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O prefeito de Barra da Estiva, Wilson do Café, participou das comemorações em homenagem ao 2 de Julho, data que marca a Independência da Bahia, ao lado do vice-prefeito Valter e do chefe de gabinete Alessandro Bico. O desfile reuniu estudantes, educadores, músicos e integrantes da comunidade em uma celebração marcada pelo civismo e pela valorização da história baiana.
Durante o evento, o prefeito destacou a importância de preservar a memória de um dos momentos mais relevantes da história do estado, ressaltando que as celebrações contribuem para fortalecer o sentimento de pertencimento e o respeito às tradições culturais.
Wilson do Café também parabenizou a comunidade escolar do Centro de Educação de Tempo Integral (CETI) Ana Lúcia Aguiar Viana pela organização do desfile. O reconhecimento foi estendido à diretora Inês Gonçalves, à vice-diretora Fernanda e a toda a equipe responsável pela programação.
As apresentações da FANLÚCIA, da Banda Marcial Ana Lúcia e da Filarmônica Lira 22 de Julho deram brilho ao ato cívico, reunindo moradores em uma homenagem aos heróis da Independência da Bahia e reforçando a importância da cultura e da educação na formação das novas gerações.
Ao final da celebração, o prefeito reafirmou o compromisso de manter vivas as tradições históricas do município e destacou que o espírito de coragem, união e patriotismo representado pelo 2 de Julho deve continuar inspirando a população baiana.
O Plenário aprovou na última terça-feira (16), em regime de urgência, o projeto de lei que transfere simbolicamente a sede do governo federal para Salvador no dia 2 de julho de cada ano.
O objetivo é destacar as celebrações da Independência da Bahia, considerada o marco da consolidação da Independência do Brasil.
Aprovado em votação simbólica, o PL 5.672/2025, do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner (PT-BA) e segue agora para sanção presidencial.
O texto determina que a mudança simbólica inclua atividades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União durante as celebrações da Independência da Bahia.
A proposta ressalva, no entanto, que a transferência não deve prejudicar as atividades essenciais em Brasília, pois deve se limitar a atos oficiais e simbólicos.
O Poder Executivo federal vai definir a logística, a segurança e a estrutura para os eventos, em coordenação com os outros Poderes e com as autoridades locais.
Independência da Bahia
A data escolhida remete à Independência da Bahia, em 2 de julho de 1823. Nessa data ocorreu a expulsão definitiva da ocupação portuguesa na região, concluindo o processo iniciado em 7 de setembro de 1822. Por isso o evento é considerado o marco final da Independência do Brasil.
O Tiro de Guerra 06-024, sediado em Brumado, participou na última quarta-feira (2) do tradicional desfile cívico-militar em comemoração aos 202 anos da Independência da Bahia. O evento aconteceu no município de Caetité e reuniu diversas instituições civis, militares e escolares da cidade e de municípios vizinhos. A participação do Exército Brasileiro, por meio do Tiro de Guerra de Brumado, trouxe ainda mais representatividade e civismo à celebração, que relembra a luta do povo baiano pela consolidação da independência do Brasil, em 1823. O prefeito de Caetité destacou a importância da data para a memória histórica da Bahia e agradeceu a presença do Exército na cerimônia: “É uma honra contar com a participação do Tiro de Guerra de Brumado, que fortalece o espírito patriótico e valoriza esse momento tão significativo para o nosso estado.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (1°), um projeto de lei para tornar o dia 2 de julho o Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil. A data marca a expulsão definitiva das tropas portuguesas do Brasil, em 1823, um ano após a Proclamação da Independência pelo imperador Pedro I, no dia 7 de setembro de 1822.
O dia 2 de julho marca a Independência da Bahia e é feriado estadual. "É verdade que D. Pedro fez o grito da Independência, todo mundo sabe disso, mas pouca gente sabe que foi no dia 2 de julho de 1823 que, na Bahia, os baianos conseguiram fazer com que os portugueses voltassem para Portugal definitivamente", afirma o presidente em vídeo postado nas redes sociais. Nas imagens, Lula aparece ao lado do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do líder do governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), ambos ex-governadores baianos. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, outro baiano, também acompanhava o presidente. "Isso não é conhecido da História porque não está nos livros didáticos brasileiros. A aprovação desse projeto e a promulgação vão mostrar que além de D. Pedro, o povo baiano teve muito a ver com a nossa Independência", acrescentou Lula. O presidente embarcou nesta tarde para Salvador, onde cumprirá agenda de celebração do dia 2 de julho na Bahia. De lá, ele viajará diretamente a Buenos Aires, para participar da Cúpula do Mercosul, que ocorre nesta quinta-feira (3).
Todos os anos, no dia 2 de julho, o hasteamento das bandeiras do Brasil e da Bahia no Forte São Marcelo é observado a partir do pátio 2º Distrito Naval, no bairro do Comércio, em Salvador. Esse ritual simboliza a afirmação da soberania e independência do estado. Nesta terça-feira (2), o governador Jeronimo Rodrigues, ao lado do comandante da base militar, Vice-Almirante Antônio Carlos Cambra, acompanhou a solenidade que não só reafirma a data que marcou a expulsão das forças portuguesas no processo histórico, mas também reforça os valores de liberdade e identidade nacional. Para o governador Jerônimo Rodrigues, a celebração homenageia os heróis da independência e promove uma reflexão sobre a importância da liberdade e da identidade nacional. "Esta data não é apenas uma celebração histórica, mas um momento de reafirmarmos nossos valores e de reconhecermos o sacrifício de todos que lutaram pela nossa liberdade." Pela manhã, Jerônimo participou, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos festejos que começaram em frente ao panteão, no Largo da Lapinha, e seguiram com o cortejo que acompanhou os carros com as imagens dos caboclos até o Terreiro de Jesus, no Pelourinho.