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Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode evitar em 39% o risco do surgimento de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos.
O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a cafeína é também um diurético, que pode reduzir a pressão arterial e, portanto, diminuir o risco de arritmia. Muitos outros ingredientes presentes no café também têm propriedades anti-inflamatórias que podem apresentar resultados positivos”, diz, em nota publicada pelo site Science Daily.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores das duas universidades conduziram testes clínicos em 200 pacientes que apresentavam quadros constantes de arritmia cardíaca (fibrilação atrial), histórico do problema ou condições correlatas.
A produção total estimada para a safra de café beneficiado brasileiro este ano é de 51,8 milhões de sacas, o que, se confirmado, representará uma queda de 4,4% na comparação com a safra anterior. O 1º Levantamento de Café - Safra 2025 foi divulgado nesta terça-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos, explica que essa queda é reflexo de toda uma conjuntura climática observada desde 2021 no país. “Esse é o primeiro resultado da previsão da safra de café de 2025. A Conab monitora a safra cafeeira e divulga quatro estimativas ao ano. Esse resultado tem como tônica o reflexo, ainda, do clima em 2021, em 2023, e em parte de 2024. Ela se ainda se mostra uma safra desafiadora”, disse Vasconcellos. De acordo com a Conab, a produtividade foi prejudicada por fatores como altas temperaturas e restrição hídrica durante as fases de floração, o que deve resultar em uma colheita média de 28 sacas por hectare, o que corresponde a uma redução de 3% na comparação com 2024. O resultado deve ser negativo mesmo havendo crescimento de 0,5% na área total destinada a cultivo de café no Brasil, que ficou em 2,25 milhões de hectares, sendo 1,85 milhão para produção e 46 mil hectares para formação. “Para o café arábica, a estimativa aponta uma produção de 34,7 milhões de sacas, uma queda de 12,4% em relação ao ano anterior. Esse desempenho reflete o ciclo de baixa bienalidade e as adversidades climáticas, especialmente em Minas Gerais, maior produtor do país, onde a redução foi de 12,1%”, informou a Conab.
A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia (Seagri) informa que as exportações do agronegócio baiano atingiram um novo recorde em outubro de 2024, totalizando US$ 745 milhões. Esse valor representa um crescimento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram comercializados US$ 635 milhões, e é o maior da série para o mês, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).O complexo do cacau e seus derivados foi um dos destaques. Em outubro de 2023, o valor exportado foi de 19,8 milhões de dólares. Já no mesmo período deste ano, as exportações desse setor atingiram US$ 48,1 milhões, representando um aumento significativo, puxado pela alta nas cotações da amêndoa em todo o mundo.Pelo mesmo motivo, o café também contribuiu para esse salto nas exportações. Em outubro de 2023, a Bahia exportou US$ 15,4 milhões em café. Já no mesmo período deste ano, o valor quase dobrou, chegando a US$ 29,3 milhões de dólares.Outros produtos como fibras, produtos têxteis e o complexo soja também contribuíram para o bom desempenho das exportações. No setor de produtos florestais, a exemplo da celulose, as exportações saltaram de US$ 101,9 milhões em outubro de 2023 para US$ 155 milhões em outubro de 2024.O secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum, destaca que "os resultados alcançados em outubro demonstram a força e o potencial do agronegócio baiano. A diversificação da nossa pauta exportadora, com destaque para o cacau e o café, mostra a robustez do setor. A Secretaria continuará trabalhando para fortalecer o agronegócio, incentivando a inovação e a sustentabilidade, e consolidando a Bahia como um dos principais polos agrícolas do Brasil."O agro baiano exporta seus produtos para mais de cem destinos, como China, Europa e Estados Unidos. Nesse cenário, a Bahia se consolida como líder nas exportações agrícolas do Nordeste, com um portfólio diversificado e de alta qualidade.
