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PRF apreende 152 mil cigarros, eletrônicos e medicamentos irregulares durante operação na Bahia

20 Ago 2026 / 17h30
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PRF apreende 152 mil cigarros, eletrônicos e medicamentos irregulares durante operação na Bahia
Foto - Divulgação / PRF-BA

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza na Bahia a XXIV Operação Temática de Enfrentamento aos Crimes Contra o Fisco e a Saúde Pública (OTEFIS), com ações voltadas ao combate ao contrabando, descaminho, evasão fiscal e transporte irregular de produtos que podem representar riscos à população.

Iniciada no dia 17 de agosto, a operação concentra fiscalizações em rodovias federais nas regiões de Feira de Santana, Vitória da Conquista, Barreiras e Itabuna. As ações contam com a participação de órgãos como Receita Federal, Anvisa, Vigilância Sanitária, Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) e instituições fazendárias.

Até a quarta-feira (19), o balanço parcial apontava a fiscalização de 1.759 veículos, 2.538 pessoas e 88 ônibus. As equipes também cumpriram quatro mandados de prisão e prenderam 15 pessoas durante as ações.

Entre as principais apreensões estão cinco motocicletas roubadas encontradas em bagageiros de ônibus, 98 garrafas de vinho importadas sem regularização, 1.780 eletrônicos irregulares, 7 mil pares de calçados falsificados, mil peças de roupas sem nota fiscal e 1.747 potes de cosméticos sem registro no Ministério da Saúde.

A operação também resultou na apreensão de 54 cigarros eletrônicos, 152 mil unidades de cigarros sem o recolhimento de impostos, 3 mil quilos de fumo picado, medicamentos irregulares, 10 caixas de cloridrato de sibutramina e 2.780 ampolas e canetas utilizadas para emagrecimento. Durante as fiscalizações, os agentes ainda localizaram 2 quilos de cocaína.

No setor agropecuário, foram identificados 44 pássaros vivos, 44 bois e seis cavalos transportados sem Guia de Trânsito Animal (GTA). Dois bezerros também foram encontrados em condições consideradas de maus-tratos, além de 36 frangos vivos transportados de forma irregular.

As equipes apreenderam ainda 61.333 embalagens contaminadas de agrotóxicos, 654 perfumes importados irregularmente e 58 perfumes falsificados.

As fiscalizações alcançaram também diferentes tipos de cargas. Entre os produtos identificados estão 25 quilos de farinha, 33 toneladas de laranja, 796 litros de leite, 50 toneladas de fertilizante sem nota fiscal, 16 toneladas de material destinado à fabricação de borracha, 100 quilos de frango congelado, 2.770 quilos de carne e 25 caixas de doce de leite sem registro.

Anvisa aprova novas canetas emagrecedoras, incluindo a 1ª genérica

17 Ago 2026 / 16h30
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Anvisa aprova novas canetas emagrecedoras, incluindo a 1ª genérica
Foto - Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou dois novos medicamentos injetáveis a base de semaglutida obtida por via sintética. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União desta segunda (17).

A semaglutida ficou conhecida por ser o princípio ativo das "canetas emagrecedoras" Ozempic e Wegovy, usadas no tratamento para a diabetes mellitus tipo 2. Médicos também receitam a substância para o controle da obesidade.

Em maio, a farmacêutica EMS obteve o primeiro registro de semaglutida sintética no país, no medicamento Ozivy. Agora, a EMS foi autorizada a comercializar o genérico do Ozivy, que poderá chegar ao mercado com preços mais baixos. Como se trata de um remédio genérico, no entanto, a nova a caneta não pode ter um nome comercial.

Medicamento similar

A Anvisa também aprovou medicamento similar à base de semaglutida do laboratório Germed, vinculado à EMS. Neste caso, além do princípio ativo, a versão similar pode ter nome e caracteristicas próprias, sem alterar o princípio ativo, além de emblagem e rotulagem diferentes do remédio de referência. Este produto será vendido como Semaclique.

O registro da agência reguladora reconhece o uso dos medicamentos aliado à dieta e aos exercícios físicos. Eles são administrados semanamente e devem ficar armazenados em geladeira (em temperaturas de 2 °C a 8 °C) antes e depois de iniciado o tratamento.

A agência reforça ainda a necessidade do acompanhamento médico para o uso das canetas de semaglutida: "Como todos os medicamentos do tipo GLP-1, a semaglutida sintética está sujeita à prescrição de receita médica em duas vias".

