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A Polícia Civil da Bahia prendeu 121 homens por violência doméstica em outubro, sendo 103 em flagrante e 18 por cumprimento de mandados judiciais. No período, foram realizadas 1.394 diligências, com a participação de 824 policiais. Os resultados integram a 7ª fase da Operação Mulheres Seguras 2026, que intensifica as ações de combate à violência contra a mulher nesta quinta-feira (29), Dia D da mobilização.
Iniciada em 1º de outubro, a operação também inclui ações preventivas, investigação de denúncias e atividades educativas. Ao longo do mês, equipes do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), com apoio do Departamento de Polícia do Interior (DEPIN), atuaram em diferentes regiões do estado.
No Dia D, as equipes concentram os esforços no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. A iniciativa busca ampliar a responsabilização dos agressores e fortalecer a proteção às mulheres em todo o estado.
“Nosso trabalho é contínuo e envolve tanto a responsabilização de quem pratica violência contra a mulher quanto a prevenção e o acolhimento das vítimas. O Dia D reforça essa atuação integrada e o compromisso de ampliar a proteção às mulheres baianas”, destacou a diretora do DPMCV, delegada Juliana Fontes.
As diligências seguem ao longo desta quinta-feira, e o balanço da 7ª fase da Operação Mulheres Seguras será divulgado após a consolidação dos resultados.
A Polícia Civil da Bahia intensifica, nesta sexta-feira (24), o cumprimento de mandados judiciais contra investigados por crimes de violência contra a mulher. A mobilização marca o Dia D da 6ª fase da Operação Mulheres Seguras 2026 e reúne equipes em Salvador, na Região Metropolitana e em municípios do interior do estado.
Deflagrada no dia 1º de setembro, a atual fase reúne ações de prevenção, investigação e repressão à violência de gênero. Ao longo do mês, unidades do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), com o apoio do Departamento de Polícia do Interior (Depin), realizam diligências, verificações de denúncias e atividades de conscientização em diferentes regiões da Bahia.
A operação mantém uma atuação contínua em todo o estado. Em agosto, foram realizadas 156 prisões e mais de 2,4 mil diligências. Em julho, a mobilização resultou em 133 prisões, sendo 100 em flagrante e 33 decorrentes do cumprimento de mandados, além de 1.815 diligências, entre verificações de denúncias e ações de conscientização. Naquele mês, 1.229 policiais participaram das atividades.
No Dia D de setembro, as equipes concentram esforços no cumprimento de ordens judiciais e na localização de investigados por crimes praticados no contexto da violência doméstica e familiar. “Os resultados alcançados nos últimos meses demonstram a continuidade desse trabalho. Cada fase amplia nossa atuação, seja na prevenção, na apuração das denúncias ou na responsabilização dos autores. No Dia D, reforçamos nossas equipes em campo para cumprir as medidas judiciais e avançar nas investigações, sempre com o objetivo de garantir proteção e resposta às mulheres”, destacou a diretora do DPMCV, delegada Juliana Fontes.
As diligências seguem ao longo desta sexta-feira, e o balanço da 6ª fase da Operação Mulheres Seguras será divulgado após a consolidação dos resultados.
A Polícia Civil da Bahia realiza, na terça-feira (22), a segunda fase da Operação Por Elas, com ações simultâneas em Salvador, na Região Metropolitana e em municípios do interior do estado. Nesta etapa, 1.030 homens investigados por crimes como ameaça, injúria, lesão corporal e tentativa de feminicídio serão encaminhados à Justiça para a adoção das medidas cabíveis.
Em Salvador, equipes da Polícia Civil estarão reunidas no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), para acompanhar o andamento da operação. A mobilização envolve unidades de toda a instituição e tem como objetivo dar celeridade aos procedimentos relacionados à violência contra a mulher, contribuindo para a interrupção do ciclo de violência e para a prevenção do feminicídio.
