusão e Modernização, teve o registro subscrito por 25 federações, além de dez clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro masculino.
O desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), determinou nesta quinta-feira (16) o afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão inclui a nomeação de Fernando Sarney, atual vice-presidente da entidade e membro da oposição interna, como interventor temporário. O magistrado também declarou nulo o acordo que havia sido homologado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que permitiu a permanência de Ednaldo no cargo. Segundo o desembargador, o acordo é inválido devido à "incapacidade mental e possível falsificação da assinatura de um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima, conhecido como Coronel Nunes". Com a decisão, Fernando Sarney assume interinamente a presidência da CBF e foi incumbido de convocar novas eleições "o mais rápido possível", conforme determinado pela Justiça. Sarney, que é vice-presidente da CBF com mandato até março de 2026, não participou da chapa de reeleição de Ednaldo Rodrigues — conduzido ao cargo por aclamação em 24 de março deste ano. O afastamento de Ednaldo reacende a disputa política dentro da entidade máxima do futebol brasileiro e pode ter desdobramentos importantes para a condução do esporte no país. A CBF ainda não se pronunciou oficialmente sobre a decisão judicial.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira (7) o pedido de afastamento do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues. O pedido de afastamento foi feito pela deputada federal Daniela Carneiro (União Brasil/RJ), mais conhecida como Daniela do Waguinho, e Fernando Sarney, vice-presidente da CBF. Entre as alegações apresentadas pela deputada, foi apontada a falsificação da assinatura de Antônio Carlos Nunes de Lima, ex-vice-presidente da entidade, no acordo homologado pelo STF para encerrar a briga judicial pelo comando da confederação. De acordo com a parlamentar, desde 2023, Nunes enfrenta graves problemas de saúde e não teria condições mentais para assinar o documento espontaneamente. Para Mendes, o pedido de afastamento é incabível juridicamente. "Não há que se falar em reconsideração da decisão cautelar, uma vez que ela já esgotou os efeitos e não mais vigora, dada a insubsistência dos requisitos fáticos e jurídicos que outrora legitimaram o seu provimento", justificou o ministro. Apesar de manter Ednaldo no cargo, Gilmar Mendes determinou que a Justiça do Rio de Janeiro investigue a suposta assinatura falsa que teria baseado o acordo homologado. "Os documentos juntados pelos ora peticionantes trazem notícias e graves suspeitas de vícios de consentimento capazes de macular o negócio jurídico entabulado", decidiu.
Primeiro presidente negro e nordestino da história secular da CBF, Ednaldo Rodrigues foi reeleito nesta segunda-feira (24) por unanimidade para um mandato de mais quatro anos (de 2026 a 2030) à frente da entidade. Ele obteve uma votação inédita. Recebeu todos os votos das 27 federações e também todos os votos dos 40 clubes das Séries A e B, totalizando 141 pontos. A chapa “Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza” foi a única inscrita para a eleição, realizada na sede da CBF, no Rio. Com Ednaldo foram eleitos também oito vice-presidentes: Ricardo Nonato Macedo de Lima, Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, Gustavo Oliveira Vieira, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Leite Rozenha, Antônio Roberto Góes da Silva, Leomar de Melo Quintanilha e Rubens Renato Angelotti. A eleição também se estendeu ao Conselho Fiscal, com a aprovação nas urnas dos nomes de José Sergio Oliveira Santos, José Piedade Campos e Elielson Gomes Ferri como membros efetivos, e os de Antonio Felipe Gomes Duarte de Farias, Leonardo Gladson Lemos Otero e Rodrigo de Albuquerque Benevides Mendonça como suplentes. "Hoje, celebramos não apenas a confirmação do nosso trabalho pela reeleição, mas o triunfo da democracia, do diálogo, da liberdade e da autonomia das organizações esportivas. Ao longo dos últimos anos, enfrentamos muitos desafios. Sofremos todo tipo de preconceito e perseguições. Tentaram até um golpe. Resistimos e vencemos! Agradeço a Deus por tudo, à minha família pelo apoio incondicional e a todos que trabalham incansavelmente todos os dias para fortalecer e purificar o futebol brasileiro, em especial à FIFA, a CONMEBOL e a cada um de vocês, representantes de federações e clubes, pela confiança e parceria ao longo desses anos", disse o presidente, em seu discurso de agradecimento.