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de Mounjaro

30 Jul 2026 / 15h30
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Anvisa determina apreensão de lote falsificado de Mounjaro
Foto - Divulgação / Polícia Civil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (30) a apreensão de um lote falsificado do medicamento Mounjaro. A resolução foi publicada nesta quinta-feira (30) no Diário Oficial da União.

Segundo a Anvisa, a própria empresa detentora do registro do produto, Eli Lilly do Brasil Ltda., identificou no mercado item com número de lote D881474, considerado legítimo e existente em sistema, mas com número de série 302199651396, classificado como incompatível.

Assim, a orientação da agência é que canetas emagrecedoras da marca Mounjaro que apresentam número de lote D881474 e número de série 302199651396 devem ser apreendidas e não podem ser distribuídas, vendidas ou utilizadas.

Em nota, a Anvisa reforçou a orientação para que a população em geral e profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em farmácias devidamente regularizadas, sempre em embalagem completa (dentro da caixa) e mediante emissão da nota fiscal.

“Em caso de identificação de unidades dos medicamentos com suspeita de falsificação, a população e os profissionais de saúde não devem utilizar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade”, concluiu a agência.

O Mounjaro tem como princípio ativo a tirzepatida e figura entre os medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Anvisa registra cinco novas canetas para emagrecer

29 Jul 2026 / 12h30
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Anvisa registra cinco novas canetas para emagrecer
Foto - Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (29/7) o registro de cinco novos medicamentos injetáveis agonistas do receptor de GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. Indicados para o tratamento de diabetes, todos os dispositivos possuem como princípio ativo a semaglutida obtida por via sintética:

- Owozy - registro concedido para a empresa Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos Ltda.

- Seemasun - registro concedido para a empresa Sun Farmacêutica do Brasil Ltda.

- Zempneo - registro concedido para a empresa Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.

- Semavy - registro concedido para a empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.

Orsema - registro concedido para a empresa Ranbaxy Farmacêutica Ltda.

Os medicamentos aprovados foram registrados por comparação com o produto biológico Ozempic, sendo indicados para o tratamento de pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado. Os novos dispositivos injetáveis foram autorizados para uso complementar à dieta e exercícios, quando o uso de metformina é considerado inapropriado devido a intolerância do paciente ou contra indicações.

Crescimento de registros

Iniciada em agosto de 2025, a priorização da análises de medicamentos com semaglutida e liraglutida foi motivada pelo pedido do Ministério da Saúde em benefício do Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis), e pela necessidade de abastecimento do mercado nacional, que culminou na publicação do Edital de Chamamento 12/2025 da Anvisa.

Com nova lei, Anvisa prevê maior rapidez na aprovação de medicamentos

21 Jul 2026 / 09h30
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Com nova lei, Anvisa prevê maior rapidez na aprovação de medicamentos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Na manhã desta segunda-feira (20/7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária participou da cerimônia de sanção do Projeto de Lei 2.583/2020, que institui a Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde.

A nova lei estabelece orientações para fortalecer a produção nacional e fomentar a inovação; ampliar o acesso da população à a tecnologias de saúde; valorizar os laboratórios públicos; e aumentar a capacidade de resposta a emergências em saúde. A norma busca ainda incentivar a integração entre instituições de pesquisa, o setor produtivo e o Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo do novo marco regulatório é orientar políticas públicas que fortaleçam a capacidade produtiva, tecnológica, científica e de inovação no setor de saúde no Brasil. O que vai ao encontro do trabalho desenvolvido pela Anvisa, que impacta investimentos, geração de empregos, inovação e desenvolvimento no país, uma vez que os setores por ela regulados representam 23% do Produto Interno Bruto (PIB).

Ao todo, foram adotadas 125 ações para reduzir filas, tempo de análise de processos e o passivo regulatório. Essa mobilização possibilitou a finalização de petições de 261 medicamentos sintéticos e 46 medicamentos biológicos e radiofármacos. Além disso, foram eliminados os passivos relativos a diagnóstico in vitro, equipamentos de saúde, Certificado de Boas Práticas de Fabricação – Dispositivos e de radiofármacos.

SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV

15 Jul 2026 / 16h26
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SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV
Foto - Divulgação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal remédio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no país.

O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV pertencente à biofarmacêutica GSK. Em 2020, ambas assinaram um contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz para nacionalizar progressivamente a produção do remédio e distribuí-lo ao SUS.

