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Brasil assume liderança mundial na produção de carne bovina em 2025

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Brasil assume liderança mundial na produção de carne bovina em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil deverá alcançar em 2025 uma posição inédita no cenário global do agronegócio ao se tornar o maior produtor de carne bovina do mundo, superando os Estados Unidos. A projeção consta em relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que acompanha estatísticas do setor desde a década de 1960.


De acordo com os dados apresentados, a produção brasileira está estimada em 12,35 milhões de toneladas de carne bovina neste ano, enquanto os norte-americanos devem alcançar 11,81 milhões de toneladas, considerando o peso do animal abatido. Será a primeira vez que o Brasil lidera o ranking histórico do órgão internacional.


O volume apontado pelo USDA supera as projeções mais recentes do próprio governo brasileiro. Em levantamento divulgado em novembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) havia estimado uma produção de 11,38 milhões de toneladas em 2025, já indicando crescimento em relação ao ano anterior.


O relatório também traz estimativas para 2026, quando a produção brasileira deverá recuar levemente, aproximando-se dos números dos Estados Unidos. Para o próximo ano, a expectativa é de que o Brasil produza 11,7 milhões de toneladas, enquanto os EUA devem atingir 11,71 milhões, praticamente empatando no volume total.

No 1º trimestre de 2025, agronegócio representou 14,3% da economia baiana

17 Jun 2025 / 07h00
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No 1º trimestre de 2025, agronegócio representou 14,3% da economia baiana
Foto - Joá Souza / GOVBA

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio baiano totalizou R$ 19,8 bilhões no primeiro trimestre de 2025, representando 14,3% de toda a economia do estado no período. Essa participação é inferior à verificada no mesmo trimestre de 2024, quando era equivalente a 15,2% do PIB total baiano. Esse menor nível se deu pelo fato do conjunto da economia baiana ter experimentado crescimento de 3,2%, ao passo que o agronegócio cresceu 1,4%. A estimativa do PIB do agronegócio baiano é feita a partir da análise e cálculo de quatro grandes agregados: agregado I (insumos agropecuários); agregado II (setor agropecuário, também conhecido como da “da porteira para dentro”); agregado III (indústrias de base agrícola – consomem produtos do agregado II) e agregado IV (distribuição e comercialização dos produtos do agronegócio – agregados II e III. Apesar de ter registrado crescimento real de apenas 1,4%, quando analisamos o crescimento nominal, observa-se que houve expansão de 16,5% do agronegócio baiano na comparação com o primeiro trimestre de 2024. Esse crescimento foi favorecido pela elevação no nível de preços em todos os agregados, com destaque para a agropecuária (agregado II). Os preços dos produtos agropecuários (agregado II), registraram incremento de 20% no trimestre, comparando com o primeiro trimestre de 2024, com destaque para a soja, laranja, café, bovinos e lavoura permanente. Além da elevação nos preços da agropecuária, os insumos do setor primário (agregado I) subiram 11%, enquanto nos serviços (agregado IV), a variação de preços foi de 15%. Por sua a vez, a agroindústria (agregado III) registrou a menor variação de preço, fechando em 9% (neste agregado, os alimentos foram os que mais contribuíram com crescimento de 13%). Conforme explicitado anteriormente, o PIB do agronegócio cresceu 1,4% em termos reais, onde o agregado II (setor agropecuário) se destacou com o maior nível de expansão (10,0%).

Agronegócio Lidera Exportações Baianas em 2024

15 Jan 2025 / 16h00
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Agronegócio Lidera Exportações Baianas em 2024
Foto - Divulgação / Seagri