A chapa “Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza” foi a única apresentada à Comissão Eleitoral da CBF para a eleição da próxima segunda-feira (24) que determinará os ocupantes dos cargos de presidente e vice-presidentes da CBF de março de 2026 a março de 2030. Ela contou com a subscrição das 27 federações estaduais e de 13 clubes da Série A e outros 13 da Série B. A chapa é formada por Ednaldo Rodrigues (candidato a presidente) e os seguintes nomes, indicados como vice-presidentes: Ricardo Nonato Macedo de Lima, Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, Gustavo Oliveira Vieira, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Leite Rozenha, Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva, Leomar de Melo Quintanilha e Rubens Renato Angelotti. “Foi uma união democrática, um processo eleitoral que segue um rito estabelecido pela Fifa, Conmebol e CBF, dentro do seu estatuto, e para o qual tivemos significativas subscrições. Foram 27 federações e também 13 clubes da Série A e 13 clubes da Série B. Com isso, a gente vai procurar fazer um mandato que busque cada vez mais o fomento do futebol brasileiro, lutando pela purificação desse futebol e pela inclusão social e principalmente no combate ao racismo e a todo tipo de discriminação”, disse o presidente Ednaldo, em entrevista à CBF TV.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, anunciou nesta quinta-feira (13) a nova estrutura da Comissão de Arbitragem da entidade. A partir de agora, um Comitê Consultivo de Especialistas Internacionais vai atuar em conjunto com a Comissão com a finalidade de aprimorar a arbitragem nacional e reduzir o número de decisões equivocadas nos jogos de futebol. O Comitê Consultivo de Especialistas Internacionais é formado pelo italiano Nicola Rizolli, que apitou a final da Copa do Mundo de 2014, o argentino Nestor Pitana, árbitro da final da Copa do Mundo de 2018, e o brasileiro Sandro Meira Ricci, que trabalhou nas Copas de 2014 e 2018, também com larga experiência mundo afora. Já a Comissão de Arbitragem da CBF será gerida por uma equipe técnica multidisciplinar, coordenada por Rodrigo Cintra e que contará com outros nomes de peso, como Luís Flávio Oliveira, Marcelo Van Gasse, Fabrício Vilarinho, Luiz Carlos Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e Emerson Filipino Coelho. “É um projeto que com certeza vai trazer frutos para a transparência, dentro e fora de campo da arbitragem nacional. Queremos avançar para que o futebol seja cada vez mais alegre, disciplinado e purificado”, disse o presidente Ednaldo Rodrigues, que parabenizou um a um dos novos auxiliares.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (9) para manter sua própria decisão que determinou o retorno do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, ao cargo. A decisão anterior foi proferida no dia 4 de janeiro deste ano e derrubou uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro que afastou Ednaldo do cargo. Na sessão desta quarta-feira, o plenário começou a decidir se vai referendar essa decisão de Gilmar Mendes. No entanto, um pedido de vista feito pelo ministro Flávio Dino suspendeu o julgamento. Não há data para a retomada da análise do caso, e, com a suspensão, continua em validade a decisão de janeiro que determinou o retorno do presidente ao cargo.
Quase um mês após ter sido destituído da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ednaldo Rodrigues pode retornar ao comando da entidade. No final da tarde desta quinta-feira (4), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar suspendendo a decisão da Justiça do Rio que havia retirado Rodrigues do cargo. O ministro atendeu, em parte, ao pedido do Partido Comunista do Brasil (PcdoB), que ingressou com ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no STF na semana passada, questionando a decisão do TJRJ que retirou Rodrigues do posto.. Além disso, o PcdoB argumentou que havia “risco iminente de não inscrição da seleção brasileira Sub 23 no torneio pré-olímpico, cujo prazo termina nesta sexta (5). Na decisão liminar, Gilmar Mendes, relator do caso, ressalta que a Fifa, entidade máxima que regula o futebol no mundo, encaminhou sucessivos ofícios ao Brasil afirmando não reconhecer como legítimo o interventor indicado pelo TJRJ para a CBF, José Perdiz, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O ministro reitera ainda o risco de a seleção olímpica masculina perder o Pré-olímpico. "Nessa situação, há risco de prejuízo iminente, uma vez que a inscrição de jogadores da seleção brasileira no torneio qualificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, que deve ser ultimada até amanhã (5), restaria inviabilizada".