Desde então, Farmanguinhos vem realizando investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir novos equipamentos, capacitar seus profissionais e promover estruturação técnica, regulatória e operacional para garantir a internalização da produção. Este processo acaba de ser concluído, e o início do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Desde 2022, o instituto da Fiocruz já faz a distribuição para o SUS dos remédios produzidos em fábricas da GSK. Mais de 739 milhões de cápsulas já foram fornecidas para a saúde pública desta forma. Em 2025, Farmanguinhos também assumiu as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento. 

Três lotes do remédio já foram fabricados e validados pelo instituto e poderão ser distribuídos para o SUS, assim que a liberação da Anvisa for expedida. Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metologia analítica do ingrediente farmacêutico ativo. 

Anvisa registra nova vacina contra a influenza

13 Jul 2026 / 13h29
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Anvisa registra nova vacina contra a influenza
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (13/7) o registro da Fluprevli, vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada). O imunizante é destinado à imunização ativa a partir de 6 meses de idade contra cepas dos vírus influenza A e B presentes na formulação. 

Em estudos clínicos de suporte, foram observadas elevadas taxas de soroproteção (presença de níveis adequados de anticorpos no sangue, geralmente adquiridos por vacinação ou infecção prévia) e soroconversão (momento em que o organismo começa a produzir anticorpos detectáveis no sangue em resposta a uma infecção ou vacinação), além de eficácia de até 73% na prevenção de influenza em adultos e de até 65% em crianças. 

A influenza é uma infecção viral respiratória de elevada relevância em saúde pública, responsável por surtos sazonais, hospitalizações e óbitos, especialmente em crianças pequenas, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades.

Vacinas contra covid-19 serão atualizadas contra novas variantes

10 Jul 2026 / 08h30
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Vacinas contra covid-19 serão atualizadas contra novas variantes
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou um conjunto de atualizações para as vacinas contra a covid-19. A medida prevê melhorar a resposta contra variantes novas em circulação no país. 

A Instrução Normativa que trata do assunto foi publicada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União.

A norma aprovada diz que as vacinas precisam ser monovalentes, ou seja, ter resposta imunológica contra uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação. Também devem conter a variante LP8.1 como antígeno preferencial. Derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, são permitidos “desde que demonstrem respostas de anticorpos neutralizantes amplas e robustas”.

Vacinas registradas e produzidas antes desta norma, e as que já foram distribuídas no país poderão ser utilizadas em até nove meses. Depois desse prazo, estão proibidas.

As novas regras foram estabelecidas na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa. A justificativa apresentada no encontro é de que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à doença, o que reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizada no país.

Polícia Militar encontra arsenal de medicamentos para emagrecimento e anabolizantes durante ação em Guanambi

09 Jul 2026 / 07h00
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Polícia Militar encontra arsenal de medicamentos para emagrecimento e anabolizantes durante ação em Guanambi
Foto - Divulgação / PMBA

Uma operação da Companhia Independente de Policiamento Tático do Meio Oeste (CIPT-MO/RONDESP Meio Oeste) resultou na apreensão de uma grande quantidade de medicamentos e produtos farmacêuticos sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na tarde desta quarta-feira (8), no bairro Brasília, em Guanambi.

De acordo com a Polícia Militar, as equipes realizavam patrulhamento tático quando perceberam um homem recebendo uma sacola das mãos de uma mulher em via pública. O comportamento nervoso apresentado pelos dois despertou a atenção dos policiais, que realizaram a abordagem.

Durante a revista pessoal, foram encontradas ampolas de medicamentos utilizados para emagrecimento. Ao ser questionada, a mulher informou que havia outros produtos armazenados em sua residência e autorizou a entrada da equipe policial no imóvel.

No local, os militares localizaram um amplo estoque de medicamentos, hormônios, peptídeos, anabolizantes e diversos insumos farmacêuticos armazenados de forma irregular e sem autorização dos órgãos competentes.

Entre os materiais apreendidos estavam dezenas de unidades de medicamentos como Tirzepatida, Retatrutide, GHK-CU, Ipamorelin, Tesamorelin, IGF-1 LR3, Semax, Selank, Glow, MOST-C, CJC-1295, BPC-157, TB500, PT141, GHRP2 e NAD+, além de anabolizantes como Oxandrolona, Dianabol, Oximetolona, Primobolan, Masteron e Turinabol.

A ação também resultou na apreensão de cinco caixas de Dysport, dezenas de canetas de Tirzepatida, 68 caixas de seringas para insulina contendo 100 unidades cada, três caixas de agulhas para canetas de insulina, diversos frascos de diluente bacteriostático, um frasco de ácido acético glacial, uma balança de precisão, embalagens, selos de autenticidade, um spray de pimenta e diversos suplementos alimentares e vitamínicos.