O agronegócio da Bahia registrou um desempenho significativo em 2024, com exportações que somaram quase US$ 6,1 bilhões, representando 52% do total exportado pelo estado. Esse resultado destaca a importância da agropecuária na pauta de exportações da Bahia, contribuindo para um saldo comercial positivo de quase US$ 5,5 bilhões, de acordo com a plataforma Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Em comparação com 2023, houve um aumento nas exportações do agronegócio, que no ano anterior totalizaram US$ 5,8 bilhões. Apesar dos desafios climáticos e econômicos enfrentados em 2024, o setor manteve sua posição de destaque na produção nacional de alimentos e energia. Os principais produtos exportados pela Bahia em 2024 foram o complexo soja (45,33%), produtos florestais (22,44%), fibras e produtos têxteis (13,81%), cacau e seus derivados (6,49%), café (4,10%) e frutas (3,39%). Os destinos principais dessas exportações incluem Estados Unidos, Reino Unido, Coreia do Sul, Argentina, Chile e Canadá. Novos mercados também foram alcançados, como China, Japão e Índia. O secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum, comentou sobre a diversidade do agronegócio baiano e seu papel na economia do estado: "A diversidade do nosso agronegócio é um dos nossos maiores trunfos. Desde a soja até as frutas frescas, cada segmento contribui de maneira única para a economia baiana. Em 2024, enfrentamos desafios, mas também colhemos frutos de um trabalho árduo e dedicado, que nos permite olhar para o futuro com otimismo e confiança."

Exportações do Agronegócio Baiano Batem Recorde em Outubro, Impulsionadas por Cacau, Café e produtos florestais

25 Nov 2024 / 14h30
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Exportações do Agronegócio Baiano Batem Recorde em Outubro, Impulsionadas por Cacau, Café e produtos florestais
Foto - Divulgação / Seagri

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia (Seagri) informa que as exportações do agronegócio baiano atingiram um novo recorde em outubro de 2024, totalizando US$ 745 milhões. Esse valor representa um crescimento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram comercializados US$ 635 milhões, e é o maior da série para o mês, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).O complexo do cacau e seus derivados foi um dos destaques. Em outubro de 2023, o valor exportado foi de 19,8 milhões de dólares. Já no mesmo período deste ano, as exportações desse setor atingiram US$ 48,1 milhões, representando um aumento significativo, puxado pela alta nas cotações da amêndoa em todo o mundo.Pelo mesmo motivo, o café também contribuiu para esse salto nas exportações. Em outubro de 2023, a Bahia exportou US$ 15,4 milhões em café. Já no mesmo período deste ano, o valor quase dobrou, chegando a US$ 29,3 milhões de dólares.Outros produtos como fibras, produtos têxteis e o complexo soja também contribuíram para o bom desempenho das exportações. No setor de produtos florestais, a exemplo da celulose, as exportações saltaram de US$ 101,9 milhões em outubro de 2023 para US$ 155 milhões em outubro de 2024.O secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum, destaca que "os resultados alcançados em outubro demonstram a força e o potencial do agronegócio baiano. A diversificação da nossa pauta exportadora, com destaque para o cacau e o café, mostra a robustez do setor. A Secretaria continuará trabalhando para fortalecer o agronegócio, incentivando a inovação e a sustentabilidade, e consolidando a Bahia como um dos principais polos agrícolas do Brasil."O agro baiano exporta seus produtos para mais de cem destinos, como China, Europa e Estados Unidos. Nesse cenário, a Bahia se consolida como líder nas exportações agrícolas do Nordeste, com um portfólio diversificado e de alta qualidade.

Bahia domina o agronegócio nordestino, com oito cidades entre as 100 mais ricas do agro no Brasil

21 Out 2024 / 16h30
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Bahia domina o agronegócio nordestino, com oito cidades entre as 100 mais ricas do agro no Brasil
Foto - Divulgação / Seagri

A Bahia se destaca como a grande potência do agronegócio no Nordeste, com nada menos que oito de seus municípios entre os 100 mais ricos do Brasil no setor. O feito foi revelado em um estudo recente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que analisou a produção agrícola de 5.563 cidades brasileiras. Dentre as 13 cidades nordestinas presentes no ranking, oito são baianas, demonstrando a força do estado na produção agrícola. São Desidério, no Oeste do estado, lidera a lista baiana e ocupa a segunda posição no ranking nacional, com uma produção avaliada em R$ 7,7 bilhões, focada no cultivo de grãos. Em seguida, aparecem Formosa do Rio Preto (7º lugar, R$ 5,7 bilhões), Barreiras (25º lugar, R$ 3,1 bilhões), Correntina (28º lugar, R$ 3 bilhões), Luís Eduardo Magalhães (32º lugar, R$ 2,7 bilhões), Riachão das Neves (48º lugar, R$ 2 bilhões), Jaborandi (62º lugar, R$ 1,6 bilhão) e Juazeiro (66º lugar, R$ 1,5 bilhão). As lavouras de grãos e frutas são as grandes responsáveis por esses números. A produção de soja, milho e algodão, além de culturas como manga, maracujá, banana e uva, tem sido fundamental para o sucesso do setor no estado. Para o secretário da agricultura da Bahia, Wallison Tum, a liderança da Bahia no agronegócio nordestino é “resultado de diversos fatores, como investimentos em tecnologia, infraestrutura, políticas públicas de incentivo e apoio aos produtores, e a adaptação das culturas às condições climáticas da região”.