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tomou uma decisão crucial nesta quarta-feira (13), ao negar o recurso apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que buscava o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência da entidade. A ministra Maria Thereza de Assis Moura foi responsável pela decisão, que mantém o dirigente baiano afastado do comando da CBF. A polêmica teve início na semana passada, quando o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) destituiu Ednaldo Rodrigues da presidência, anulando a eleição realizada em março do ano passado. O tribunal nomeou José Perdiz, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), como interventor, com a missão de convocar um novo pleito em até 30 dias úteis. O recurso apresentado pela CBF, elaborado por uma equipe de advogados renomados, incluindo Pierpaolo Bottini, José Eduardo Cardozo, Rafael Barroso Fontelles e o baiano Gamil Föppel, foi protocolado na segunda-feira (11), poucas horas após a publicação da decisão do TJ-RJ. A defesa argumentou que a entidade poderia ter sua afiliação suspensa pela Fifa e Conmebol, caso a anulação da eleição não fosse cassada. Além disso, solicitou que Ednaldo Rodrigues fosse responsável por convocar um novo pleito, em vez do interventor.
Nesta quinta-feira, a 21ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu afastar Ednaldo Rodrigues do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão dos desembargadores também determinou que José Perdiz, atual presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), assuma interinamente a presidência da CBF pelos próximos 30 dias, com a missão de conduzir uma nova eleição. Além do afastamento de Ednaldo Rodrigues, todos os vices-presidentes da entidade também foram destituídos de seus cargos. A decisão entra em vigor após a sua publicação, prevista para segunda-feira, já que amanhã é feriado no Judiciário. Vale ressaltar que a CBF já não conta com funcionários, pois concedeu férias gerais. Os desembargadores consideraram ilegal o Termo de Acordo de Conduta (TAC) assinado entre o Ministério Público e a CBF. De acordo com o entendimento dos magistrados, o órgão ministerial não teria legitimidade para interferir nos assuntos internos da Confederação, que é uma entidade privada. A decisão foi unânime, e a CBF pretende recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso teve início em 2018, quando o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) moveu uma ação contra a CBF, alegando que o estatuto da entidade não estava em conformidade com a Lei Pelé, que preconiza peso igualitário entre federações e clubes. O então presidente, Rogério Caboclo, foi afastado do cargo por denúncias de assédio sexual, levando Ednaldo Rodrigues, à época vice-presidente, a assumir interinamente. Ednaldo negociou o TAC com o MPRJ, resultando na anulação da eleição de Caboclo, a marcação de uma nova eleição, e sua própria eleição como presidente da CBF. A reviravolta jurídica agora coloca José Perdiz à frente da entidade temporariamente, com a responsabilidade de conduzir os destinos da Confederação até a realização de um novo pleito.
O Campeonato Baiano de Futebol Intermunicipal Ednaldo Rodrigues Gomes foi lançado oficialmente neste sábado (15) pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). O evento ocorreu em Salvador (BA). “É uma honra realizar essa competição. Movimentamos 100 munícipios dos 417 da Bahia. Aquece o interior e fortalece o futebol como um todo. Além disso, gera muitos empregos. O Intermunicipal não é só futebol”, disse Ricardo Lima, presidente da FBF. Uma das novidades para a competição é o aumento da premiação, que distribuirá no total R$ 150 mil. O campeão levará R$ 60 mil, enquanto o vice receberá R$ 40 mil. O terceiro e o quartão ficarão com R$ 25 mil cada. A partir de 2024, a arbitragem passará a ser custeada integralmente pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “A premissa do Intermunicipal é também em valorizar o trabalho é que feito pelas Ligas, que tem em cada munícipio. Desde 2014, a competição é toda isenta de taxas. Agora, neste ano aumentamos a premiação. É um planejamento que é feito com muito cuidado para que a gente possa avançar sem recuar”, disse Taíse Galvão, diretora de competições da FBF.
