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A Prefeitura de Tanhaçu, sob a gestão do prefeito Valdemir Gondim, intensificou as ações da Caravana da Saúde e deu início, desde o começo de janeiro, à realização de exames e procedimentos médicos que estavam represados pela gestão anterior. De acordo com a administração municipal, os atendimentos estão sendo viabilizados com recursos próprios da Prefeitura, totalizando um investimento de quase R$ 1 milhão destinado exclusivamente ao pagamento de exames e procedimentos na área da saúde.
Segundo o prefeito Valdemir Gondim, a iniciativa tem como principal objetivo zerar a fila de espera e garantir atendimento digno à população. “Para quem sofre, a saúde não pode esperar. Esse é o nosso compromisso”, destacou o gestor, ao reforçar que a prioridade da administração é levar mais qualidade de vida e cuidado à população tanhaçuense.
A Caravana da Saúde segue em ritmo contínuo, ampliando o acesso aos serviços e reafirmando o compromisso da atual gestão com o fortalecimento da saúde pública no município.
A pandemia de covid-19 provocou a queda de 27 milhões de procedimentos de saúde que não são de emergência em 2020, como exames e consultas. O dado está em levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo o estudo, quando comparados os dados entre março e dezembro de 2020 (do início da pandemia até o fim do mesmo ano) com o mesmo período de 2019, a diferença foi de 26,9 milhões de procedimentos, sendo 16,6 milhões de exames de diagnóstico, 8,8 milhões de procedimentos clínicos, 1,2 milhões de pequenas cirurgias e 210 mil transplantes.
Os procedimentos considerados eletivos, que não são de urgência e emergência, tiveram impacto pelo direcionamento de boa parte da estrutura da rede de saúde para atender os pacientes com covid-19. Entre março e abril de 2020, com o avanço da primeira onda da pandemia, houve uma queda quase à metade do número de procedimentos, de 8,1 milhões para 4,8 milhões. Em abril, foram registrados 5 milhões de procedimentos e em maio, 5,6 milhões. Após recuperação, o ano terminou com 8 milhões. Conforme o levantamento do CFM, as áreas mais afetadas entre março e dezembro de 2020, em comparação com o mesmo período no ano anterior, foram as consultas e exames em citopatologia (-51%), neurologia (-40%), anatomopatologia (-39%), cardiologia (-38%), oftalmologia (-34%) e medicina clínica (-33%). No período analisado, deixaram de ser realizados 2,8 milhões de cirurgias. Entre março e dezembro de 2020 foram realizados 4,6 milhões de procedimentos desse tipo, contra 7,5 milhões no mesmo período em 2019.