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Mais de 30 mil toneladas de minério de ferro são destinados ao mercado interno do país com atividade da Bahia Mineração (Bamin). A empresa iniciou no último dia 17 de agosto o embarque da primeira carga do minério que corresponde ao seu projeto para produção e comercialização em pequena escala. De acordo com informações do Correio da Bahia, o processo de escoamento do minério será feito pela ferrovia da VLI Logística, após o carregamento dos vagões no terminal da Bamin, em Licínio de Almeida. De lá, o minério segue para Minas Gerais. Ao todo, são 15 embarques para completar o transporte de 35 mil toneladas para o mercado interno. Com a operação inicial em pequena escala, a companhia prevê produzir e comercializar 800 mil toneladas/ano de minério de seu projeto Pedra de Ferro, com um investimento aproximado de R$ 40 milhões. Para a Bamin, a produção em pequena escala é estratégica para a viabilização do projeto completo da Mina Pedra de Ferro, que terá produção de 18 milhões de toneladas de minério por ano, com movimentação de sua carga pela Fiol e Porto Sul. O início das atividades da Bamin deve movimentar economicamente não só o sudoeste da Bahia, mas também o estado como um todo.
O Governo do Estado, por meio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), renovou a licença de instalação da Bahia Mineração (Bamin), no município de Caetité, no sudoeste da Bahia, por seis anos. A portaria 17.973 foi publicada nesta quinta-feira (21), no Diário Oficial do Estado (DOE). Em Caetité, a Bamin está implantando o projeto Pedra de Ferro, que prevê a extração anual de até 20 milhões de toneladas de minério de ferro. A produção transformará a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do país, com a geração de 10 mil empregos diretos e 20 mil indiretos durante a implantação, e, após a entrada em operação, de 1,5 mil empregos diretos. Atendendo a uma solicitação do Governo do Estado, a Bahia Mineração alterou o método que será utilizado para a construção da barragem a fim de garantir mais segurança ao armazenamento de rejeitos sólidos que serão produzidos pela mina para o processamento do minério. O barramento será construído por meio do alteamento a jusante. O projeto original previa a execução do barramento a montante, uma técnica menos onerosa e menos segura. O método a jusante é seguro e oferece um rigoroso controle operacional. Com esta modificação, a empresa praticamente duplicou o investimento para construção da estrutura, que terá valor total de R$ 200 milhões.
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa recebeu na última terça-feira (12) a diretoria da Bahia Mineração (Bamin), que apresentou os avanços do Projeto Pedra de Ferro, em implantação nos municípios de Caetité e Pindaí, na região da Serra Geral. O empreendimento, que se propõe a ser uma das mineradoras mais modernas do mundo, pretende produzir 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, fazendo da Bahia o terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. Além dos componentes da Mesa, estiveram presentes líderes e vice-líderes de bancadas e partidos, totalizando 28 deputados. Na ocasião, os executivos apresentaram o projeto da barragem de rejeitos da mina, a ser construída em Caetité. A reunião, que se realizou no Salão Nobre da Casa, “teve por objetivo esclarecer sobre a implantação do projeto integrado da mina de ferro, em Caetité, do Porto Sul e da Ferrovia Engenheiro Vasco Azevedo Neto (antiga Fiol)”, explicou Ivana Bastos, segunda vice-presidente da ALBA e proponente do encontro com a mineradora. Os executivos da Bamin, empresa do grupo Eurasian Resources Group, apresentaram o projeto da barragem, que é de alteamento a jusante, diferente das barragens mineiras que romperam, construídas a montante. “Ao contrário do alteamento a montante, o processo a jusante é feito para fora e para baixo do barramento. Exige mais material para construção da nova parede de contenção”, explicou Alexandre Aigner, diretor financeiro da Bamin. Ele disse que o material para altear a barragem a montante é depositado em cima do próprio rejeito sedimentado, o que reduz o custo da estrutura, enquanto a barragem a jusante é mais segura e mais resistente às atividades sismológicas. “A empresa tem se preparado para atender a todas as exigências ambientais e de segurança do estado”, ressaltou.
Os presidentes e vice-presidente das quatro empresas chinesas que integram o consórcio com a Bahia Mineração para a exploração da mina de minério de ferro de Caetité, construção do Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) participaram de reunião com o governador Rui Costa, no final da manhã desta segunda-feira (13), na Governadoria, em Salvador. Esta é a primeira vez que os presidentes visitam a capital baiana para discutir o andamento dos três projetos que são desenvolvidos em parceria com a Bahia Mineração (Bamin). Na reunião foram abordados aspectos técnicos e o potencial de cada um dos empreendimentos, além de medidas para acelerar o processo de aprovação do projetos tanto no Brasil quanto na China. O governador Rui Costa destacou a contribuição dos projetos para o desenvolvimento econômico e social para o estado. “Temos avanços em três projetos que são importantes para o estado. Neste momento a mineração servirá como alavancagem inicial para essa grande obra de infraestrutura que envolve a ferrovia e o porto. Nós vamos integrar diversas regiões do estão garantindo a chegada de empresas, empregos e renda para a população”, argumenta. O presidente da Bahia Mineração, Eduardo Ledsham, destacou que a reunião com os presidentes das empresas chinesas representa o interesse de que os projetos sejam iniciados o mais breve possível. “Estamos recebendo hoje os principais executivos do Consórcio Chinês que junto com a Bamin estão desenvolvendo uma parceria para implantação do projeto Pedra de Ferro. A presença dos executivos em seguida da aprovação do estudo econômico da Fiol pelo ministro dos Transportes, na última semana, fortalece a parceria e é uma demonstração clara do consórcio em acelerar a implantação do projeto”.