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A nova geração talvez nunca tenha visto um orelhão, ou, tecnicamente falando, um Telefone de Uso Público. Isso porque muitos deles já foram retirados das ruas, mas cerca de 38 mil ainda existem espalhados pelo Brasil.
A partir deste ano, porém, as empresas de telefonia fixa não terão mais a obrigação de mantê-los, já que, em dezembro de 2025, foram encerradas as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis por eles. A mudança ocorre após a adaptação dos antigos contratos de concessão do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) para o regime de autorização, previsto na Lei Geral de Telecomunicações.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), não há norma que determine ou regulamente expressamente a retirada dos orelhões não obrigatórios, mas a agência avalia solicitar às prestadoras adaptadas a apresentação de um plano de retirada desses terminais.
Os usuários podem solicitar às prestadoras a retirada dos orelhões não obrigatórios diretamente nas centrais de atendimento das empresas. Em caso de não atendimento pela prestadora, o consumidor, de posse do protocolo, pode registrar reclamação na Anatel por meio da central de atendimento (telefone 1331) ou pelo portal da Agência na internet.
De acordo com a Anatel, as empresas se comprometeram a realizar investimentos em infraestrutura de telecomunicações no país, como a implantação de fibra óptica em localidades desprovidas dessa infraestrutura, a instalação de antenas de telefonia celular (com tecnologia mínima 4G) em áreas sem cobertura adequada, a expansão da rede móvel em municípios, a implantação de cabos submarinos e fluviais, a conectividade em escolas públicas e a construção de data centers.
Pesquisa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) aponta a desigualdade na conexão digital no Brasil. Um destaque do estudo é o tempo sem internet móvel devido à falta de franquia de dados.
O levantamento revela que 35% das pessoas com renda de até 1 salário mínimo e 35,6% das que recebem entre 1 e 3 salários mínimos ficaram sete dias ou mais sem acesso à internet móvel nos 30 dias anteriores ao estudo. Esse cenário se agrava para os consumidores de menor renda: 11,6% ficaram mais de 15 dias sem acesso, valor quase seis vezes maior do que o observado entre aqueles com renda superior a 3 salários mínimos (2,2%).
“Outro ponto de atenção é que, por estar sem a franquia de dados no celular e sem acesso ao Wi-Fi, 63,8% dos brasileiros deixaram de utilizar serviços bancários ou financeiros; 56,5% deixaram de acessar plataformas de serviços do governo; 55,2% deixaram de estudar; e 52,3% deixaram de acessar serviços de saúde”, destacam a Anatel e o Idec.
A pesquisa aborda ainda o impacto da publicidade no consumo de dados. A percepção de que vídeos de publicidade aparecem com muita frequência (“sempre” ou “muitas vezes”) ultrapassa os 50% em todas as faixas de renda investigadas.
Também há disparidade na compra de celulares por faixa de renda. Entre os indivíduos com renda de até 1 salário mínimo, 51% declararam ter aparelhos celulares com valor de compra inferior a RS 1 mil. Em contrapartida, nas faixas de renda mais elevadas, predominam os aparelhos mais caros, evidenciando a influência da barreira financeira no acesso a dispositivos mais modernos.
O Brasil está acelerando sua transformação digital. A cobertura do 5G já atinge 63,61% do país, ultrapassando a meta de 57,67% estabelecida pela Anatel para 2027, mais de três anos antes do previsto. Os dados constam em relatório trimestral da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), vinculada ao Ministério das Comunicações. O avanço é resultado da atuação conjunta entre o Ministério das Comunicações e a Anatel, que têm trabalhado para acelerar a chegada da tecnologia a todos os brasileiros. “A expansão do 5G representa mais do que avanço tecnológico: é inclusão, desenvolvimento e oportunidade. Nosso compromisso é garantir que essa transformação chegue a todos”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. Entre as ações decisivas, está a liberação antecipada da faixa de 3,5 GHz, realizada 14 meses antes do prazo previsto, que permitiu que os 5.570 municípios brasileiros ficassem aptos a receber o 5G standalone. Isso possibilitou às operadoras iniciar a implementação de acordo com seus cronogramas. O ministro adiantou que o governo busca acelerar ainda mais. “Hoje existe um cronograma até 2050, mas estamos em diálogo com as operadoras para antecipar esse prazo”, afirmou. Outro impulso vem do apoio financeiro oferecido pelo MCom, com linhas de crédito do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) para ampliar a infraestrutura necessária ao 5G. O relatório da Anatel também apontou aumento no percentual de usuários de internet, que passou de 81,34% para 84,46%. A meta para 2027 é chegar a 95%. A satisfação do usuário de banda larga fixa também cresceu, passando de 6,9 para 7,4.
