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Levantamento divulgado pela Quaest nesta quarta-feira (10) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial para as eleições de 2026. De acordo com os dados da pesquisa, Lula registra 39% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, abrindo uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 29%.
O estudo também simulou um eventual segundo turno entre os dois nomes. Nesse cenário, Lula alcança 44% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 38%, configurando uma diferença superior à margem de erro do levantamento.
Além dos dois principais nomes testados, a pesquisa apresentou outros possíveis candidatos. Renan Santos aparece com 3% das intenções de voto, seguido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também com 3%. O deputado federal Aécio Neves registra 2%, mesmo percentual obtido pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
Na comparação com o levantamento anterior, realizado em maio, Lula manteve o mesmo índice de 39%, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou oscilação negativa, passando de 33% para 29%. Já Romeu Zema recuou de 4% para 2%, e Ronaldo Caiado passou de 4% para 3%.
A pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Pesquisa com 2.004 entrevistas, em 120 municípios, entre 5 e 8 de junho de 2026. O nível de confiabilidade é de 95% e a margem máxima de erro é de 2 pontos percentuais. Registro junto à Justiça Eleitoral BR-07661/2026.
O cenário eleitoral para a sucessão presidencial de 2026 segue movimentando o debate político nacional. Pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data nesta segunda-feira (1º) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem em alguns cenários de segundo turno e registra disputas equilibradas em outros confrontos simulados.
De acordo com o levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto em uma eventual disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 40%. A diferença de cinco pontos percentuais coloca o atual presidente numericamente à frente do adversário. Neste cenário, 8% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 7% não souberam ou preferiram não responder.
Já nas simulações envolvendo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o quadro é de equilíbrio. Contra Caiado, Lula registra 43% das intenções de voto, mesmo percentual alcançado pelo adversário. Os votos brancos e nulos somam 8%, enquanto 6% dos entrevistados não responderam.
No confronto com Romeu Zema, Lula aparece com 43%, contra 40% do pré-candidato do Novo. Apesar da vantagem numérica do presidente, o resultado configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Nesse cenário, 11% declararam voto branco ou nulo e 6% não souberam responder.
O levantamento também simulou disputas contra outros possíveis candidatos. Em um eventual segundo turno contra Renan Santos, do partido Missão, Lula alcança 46%, enquanto o adversário registra 30%. Já diante de Aécio Neves (PSDB), o presidente amplia a diferença, chegando a 47% das intenções de voto, contra 23% do tucano.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.
Nesta terça-feira (11), equipes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal cumprem mandados de busca e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. De acordo com informações da TV Globo e GloboNews, segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias. Buscas também são realizadas em endereços dos deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), em São Paulo. São investigados na ação os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) e os deputados federais Benito da Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ). Além dos políticos, as buscas miram empresários que, afirmam promotores, emitiram notas fiscais frias para Aécio. A PF chegou a solicitar buscas em imóveis de Maia, Cristiane e Benito, mas os pedidos não foram aceitos pelo ministro Marco Aurélio Mello.Em nota, a defesa de Aécio Neves informou que o senador "sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar todos os documentos que se fizessem necessários às investigações, bastando para isso o contato com seus advogados. Transformar as doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na justiça eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração".
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de um inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), no qual é investigado por supostamente ter atuado para fraudar registros do Banco Rural remetidos à Comissão Parlamentar Mista de Inqúerito (CPMI) dos Correios, em 2005. O arquivamento havia sido pedido pela Procuradoria-Geral da República em setembro. O inquérito tinha como base a delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral, que presidiu a CMPI e relatou ter sido procurado por Eduardo Paes, então deputado pelo PSDB, que lhe teria pedido, em nome de Aécio, o adiamento do prazo dado ao Banco Rural para o envio dos documentos, de modo a haver tempo para a fraude.
Em nota, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) comunicou nesta quinta-feira (02) que irá concorrer à uma vaga Câmara dos Deputados. No texto, Aécio afirma que tomou a decisão "com a responsabilidade daqueles que sempre colocaram os interesses de Minas acima de qualquer projeto pessoal". Ele cita "ataques violentos e covardes" dos quais tem sido alvo, mas ressalta que "a verdade prevalecerá e com ela restará provada a correção de todos os meus atos". Segundo informações da Agência Senado, o senador apresentou aos aliados uma série de argumentos que justificariam sua decisão, como o receio de ser responsabilizado por uma eventual derrota de Antonio Anastasia (PSDB) ao governo de Minas. Depois de meses afastado do estado, em meio ao desgaste provocado pelas investigações da delação do empresário Joesley Batista, além de outros inquéritos da Operação Lava-Jato, Aécio passou as últimas semanas se movimentando entre Belo Horizonte e o interior de Minas.