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O ano de 2023 marcou um avanço do Brasil na imunização infantil e fez o país deixar o ranking das 20 nações com mais crianças não vacinadas. A constatação faz parte de um estudo global divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). A pesquisa revela que o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1 caiu de 710 mil em 2021 para 103 mil em 2023. Em relação à DTP3, a queda entre os mesmos anos foi de 846 mil para 257 mil. A DTP é conhecida como a vacina pentavalente, que protege contra a difteria, o tétano e a coqueluche. Com a redução na quantidade de crianças não vacinadas, o Brasil, que em 2021 era o sétimo no grupo dos países com mais crianças não imunizadas, deixou a lista negativa. O Brasil apresentou avanços constantes em 14 dos 16 imunizantes pesquisados. A chefe de Saúde do Unicef no Brasil, Luciana Phebo, destacou que o comportamento da imunização infantil no país é uma retomada após anos de queda na cobertura de vacinação. Ela ressalta a importância de o país seguir em busca de avanços, inclusive levando a vacinação para fora de unidades de saúde, exclusivamente.
12 de junho de 2023 - No Dia Internacional contra o Trabalho Infantil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou uma estimativa alarmante: pelo menos 168 milhões de crianças são vítimas de trabalho infantil em todo o mundo. A data é marcada por ações para combater essa prática que afeta a infância e compromete o desenvolvimento de milhões de crianças.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também denuncia que mais de 20 em cada 100 crianças entram no mercado de trabalho por volta dos 15 anos. Esses números chamam a atenção para a necessidade urgente de se tomar medidas efetivas para eliminar o trabalho infantil e garantir um futuro digno para essas crianças.
O Dia Mundial contra o Trabalho Infantil deste ano tem como slogan "Justiça social para todos - Acabem com o trabalho infantil!". A campanha visa a conscientizar a sociedade sobre essa questão global e mobilizar esforços para erradicar o trabalho infantil em todas as suas formas.
A Organização das Nações Unidas (ONU) ressalta que a experiência acumulada ao longo das últimas três décadas mostra que o trabalho infantil pode ser eliminado se forem abordadas suas causas profundas. É fundamental uma ação conjunta de governos, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado para enfrentar essa realidade e proporcionar às crianças a proteção e os direitos que lhes são devidos.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) concedeu hoje (8) o Selo Unicef a 431 municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira, pelo esforço para proteger os direitos de crianças e adolescentes. As cidades se destacaram por ações que promoveram nas áreas de saúde, educação e assistência social. No total, 1.924 municípios de 18 estados participaram da iniciativa, que compreendeu o intervalo de 2017 a 2020. No período, 1.735 municípios implementaram a estratégia Busca Ativa Escolar, programa lançado pelo Unicef em 2017, que tem por objetivo mitigar os fatores que contribuem para a exclusão escolar, isto é, que impedem crianças e adolescentes em idade escolar de frequentar as aulas. No estado da Bahia foram 249 municípios participantes e 26 certificados. Entre eles Brumado.
Seis em cada dez crianças no Brasil vivem na pobreza, de acordo com estudo inédito apresentado hoje (14) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). São crianças e adolescentes até 17 anos que são monetariamente pobres e/ou estão privados de um ou mais direitos, como educação, informação, água, saneamento, moradia e proteção contra o trabalho infantil. O levantamento, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, mostra que 18 milhões de meninas e meninos, ou seja, 34,3% do total, são afetados pela pobreza monetária, vivem com menos de R$ 346 per capita por mês na zona urbana e R$ 269 na zona rural. Desses, 6 milhões, o equivalente a 11,2%, têm privação apenas de renda. Já os outros 12 milhões, ou 23,1%, além de viverem com renda insuficiente, têm um ou mais direitos negados.