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O preço do gás de cozinha ficou cerca de 9% mais caro na Bahia nesta quinta-feira (1º), conforme informações do Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás). Com a mudança, o consumidor poderá pagar entre R$ 7 e R$ 8 a mais pelo botijão, em média.
O reajuste foi aplicado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o sindicato, o preço da tonelada do GLP passou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60.
Em Salvador, o valor final do botijão pode chegar a R$ 170, de acordo com informações divulgadas pela TV Bahia. O preço cobrado ao consumidor, porém, não é uniforme e depende da política de cada revendedora, além dos custos de transporte, distribuição e comercialização.
Em nota, a Acelen confirmou a atualização dos preços do gás liquefeito de petróleo vendido às distribuidoras que atuam no mercado baiano. A empresa explicou que os valores são definidos com base em fatores de mercado, incluindo a cotação internacional do petróleo, a variação do câmbio e os custos de frete.
A companhia também informou que sua política de preços segue critérios técnicos e referências do mercado internacional. Segundo a Acelen, os valores podem sofrer alterações tanto para cima quanto para baixo, conforme as condições consideradas na formação dos preços.
O preço do gás de cozinha pode voltar a subir na Bahia a partir de 1º de setembro. A previsão é de que o botijão de 13 quilos fique até R$ 10 mais caro para o consumidor, conforme informações divulgadas pelo Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás).
Com a possível elevação, o valor do botijão poderá alcançar aproximadamente R$ 160 em algumas regiões do estado. O preço efetivamente praticado, no entanto, deverá variar de acordo com a localidade e com a política comercial adotada por cada revendedora.
A perspectiva de alta chega após dois meses de redução nos preços. Em julho, o valor do gás recuou cerca de 6,8%, o que representou uma economia aproximada de R$ 5 para o consumidor. No mês seguinte, agosto registrou nova queda, desta vez de 7,1%, com redução estimada entre R$ 3 e R$ 4.
Segundo o Sindrevgás, a principal razão para o novo aumento está relacionada ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor. A atualização dos custos com salários e mão de obra aumenta as despesas das empresas que atuam na distribuição e comercialização do produto.
A composição do preço do botijão também envolve outros gastos, como transporte, logística, tributos, armazenamento, manutenção das estruturas de distribuição e serviços necessários para que o produto chegue aos consumidores.
O preço de venda do gás de cozinha para revendedores na Bahia foi reduzido em 7,1% pela Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen. O novo valor entrou em vigor no sábado (1º) e a expectativa é que a alteração comece a chegar aos consumidores a partir desta segunda-feira (3).
A redução ocorre inicialmente na comercialização do produto com as distribuidoras. Posteriormente, os novos valores são repassados às revendas, que definem o preço final cobrado pelo botijão ao consumidor.
Segundo a Acelen, a formação dos preços acompanha as condições do mercado e leva em consideração fatores como a cotação internacional do petróleo, a variação do dólar e os custos de frete. Por isso, os valores podem sofrer alterações para cima ou para baixo.
Em declaração ao g1, o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha (Sindrevgás), Roberto Souza, afirmou que a redução deverá chegar ao consumidor. A estimativa da entidade é de uma queda entre R$ 3 e R$ 4 no preço do botijão.
A partir desta sexta-feira (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), "gás de cozinha", fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. De acordo com informações da Agência Brasil, o preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras. Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás. Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.