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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR) vem desenvolvendo atividades de educação ambiental com estudantes da rede municipal de ensino de Brumado por meio da Oficina dos 5R’s. A iniciativa atende a convites da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania (SESOC), através dos CRAS Esther Trindade e Irmã Dulce, e integra ações realizadas dentro do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
A proposta busca conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da sustentabilidade e da destinação correta dos resíduos sólidos. Durante as atividades, os estudantes são apresentados aos cinco princípios que dão nome à oficina: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recusar.
A primeira edição da Oficina dos 5R’s foi realizada no dia 22 de julho, durante um encontro do Grupo Força Jovem, formado por estudantes da Escola Municipal Oscarlina Oliveira e acompanhado pelo CRAS Esther Trindade.
As atividades tiveram continuidade no mês de agosto e passaram por diferentes unidades de ensino do município. No dia 12, a oficina foi realizada na Escola Eny Mafra, no bairro São Félix, a convite do CRAS Irmã Dulce. No dia seguinte, 13 de agosto, a ação chegou à Escola Idalina Azevedo, no bairro Malhada Branca.
A programação também contemplou estudantes da zona rural. No dia 19 de agosto, a Oficina dos 5R’s foi desenvolvida na Escola Miguel Mirante, no povoado de Arrecife. Já no dia 20, a atividade foi realizada na Escola Ana Rodriga Teixeira, no Distrito de Cristalândia.
Promover a conscientização ambiental e incentivar práticas sustentáveis entre crianças e adolescentes é um dos objetivos da Secretaria Municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente (SEMAR). Com essa proposta, a pasta realizou, no último dia 22 de julho, a primeira atividade do Projeto Oficina dos 5R's durante o encontro do Grupo Força Jovem, formado por estudantes da Escola Municipal Oscarlina Oliveira e acompanhado pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Esther Trindade, por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
Desenvolvido pelo Departamento de Meio Ambiente, por meio da Divisão de Educação Ambiental, o projeto será levado às escolas da rede municipal de Ensino Fundamental II com o objetivo de sensibilizar estudantes sobre a destinação correta dos resíduos sólidos e a adoção de hábitos mais sustentáveis.
A iniciativa parte da necessidade de enfrentar os impactos causados pelo aumento da produção e do consumo, que têm contribuído para a geração excessiva de resíduos e para a degradação ambiental. Nesse contexto, a Oficina dos 5R's apresenta os princípios da sustentabilidade: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recusar, incentivando mudanças de comportamento no dia a dia.
Durante a oficina, os participantes acompanharam uma exposição dialogada sobre os princípios dos 5R's e participaram de uma dinâmica em grupo para identificar diferentes tipos de materiais recicláveis, como papel, garrafas PET, embalagens de papelão e recipientes plásticos. A atividade propôs que os estudantes analisassem a relação entre cada material e os princípios da sustentabilidade, refletindo sobre formas de reduzir o consumo, reutilizar, reciclar ou até mesmo recusar produtos desnecessários.
Nesta quarta-feira (1º), o Comitê de Coordenação e o Comitê Executivo do Plano Municipal de Saneamento Básico de Barra da Estiva se reuniram para alinhar os detalhes da realização dos Eventos Setoriais, que ocorrerão nos dias 6 e 7 de outubro no município.
Os encontros têm como objetivo promover a escuta ativa da população, garantindo que o planejamento de políticas públicas na área de saneamento básico reflita as reais necessidades dos cidadãos. O processo busca assegurar transparência, controle social e legitimidade em cada etapa.
Durante os eventos, serão discutidos temas fundamentais como o abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana. A participação da comunidade é considerada essencial para que sejam construídas soluções coletivas e efetivas.
Após 14 anos da promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de 02/08/2010), que em seu artigo 54 estabelece prazos para a implementação da disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, 31,9% dos municípios brasileiros ainda utilizam lixões como unidade de disposição final de resíduos sólidos, considerada a forma menos adequada de destinação final do resíduo. Em 28,6%, a disposição final era feita em aterros sanitários, enquanto aterros controlados eram utilizados em 18,7%, sendo que um município pode possuir mais de uma forma de destinação de resíduos sólidos. Entre as grandes regiões, os lixões ainda eram utilizados em 73,8% dos municípios na Região Norte, 51,6% no Nordeste, 52,9% no Centro-Oeste, 12,1% no Sudeste e 5,7% no Sul. Os dados são do Suplemento de Saneamento da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) 2023 e foram divulgados nesta quinta-feira (28/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). “O lixão e o aterro controlado são muito semelhantes, mas ambos se diferenciam do aterro sanitário. O lixão não possui nenhum tipo de controle, enquanto o aterro controlado, como o nome sugere, apresenta algum nível de gestão, porém sem garantir total adequação ambiental. Já o aterro sanitário foi construído para isso, portanto possui toda a estrutura necessária, como o tratamento do chorume, por exemplo”, explica a gerente da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, Fernanda Malta.