Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
Um soldado da 34ªCIPM de Brumado, integrante do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO), concluiu com êxito o XV Curso de Operações Rurais (COR-GERAIS) realizado pela Companhia Independente de Policiamento Especializado Sudoeste (CAESG). A conclusão do curso aconteceu na última segunda-feira, dia 27 de março. O COR-GERAIS teve duração de 25 dias e contou com a participação de 44 alunos, dos quais apenas 16 conseguiram chegar ao final. O integrante do PETO 34 se destacou e ficou em primeiro lugar no curso, sendo agraciado com o “Facão do Guerreiro Rural”, uma honraria tradicional no curso. De acordo com a Cipe Sudoeste, o curso foi executado em regime de internato e visou capacitar os policiais militares a utilizar técnicas e táticas especiais no combate rural, em operações de risco no combate a grupos criminosos que praticam ilícitos no ambiente rural ou utilizam o bioma dos Gerais e Caatinga para se refugiar.
A 34ª CIPM informou que está disponível o novo número do WhatsApp denúncia: (77) 99828- 0415. "Através deste canal você pode enviar textos, vídeos, fotos, mensagens e fazer ligações para nos ajudar a cumprir a nossa missão de servir e proteger. Trata-se de um canal sigiloso, onde as suas informações e identidades são totalmente preservadas. Nos ajude nesta corrente do bem!", ressaltou a companhia.
Os policiais militares: Sargento Jorge Reis Santos; Ademir Alves de Jesus; e Adeilton Oliveira Silva, todos lotados na (34ªCIPM), foram julgados na última terça-feira (03), em sessão presidida pelo juiz Genivaldo Alves Guimarães no Fórum Juíza Leonor da Silva Abreu, em Brumado, e absolvidos da acusação de homicídio, crime este ocorrido em 2008. De acordo com a acusação, na madrugada de 07 de maio de 2008, na “Cascalheira”, no bairro Olhos D`Água, em Brumado, os policiais teriam agido de forma previamente ajustada, e com o objetivo de dar fim à vida de dois suspeitos. Na ocasião, os policiais teriam desferido vários tiros, matando o primeiro, e ferindo o segundo suspeito, cuja morte não se consumou por circunstâncias alheias à vontade dos ora réus, posto que ele fingiu-se de morto, conseguiu fugir e foi socorrido. A promotoria alegou que a “execução” foi planejada horas antes. Naquela noite as vítimas caminhavam pela rua que margeia a linha férrea, com destino a suas residências, quando foram abordadas pelos referidos policiais, que estavam em uma caminhonete ranger padronizada; foram revistados e os policiais determinaram que subissem na carroceria e permanecessem deitados. Já, os advogados de defesa, Carolina Amorim e Tiago Amorim, contestaram veemente as acusações e disseram que naquela noite a guarnição comandada pelo Sargento Jorge Reis, fazia um patrulhamento ostensivo de rotina na região da Cascalheira quando a viatura foi alvejada por disparos de tiros. Os policiais reagiram e também atiraram e que foi solicitada outra guarnição para dá apoio e que minutos depois um suspeito foi encontrado caído ao solo baleado e os policias de pronto prestaram socorro, mas a vítima acabou falecendo na unidade hospitalar. Já a suposta vítima que sobreviveu disse em depoimentos que os policiais teriam recebido dinheiro para matá-lo por um crime que o mesmo participou contra o dono do Motel Status em 2003. A tese da defesa que os policias faziam ronda naquela noite prevaleceu e os réus foram absolvidos.