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Está disponível para os beneficiários do programa Bolsa Família uma ferramenta para smartphones que permite acompanhar o calendário de pagamento, os saques realizados e o extrato do benefício, além de orientações do Ministério da Cidadania. De acordo com informações do Portal Brasil, tudo pode ser acessado de qualquer lugar, a qualquer hora, basta alguns toques no celular. As informações disponíveis no aplicativo do Bolsa Família são as mesmas presentes no extrato de pagamento, mas com a comodidade de não ser preciso ir à uma agência bancária em busca de informações. É o que explica a diretora de Benefícios da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), Caroline Paranayba. “Para o público que possui acesso ao app, nós transmitimos informações que diminuem o desgaste, por exemplo, de ir até um canal de pagamento fora da data estipulada pelo calendário”, afirmou. Por meio do aplicativo, é possível saber qual o local para saque mais próximo da localidade do beneficiário. O app ainda evita deslocamentos desnecessários aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), conta Caroline: “Entre oito e nove milhões de pessoas que fizeram o download podem receber essas informações de maneira mais prática, a partir do aplicativo, sem ter que se deslocar a um canal da Caixa ou até o CRAS”.
Além da preocupação com a vida estudantil dos filhos, os pais também devem ficar atentos ao calendário nacional de vacinação, já que a maior parte das doses deve ser aplicada durante o período que vai do nascimento até a adolescência. Além disso, muitas das doenças que podem ser prevenidas por meio da imunização são contagiosas, o que aumenta a importância de redobrar os cuidados. No Brasil, todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) são ofertadas de maneira gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em todo o País, mais de 36 mil salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão aptas a receber a população. A imunização é fundamental não somente para evitar a propagação de doenças que ainda acometem os brasileiros, mas também para impedir que doenças já erradicadas voltem a afetar a população. Ao todo, estão disponíveis vacinas para mais de 20 doenças – sendo a maioria voltada para crianças –, além de vacinas especiais para grupos em condições clínicas específicas, como portadores de HIV. Até os dez anos de idade, o calendário nacional de vacinação prevê imunização contra tuberculose, tétano, difteria, hepatite B, coqueluche, poliomielite, pneumonia, sarampo e rubéola, entre outras doenças. Ao todo, são 12 vacinas aplicadas em 25 doses. Na adolescência, a frequência de imunização diminui, mas é igualmente fundamental que os pais mantenham a caderneta em dia. Nessa etapa da vida, são aplicadas tanto vacinas que nunca foram administradas (como HPV e dupla adulto), como doses de reforço para vacinas aplicadas durante a infância (tríplice viral e hepatite B, por exemplo).