O Governo Federal, por meio do Ministério das Comunicações (MCom) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realiza em conjunto com a Seja Digital, na próxima terça-feira (12/8), o 3º leilão reverso para ampliar o acesso à telefonia móvel e à internet banda larga em áreas sem cobertura no Brasil. O Projeto, com valor inicial de R$ 250 milhões, tem como objetivo atender áreas rurais que ainda não contam com rede móvel, antecipar compromissos de abrangência previstos no edital do 5G e levar conectividade a rodovias do país. As áreas atendidas estão distribuídas por todas as cinco regiões brasileiras. De acordo com o ministro das comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a conectividade gerada pelo leilão reverso vai muito além do acesso à internet. “Estamos falando de mais segurança nas estradas, de oportunidades para o comércio e o turismo, de inclusão digital e de melhoria na qualidade de vida das pessoas. Onde chega internet, chega desenvolvimento”, destacou o ministro. Com a ampliação da cobertura, a população dessas regiões poderá contar com serviços essenciais, como chamadas de voz, acesso à internet de alta velocidade, comunicação em situações de emergência e novas oportunidades para empreendedores, agricultores e comunidades locais. Os recursos fazem parte das sobras do Leilão 4G da Anatel. Os vencedores serão validados e divulgados após a reunião do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), prevista para o próximo dia 14 de agosto.
Sinal de telefonia móvel 4G e internet de alta velocidade no campo podem ser viabilizados em assentamentos rurais e comunidades quilombolas e de povos tradicionais de diferentes regiões do país. É o que prevê acordo de cooperação técnica assinado nesta quarta-feira (19), em Brasília, entre os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), das Comunicações (MCom), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O evento marcou a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf). O projeto de expansão da conectividade será financiado com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). Pelo acordo, caberá ao MDA e ao Incra mapearem, em até 120 dias, as áreas de relevância da agricultura familiar que poderá ser contempladas com a medida. Já a pasta das Comunicações e a Anatel vão atuar para ativar políticas de inclusão digital, promovendo ações de conectividade e acesso à rede de internet e telefonia móvel em áreas rurais, a partir da articulação com associações representativas e cooperativas que atendem a agricultura familiar, os assentados da reforma agrária, os quilombolas e a outros povos e comunidades tradicionais. O acordo prevê investimentos em infraestrutura e capacitação de agentes, inclusive agricultores, e de profissionais que atuam em escolas rurais. De acordo com a justificativa do acordo de cooperação, a medida interministerial tem o objetivo de enfrentar o problema da desigualdade digital. "Tem-se que, por um lado, a expansão das telecomunicações nas áreas rurais tem sido mais lenta do que nas áreas urbanas, por outro, a capacidade de conexão oferecida às camadas mais pobres da população precisa ser melhorada", diz o texto.
