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Nesta sexta-feira (28), o Governo do Estado lançou o segundo edital do Comida no Prato, uma iniciativa no âmbito do Programa Bahia Sem Fome. O novo edital beneficiará 30 mil pessoas por dia, totalizando a distribuição de 3,3 milhões de refeições ao longo de 12 meses. Serão selecionadas Organizações da Sociedade Civil (OSC) que deverão assinar um Termo de Colaboração com o Estado para apoiar cozinhas comunitárias e solidárias. O objetivo é fortalecer a Rede de Equipamentos Integrados para o Combate à Fome no Estado da Bahia, no âmbito do Programa Bahia Sem Fome. Cada cozinha comunitária e solidária receberá o valor de R$ 242 mil, para atender diariamente 200 pessoas. "Nós vamos apoiar 150 cozinhas comunitárias solidárias em 413 municípios, porque os 14 municípios que já foram beneficiados no primeiro edital não vão poder concorrer agora", explica Tiago Pereira, coordenador-geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome. Pereira destaca ainda que "essa iniciativa é fundamental para garantir a segurança alimentar das populações mais vulneráveis e reafirma o compromisso do governo com a erradicação da fome”. O edital Comida no Prato é uma ação executada em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e conta com um investimento de mais de R$ 36 milhões. O primeiro edital foi lançado há seis meses para atender pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar dos 14 maiores municípios baianos. Com essa nova fase, o Programa expande o alcance e reforça o apoio aos demais municípios baianos.
O projeto de lei que institui o Programa Bahia Sem Fome e cria a Rede de Equipamentos Integrados para o Combate à Fome foi assinado pelo governador Jerônimo Rodrigues, nesta segunda-feira (16), durante evento que celebra o Dia Mundial da Alimentação, no MAM, em Salvador. O documento será enviado para votação na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). “Toda política, para ser efetiva, precisa de uma lei. Então, nós estamos constituindo a lei para que a Assembleia possa discutir, debater e votar, fazer os ajustes que forem bons para o projeto de lei e a gente estabelecer aquilo que é ganho para o programa”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues. O gestor ainda explicou que o documento estabelece o regramento de como serão recebidos os recursos, tanto do governo do Estado quanto do Federal e do empresariado. “Além de fazer um regramento de uma ação de participação, garante o orçamento”, completou. O Bahia Sem Fome, vinculado à Casa Civil, por meio da Coordenação Geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome, tem como objetivo garantir a segurança alimentar e nutricional de quase dois milhões de baianos, com a execução de diversas ações de inclusão social e transferência de renda.