Com uma saudação formal a Pelé, o Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, iniciou seu discurso de apresentação do Relatório de Gestão de 2022 da entidade enaltecendo os avanços da Confederação em seu primeiro ano de mandato, com destaque para o melhor resultado financeiro da história. O balanço foi aprovado nesta terça-feira (25) por unanimidade pelos 27 presidentes de federações, que integram a Assembleia-Geral da entidade. Pelo segundo ano consecutivo, a Confederação apresentou receita recorde, ultrapassando faturamento total de R$ 1 bilhão. Em 2022, a entidade fechou o ano com um faturamento de R$ 1,2 bilhão, mais de R$ 200 milhões superior ao ano anterior. O lucro da CBF de R$ 143 milhões anunciado no evento é mais que o dobro do obtido em 2021, quando registrou R$ 68,92 milhões de superávit. “Esses números são a prova do nosso profissionalismo e da confiança do mercado na CBF”, disse o Presidente.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, é o novo integrante do Conselho da Fifa, órgão máximo decisório do futebol mundial. Ele assumiu o cargo oficialmente nesta quinta-feira (16) ao participar do 73º Congresso da Fifa, que elegeu o presidente Gianni Infantino para mais quatro anos na posição. ''Estou muito feliz pela confiança de todos os integrantes da Fifa e dos meus pares na Conmebol pelo apoio ao meu trabalho de reconstrução do futebol brasileiro neste meu primeiro ano no comando da CBF. A Fifa pode contar com a minha lealdade, dedicação e meu profissionalismo durante esse novo mandato'', afirmou Ednaldo Rodrigues, eleito em março do ano passado, na maior votação da história, para comandar a CBF com a missão de pacificar e resgatar a credibilidade do futebol nacional. Ednaldo foi apresentado aos delegados do Congresso da Fifa pelo presidente da entidade, Gianni Infantino. O Presidente da CBF foi eleito na quarta (15) por unanimidade pela Conmebol para ocupar o posto. "Vou trabalhar dentro da filosofia do futebol mundial, em prol de todas as bandeiras que possam fazer o futebol um mundo melhor. Muito obrigado'', afirmou o Presidente da CBF, ao ser aplaudido pelos delegados das 211 associações nacionais presentes em Ruanda.
O Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, se manifestou nesta sexta-feira (29) a respeito dos sucessivos casos de racismo ocorridos em partidas da CONMEBOL Libertadores nesta última semana. A entidade realizará em junho, em data a ser confirmada pela CBF e pela FIFA, um grande evento internacional para debater medidas contra o racismo e todo tipo de violência no futebol, reunindo representantes de FIFA, CONMEBOL, Federações, Clubes, justiça desportiva, Ministério Público, autoridades de segurança e imprensa.
Ednaldo Rodrigues é o novo Presidente da CBF. O dirigente foi eleito nesta quarta-feira (23) por unanimidade entre os presentes na votação, que contou com participação das federações estaduais e dos clubes da Séries A e B do Brasileirão. Ele comandará a gestão da entidade pelo quadriênio de 2022 a 2026. Momentos após a confirmação do resultado, na Casa do Futebol Brasileiro, Ednaldo Rodrigues tomou posse como Presidente da CBF, ao lado de seu Conselho de Administração, que contará com oito vice-presidentes. São eles: Antônio Aquino Lopes, Fernando Sarney, Francisco Noveletto, Hélio Cury, Marcus Vicente, Reinaldo Carneiro Bastos, Roberto Góes e Rubens Lopes. Juntos, eles compuseram a chapa "Pacificação e Purificação do Futebol Brasileiro", que venceu o pleito. Após tomar posse, Ednaldo Rodrigues deixou uma mensagem de unificação para toda a comunidade do futebol brasileiro, representada pelos presidentes de clubes e federações presentes: "Que esta entidade seja dos filiados, das federações, dos clubes da Série A, da B, da C, da D, do futebol brasileiro. E que nenhuma interferência externa possa subjugar este trabalho. Neste momento, quero agradecer a todos vocês de uma forma penhorada, por esse apoio, por esse decisivo não ao preconceito. E dizer que, juntos, queremos construir um futebol brasileiro que seja de pureza, de transparência, em que os clubes possam ter voz, não só votos. Que eles desenhem o que é melhor para todos eles. Que as federações coloquem seus nomes na modernidade do futebol brasileiro", afirmou o Presidente da CBF.