Enquanto os policiais realizavam as buscas no imóvel, o homem que havia sido abordado inicialmente conseguiu fugir e, apesar das diligências realizadas na região, não foi localizado.

A proprietária da residência foi conduzida, juntamente com todo o material apreendido, para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde a ocorrência foi registrada.

Canetas contrabandeadas não têm equivalência com medicamentos registrados no Brasil

08 Jul 2026 / 07h30
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Canetas contrabandeadas não têm equivalência com medicamentos registrados no Brasil
Foto - Divulgação / PF

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que é falsa a informação de que testes laboratoriais comprovaram a equivalência de canetas contrabandeadas com os produtos registrados no Brasil.

Para garantir que um medicamento é equivalente a outro, são necessários testes específicos para assegurar concentrações e características idênticas. Além disso, os testes precisam avaliar se o medicamento funciona da mesma forma quando é aplicado em uma pessoa. Para isso, é necessário avaliar como o produto é absorvido pelo corpo, qual a concentração que atinge na corrente sanguínea e quanto tempo leva para ser eliminado.

Para se comprovar a equivalência, é necessário que o estudo seja feito em um centro de bioequivalência credenciado, que tem a responsabilidade de avaliar as etapas clínicas, analíticas e estatísticas do estudo.

O que é fato? 

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Unicamp (CIATox) realizou apenas testes de presença, concentração e estrutura molecular do princípio ativo tirzepatida em medicamentos contrabandeados.

O CIATox NÃO é um centro de bioequivalência credenciado no Brasil e não realizou estudos de equivalência. O centro também não faz parte da Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde.

Os testes realizados pela Unicamp permitem dizer que havia presença de princípio ativo nos frascos. Entretanto, não é possível afirmar que são equivalentes, já que não foram feitas análises de impurezas, contaminantes, degradação do produto, esterilidade, presença de metais pesados, entre outros.

O mais importante: o teste NÃO avaliou a biodisponibilidade. Esse é o dado mais relevante para dizer que um medicamento funciona do mesmo jeito que outro.

Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê

15 Jun 2026 / 09h30
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Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê
Foto - Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos. 

Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.

Lotes afetados

  • Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido - antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

Análises e restrição

De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

Anvisa anuncia recolhimento voluntário de lote da água Crystal sem gás

03 Jun 2026 / 14h30
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Anvisa anuncia recolhimento voluntário de lote da água Crystal sem gás
Foto - Divulgação / Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. 

O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.

O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

Bactéria Pseudomonas

O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.

Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.

Orientação ao consumidor

A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.

PRF apreende carga de cigarros contrabandeados escondida em caminhão na BR-349, em Correntina

29 Mai 2026 / 15h30
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PRF apreende carga de cigarros contrabandeados escondida em caminhão na BR-349, em Correntina
Foto - Divulgação / PRF-BA

APolícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde da última quarta-feira (27), uma grande carga de cigarros contrabandeados durante fiscalização no km 941 da BR-349, no município de Correntina, oeste da Bahia.

A equipe realizava comando de fiscalização na Unidade Operacional da PRF quando abordou um caminhão com avarias na parte frontal e placa danificada. Durante os procedimentos de fiscalização, o condutor informou que transportava uma carga de produtos diversos, como copos plásticos, flocão, biscoitos e papel higiênico, saindo de Juazeiro (BA) com destino ao estado de Goiás.

No entanto, algumas inconsistências chamaram a atenção dos policiais. Ao realizarem a vistoria no compartimento de carga, os policiais encontraram diversos volumes incompatíveis com a nota fiscal apresentada. Após a verificação, foi constatado que o caminhão transportava 925 caixas de cigarros de origem estrangeira, totalizando aproximadamente 462.500 maços.

Os cigarros apreendidos eram da marca GIFT, de origem paraguaia, cuja comercialização é proibida no Brasil por não atender às regulamentações sanitárias da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Diante dos fatos, foi constatada, em princípio, a prática do crime de contrabando. O motorista foi encaminhado, juntamente com o veículo e a carga apreendida, à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

Anvisa aprova primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic

26 Mai 2026 / 16h30
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Anvisa aprova primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic
Foto - Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta terça-feira (26/5) o registro do medicamento Ozivy. O produto é a primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao produto biológico liberado para comercialização no Brasil. Ou seja, o novo medicamento é uma versão sintética de um medicamento originalmente biológico registrado na Anvisa.