A partir desta segunda-feira (2), as operadoras de telefonia estão livres para instalar a tecnologia 5G em todos os municípios do país. A ativação do sinal é possível após a retirada total das interferências que impediam a ativação do sinal nos 5.570 municípios brasileiros. No último dia 26, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Entidade Administradora da Faixa (EAF) anunciaram a “limpeza” da faixa de frequência de 3,5 gigahertz (GHz), destinada ao 5G. No entanto, a liberação do sinal ocorreu nesta segunda-feira. Antes da chegada do 5G ao país, essa faixa era usada por serviços de radiodifusão e de televisão aberta via satélite, principalmente por antenas parabólicas, que operavam na Banda C. Essa tecnologia funciona na faixa de 3,7 GHz a 6,4 GHz, muito próxima da faixa do 5G. Ao longo dos últimos anos, a Anatel agiu em duas frentes: na migração da Banda C e na eliminação da interferência na faixa próxima de 3,5 GHz. Em relação à migração, foram desocupadas 1.482 estações satelitais profissionais (FSS), usadas por emissoras de rádio e TV, instituições de ensino a distância e até pela Aeronáutica, que operavam na Banda C Estendida. O processo acabou em março deste ano, dois anos antes do previsto. A segunda etapa foi a limpeza da frequência, com a instalação de filtros nas parabólicas para atenuar interferências das torres nos dispositivos móveis, e a distribuição de cerca de 4,3 milhões de kits de conversão gratuitos para famílias beneficiárias de programas sociais federais que dependem da parabólica tradicional para ter acesso ao sinal aberto de TV.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou nesta segunda-feira (23) um conjunto de medidas às prestadoras de serviços de telecomunicações com o objetivo de impedir o uso de ligações telefônicas para aplicação de golpes e fraudes. A agência reguladora esclarece que as medidas determinadas pretendem garantir a transparência e a rastreabilidade das ligações telefônicas e correspondem a uma resposta à atualização de métodos usados por fraudadores e ações complementares a outras disposições já implementadas pela Anatel e em andamento. A realização de novas etapas de verificação das chamadas está entre as providências que devem ser tomadas pelas empresas. As operadoras também deverão proibir o uso de múltiplos números aleatórios para chamadas realizadas a partir de uma mesma origem. A prática tem dificultado a identificação de quem está ligando e, consequentemente, prejudica o bloqueio de chamadas indesejadas ou fraudulentas, no telefone do consumidor, se este desejar. De acordo com a Anatel, esta prática é adotada pelo mercado de telesserviços. A Anatel definiu ainda a criação de um canal para centralizar o recebimento de denúncias de instituições financeiras sobre números utilizados para o cometimento de golpes e fraudes. A partir dessas notificações, cada operadora deverá usar as informações para identificar o usuário e a prestadora de origem das chamadas, bloquear o acesso do usuário às redes de telefonia e acionar as autoridades de segurança pública. O descumprimento das medidas estabelecidas pela Anatel poderá resultar na aplicação de multas de até R$ 50 milhões ou até mesmo na extinção da autorização para prestação de serviço de telecomunicações da operadora que for considerada conivente com as práticas criminosas.
Para reduzir o grande volume de chamadas de telemarketing indesejadas, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que vai ampliar o uso do prefixo 0303 - antes específico para televendas - para todas as empresas que realizam um grande volume de chamadas telefônicas. As novas regras começam a valer a partir de 5 de janeiro de 2025. Depois dessa data, as empresas ou organizações que realizam mais de 10 mil chamadas diárias - independentemente do motivo - deverão adotar o prefixo. Segundo a Anatel, a medida tem por meta equilibrar as regras aplicadas entre diferentes setores, facilitando a fiscalização da agência e melhorando a experiência do consumidor. As empresas que não se adequarem às novas regras terão suas chamadas bloqueadas. Caberá às prestadoras de telecomunicações monitorar e identificar os responsáveis por um volume intenso de chamadas. A verificação de quais entidades se enquadram nessa exigência será feita mensalmente e caberá à Anatel a supervisão do procedimento. Um estudo realizado pela agência identificou que o volume intenso de chamadas é gerado por poucas empresas, “que usam as redes de telecomunicações de maneira desordenada e se aproveitam do anonimato para insistir com chamadas indesejadas para os consumidores.”