A Chapada Diamantina, reconhecida mundialmente por suas belezas naturais, consolida sua posição como uma das regiões cafeeiras mais promissoras do Brasil. O café produzido nessa região montanhosa da Bahia acaba de receber uma Indicação Geográfica (IG), na modalidade Denominação de Origem (DO). Esta é a primeira DO da Bahia. O reconhecimento, reivindicado pela Aliança dos Cafeicultores da Chapada Diamantina, destaca a qualidade superior e as características únicas do café da região. Estudos realizados pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e pela Universidade Federal da Bahia confirmam que fatores como altitude, temperatura e orientação da encosta onde os cafezais são cultivados, combinados com práticas pós-colheita tradicionais, são determinantes para a qualidade do café. De acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) a DO "Chapada Diamantina" abrange 24 municípios da Mesorregião Centro-Sul Baiano, incluindo Lençóis, Mucugê, Piatã e Rio de Contas, entre outros. Os cafés dessa região, todos da espécie Coffea arabica L., destacam-se por suas notas sensoriais exclusivas, como acidez cítrica, corpo encorpado e um retrogosto prolongado. Cafés processados por via seca (natural) da Chapada frequentemente atingem resultados superiores a 85 pontos na metodologia da Specialty Coffee Association (SCA), competindo de igual para igual com os melhores cafés colombianos e etíopes. "Essa conquista é um orgulho para a Bahia e um reconhecimento ao trabalho incansável dos cafeicultores da Chapada Diamantina", comemorou o secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum, acrescentando: "a IG consolida a Bahia como um polo de produção de café de alta qualidade e abre novas perspectivas para o setor, impulsionando a economia local e fortalecendo a marca 'Café da Bahia' no mercado nacional e internacional".
A inovação está presente na agricultura familiar do Sudoeste Baiano. Uma parceria entre a Cooperativa Mista dos Cafeicultores de Barra do Choça e Região (Cooperbac) e a Associação de Apicultores de Barra do Choça (APISBC) resultou no lançamento do novo mel Flor do Café, uma nova iguaria produzida a partir da polinização das áreas de café da região. Lançado durante a 53ª Exposição Agropecuária Nacional de Vitória da Conquista, a ExpoConquista, o mel foi coletado a partir da experiência de polinização das áreas de café, que só trouxe benefícios para os agricultores e agricultoras familiares da região. A presidente da Cooperbac, Joara Oliveira, destacou o aumento da produção do café a partir da polinização feita pelas abelhas nas propriedades de café. “Nós observamos que, com a polinização das abelhas, a perca das flores é menor e aumenta a produção do café. Segundo os estudos, a presença da abelha no cafezal, na época da florada, aumenta a produtividade entre 18 e 40%, o que significa que teremos um aumento gradativo na produção do café”, comemora a presidente. Já a cafeicultora e apicultora Márcia Rocha ressalta a diferença no sabor do mel Flor do Café. “Para a nossa surpresa, as abelhas conseguiram produzir mel só com a florada do café e, por isso, fizemos esse primeiro lote do produto para as pessoas conhecerem. Além da cor mais clara do mel, ele tem um sabor mais suave, em consequência dessa polinização do cafezal”, explica Márcia. A agricultora agora sonha com o aumento da produção do mel para comercialização. “Agora vamos fazer essa polinização mais vezes. Eu, por exemplo, realizei a polinização em pequena quantidade. Agora, eu quero expandir”, analisa Márcia.
O aroma prazeroso do café pode ser elemento importante para reduzir o vício do tabagismo. Essa foi a conclusão de estudo preliminar de pesquisadores brasileiros com 60 fumantes, dos quais 30 inalaram fragrância de aroma de pó de café e metade voltou a fumar. Os pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) descobriram, em 2014, que a fragrância do café ativa uma região específica no cérebro, que faz parte do sistema de recompensas, em especial o núcleo acumbens, estrutura cerebral que é ativada também com substâncias psicoativas, como a cocaína. “Esse sistema de recompensas é ativado com atividades prazerosas como, por exemplo, escutar música, ter relações sexuais, tudo que dá prazer, beber água inclusive, mas também é um sistema que pode ser mal utilizado por meio de substâncias psicoativas”, confirmou a pesquisadora do IDOR e diretora científica da Café Consciência, startup de biotecnologia parceira do instituto, Silvia Oigman. Como o café ativou de forma intensa essa região do cérebro, os pesquisadores decidiram utilizar o aroma do café para substituir a vontade de fumar dos participantes de um segundo ensaio clínico pequeno, feito com 16 fumantes, em 2016. Esse ensaio serviu de base para o estudo mais amplo, realizado em 2022, com 60 fumantes, cujos resultados foram divulgados agora.
