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Uma confusão envolvendo o nome do Aeroporto Internacional de Salvador, na Bahia, fez um empresário de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, percorrer cerca de 240 quilômetros de ônibus antes de perceber que estava seguindo para o destino errado.
O empresário João Paulo pretendia viajar de Petrolina até Salvador para embarcar em um voo com destino à Europa. No entanto, ao adquirir a passagem rodoviária, interpretou de forma equivocada o nome "Luís Eduardo Magalhães", utilizado pelo aeroporto da capital baiana, e comprou uma passagem para o município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.
A confusão só foi percebida quando o ônibus já estava em deslocamento e seguia por uma rota diferente daquela imaginada pelo empresário. O veículo chegou à região de Jacobina, no norte do estado, após aproximadamente 240 quilômetros de viagem.
O próprio João Paulo relatou o episódio nas redes sociais e explicou que o erro começou no momento em que buscava uma passagem para chegar ao aeroporto onde faria o embarque internacional.
"Na hora de comprar a passagem de lá [do voo], 'embarque em Luís Eduardo Magalhães'. Então lá vai eu comprar minha passagem de ônibus. Compra o quê? Para a cidade Luís Eduardo Magalhães, sendo que o Aeroporto de Salvador é o Luís Eduardo Magalhães", contou.
Segundo o empresário, a desconfiança aumentou durante a viagem, quando uma passageira se sentou ao seu lado e iniciou uma conversa. Ao observar o trajeto realizado pelo ônibus, ele percebeu que o percurso não correspondia ao caminho que deveria fazer para chegar à capital baiana.
A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou nesta quinta-feira (17/7) a quinta fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos, nas cidades de Salvador/BA, Campo Formoso/BA, Senhor do Bonfim/BA, Petrolina/PE, Mata de São João/BA e Brasília/DF, 18 mandados de busca e apreensão e uma ordem de afastamento cautelar de servidor público de suas funções, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. O núcleo investigado atuou na manipulação de procedimentos licitatórios e desvios de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares destinadas ao município de Campo Formoso/BA, mediante pagamento de vantagem indevida, bem como na obstrução da investigação. O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio de R$ 85,7 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas. Os crimes apurados incluem integrar organização criminosa, embaraço a investigação, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal, com o apoio da 12ª DENARC da PC/PE, BEPI (PMPE) e CIPE CAATINGA, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (23/10), a Operação Maracaibo, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em tráfico de drogas nas cidades Juazeiro/BA, Petrolina/PE, Lagoa Grande/PE e Salgueiro/PE. Inicialmente, a investigação constatou uma conexão do grupo criminoso investigado com uma facção criminosa do estado de São Paulo. Posteriormente, foi revelado que o líder da organização, que é natural de Lagoa Grande, teria mudado para Petrolina e de sua residência, que fica em condomínio de luxo na cidade, comandava as ações criminosas na região do Vale do São Francisco. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 43 anos de reclusão. A Polícia Federal continuará a apuração na tentativa de elucidar a real amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar outros integrantes.