A partir do dia 1º de junho, as empresas de telemarketing terão que seguir novas regras definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para combater o disparo massivo de chamadas telefônicas abusivas. O objetivo é reduzir o incômodo e os transtornos gerados aos consumidores de serviços de telefonia do país. Um dos principais ajustes é em relação ao tempo de duração da ligação feita pelas empresas aos consumidores para que ela seja considerada uma chamada curta. Antes, eram consideradas chamadas curtas aquelas com até 3 segundos. Com as novas regras, são consideradas curtas as chamadas de até 6 segundos, com desligamento na origem ou no destino. O conceito de chamadas curtas foi também ampliado para incluir, além das chamadas não completadas, normalmente desligadas pelo usuário antes mesmo de atender, as chamadas direcionadas à caixa postal. Segundo as regras da Anatel, o limite de chamadas curtas que as empresas podem efetuar é de 85% do total de ligações realizadas, para a empresa que fizer mais de 100 mil ligações em um dia. As empresas que ultrapassarem os limites serão bloqueadas por 15 dias. Segundo a Anatel, para contornar as regras estabelecidas anteriormente, as empresas de telesserviços deslocaram o tempo das chamadas curtas para algo entre 4 e 6 segundos. “O acompanhamento também observou um grande volume de chamadas infrutíferas, inoportunas ou sem diálogo que passaram a se estender para a caixa postal dos cidadãos”, diz a agência. Outra inovação divulgada pela agência nesta sexta-feira (26) é a possibilidade de determinação de bloqueio diretamente pela própria Anatel, caso identifique reincidência e prévia notificação. A Anatel também determinou o uso do código 0303 para ligações de cobranças, além de ligações de telemarketing. As prestadoras de serviço que descumprirem as medidas estão sujeitas a multa de até R$ 50 milhões.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou um projeto de ampliação de potência que trará melhorias significativas para a Rádio Câmara de Brumado. A iniciativa, liderada pela Câmara Municipal de Vereadores sob a presidência do vereador Renato Santos, recebeu autorização da Câmara dos Deputados para expandir a capacidade de transmissão da emissora.De acordo com Marlon Pamponet, o Engenheiro de Radiodifusão responsável pelo canal FM da Rádio Câmara de Brumado, o documento autorizando a ampliação já foi assinado após a análise realizada pela Seção de Transmissão de Rádio e TV/Coaud/Detec. A principal mudança proporcionada por este projeto é o aumento da potência da Rádio Câmara, que atualmente opera com 20 watts e passará para 1000 watts. O investimento necessário para essa melhoria será mínimo, pois a ampliação de potência utilizará a capacidade ociosa do transmissor atual, que já é capaz de fornecer 1000 watts. Com essa ampliação de potência, a frequência de 103,3 MHz da Rádio Câmara de Brumado poderá alcançar toda a zona rural do município e algumas cidades vizinhas. A Rádio FM oferece agilidade e mobilidade aos ouvintes de forma gratuita, tornando-se uma fonte valiosa de informações e debates de interesse público para a comunidade local. O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, vereador Renato Santos, destacou a importância dessa ampliação, afirmando que "beneficiará toda a comunidade brumadense com informes e debates de interesse público, reforçando o papel do legislativo". O projeto agora seguirá para outras etapas, com a expectativa de levar aprimoramentos significativos na cobertura e alcance da Rádio Câmara de Brumado, proporcionando uma experiência ainda melhor aos ouvintes e fortalecendo o compromisso da emissora com a comunidade local.
