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O Instituto FSB Pesquisa consultou 2 mil eleitores por telefone entre os dias 9 e 11 de setembro, pesquisa esta contratada pelo banco BTG Pactual, e o resultado do levantamento mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% das intenções de voto, ante 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL). Simone Tebet (MDB) tem 7% e empata na margem de erro com Ciro Gomes (PDT), que tem 9%. Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d’Avila (Novo) têm 1% cada. Nos cenários testados para segundo turno, o candidato do PT vence o atual presidente por 51% a 38%. Bolsonaro também perde para Ciro Gomes, por 50% a 38%, e para Simone Tebet, por 48% a 40%. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-06321/2022.
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (3) que deve vetar quase 20 pontos do Projeto de Lei de sobre abuso de autoridade, aprovado na Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto. “Deve chegar a quase 20 vetos, mas tem artigo que tem que ser mantido porque é bom. Não serão só nove”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira. Ontem (2), o presidente afirmou que vetaria, pelo menos, nove dos dez pontos sugeridos pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. O décimo ainda estava em discussão. Bolsonaro tem até a próxima quinta-feira (5) para anunciar a decisão, dia em que termina o prazo de 15 dias úteis para o veto ou sanção. Em caso de veto, o texto volta para análise do Congresso Nacional, que pode manter ou derrubar os vetos presidenciais.
O enfrentamento da hanseníase no Brasil foi o tema de uma transmissão ao vivo na segunda-feira (08) na página do presidente Jair Bolsonaro no Facebook. Ele recebeu, no Palácio do Planalto, Yohei Sasakawa, presidente da Fundação Nippon que promove um trabalho internacional de prevenção e tratamento da doença. O Brasil é o segundo país com a maior incidência da hanseníase no mundo. "No Brasil, cada grupo de 10 pessoas, 1,3 tem hanseníase. Estamos fazendo as contas aqui, nós devemos ter mais de 100 mil pessoas com hanseníase no Brasil no momento. Isso acontece junto às pessoas mais pobres", disse Bolsonaro. "No passado, quem tinha hanseníase, era isolado. Tem gente que tem essa doença, tem vergonha, não se apresenta e fica escondido. Tem tratamento, com antibióticos, é gratuito, e a pessoa pode rapidamente ficar livre disso", ressaltou o presidente. O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, participou da live e orientou as pessoas a identificar a doença e procurar tratamento gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS). “Uma pequena mancha na pele, pode ser na mão, no braço, em qualquer lugar do corpo. E essa mancha com menor sensibilidade. Pegue uma caneta, um lápis, aperte. Muitas vezes, na mancha da hanseníase, a pessoa não sente a pressão da ponta da caneta, é uma mancha com baixa sensibilidade", explicou.
Durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (05), o presidente Jair Bolsonaro declarou que não haverá horário de verão em 2019. "Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão", disse. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, já havia informado que a pasta vai finalizar os estudos sobre o tema nos próximos dias. Na sequência, a análise será entregue a Bolsonaro para que ele decida se o horário vai ser extinto de forma permanente.
Ao longo da campanha e depois de promulgado o resultado do segundo turno, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e seus principais assessores reiteraram suas prioridades, a partir da posse em 1º janeiro de 2019. Ele afirmou que sustentará seu governo na preservação da Constituição Federal e dos valores, assim como na unidade da população. Bolsonaro disse que se inspira no ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill, referência em estratégia política e militar ao unir o povo do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial. Nas redes sociais e em entrevistas exclusivas concedidas, o presidente eleito citou propostas específicas para educação, saúde, segurança pública, comércio exterior, política externa, cotas, programas sociais e eventuais mudanças no sistema tributário.
Por meio de sua conta no Twitter o Partido Novo, que teve João Amoêdo como candidato à Presidência da República, comunicou nesta terça-feira (9) que não apoiará nenhum dos candidatos ao segundo turno. Marcado para o dia 28 de outubro, o pleito será disputado por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na postagem, a sigla avalia que obteve grandes conquistas e sai fortalecida dessas eleições. “No entanto, o cenário presidencial não é o que desejávamos. Manteremos nossa coerência e nossa contribuição à sociedade se dará através da atuação da nossa bancada eleita, alinha com nossos princípios e valores. Mesmo declarando neutralidade o partido faz questão de enfatizar que seus integrantes são 'absolutamente contrários ao PT' que dizem ter ideias e práticas opostas às defendidas pela legenda". Outro partido que também declarou neutralidade foi o PP que, no primeiro turno, foi uma das siglas que avalizaram a candidatura do tucano Geraldo Alckmin. Em uma carta longa, de três páginas, dirigida aos progressistas, o presidente do partido Ciro Nogueira (PI) diz que o eleitor claramente enviou um recado ao país: quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha. “Isso significa que o eleitor quer o silêncio e o palco vazio de qualquer ruído ou informação que interfira na sua reflexão sobre qual candidato escolher”, disse Nogueira.