A produção total de café na Bahia deverá crescer 4,9% e atingir 3,56 milhões de sacas, sendo 1,08 milhão de sacas de arábica e 2,48 milhões de sacas de conilon. Se confirmado, o resultado é o quarto maior na série histórica e reflete tanto um aumento na área plantada como uma melhora na produtividade das lavouras. Os dados podem ser encontrados no 2º Levantamento da Safra 2024 de Café, publicado nesta quinta-feira (23) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O cultivo de café arábica no estado se dá nas regiões do Planalto (centro-sul e centro-norte baiano) e no Cerrado (extremo-oeste da Bahia). De maneira geral, o Planalto se caracteriza pelas áreas de maior altitude e clima ameno, favorecendo o desenvolvimento do café na região, especialmente aquele grão destinado para produção da bebida de maior qualidade. Nessa região foi registrada restrição hídrica visualizada até o final de 2023. A falta de chuvas nessa época prejudicou o florescimento e a fase inicial de frutificação. As perdas não foram maiores, pois precipitações retornaram nos primeiros meses de 2024 e atenuaram parcialmente os prejuízos. Com isso, a produtividade média esperada deve cair 9,1%, estimada em 16,5 sacas por hectare. Já na região do Cerrado, as condições para o desenvolvimento das lavouras estão mais favoráveis, especialmente em razão do manejo adotado, que inclui o uso de irrigação suplementar e pela alta tecnificação empregada na cafeicultura local. O cultivo do café conilon baiano, por sua vez, se concentra na região do Atlântico. O manejo adotado também favorece o bom rendimento da cultura na região, registrando as maiores produtividades médias do país estimada nesta safra em 56 sacas por hectare. O uso de ferti-irrigação é bem difundido e tem apresentado bons resultados.
Na Bahia, a adoção de tecnologias na cafeicultura tem revolucionado a vida dos agricultores familiares, elevando não apenas a qualidade do café, mas também a produtividade e a rentabilidade das comunidades rurais. Um exemplo disso é a Associação Comunitária Baixa do Lico, do município de Planalto, no Sudoeste baiano, que viu sua realidade transformada pela chegada de maquinários e equipamentos modernos entregues pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Antes, a comunidade enfrentava desafios como a secagem do café, o que depreciava a qualidade do produto. Hoje, com investimentos em despolpadores móveis, estufas para secagem, beneficiadoras e implementos agrícolas como tratores, grades, arados, roçadeiras e pulverizadores, a realidade mudou completamente. A agricultora Marilene Moreira, residente na comunidade há 34 anos, ressalta a importância desses avanços. “Nosso café era seco de qualquer jeito, sujeito à chuva e ao sol. A chegada de máquinas como beneficiadora, despolpadora e trator melhorou bastante a nossa vida. O café fica com mais qualidade e o trabalho se tornou mais eficiente”. O despolpador móvel tem sido uma peça-chave nessa transformação. Segundo Marilene. “Quando a gente despolpa o café, fica melhor, com mais qualidade. Com o despolpador, seca ainda mais rápido que na estufa, ganhamos mais tempo e temos a melhoria da qualidade, tornando o café especial”.
Neste domingo, 14 de abril, o Dia Mundial do Café celebra não apenas a apreciação dessa bebida tão querida do brasileiro, mas também reconhece o trabalho de agricultores e agricultoras familiares baianos que cultivam e colhem esse grão precioso. No Sudoeste Baiano, essa celebração é ainda mais especial, pois o território tem se destacado como um dos maiores produtores de café da Bahia e do Brasil. E no que diz respeito ao desenvolvimento da agricultura familiar na cafeicultura, os investimentos estratégicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) tem gerado impactos positivos para esse segmento. Um exemplo desse avanço é o da Cooperativa Mista dos Pequenos Cafeicultores de Barra do Choça e Região (Cooperbac), que se tornou uma referência na produção de café de qualidade. Com cerca de 350 cooperados, a Cooperbac produz e comercializa seis marcas de café, segmentadas para diversos mercados. Essa iniciativa não apenas gera emprego e renda para mais de nove mil pessoas, direta e indiretamente, mas também fortalece a economia local, sendo a principal fonte econômica do município de Barra do Choça. Todo o processo de produção da Cooperbac é cuidadosamente supervisionado, desde o cultivo até a comercialização. A construção do Laboratório de Classificação Sensorial de Café, viabilizada pela CAR, é um marco nesse sentido. Nesse laboratório, os cafés são certificados, a partir da emissão de laudos técnicos, que habilitam os produtos da Cooperbac para a comercialização junto às grandes marcas nacionais de café. Mas para que a Cooperbac beneficie e comercialize cafés gourmet, especiais e de qualidade, a CAR vem proporcionando melhorias significativas na base produtiva para diversos agricultores da região. Ações que promovem a melhoria da qualidade do café que cultivam. O investimento feito no campo, desde o manejo do solo, em assistência técnica, até a entrega de máquinas e equipamentos, tem realizado uma revolução na produção do café de diversos agricultores.
