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A Polícia Civil da Bahia cumpriu um mandado de prisão preventiva, na quarta-feira (13), em desfavor de um homem, de 18 anos, investigado pelos crimes de tortura, extorsão e associação criminosa, em Itapetinga. O mandado foi cumprido por equipes das Delegacias Territoriais (DT/Itapetinga) e (DT/Itororó).
Os fatos que motivaram a prisão preventiva do suspeito ocorreram em abril deste ano, quando o investigado, agindo em conjunto com outros suspeitos, teria invadido uma residência para agredir um adolescente e, posteriormente, passar a extorquir a família da vítima em nome de um grupo criminoso.
O homem, que era considerado foragido, foi localizado em via pública, no distrito de Bandeira do Colônia, em Itapetinga, após diligências policiais para cumprimento da ordem judicial, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Itapetinga.
Após a prisão, o investigado foi apresentado na unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis, incluindo a expedição de guia para exame de lesões corporais e a comunicação formal ao Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a Operação Furvus com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em furtos a terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal. A ação mira um grupo investigado por atuar de forma itinerante em diversos estados do país.
Durante a operação, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão e medidas de bloqueio de bens. Todas as diligências foram realizadas no estado de São Paulo, onde o grupo criminoso mantinha sua base de atuação.
As investigações apontaram que os suspeitos se deslocavam da capital paulista para cometer crimes em outras regiões. Foram identificados ataques a agências bancárias em Curitiba, no Paraná, e em cinco municípios da Bahia: Vitória da Conquista, Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Poções.
De acordo com a Polícia Federal, os criminosos utilizavam um dispositivo conhecido como “jacaré”, empregado para retirar envelopes contendo dinheiro e cheques dos caixas eletrônicos após a simulação de depósitos. Os investigados já possuem antecedentes por práticas semelhantes e poderão responder pelos crimes de associação criminosa e furto qualificado.