O medicamento usa o mesmo princípio ativo do Ozempic, que teve sua patente expirada em 20 de março. O pedido de registro do medicamento com semaglutida sintética chegou em 2023 e passou pelo processo técnico de comprovação de eficácia, segurança e qualidade feita por meio do registro na Anvisa.

O pedido de registro foi feito pelo laboratório EMS/SA e seguiu a ordem cronológica e de prioridade para medicamentos do tipo GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. As prioridades, que incluem a semaglutida, foram definidas nos termos do Edital de Chamamento12/2025 . Atualmente, outros cinco medicamentos de origem sintética e um de origem biológica da semaglutida seguem em análise na Agência, além de outros processos que estão na fila.

Indicação aprovada 

Ozivy poderá ser usado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, como adjuvante à dieta e exercício:- em monoterapia, quando a metformina é considerada inapropriada devido a intolerância ou contraindicações;- em adição a outros medicamentos para o tratamento do diabetes.

Procon afirma que Ypê é a responsável por descarte de produtos

09 Mai 2026 / 09h05
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Procon afirma que Ypê é a responsável por descarte de produtos
Foto - Divulgação

Consumidores que tenham adquirido lotes contaminados de produtos de limpeza da marca Ypê, cuja venda e uso foram proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não devem descartar os itens. As informações sobre a destinação correta, descarte ou eventual recolhimento deverão ser fornecidas pela empresa, orienta o secretário de Estado de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Procon-RJ), Rogério Pimenta.

“A orientação da Anvisa é que os consumidores devem ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para receber orientação do descarte, porque ele corre o risco de contaminação microbiológica”, alertou. 

Desde que a Anvisa anunciou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de vários produtos de lote final 1 da Ypê, consumidores relatam dificuldade em conseguir atendimento no SAC da empresa. A Ypê informou que reforçou o SAC para atender ao aumento da demanda. 

A inspeção da Anvisa em alguns frascos de produtos fabricados pela Ypê identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode provocar infecções, sobretudo em pessoas com baixa imunidade.

O SAC da Ypê atende pelo telefone 0800 1300 544. Pimenta reforçou que é responsabilidade da empresa dar a destinação correta aos produtos e recomendou que quem tem o produto em casa deve imediatamente suspender o uso. 

Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê

07 Mai 2026 / 13h27
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Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê
Foto - TORVIM/STOCK.ADOBE.COM

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. Segundo a decisão, lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.

A medida foi adotada após terem sido identificadas “falhas graves na produção” e vale para todos os lotes com numeração final 1.

“Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada em Amparo (SP)”, informou a agência.

De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário.

“Foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, detalhou a Anvisa, ao explicar que tais requisitos são essenciais em termos de fabricação para garantir a segurança sanitária dos produtos.

Anvisa aprova registro de medicamento para doença cardíaca

04 Mai 2026 / 15h30
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Anvisa aprova registro de medicamento para doença cardíaca
Foto - Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta segunda-feira (4/5), registro para o medicamento Beyonttra ® (cloridrato de a coramidis). O produto, da Global Regulatory Partners Brasil LTDA, é indicado para o tratamento de pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina na sua forma selvagem ou na variante hereditária. 

A doença é rara, multissistêmica e progressiva, que pode ser fatal, resultante da deposição da proteína transtirretina (TTR) monomérica malformada e agregada como fibrilas amiloides no músculo cardíaco. Produzida no fígado, a proteína se acumula no miocárdio, causando rigidez e insuficiência cardíaca. 

Beyonttra® age na estabilização da TTR, o que reduz o risco de mortalidade cardiovascular. Em estudo de fase 3, o medicamento foi estatisticamente mais eficaz que o placebo em um desfecho primário . Um paciente tratado com o medicamento teve 77,2% mais chance de obter um benefício do tratamento do que um participante que recebeu placebo.

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras sem registro no Brasil

15 Abr 2026 / 08h00
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Anvisa proíbe canetas emagrecedoras sem registro no Brasil
Foto - Carolina Morais / Ministério da Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (14/4), a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral , produzidos por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, importação e o uso dos produtos. 

Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1 , os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa. 

Orientações 

Por se tratar de produtos irregulares de origem desconhecida, não há nenhuma garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade. Por isso, não devem ser usados em nenhuma hipótese.

