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A Polícia Civil de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (14) seis pessoas por participarem de uma rede criminosa que adulterava e falsificava bebidas alcoólicas em várias cidades do estado. Um deles foi preso por porte ilegal de armas, além da falsificação.
Durante a Operação Poison Source (fonte do veneno) foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão na capital paulista e nas cidades de Santo André, Poá, São José dos Campos, Santos, Guarujá, Presidente Prudente e Araraquara.
Segundo a delegada Leslie Caran Petrus, coordenadora da operação, as investigações iniciaram a partir de um flagrante que ocorreu há cerca de dez dias. Na ocasião, um dos maiores fornecedores de insumos e bebidas falsificados do Brasil foi detido.
“Ele vendia garrafas com rótulos, tampinhas intactas e lacres, praticamente impossível de identificar a falsificação. Depois, descobrimos quem adquiriu esses produtos e estamos indo atrás deles hoje”, explicou a policial.
A proprietária da aeronave que caiu em Paraibuna (SP), Abaeté Aviação, confirmou que estavam a bordo cinco pessoas, todos colaboradores da empresa: comandante, piloto, médica, enfermeiro e mecânico. Não houve sobreviventes, informou a empresa. O voo de traslado retornava de Florianópolis (SC) em direção a Belo Horizonte (MG), decolando às 16h51. A queda do avião modelo Xingu E121, prefixo PTMBU, ocorreu às 18h39 desta quarta-feira (23), na divisa entre as cidades de Paraibuna e Santa Branca (SP). “Segundo informações das autoridades locais, a aeronave foi encontrada, sem sobreviventes. A empresa está acolhendo as famílias e oferecendo todo o suporte necessário nesse momento de dor”, diz nota da Abaeté Aviação. A empresa informou que a causa do acidente ainda é desconhecida e que está trabalhando junto às autoridades de investigação de acidentes. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência de queda de aeronave de pequeno porte, por volta das 19h de ontem, segundo informações são da Secretaria da Segurança Pública (SSP). A área é de mata e considerada de difícil acesso. De acordo com as informações preliminares, a aeronave vinha de Florianópolis e teria colidido contra um morro, pegando fogo em seguida. “As equipes do Corpo de Bombeiros foram designadas para o local, de difícil acesso, e localizaram os destroços da aeronave. As equipes ainda estão no local e prosseguem com os trabalhos visando à localização das vítimas”, diz nota da SSP.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu extinguir as penas dos policiais condenados pelo massacre do Carandiru, ocorrido em 1992. A decisão foi proferida no dia 2 de outubro pela Quarta Câmara de Direito Criminal e baseada no indulto natalino concedido em dezembro de 2022 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para anistiar os policiais. O massacre ocorreu em outubro de 1992, quando a repressão policial a uma rebelião prisional resultou na morte 111 detentos. O episódio gerou a condenação de 73 policiais. As penas variam de 48 a 624 anos de prisão. De acordo com a câmara criminal, o decreto foi considerado constitucional pelo órgão especial do tribunal e deve ser aplicado aos condenados. "Nesses termos, é imperioso declarar-se a extinção da punibilidade, pelo indulto, das penas corporais impostas a todos os réus desta ação penal", decidiram os magistrados. Os efeitos do indulto foram suspensos em janeiro de 2023 pela então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber. Contudo, o mérito do caso estava previsto para ser julgado em junho deste ano, mas não foi a julgamento. No mesmo mês, o ministro Luiz Fux concedeu liminar para permitir ao TJSP realizar o julgamento que considerou o indulto constitucional. O indulto de Bolsonaro foi questionado no STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Para a procuradoria, o ato de Bolsonaro é inconstitucional por afrontar a dignidade humana e conceder anistia a envolvidos em crime de lesa-humanidade.
Durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, nesta sexta-feira (24), o prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou que o Carnaval de 2021 em São Paulo será adiado em razão da pandemia do novo coronavírus. "Batemos o martelo e estamos adiando o carnaval de 2021. Também conversamos durante essa semana com vários blocos de carnaval, tradicionais da cidade", afirmou. De acordo com informações da CNN Brasil, a data do evento ainda não foi definida. Segundo o prefeito, o Carnaval 2021 será ou no final de maio ou começo de julho — dificilmente acontecerá em junho, segundo ele, para não coincidir com as festas juninas. "Tanto as escolas quanto os blocos entenderam inviabilidade de organização do carvanal para fevereiro do ano que vem. Importante destacar que estamos falando aqui de um desfile que no ano passado levou 120 mil pessoas e trouxe benefício econômico de R$ 227 milhões e de blocos que juntaram nas 3 semanas 15 milhões de pessoas e trouxeram benefício econômico de R$ 2,750 bilhões", disse. Na semana passada, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou que, pelo mesmo motivo, também não haverá festa de Réveillon na Avenida Paulista na passagem de 2020 para 2021.
Um bilhete criado por Gabriel Lucca, de apenas 5 anos de idade, em Bocaina (SP) viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (22). A mãe do menino recebeu um bilhete no qual estava escrito que não haveria aula na escola no dia seguinte, pois "poderia ser feriado". De acordo com informações do G1, o bilhete, assinado em nome de "Tia Paulinha", professora do garoto, havia sido escrito pelo próprio Gabriel e ainda trazia no final o recado: "É verdade esse bilete" (sic). A mãe, Geovana Santos, entrou em contato com a professora para rir da situação e confirmar a "veracidade" do recado. Paula Renata Robardelli, a Tia Paulinha, acabou postando a imagem do bilhete na internet e rapidamente viralizou nas redes sociais.