Ednaldo Rodrigues Gomes é natural de Vitória da Conquista, na Bahia, e tem 68 anos. Formado em Ciências Contábeis, tem especialização nas áreas de Auditoria Financeira e de Gestão Administrativa. Sua relação com o futebol começou bem cedo, quando foi jogador de futebol amador nas décadas de 1970 a 1980. Tão logo sua passagem pelos gramados se encerrou, Ednaldo passou a se dedicar à administração esportiva. Sua primeira experiência foi como Presidente da Liga Conquistense de Desportes Terrestres. No ano de 1992, Ednaldo Rodrigues passou a ser Diretor do Departamento do Interior da Federação Baiana de Futebol (FBF) até o ano 2000. O trabalho o levou à Presidência da FBF, cargo que assumiu em 2001 e para o qual foi reeleito em outras duas oportunidades. A passagem de Ednaldo Rodrigues pela Federação Baiana ficou marcada pela forte defesa dos interesses do futebol baiano e regional, em meio à capacidade de diálogo e de coalizão com as demais federações. Foi um dos maiores defensores da Copa do Nordeste, liderou a reformulação no campeonato estadual da Bahia, além de ter investido no fortalecimento do futebol feminino e nas categorias de base. Ednaldo Rodrigues permaneceu na presidência da federação até 2018, quando passou a ocupar a cadeira de vice-presidente da CBF. No cargo de vice-presidente da entidade nacional, Ednaldo Rodrigues seguiu trabalhando por um futebol mais justo, principalmente com as regiões que mais precisavam de investimento. Orgulhoso de sua origem nordestina e de ser um dirigente negro, sempre teve sempre atuação destacada na área social por meio de projetos do futebol. No ano de 2019, ele foi homenageado pela Assembleia Legislativa da Bahia. Ednaldo Rodrigues recebeu dos parlamentares a Comenda Dois de Julho, maior honraria do Legislativo da Bahia, entregue a pessoas que contribuíram com o desenvolvimento do Estado. Ele a recebeu justamente pelos serviços prestados à frente do futebol baiano.
A Confederação Brasileira de Futebol informa que, nesta data, o Vice-Presidente Ednaldo Rodrigues Gomes assume interinamente a Presidência da entidade. Em reunião do Conselho de Administração da CBF realizada na manhã desta quarta-feira, 25 de agosto, com a presença dos oito Vice-Presidentes na sede da entidade, todos formalmente abriram mão de seu direito disponível de ocupar interinamente a Presidência da entidade em razão do afastamento temporário do Sr. Rogério Langanke Caboclo. Como o Estatuto Social da CBF não prevê a forma de substituição do Presidente em caso de afastamento temporário, como o que presentemente ocorre, visto que tal substituição não está contemplada nas hipóteses do art. 61 (ausência, licença ou impedimento), nem tampouco na hipótese do art. 62 (vacância) e considerando que, uma vez afastado, o Presidente fica privado da prática de qualquer ato administrativo, todos os Vice-Presidentes da entidade – únicos possíveis substitutos – dispuseram formalmente de seu direito de substituição temporária em favor do Vice-Presidente Ednaldo Rodrigues Gomes, que assume interinamente a presidência. Estiveram presentes os Vice-Presidentes Antônio Aquino, Antônio Carlos Nunes de Lima, Castellar Modesto Neto, Ednaldo Rodrigues, Fernando Sarney, Francisco Novelletto, Gustavo Dantas Feijó e Marcus Vicente.