A Câmara Municipal de Vereadores de Brumado alcançou um marco significativo no aprimoramento da comunicação pública das atividades legislativas locais ao obter a licença definitiva de funcionamento da Rádio Câmara, sintonizada na frequência 103,3 MHz, neste mês de junho de 2023. O engenheiro Marlon Pamponet, responsável técnico da Rádio Câmara de Brumado, informou que o processo de licenciamento foi concluído junto à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Esse processo envolveu a emissão de laudos de vistoria técnica e de radiação radioelétrica para os transmissores de rádio FM, juntamente com outras informações técnicas necessárias. Esse avanço é resultado de um trabalho minucioso realizado nos últimos meses pela atual gestão da mesa diretora, com o objetivo de fortalecer a atuação da comunicação social da Câmara Municipal. A intenção é aproximar a atividade parlamentar dos cidadãos de Brumado, que elegeram os membros dessa Casa Legislativa.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Renato Santos, destacou que a obtenção da licença definitiva marca o início de um importante trabalho conjunto da mesa diretora e demais vereadores para garantir transparência e publicidade às ações desenvolvidas pelos membros do legislativo municipal. Segundo ele, "nós vereadores temos a obrigação de prestar contas das atividades realizadas no mandato que nos foi confiado pelos eleitores de Brumado, e a Rádio Câmara se torna esse veículo oficial". Renato Santos complementou que, além da obtenção da licença, os próximos passos incluem investimentos em equipamentos para ampliar a cobertura e a qualidade da rádio, bem como a reestruturação da equipe da emissora com a contratação de jornalistas e radialistas. Eles serão responsáveis por preencher a grade de programação com notícias do legislativo municipal e programas de participação popular, estreitando a relação entre vereadores e população, cumprindo assim o papel da concessão pública da Rádio FM. O presidente concluiu dizendo que
"a rádio FM continua sendo um dos meios de comunicação de maior audiência, pois donas de casa e motoristas, por exemplo, podem acompanhar a rádio enquanto realizam outras atividades, devido à agilidade e facilidade que ela proporciona".
A concessão da rádio FM foi concedida por meio da Portaria n° 3939 do Ministério das Comunicações e publicada no Diário Oficial em 06/08/2018, à Câmara dos Deputados de Brasília. O ato de autorização de uso de radiofrequência n° 2962 da ANATEL foi publicado em 12/06/2020. Em seguida, foi assinado o Acordo de Cooperação n° 2019/072.0 com a Câmara dos Deputados, permitindo que a Câmara de Vereadores de Brumado operasse o canal e retransmitisse as Sessões Plenárias da Câmara Federal
A partir desta segunda-feira (27), mais 347 municípios do país terão autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para começar a transmitir o sinal da nova rede 5G puro da faixa 3.5GHz. A decisão foi tomada em uma reunião realizada na última quinta-feira (23) pelo Gaispi (Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz).DistribuiçãoAté o momento 487 localidades - 86 milhões de brasileiros (40% da população) - obtiveram a liberação do 5G. As localidades que tiveram liberação hoje estão distribuídas em 23 estados. Em Minas Gerais são 50 cidades beneficiadas, entre elas, Brumadinho, Confins, Sete Lagoas e Unaí. Em Goiás, onde 48 municípios serão liberados para receber o 5G, destacam-se as turísticas Alto Paraíso, Cavalcante e Pirenópolis.A lista segue com Rio Grande do Sul (33), Paraná (32), Santa Catarina (21), Ceará (18), Bahia (17), Rio de Janeiro (15), Rio Grande do Norte (14), São Paulo (13), Maranhão (13), Amazônia (12), Piauí (12), Alagoas (11), Tocantins (9), Pernambuco (9), Paraíba (6), Roraima (4), Mato Grosso (3), Sergipe (3), Amapá (2), Rondônia (1) e Pará (1).
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou o reajuste dos planos básicos de telefonia fixa pelas concessionárias do serviço (Oi, Telefônica, Claro, Sercomtel e Algar). Os aumentos variam de 0,7% a 6,76%, a depender da empresa. A Anatel regula apenas as tarifas das chamadas concessionárias, empresas que assumiram o direito de explorar o serviço utilizando infraestrutura da União antes controlada pelo extinto Sistema Telebrás. Nesse caso, a lei impõe uma série de obrigações, entre elas a normatização das tarifas pela agência. Outras companhias podem oferecer o serviço, mas como “autorizatárias” e sem ter seus planos sujeitos a esse tipo de regras por parte do órgão. Pela decisão do Conselho Diretor da Anatel, o reajuste ficará em 6% para a Oi (ligações locais em todo o país, à exceção de São Paulo), 4,9% para a Telefônica (ligações locais no estado de São Paulo), 6% para a Claro (chamadas de longa distância), 6,7% para a Sercomtel (ligações locais em cidades do Paraná) e 0,7% para a Algar (ligações locais em nove estados, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste). A direção da Anatel também definiu o reajuste de cartões de telefones públicos, mais conhecidos como “orelhões”. A modalidade mais simples, de 20 créditos, passará a custar R$ 2,66.
