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Um macaco-prego foi capturado pela Companhia de Policiamento e Proteção Ambiental (COPPA) na manhã de segunda-feira (5), após invadir diversas residências de um condomínio na região da Paralela, em Salvador, e ferir moradores. A Polícia Militar foi acionada pelo CICOM diante do comportamento agressivo do animal.
Segundo os moradores, o macaco chegou a quebrar um box de vidro e entrou em um quarto onde estava um bebê de apenas cinco dias de vida. Durante a ocorrência, também foram relatados outros ataques. Conforme informações prestadas no local, o animal teria ingerido bebida alcoólica, álcool 70% e medicamentos encontrados em uma das casas, o que pode ter contribuído para sua alteração de comportamento.
A captura começou por volta das 11h e foi concluída às 14h30, após o animal pular muros de diferentes imóveis e investir contra pessoas e policiais. A equipe utilizou puçá e luvas de couro para realizar a contenção com segurança.
O macaco foi encaminhado ao CETAS, onde foi avaliado e considerado debilitado. Um policial militar foi mordido durante a ocorrência e precisou receber atendimento na UPA de Itapuã. Três moradores e um segurança que sofreu ferimentos também foram encaminhados à Delegacia de Itapuã para prestar esclarecimentos.
Segundo moradores, o animal possui proprietário identificado e seria mantido de forma legalizada, conforme certificado de origem. O responsável, porém, não estava no condomínio durante a ocorrência. A COPPA adotou as medidas necessárias para garantir a segurança das pessoas e preservar a integridade do animal.
A RHI Magnesita, líder global em soluções refratárias, realizou, a soltura de mais de 170 animais silvestres na Serra das Éguas, em Brumado (BA), em parceria com o CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) de Vitória da Conquista, vinculado à SEMMA (Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Vitória da Conquista). A ação integra o Programa de Salvamento e Preservação da Fauna da companhia, iniciativa estruturada para mitigar impactos ambientais e contribuir para o equilíbrio dos ecossistemas locais.
Ao todo, foram reintroduzidos animais de 21 espécies, entre aves e répteis, incluindo azulão (Cyanoloxia brissonii), trinca-ferro (Saltator similis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), além de iguana (Iguana iguana) e jiboia (Boa constrictor).
“Nosso compromisso com a preservação da fauna vai além da proteção das áreas onde atuamos. Além de mitigar impactos, trabalhamos de forma estruturada para apoiar a recuperação de espécies e garantir que esses animais encontrem um ambiente seguro para retornar à natureza. A Serra das Éguas é um exemplo concreto de como a conservação pode caminhar junto com a atividade industrial, gerando valor ambiental e social para o território”, afirma Carlos Eduardo Souza, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita.
A parceria entre a companhia e o Centro de Triagem de Animais Silvestres tem contribuído para ampliar as ações de conservação e reintegração de animais silvestres à natureza. Devido à sua extensa área preservada e à presença de vegetação nativa e nascentes, a Serra das Éguas é considerada uma área estratégica para soltura de animais silvestres.
“Nossa interlocução com o corpo técnico da RHI Magnesita, comprometido e envolvido com as diretrizes ambientais, facilita, com responsabilidade, todo o processo de acesso, deslocamento e acompanhamento às áreas de soltura mais adequadas para cada espécie”, afirma Aderbal Azevedo Alves, coordenador do CETAS de Vitória da Conquista (BA).
O CETAS desempenha papel fundamental na conservação da fauna, atuando na reabilitação e reintegração de animais resgatados, muitos deles vítimas do tráfico de animais silvestres, ao habitat natural. Nesse contexto, a Serra das Éguas funciona como um importante refúgio para esses animais, tendo recebido cerca de 400 espécimes nos últimos quatro anos.
Localizada em Brumado (BA), a Serra das Éguas abriga a unidade da RHI Magnesita e funciona como um berço para animais resgatados.
No final da tarde desta terça-feira (30), policiais rodoviários federais faziam fiscalização na altura do quilômetro 830 da BR 116, trecho do município de Vitória da Conquista (BA), quando abordaram um ônibus de viagem que saiu do Paraná com destino final a cidade de Cristinápolis (SE). Durante os procedimentos de fiscalização, a equipe solicitou os documentos de todos os ocupantes e resolveu também fazer uma vistoria detalhada no interior do veículo. Com um dos passageiro foi encontrada uma ave pequena conhecida popularmente por papagaio. O pássaro estava confinado em uma pequena gaiola e dentro de uma bolsa, ambiente escuro e sem a ventilação adequada. Dada às circunstâncias, o homem de 27 anos de idade assumiu a responsabilidade pelo aprisionamento ilegal do animal. Ele disse não possuir autorização do órgão ambiental para criação. Em seguida, foi lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência e o infrator responderá na Justiça por crime contra o meio ambiente (Lei 9.605/98). O pássaro foi encaminhado aos cuidados do órgão ambiental CETAS.