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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (6), a minuta de resolução que estabelece o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para o cargo de presidente da República no 2º turno das Eleições 2026. O relator da matéria e presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, submeteu a proposta para análise do Plenário.
A partir da próxima sexta-feira (9) até o dia 23 de outubro, as emissoras de rádio e televisão de todo o país, incluindo as rádios comunitárias e os canais por assinatura, reservarão:
dez minutos diários de segunda-feira a sábado, em cada bloco, para propaganda eleitoral gratuita em rede; e
25 minutos diários de segunda-feira a domingo para propaganda eleitoral por inserções.
Divisão igual do tempo
O tempo será dividido igualmente entre os dois candidatos. A veiculação começará pela candidatura mais votada no 1º turno, com alternância da ordem a cada programa em bloco ou inserção, conforme o plano de mídia aprovado pelo TSE.
Propaganda em rede
Partido Liberal (PL): cinco minutos
Coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança – FE Brasil (PT, PCdoB e PV) e Federação PSOL Rede: cinco minutos
Propaganda por inserções
Partido Liberal (PL): 12 minutos e 30 segundos
Coligação Brasil Pronto Pra Mais: 12 minutos e 30 segundos
Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (24), apresenta cenários para um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. No principal confronto testado, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 45%. No levantamento anterior, realizado na semana passada, os percentuais eram de 46% e 44%, respectivamente. Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 1% não soube responder.
O instituto também testou outros quatro cenários de segundo turno.
Na simulação entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), o petista aparece com 46%, mesmo percentual anterior, enquanto Caiado passou de 42% para 44%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 9%, e 1% está indeciso.
No confronto entre Lula e Romeu Zema (Novo), Lula registra 48%, contra 39% de Zema. Na pesquisa anterior, o presidente tinha 49%, enquanto o governador de Minas Gerais mantinha os mesmos 39%. Nesse cenário, 11% optariam por branco, nulo ou nenhum candidato e 1% não soube responder.
Já na simulação entre Lula e Renan Santos (Missão), o presidente aparece com 48%, ante 39% do candidato. Na pesquisa anterior, os números eram de 47% e 38%, respectivamente. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 12%, enquanto 2% estão indecisos.
No cenário envolvendo Lula e Augusto Cury (Avante), o petista registra 46%, contra 43% do escritor. Na pesquisa anterior, Lula tinha 44%, enquanto Cury permanecia com 43%. Outros 9% disseram votar em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 1% não soube responder.
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00304/2026.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira (2) o registro de seis chapas de candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.
Por unanimidade, foram aceitos os registros das seguintes chapas, que são formadas pelos candidatos e seus respectivos vices:
A deliberação do TSE ocorreu durante sessão virtual, na qual os ministros registram os votos no sistema da Corte e não há votação presencial.
Por unanimidade, os sete ministros concluíram que os candidatos apresentaram os documentos necessários e estão aptos a disputar o pleito.
No total, o tribunal recebeu 13 pedidos de registros de candidaturas. Ainda serão julgados os registros de sete candidatos e seus respectivos vices:
No caso de Pablo Marçal, o TSE já determinou que o candidato deve ficar proibido temporariamente de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV.