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A Prefeitura de Brumado inaugurou duas novas Cozinhas Comunitárias, ampliando as ações de segurança alimentar e assistência social no município. Juntas, as unidades Cozinha Comunitária Julita de Oliveira e Cozinha Comunitária Anedi Costa da Silva terão capacidade para oferecer 800 refeições gratuitas diariamente a pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
O ato de inauguração contou com a presença do prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes, da primeira-dama do Estado da Bahia e presidente das Voluntárias Sociais da Bahia, professora Tatiana Velloso, do coordenador-geral do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Costa, da primeira-dama de Brumado, Abiara Dias, além de vereadores e outras autoridades.
A iniciativa tem como objetivo garantir acesso à alimentação para moradores que enfrentam dificuldades socioeconômicas, associando a oferta de refeições à promoção de dignidade e inclusão social.
O cadastro das famílias beneficiadas foi realizado por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Entre os critérios utilizados estão a inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), a apresentação do Número de Identificação Social (NIS) e a comprovação de situação de vulnerabilidade social e/ou insegurança alimentar.
Com a entrega das duas unidades, o município passa a contar com uma estrutura voltada especificamente ao atendimento alimentar diário de pessoas que mais precisam. A expectativa da administração municipal é fortalecer as políticas públicas de assistência e segurança alimentar em Brumado.
Durante a inauguração, o prefeito Fabrício Abrantes destacou a importância da iniciativa para a população.
“Tem comida no prato de quem mais precisa. Hoje inauguramos duas novas Cozinhas Comunitárias. Ao todo serão 800 refeições servidas diariamente a pessoas em situação de vulnerabilidade. É Brumado seguindo em frente sem deixar ninguém para trás. Comida no prato e dignidade para quem mais precisa.”
As novas unidades representam mais uma ação voltada ao enfrentamento da insegurança alimentar no município, garantindo refeições gratuitas e contribuindo para melhorar as condições de vida das famílias cadastradas.
Nesta sexta-feira (28), o Governo do Estado lançou o segundo edital do Comida no Prato, uma iniciativa no âmbito do Programa Bahia Sem Fome. O novo edital beneficiará 30 mil pessoas por dia, totalizando a distribuição de 3,3 milhões de refeições ao longo de 12 meses. Serão selecionadas Organizações da Sociedade Civil (OSC) que deverão assinar um Termo de Colaboração com o Estado para apoiar cozinhas comunitárias e solidárias. O objetivo é fortalecer a Rede de Equipamentos Integrados para o Combate à Fome no Estado da Bahia, no âmbito do Programa Bahia Sem Fome. Cada cozinha comunitária e solidária receberá o valor de R$ 242 mil, para atender diariamente 200 pessoas. "Nós vamos apoiar 150 cozinhas comunitárias solidárias em 413 municípios, porque os 14 municípios que já foram beneficiados no primeiro edital não vão poder concorrer agora", explica Tiago Pereira, coordenador-geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome. Pereira destaca ainda que "essa iniciativa é fundamental para garantir a segurança alimentar das populações mais vulneráveis e reafirma o compromisso do governo com a erradicação da fome”. O edital Comida no Prato é uma ação executada em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e conta com um investimento de mais de R$ 36 milhões. O primeiro edital foi lançado há seis meses para atender pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar dos 14 maiores municípios baianos. Com essa nova fase, o Programa expande o alcance e reforça o apoio aos demais municípios baianos.
O projeto de lei que institui o Programa Bahia Sem Fome e cria a Rede de Equipamentos Integrados para o Combate à Fome foi assinado pelo governador Jerônimo Rodrigues, nesta segunda-feira (16), durante evento que celebra o Dia Mundial da Alimentação, no MAM, em Salvador. O documento será enviado para votação na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). “Toda política, para ser efetiva, precisa de uma lei. Então, nós estamos constituindo a lei para que a Assembleia possa discutir, debater e votar, fazer os ajustes que forem bons para o projeto de lei e a gente estabelecer aquilo que é ganho para o programa”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues. O gestor ainda explicou que o documento estabelece o regramento de como serão recebidos os recursos, tanto do governo do Estado quanto do Federal e do empresariado. “Além de fazer um regramento de uma ação de participação, garante o orçamento”, completou. O Bahia Sem Fome, vinculado à Casa Civil, por meio da Coordenação Geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome, tem como objetivo garantir a segurança alimentar e nutricional de quase dois milhões de baianos, com a execução de diversas ações de inclusão social e transferência de renda.