Após o anúncio da liberação da concessão da emissora Rádio Educativa 103.3 para a Câmara de Vereadores de Brumado, imediatamente, o presidente da Casa Legislativa, vereador Léo Vasconcelos iniciou a sua mobilização para que o processo de implantação pudesse ser iniciado. Nesse sentido ele esteve na manhã de terça-feira (26) na sede da agência da Anatel em Salvador para dar entrada em toda a documentação exigida. Ele informou que o processo será desenvolvido em 3 etapas, primeiramente a formação da parceria com a Anatel e a Câmara Federal dos Deputados, e, assim que tudo for formalizado, se irá para a segunda etapa, que é a aquisição dos equipamentos e a instalação dos estúdios. Por fim, a última etapa é colocar a rádio em funcionamento. O presidente Léo Vasconcelos comemorou a conquista e a definiu como um grande progresso para o município de Brumado. Confira o processo.
A Agência de Telecomunicações (Anatel) começa a “desligar” aparelhos celulares em situação irregular nos estados do Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins. O bloqueio ocorre em aparelhos que não oferecem a qualidade e segurança exigidas pela regulamentação brasileira e que foram adquiridos depois de 23 de setembro deste ano. Desde essa data, quem ativou um celular irregular nessas localidades recebeu a mensagem: “operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias”. Outros avisos foram encaminhados 50 dias e 25 dias antes do bloqueio. Na véspera, outra mensagem foi enviada: “operadora avisa: Este celular IMEI XXXXXXXXXXXXXXX é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares”. Os clientes que adquiriram um aparelho nessas condições antes de 23 de setembro não serão afetados. Aqueles que tiverem o celular bloqueado devem procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho e buscar seus direitos como consumidor. A partir de 7 de janeiro, a Anatel vai encaminhar mensagens para os moradores dos estados da Região Nordeste e demais estados da Região Norte e Sudeste que estão nessa situação. Outras informações podem ser obtidas no site da Anatel.
As ligações locais e de longa distância nacional feitas a partir de orelhões da Oi permanecerão gratuitas até 31 de março de 2019 em 11 estados do país. A determinação é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em razão do não cumprimento de obrigações por parte da concessionária. A medida vale para oito estados da Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) e três da Região Norte (Pará, Amazonas e Amapá). A punição é uma extensão de pena aplicada a Oi pela Anatel em outubro do ano passado. Após fiscalização que constatou que o percentual de orelhões em condições de operação não atingiu os patamares estabelecidos pela agência, que deve ser de, no mínimo, 90% em todas as unidades da Federação e de no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões, a Oi foi responsabilizada. Na ocasião, a agência liberou as ligações locais em 15 estados. Em março deste ano, após nova fiscalização, a agência manteve a punição desta vez para 12 estados, determinando que o encerramento da punição para dia 30 de setembro.
Os serviços de telefonia móvel atingem 98,2% da população brasileira, mas 3,8 milhões de brasileiros, que moram em distritos fora da sede dos municípios, não têm acesso aos serviços de telefone celular. Os dados constam de levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados hoje (6) pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Apesar da abrangência do serviço de telefonia móvel, os dados mostram que ainda existem municípios no país que contam apenas com a tecnologia 2G, que não permite o acesso à internet. Com relação as tecnologias 3G e 4G, que permitem acesso móvel à internet, os dados mostram que a cobertura de 3G está em 5.301 municípios, onde moram 99,3% da população brasileira, e o 4G já chega em 4.122 municípios brasileiros, onde moram 94,4% da população, segundo a Telebrasil.