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Hoje, muita gente assiste vídeos em todo lugar. YouTube, TikTok, Instagram, Facebook, Twitter... é vídeo atrás de vídeo. Mas nem sempre dá pra ficar online. E aí, baixar o vídeo vira necessidade — pra ver de novo mais tarde, mostrar pra alguém, usar numa apresentação, ouvir música offline.
Esses aplicativos de download dispararam em popularidade nos últimos anos. E, com tanta oferta, uma pergunta sempre aparece: qual é o melhor app pra baixar vídeos?
O que faz um aplicativo realmente valer a pena?
Primeiro, ele tem que ser rápido. Ninguém tem paciência pra esperar um vídeo longo baixar, quanto mais um curtinho. Aplicativos bons usam tecnologia ágil, pra acabar logo o download e não deixar você de mãos abanando.
Segundo: compatibilidade. O app precisa funcionar com várias plataformas — YouTube, TikTok, Instagram, Facebook, Twitter, tudo isso. A ideia é não ficar limitado a só uma rede.
Terceiro: facilidade de uso. Você não quer perder tempo com menus confusos ou mil opções técnicas. O ideal é abrir o app, colar o link, escolher o formato e tá feito.
E falando em formato, o app precisa oferecer opções. Tem gente que só quer o áudio, outros querem baixar em HD, alguns preferem economizar espaço e baixar em resolução menor.
Por último — e não menos importante — segurança. Muita solução gratuita acaba trazendo pop-ups suspeitos, anúncios insistentes ou até riscos reais de malware. Um app seguro mesmo dispensa esse tipo de problema.
As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos (também conhecidos como apps) em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15). O Brasil ficou na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos. O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30). Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%). No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos. O download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019. No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.
De acordo com relatório do TIC Domicílios 2018, entre 2008 e 2019, o índice de brasileiros conectados saiu de 34% para 70%. O percentual é mais alto do que a média mundial, que é de 48,5%, segundo o Banco Mundial. Se colocarmos em lista os países que mais usam a internet, o Brasil ocuparia a posição de número 83. Mas, apesar do crescimento, a desigualdade no mundo online continua em vários aspectos. Na renda, por exemplo, enquanto o percentual nas classes A e B é de cerca de 92%, nas classes D e E ficou em 48%. A internet tem uma penetração de 74% nos centros urbanos, mas não alcança metade nas áreas rurais, onde fica em 49%. O levantamento mostra, ainda, como a internet móvel tem se tornado, cada vez mais, a fonte exclusiva de conectividade de muitas pessoas. O índice de quem acessa a web apenas pelo celular cresceu quase três vezes entre 2014 e 2018, passando de 20% para 56%. Enquanto isso, a conectividade exclusiva por computador caiu no mesmo período de 24% para 3%.