Profissionais de saúde ou pacientes que identificarem os produtos das marcas e lote citados, podem entrar em contato com a Agência, pelos Canais de Atendimento, ou com a Vigilância Sanitária (Visa) local, por meio dos canais disponíveis para consulta no portal da Anvisa.

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

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Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema
Foto - Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).

A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.

Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo). 

O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.  

Anvisa determina apreensão de canetas emagrecedoras sem registro sanitário

23 Fev 2026 / 17h30
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Anvisa determina apreensão de canetas emagrecedoras sem registro sanitário
Foto - Divulgação / PF

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (23/2), uma resolução determinando a apreensão de canetas emagrecedoras sem registro no Brasil

Veja quais são dos produtos: Lipoless MD 15mg/Lipoless 15mg, 12,5mg e 10mg - todos os lotes produzidos pelo Laboratório Éticos; Retatrutide 40mg - todas as marcas e lotes; Tirzec 15mg/Tirzec pen 15mg – todas as marcas e lotes; Lipoland 15mg - todos os lotes produzidos pelo laboratório Landerlan; T.G 15mg e 10mg - todos os lotes produzidos pelo laboratório Landerlan.

Além desses produtos, a Resolução (RE) 690/2026 também prevê a apreensão do medicamento Natu Sec, fabricado por uma empresa desconhecida. Estão proibidas a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação e o uso do produto, que não tem registro sanitário. 

Outro produto com apreensão determinada pela Anvisa nesta segunda-feira (23/2) é o Tadala Pro Max, vendido como suplemento alimentar e fabricado por outra empresa desconhecida. As ações de fiscalização se aplicam a quaisquer pessoas físicas/jurídicas ou veículos de comunicação que comercializem ou divulguem o suplemento.  

Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

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Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos
Foto - Joédson Alves / Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a?fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não?há previsão de transferência de recursos entre as partes.

Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso

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Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso
Foto - TV Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução que amplia o uso de terapias à base de cannabis. Com a norma, fica autorizada a venda do canabidiol em farmácias de manipulação e o cultivo da planta no país - por empresas - voltada para a fabricação de medicamentos e outros produtos aprovados.

A partir desta nova resolução do órgão fica permitida a comercialização de medicamentos usados via bucal, sublingual e dermatológica. Outra possibilidade que se abre é a importação da planta ou do extrato dela para a fabricação de medicamentos.

Também ficou decidido na reunião da Anvisa um limite de até 0,3% de THC (Tetrahidrocanabinol), composto da planta, tanto para materiais importados como para adquiridos. O THC é usado para tratamento de pessoas que vivem com diversas doenças debilitantes e crônicas.

As mudanças nas regras do uso da cannabis no país atendem a pedido do Superior Tribuna Federal (STF) que, no fim do ano passado, determinou que a Anvisa regulamentasse o uso da planta desde que com fins medicinais.

Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

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Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV
Foto - Divulgação / MS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão.

A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.

Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária.

O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns em esquemas diários, informou a Anvisa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a Anvisa, a Sunlenca é um antirretroviral inovador composto por lenacapavir, fármaco de primeira classe que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1.

Essa ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa, processo em necessário para que use as células do hospedeiro para se multiplicar.

Anvisa manda recolher lote de chá de camomila Água da Serra

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Anvisa manda recolher lote de chá de camomila Água da Serra
Foto - Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, proibindo sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. Segundo a agência, a medida ocorreu depois da empresa informar o recolhimento voluntário do lote, depois da detecção de irregularidades em seu produto.

“O ensaio de identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá. O ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do produto, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos em 25g de produto”, explicou a Anvisa em nota.

Segundo a agência, o fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote.

Anvisa assina termo de compromisso para a vacina da dengue do Butantan

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Anvisa assina termo de compromisso para a vacina da dengue do Butantan
Foto - Divulgação / Butantan

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) com o Instituto Butantan um Termo de Compromisso para estudos e monitoramento da vacina da dengue.

Segundo a Assessoria de Comunicação Social do governo federal, a assinatura deste termo é a última etapa que falta para o registro da vacina.

No início de novembro já havia a previsão de aprovação da vacina da dengue do Butantã pela Anvisa. Daniel Pereira, diretor do órgão, explicou à Agência Brasil que “a vacina de dengue do Butantan é um processo prioritário para a agência”.

Ele explicou que a análise do imunizante demandou “muitas horas” de discussão técnica com especialistas externos que apoiaram.

O anúncio oficial do acordo entre a Anvisa e o Instituto Butantan será feito nesta quarta.

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Queiroz Santos comentou em:
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