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O prefeito de Barra da Estiva, Wilson do Café (PSD), participou nesta quarta-feira, 28 de maio, do Jubileu das Autoridades Civis, evento promovido pela Diocese de Livramento de Nossa Senhora como parte das celebrações do Jubileu da Esperança. O encontro, realizado no Centro Diocesano de Treinamento Pastoral, reuniu representantes de 20 municípios da região para um momento de fé, reflexão e compromisso com o futuro do povo do Sertão Baiano e da Chapada Diamantina. Wilson esteve acompanhado do vice-prefeito Valter, do padre Ademário e do bispo diocesano Dom Vicente de Paula Ferreira. Também marcaram presença os vereadores Jurandir Sena, Marlon da Academia e Fabrício Viana, representando o município com seriedade e dedicação. Durante o evento, foram debatidos temas como esperança, sustentabilidade e alternativas para os desafios sociais e ambientais que afetam a região. O prefeito ressaltou a importância da iniciativa e agradeceu à Diocese pelo espaço de diálogo e escuta.
“Foi um momento de fé, reflexão e compromisso com o futuro do nosso povo. Agradeço à Diocese por proporcionar esse ambiente tão necessário para pensar coletivamente soluções e caminhos para o desenvolvimento da nossa região. Seguimos firmes, com o coração cheio de esperança e vontade de transformar”, destacou Wilson do Café.
Foi expressando imensa gratidão que o bispo Dom Armando Bucciol, da Diocese de Livramento de Nossa Senhora, recebeu o Título de Cidadão Baiano, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), na tarde desta quarta-feira (4). O religioso italiano descreveu a honraria, de iniciativa do presidente da Casa, deputado Nelson Leal (PP), como “um título que me torna ainda mais responsável em me doar ao serviço e para o crescimento democrático, social, cultural e ético do povo com que partilho alegrias e dores, esperanças e cidadania”. Ao falar de sua trajetória de quase 28 anos na Bahia, Bucciol descreveu aqueles com quem conviveu, seus agora conterrâneos, como pessoas humildes, lutadoras, corajosas, sofridas, inteligentes, “que a todo dia me demonstram e me ensinam a amar ainda mais a vida, a resistência e a sabedoria”. Reconheceu ser impossível atender a todas as demandas que chegaram até ele, mas externou seu empenho, durante todo esse tempo, “em tornar mais digna a vida de todos, através da solidariedade e da justiça”. Em seu pronunciamento, o clérigo defendeu a coexistência entre os seres humanos baseada na defesa dos direitos de cada pessoa e na construção e reconhecimento da cidadania para todos. Falou de educação e de cultura como emancipadoras e desejou que “a corrupção e prepotência sejam constantemente rejeitadas pela consciência de todos e, sobretudo, a dos que têm responsabilidade pública”. Ele ressaltou ainda que a igreja que serve “incentiva seus fiéis e todos os cidadãos a buscar políticas públicas adequadas nos diversos níveis em que se organiza a República”.