Agronegócio foi responsável por 53,4% das exportações da Bahia no primeiro trimestre de 2024

03 Mai 2024 / 08h30
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Agronegócio foi responsável por 53,4% das exportações da Bahia no primeiro trimestre de 2024
Foto - Divulgação / GOVBA

No primeiro trimestre de 2024, a balança comercial da Bahia obteve um incremento significativo na dependência do agronegócio, representando 53,4% das exportações totais do estado, no período. Este número marca um aumento em relação aos 42% registrados nos primeiros três meses do ano anterior. Mesmo diante de uma queda nos preços das commodities no mercado internacional, a atividade agrícola se mantém como motor da economia baiana. De acordo com dados oficiais emitidos pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Governo Federal, quase US$1,3 bilhão foram comercializados entre janeiro e março de 2024, representando um incremento de 25% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este aumento expressivo reflete, principalmente, o aumento da produtividade no campo, indicando uma maior eficiência na produção agrícola do estado. Um ponto notável é o volume embarcado, em alguns setores do agro, que teve uma expansão significativa, compensando os preços mais baixos das commodities. Isso fica evidente no caso da soja, cujos preços registraram uma redução, mas foram compensados pelo aumento da quantidade exportada. No primeiro trimestre de 2023, a soja, principal produto de exportação do agronegócio baiano, representou US$ 433,4 milhões. No mesmo período do ano de 2024, houve um aumento significativo de 29,89%, o que representa US$ 562,9 milhões. Além da soja, o algodão não cardado nem penteado, simplesmente debulhado, produzido na Bahia também obtiveram aumentos expressivos. No comparativo de janeiro a março de 2023, o valor em exportação foi de US$ 55,9 milhões, já em 2024, quando analisado o mesmo período, o crescimento foi de 291,37%, o que representa US$ 218,6 milhões.

Governo Federal anuncia investimento de R$ 4,7 bilhões em recursos para a Fiol e outros corredores do agronegócio

07 Fev 2024 / 10h27
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Governo Federal anuncia investimento de R$ 4,7 bilhões em recursos para a Fiol e outros corredores do agronegócio
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Investir na melhoria da malha rodoviária para reduzir custos de transporte e aumentar a competitividade do Brasil na produção de grãos continuará como uma das prioridades do Governo Federal em 2024. Para assegurar que o escoamento da safra ocorra de forma célere e segura, estão previstos R$ 4,7 bilhões de recursos públicos para obras estruturantes nos principais corredores logísticos que cortam o país de Norte a Sul. As ações prioritárias previstas para o setor foram apresentadas nesta terça-feira (6/2) pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, ao lado dos ministros de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Com rodovias em melhores condições, a distribuição dos insumos ocorre em menos tempo de viagem, reduz perdas e custos para o produtor. Por isso, para atender ao constante crescimento do setor produtivo e à alta demanda, o Ministério dos Transportes deu continuidade às ações iniciadas em 2023, que contribuíram para a ampliação das exportações de soja e milho em relação ao ano anterior. Em relação às linhas férreas, essenciais para garantir o escoamento da produção, o Governo Federal também garantiu a ampliação da frota da VLI em 168 vagões, e a retomada das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), corredor de escoamento de grãos do oeste baiano. Com um investimento de R$ 1,5 bilhão em 127 quilômetros de extensão do trecho 1F do lote 1, as obras da Fiol seguem aceleradas. O lote 2, no trecho compreendido entre Barreiras (BA) e Caetité (BA), com 485 quilômetros de extensão, também está com 65% das obras previstas concluídas.