Uma diversidade de cafés saborosos, com a qualidade de quem planta com cuidado e amor à terra. Esse é o Concurso de Qualidade do Café de Barra do Choça, que está acontecendo desde meados de setembro e terá a cerimônia de encerramento e premiação no próximo dia 6 de outubro. Organizado pela Cooperativa Mista dos Cafeicultores de Barra do Choça e Região (Cooperbac), a iniciativa está em sua 2ª edição e tem se destacado como uma ação fundamental para o aprimoramento da produção de cafés de qualidade no município de Barra do Choça, conhecido como a ‘Capital do Café’. O concurso tem como objetivo incentivar os produtores locais a investirem na melhoria da qualidade de seus cafés. Através dessa competição, os cafeicultores são estimulados a buscar a excelência em suas lavouras, resultando num aumento significativo na qualidade dos cafés produzidos na região e consequentemente na conquista de um mercado diferenciado, agregando valor à produção. A competição foi dividida em duas fases: a 1ª avaliou e selecionou amostras, e foi realizada entre 18 e 22 de setembro. Já 2ª fase, que acontece desde 25 de setembro e vai até outubro, avalia, no laboratório da Cooperbac, as funções físicas e sensoriais do café. Os 10 melhores serão premiados em até R$ 7 mil. Segundo a presidente da cooperativa, Johara Oliveira, a expectativa é de que a produção de cafés de qualidade em Barra do Choça continue crescendo, impulsionando a economia local e fortalecendo a reputação da região como um importante polo cafeeiro. “A iniciativa demonstra o compromisso em promover o desenvolvimento sustentável da cafeicultura local, garantindo um futuro promissor para os produtores e para a região como um todo”, ressalta.
O estado da Bahia volta a ter a qualidade de seu café reconhecida em premiação internacional. Foram anunciados os resultados do Cup of Excellence 2022, principal concurso de qualidade do mundo para o produto, realizado no Brasil pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE). E a Bahia ficou com o primeiro e o segundo lugares. O café especial produzido por Antonio Rigno de Oliveira Filho, na Fazenda Tijuco, em Piatã, na Chapada Diamantina, Bahia, foi o grande vencedor. Dessa forma, a família Rigno de Oliveira se sagra tetracampeã da competição, levando para casa o título de melhor café especial do Brasil na safra 2022. Os exemplares da Fazenda Tijuco tiveram nota de avaliação de 91,41 pontos, em uma escala de zero a 100. Em 2015, o patriarca da família, Antonio Rigno de Oliveira, venceu o certame e, em 2014 e 2009, o vencedor foi seu genro, Candido Vladimir Ladeia Rosa. A segunda colocação, nesta edição, ficou com o café produzido por Maridalton Silva Santana, no Sítio Bonilha, que também fica localizado na cidade de Piatã (BA), que obteve 90,59 pontos. A terceira colocação ficou com Afonso Maria Vinhal, da Fazenda Recanto, em Serra do Salitre, na Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro (90,53 pontos). Em seguida vieram Homero Teixeira de Macedo Junior, da Fazenda Recreio, na Região Vulcânica em Minas Gerais e São Paulo (90,47 pontos); e Pedro Brás, na Casa Brás, em Vargem Bonita (MG), no Sul de Minas (90,41 pontos). Os cinco primeiros colocados, por terem obtido notas superiores a 90 pontos, são considerados cafés presidenciais do Cup of Excellence 2022. O evento premiou 24 produtores de todo o Brasil, selecionando amostras que obtiveram notas iguais ou superiores a 87 pontos. O resultado completo pode ser acessado no site da BSCA. “Os cafeicultores brasileiros seguem dando exemplo de cultivo sustentável e focado em qualidade. O corpo de jurados internacionais pôde reconhecer a excelência dos grãos brasileiros, inclusive com a apresentação de novos perfis sensoriais”, disse o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela.
