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O cinema brasileiro fez história na noite de hoje (3) na 97ª edição do Oscar, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, foi o grande vencedor na categoria de melhor filme internacional. Uma conquista inédita para o cinema brasileiro. O filme brasileiro superou Emilia Pérez (França), A Semente do Fruto Sagrado (Alemanha), A Garota da Agulha (Dinamarca) e Flow (Letônia). Walter Salles dedicou a conquista para Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva desaparecido na ditadura, cuja busca em saber o destino do marido norteou o roteiro do filme. Em seu discurso de agradecimento, o cineasta brasileiro também ressaltou os trabalhos de Fernanda Torres, e sua mãe, Fernanda Montenegro. Indicado também para a estatueta de melhor filme, Ainda Estou Aqui perdeu para Anora, maior vencedor da festa com cinco estatuetas no total. Fernanda Torres, indicada ao prêmio de melhor atriz, não levou a estatueta, que acabou nas mãos de Mikey Madison, de Anora. Mesmo assim Fernanda Torres entra na história do cinema repetindo sua mãe, Fernanda Montenegro, que foi indicada na edição de 1999 do Oscar como melhor atriz, mas a laureada foi a estadunidense Gwyneth Paltrow.
longa-metragem brasileiro Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, segue sua carreira de sucesso no exterior. No sábado, 8 de fevereiro, levou o prêmio espanhol Goya 2025 de melhor filme ibero-americano. É a primeira vez que uma produção brasileira é indicada e sai vitoriosa na categoria. Também foi agraciado com o prêmio de público no Festival de Cinema de Roterdã, na Holanda. No domingo (9), a atriz Fernanda Torres recebeu o prêmio Virtuoso no Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, nos Estados Unidos. Na 39ª cerimônia do Goya, considerada a principal premiação do cinema espanhol, Ainda Estou Aqui competia com quatro títulos: El Jockey (Argentina), Agarrame Fuerte (Uruguai), No Lugar da Outra (Chile) e Memorias de un Cuerpo que Arde (Costa Rica). Em carta lida pelo cantor e compositor uruguaio Jorge Drexler, o cineasta Walter Salles agradeceu a honraria. “Ainda Estou Aqui é um filme sobre a memória de uma família, durante a longa noite da ditadura militar no Brasil, que está entrelaçada com a memória do meu país. Gostaria de dedicar esse prêmio ao cinema brasileiro, à Eunice Paiva e toda sua família, à Fernanda Montenegro e à Fernanda Torres”, dizia na carta. Durante a 54ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, o filme obteve a maior média de votos na enquete junto ao público. Já na Califórnia, Fernanda Torres faturou o prêmio Virtuoso, concedido pelo Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara a atores cujos desempenhos em filmes recentes os destacaram na indústria cinematográfica. Outros nomes, entre eles alguns indicados ao Oscar, também receberam o troféu. “É incrível porque quando nós começamos não imaginávamos que estaríamos aqui. Estamos muito felizes e a família Paiva merece muito isso”, declarou a atriz no tapete vermelho da premiação, salientando que o longa se tornou fenômeno de público no Brasil.
A turma do 3º ano vespertino do curso técnico em Informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), campus Brumado, convida a comunidade para a apresentação teatral baseada na obra "Ainda Estou Aqui". O evento acontecerá no dia 13 de fevereiro, às 14h, no Auditório do Campus. Ambientada na década de 1960, a peça retrata a história de uma família profundamente impactada pela Ditadura Civil-Militar no Brasil. Com um enredo envolvente e uma narrativa emocionante, a obra aborda temas como perda, coragem e resiliência, revisitando um dos períodos mais sombrios da história do país. A adaptação teatral é inspirada no livro de Marcelo Rubens Paiva e na versão cinematográfica dirigida por Walter Salles, conhecido por filmes como "Central do Brasil" e "Diários de Motocicleta". A montagem promete surpreender o público ao trazer à tona questões históricas e emocionais que continuam relevantes nos dias atuais.
O filme brasileiro Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, venceu, neste sábado (8), o prêmio Goya 2025, na categoria de melhor filme ibero-americano. A premiação é considerada a principal do cinema espanhol. Esta é a primeira vez que uma produção brasileira é indicada e vence a categoria. Nesta 39ª edição do prêmio, a produção brasileira concorria com outros quatro filmes: El jockey, da Argentina; Agarrame fuerte, do Uruguai; No lugar da outra, do Chile; e Memorias de un cuerpo que arde, da Costa Rica. Em carta lida no momento do recebimento do troféu Goya, o diretor Walter Salles agradeceu a distância o prêmio à academia de cinema espanhol e ressaltou que esta é a primeira vez que um filme brasileiro foi indicado a uma categoria do Goya. "Ainda Estou Aqui é um filme sobre a memória de uma família, durante a longa noite da ditadura militar no Brasil, que está entrelaçada com a memória do meu país. Gostaria de dedicar esse prêmio ao cinema brasileiro, a Eunice Paiva e toda a sua família, a Fernanda Montenegro e a Fernanda Torres”, disse em carta o diretor Walter Salles.
O filme Ainda Estou Aqui foi indicado a três categorias do Oscar 2025. A atriz Fernanda Torres foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz. A produção brasileira, por sua vez, foi indicada em duas categorias: Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro. O anúncio foi feito no final da manhã desta quinta-feira (23), em Los Angeles (EUA). Fernanda Torres disputa a premiação com as atrizes Cynthia Erivo, Karla Sofía Gascón, Mikey Madison e Demi Moore. Já Ainda Estou Aqui concorre, na categoria Melhor Filme, com Anora, O Brutalista, Um Completo Desconhecido, Conclave, Duna: Parte 2, Emilia Pérez, Nickel Boys, A Substância e Wicked. Na categoria Melhor Filme Estrangeiro, a produção brasileira disputa a premiação com A Garota da Agulha (Dinamarca), Emilia Pérez (França), A Semente do Fruto Sagrado (Alemanha) e Flow (Letônia). Fernanda Torres já havia sido premiada, no início do mês, com o Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama. Esta foi a primeira vez que a premiação foi entregue a uma brasileira.