De acordo com a diretora do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), delegada Juliana Fontes, a atuação simultânea permite acelerar a resposta aos casos em investigação e reforçar o trabalho desenvolvido em todo o estado.
“Esta é uma mobilização de toda a Polícia Civil para avançarmos na responsabilização dos autores e, principalmente, na proteção das mulheres. Ao dar celeridade a esses procedimentos, buscamos interromper ciclos de violência e atuar de forma preventiva para evitar que essas situações evoluam para casos ainda mais graves”, destacou.
Proteger, orientar e prevenir. Ao longo de agosto, essas ações ganharam reforço em diferentes regiões da Bahia com a 5ª fase da Operação Mulheres Seguras, do Governo Federal, finalizada nesta segunda-feira (31). No estado, a iniciativa é desenvolvida pela Polícia Civil, que cumpriu medidas de repressão aos crimes, realizou atendimentos às vítimas e promoveu atividades educativas voltadas à prevenção da violência contra a mulher e ao fortalecimento da rede de proteção.
Desde o dia 1º deste mês, a operação resultou em 156 prisões em flagrante por crimes como injúria, estupro, lesão corporal, violência psicológica e descumprimento de medidas protetivas de urgência. Também foram cumpridos 31 mandados judiciais relacionados a esses crimes. Além das prisões, as equipes realizaram 2.445 diligências, incluindo 47 visitas preventivas, 1.885 atendimentos a vítimas e 513 acompanhamentos de medidas protetivas. As ações foram realizadas em diferentes municípios do estado.
A prevenção também esteve entre as prioridades da operação. Ao todo, foram promovidas 119 atividades educativas, de forma presencial e pelas redes sociais, com orientações sobre como identificar, prevenir e denunciar situações de violência de gênero. Para a diretora do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Vulneráveis (DPMCV), delegada Juliana Fontes, os resultados reforçam que o trabalho precisa ser permanente.
“Nosso trabalho é proteger, prevenir e garantir que a vítima não esteja sozinha. Cada número, cada ação, representa um avanço na proteção das mulheres e na responsabilização dos autores de violência.”
A Polícia Civil da Bahia realiza, nesta sexta-feira (7), o Dia D da Operação Por Elas, uma mobilização coordenada pelo Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), que reúne delegados de diversas unidades da instituição em todo o estado para dinamizar a conclusão e a remessa de inquéritos policiais relacionados à violência doméstica e familiar contra a mulher.
A operação prioriza procedimentos relacionados a crimes que integram a fase pré-feminicídio, como ameaça, lesão corporal, perseguição (stalking), violência psicológica e descumprimento de medidas protetivas de urgência. A estratégia tem como foco conferir maior celeridade às investigações, fortalecer a responsabilização dos autores e ampliar a proteção às vítimas, interrompendo ciclos de violência antes que evoluam para desfechos mais graves.
Durante o mutirão, em Salvador, equipes das delegacias especializadas estarão reunidas na Academia de Polícia Civil (Acadepol) analisando os relatórios finais dos inquéritos e realizando a posterior remessa ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, garantindo maior efetividade à persecução penal.
Para a diretora do DPMCV, delegada Juliana Fontes, cada procedimento concluído representa uma oportunidade de interromper a escalada da violência e proteger vidas. "A Operação Por Elas demonstra que o enfrentamento à violência contra a mulher exige atuação integrada, celeridade e compromisso. Cada inquérito remetido representa uma resposta mais rápida à vítima, fortalece a responsabilização do agressor e amplia as possibilidades de interromper um ciclo de violência antes que ele evolua para um feminicídio. Nossa prioridade é proteger vidas por meio de uma investigação qualificada e eficiente."
A Operação Por Elas integra as ações desenvolvidas pela Polícia Civil da Bahia durante o Agosto Lilás, reafirmando o compromisso da instituição com a proteção das mulheres, a prevenção da violência de gênero e o fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento ao feminicídio.