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A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece estável, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (12). O levantamento mostra que 47% dos brasileiros aprovam a atual gestão, enquanto 50% a desaprovam. Outros 3% não souberam ou preferiram não responder.
Os números mantêm o cenário da pesquisa anterior, realizada em outubro, quando o governo registrava 48% de aprovação e 49% de desaprovação. Segundo o instituto, a estabilidade ocorre após o impacto político e social da operação policial realizada no dia 28 de outubro, no Rio de Janeiro, que resultou em 121 mortes e provocou tensão entre o Palácio do Planalto e o governo fluminense.
O estudo também indica uma mudança na percepção das maiores preocupações nacionais. O tema da violência, que antes preocupava 30% dos entrevistados, agora passou a ser citado por 38%. Já a economia, tradicionalmente no topo da lista, aparece em segundo lugar, com 15%.
No quesito segurança pública, 36% avaliam a atuação do governo como regular, 34% como negativa e 26% como positiva — percentuais que apontam leve melhora em relação à pesquisa de março.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 6 e 9 de novembro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 48% em outubro, o melhor resultado de 2025, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (8). Já a desaprovação ficou em 49%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento mostra uma recuperação na avaliação positiva do governo, que havia registrado 47% em janeiro e caiu para 41% em março e 40% em maio. A partir de julho, os índices voltaram a subir, chegando a 43% naquele mês e a 46% em agosto e setembro.
Em relação à desaprovação, o percentual mais alto foi observado em maio, com 57%. Desde então, houve queda gradual: 53% em julho e 51% nos dois meses seguintes.
A pesquisa foi realizada presencialmente entre os dias 2 e 5 de outubro, com 2.004 entrevistados em todo o país. O nível de confiança é de 95%.