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O preço de venda do gás de cozinha para revendedores na Bahia foi reduzido em 7,1% pela Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen. O novo valor entrou em vigor no sábado (1º) e a expectativa é que a alteração comece a chegar aos consumidores a partir desta segunda-feira (3).
A redução ocorre inicialmente na comercialização do produto com as distribuidoras. Posteriormente, os novos valores são repassados às revendas, que definem o preço final cobrado pelo botijão ao consumidor.
Segundo a Acelen, a formação dos preços acompanha as condições do mercado e leva em consideração fatores como a cotação internacional do petróleo, a variação do dólar e os custos de frete. Por isso, os valores podem sofrer alterações para cima ou para baixo.
Em declaração ao g1, o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha (Sindrevgás), Roberto Souza, afirmou que a redução deverá chegar ao consumidor. A estimativa da entidade é de uma queda entre R$ 3 e R$ 4 no preço do botijão.
A partir desta sexta-feira (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), "gás de cozinha", fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. De acordo com informações da Agência Brasil, o preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras. Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás. Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.