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Com uma produção anual de quatro a cinco mil sacas de café, e atentos à potencialidade da produção de cafés na região da Chapada Diamantina, a Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã) celebra o Dia Nacional do Café, nesta segunda-feira (24), com avanços nas vendas e valorização do produto. O café da Coopiatã, produzido por famílias agricultoras de Piatã e Ibicoara, é um dos destaques da Bahia no cenário nacional e internacional. A excelência na produção de cafés de alta qualidade, garantiu à cooperativa, em 2020, um faturamento de aproximadamente R$ 1,4 milhão, gerando, somente com a venda do café, uma renda média mensal para cada cooperado e cooperada de R$2.500,00. Entre os diferencias que permitem obter esses resultados estão a localização das lavouras, em áreas que chegam a altitudes entre 1.260 a 1.400 metros, temperaturas amenas, ideais para o cultivo, e solo favorável. As condições climáticas somadas às melhorias do processo de produção e o apoio do Governo do Estado, geram excelentes resultados na produção de grãos de cafés 100% arábica, especiais e gourmets, de alta qualidade e valor agregado. Os cafés, classificados como tradicional, gourmet, especial e superior, são comercializadas pela cooperativa, em grãos ou moídos, no Brasil e também por meio de exportação para a Austrália e Estados Unidos, nas marcas: Coopiatã, Rigno, Rarefeito, Taperinha, Café da Lucineia, Café do João, Entrevales, Cafundó e Reserva da Chapada. O reconhecimento dos elevados níveis de classificação de café da Coopiatã já rendeu mais de 50 premiações em concursos nacionais e internacionais, entre elas a da Associação Brasileira da Indústria de Torrefação e Moagem de Café (ABIC), do Coffee of The Year, e a do Cup Off Excellence, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). Com as classificações no Cup of Excellence 2020, foi possível participar de um disputado leilão internacional, via internet, alcançando preços que vão muito além dos praticados no mercado convencional. Renato Rodrigues, um dos 47 cooperados da Coopiatã, com café premiado, destaca que a boa colocação do café em concursos mostra a força da produção dos agricultores familiares baianos: “Ganhar esse prêmio traz uma conquista para todos nós, produtores de café de Piatã, da Bahia. É resultado de muita dedicação, trabalho e paixão por esse fruto que nos enche de orgulho. O nosso café está entre os melhores do Brasil e é da agricultura familiar”. De acordo com o presidente da Coopiatã, Rodolfo Moreno, a saca de 60 kg do café arábica convencional sai hoje, em média, por R$ 500. O preço de um especial é comercializado, em média, a R$ 1.750, a saca, no mercado. Já a saca de um café classificado como especial, bem colocado em um concurso como esse, pode chegar a mais de R$ 50 mil.
O famoso cafezinho pela manhã ou após as refeições faz parte da rotina de muita gente que, todos os dias, consome esse produto. Mas não é só dentro do Brasil que a bebida faz sucesso: em 2019, o país exportou café para 128 países. Foram 40,6 milhões de sacas de 60 kg comercializadas, gerando uma movimentação de US$ 5,1 bilhões, um recorde histórico. Em entrevista ao portal Governo do Brasil, o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Nelson Carvalhaes, afirmou que a expectativa do setor para este ano é de repetir o feito. “O Brasil é protagonista na exportação global de café. Ano a ano, o país investiu muito em produtividade, qualidade e sustentabilidade, então nosso café é muito bem aceito no exterior. Temos de 38% a 40% do comércio global, e as expectativas continuam muito boas. Tudo indica que a próxima safra será ótima.” As projeções oficiais para a produção também são boas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país poderá colher até 62 milhões de sacas de café (até 45,98 milhões de arábica e até 16,04 milhões de conilon). No ano passado, foram 49,31 milhões de sacas. Ainda de acordo com a Conab, a receita bruta total da produção de café no país deve atingir R$ 25,5 bilhões, frente aos R$ 22 bilhões da safra de 2019. Além da produção, a demanda mundial pelo grão também cresce de 1,5% a 2% ao ano e, segundo Carvalhaes, ao final de 2020, o consumo global de café pode chegar a 173 milhões de sacas de 60kg — no ano passado, foram 167,9 milhões. “O Brasil trabalha para acompanhar isso. Há um crescimento de demanda e, consecutivamente, o país terá uma forte oportunidade de aumentar seu market share, a participação no mercado”, explica. Em 2019, as exportações de cafés brasileiros (40,6 milhões de sacas de 60kg) foram 13,9% maiores que em 2018 (35,6 milhões). No entanto, a receita cambial gerada nos dois anos foi semelhante e ficou em torno de US$ 5,1 bilhões. Isso ocorreu porque o preço médio da saca, no ano passado, foi de US$ 125,49, enquanto, em 2018, a média foi de US$ 144,53. O ano de 2020, porém, começou com uma tendência de melhora.
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