Agronegócio representa 24% da economia baiana

14 Jun 2022 / 16h28
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Agronegócio representa 24% da economia baiana
Foto - Mateus Pereira / GOVBA

O PIB do agronegócio baiano, calculado e divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), totalizou R$ 22,7 bilhões no primeiro trimestre de 2022, representando 24,3% do PIB estadual para o período. Essa participação é superior à verificada no mesmo trimestre de 2021 quando era equivalente a 24% do PIB total baiano; ou seja, entre os dois períodos o agronegócio baiano aponta trajetória de aumento de participação na economia. Apesar da ampliação da participação no total da economia, o PIB do agronegócio registrou recuo de 0,7% no primeiro trimestre de 2022 quando comparado ao primeiro trimestre de 2021. Neste período, o agregado I (produção de insumos) e agregado III (processamento dos produtos agropecuários) aumentaram as participações no PIB da Bahia, passando de 1,65% para 1,77% e 3,57% para 6,59%, respectivamente.

Exportações do agronegócio crescem 17,5% nos quatro primeiros meses do ano

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Exportações do agronegócio crescem 17,5% nos quatro primeiros meses do ano
Foto: Divulgação

As exportações da agropecuária brasileira tiveram um crescimento de 17,5% nos quatro primeiros meses de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar da pandemia do novo coronavírus, a participação do agro no total das exportações passou de 18,7% em 2019 para 22,9% em 2020. Houve aumento das exportações para a Ásia, com destaque para a China. Os dados foram divulgados na segunda-feira (4) pelo Ministério da Economia. De acordo com a pasta, no mês de abril deste ano as exportações brasileiras somaram US$ 18,312 bilhões, e as importações, US$ 11,611 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,702 bilhões e corrente de comércio de US$ 29,923 bilhões. Alguns produtos bateram recordes históricos mensais de exportações em abril, como soja, com 16,3 milhões de toneladas; farelo de soja, com 1,7 milhão de toneladas; carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, com 116 mil toneladas; carne suína, com 63 mil toneladas e algodão bruto, com 91 mil toneladas.  Já produtos como trigo, centeio e milho não moído, exceto milho doce, café não torrado, animais vivos, frutas e nozes tiveram queda. Apesar do impacto da pandemia sobre a economia chinesa, as exportações brasileiras para a China cresceram 11,3% no período, com destaque para a soja (+ 28,5%), carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+ 85,9%), carne suína fresca, refrigerada ou congelada (+153,5%) e algodão em bruto (+ 79,%).

Agronordeste será implantado em 230 municípios de nove estados

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Agronordeste será implantado em 230 municípios de nove estados
Foto: Alan Santos/PR

Um plano de ação para incentivar o agricultor, aumentar a produção, gerar emprego e renda e impulsionar o desenvolvimento econômico e social sustentável do meio rural da região Nordeste foi lançado nesta terça-feira (1º) no Palácio do Planalto. O AgroNordeste será implantado em 230 municípios dos nove estados da região, além de Minas Gerais, e alcançará 1,7 milhão de pessoas. Os estados e municípios serão divididos em 12 territórios. Até 2021, o programa deverá chegar a 30 territórios. Liderado pelo ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o AgroNordeste é voltado para pequenos e médios produtores que já comercializam parte da produção e querem expandir o negócio gerando mais renda e emprego. A meta do programa é incrementar a renda dos produtores entre 20% e 50% no médio prazo. Para isso, o programa quer aumentar a cobertura da assistência técnica, ampliar o acesso e diversificar mercados, promover e fortalecer a organização dos produtores, garantir segurança hídrica e desenvolver produtos com qualidade e valor agregado. Ações essas que respondem às necessidades da cooperativa Capribom LTDA, na Paraíba. Por dia, os 533 cooperados produzem dez mil litros de leite de cabra e vaca, além de derivados do leite. A renda chega a R$ 10 milhões por ano. De acordo com o presidente da cooperativa, Francisco Rubens Remígio, para crescer ainda mais, seria necessário melhorar a comercialização dos produtos, a armazenagem da alimentação dos animais e os sistemas de irrigação. Há dois meses, a cooperativa recebeu visita experimental que foi conhecer de perto as necessidades dos produtores no Nordeste.

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