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Em outubro de 2019, o índice de atividades turísticas na Bahia apontou variação positiva de 3,1% frente ao mês imediatamente anterior (série com ajuste sazonal). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12), na Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e sistematizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). Ainda de acordo com a SEI, o volume das atividades turísticas na Bahia no terceiro trimestre deste ano cresceu 1,8%. Para o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, os dados refletem o bom momento do turismo na Bahia. “Importante destacar que o crescimento desta atividade na Bahia foi maior do que o dobro do índice nacional, que ficou em apenas 0,8% no terceiro trimestre e 1,5% em outubro. Somente de ICMS, arrecadamos 1,8 bilhão de reais neste trimestre analisado, o que representou um aumento nominal de 12,7% com o mesmo período do ano passado”, ressaltou. O secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, revela que as perspectivas são boas para o verão, quando a Bahia deve receber mais de 6,2 milhões de visitantes, representando o incremento de 4,5% em relação à temporada anterior. “O fluxo está distribuído entre as 13 zonas turísticas da Bahia, com grande diversidade de atrativos, desde as praias do litoral, à aventura na Chapada Diamantina e às belezas do Rio São Francisco”, explica o secretário. A SEI também revelou, através do Boletim Análise Conjuntural do Turismo da Bahia, que o fluxo internacional acelerou 9,5%, mantendo a trajetória de expansão iniciada no 3º trimestre de 2018 (9,0%). Já o consumo de energia elétrica das atividades características do turismo registrou expansão de 2% neste período, também mantendo a tendência de crescimento do mesmo trimestre do ano passado (1,8%).
Conforme dados do Ministério da Saúde, três em cada 100 mortes registradas, em 2017, no Brasil podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, apontam que dos 1,3 milhão de óbitos registrados em 2017, 34.273 mil estão relacionados às doenças como o diabetes, o câncer de mama e o de cólon e cardiovasculares. Males que estão relacionados à falta da atividade física no dia-a-dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo. Praticar esportes, sejam de baixo ou de alto impactos, é fundamental para o corpo e para a mente. Além de prevenir as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) ligadas ao excesso de peso, como a hipertensão e o diabetes; as cardiovasculares e a alguns tipos de cânceres, o exercício regular desencadeia uma série de efeitos benéficos ao corpo. Além disso, caminhada, lutas e outras modalidades esportivas melhoram o condicionamento físico, auxiliam o controle de peso, alivia o estresse, melhora a qualidade do sono, entre outros benefícios que podem ser observados. Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017) apontam que 37% dos brasileiros que moram nas capitais praticam atividade física pelo menos 150 minutos por semana, o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os homens (43,4%) se exercitam mais do que as mulheres (31,5%). A faixa de 18 a 24 anos é a mais ativa, 49,1% da população tem o esporte inserido no cotidiano, seguidos pelos de 25 a 34 anos (44,2%).