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A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou, nesta terça-feira (13/01), a nona fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia e no Distrito Federal.
O STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou, nesta sexta-feira (31/10), a oitava fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
Ao todo, foram cumpridos 5 mandados de busca e apreensão e o sequestro de valores obtidos de forma ilícita, em Brasília (DF), São Paulo (SP), Palmas (TO) e Gurupi (TO). As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (16) a sétima fase da Operação Overclean, que investiga um esquema de fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro em municípios baianos.
Durante a ação, o prefeito de Riacho de Santana, Dr. João Vítor (PSD), foi afastado do cargo, e o prefeito de Wenceslau Guimarães, Gabriel de Parisio (MDB), foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do gestor.
Outros mandados foram cumpridos em Salvador, Riacho de Santana, Wenceslau Guimarães e Arraial do Cabo (RJ).
Segundo a PF, as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Os investigados poderão responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.
Durante a quinta fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (17), o vereador baiano Francisco Manoel do Nascimento Neto voltou a ser alvo das autoridades. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram diversas cédulas de R$ 20 escondidas dentro do sapato do parlamentar. Francisco Neto já havia sido investigado em uma etapa anterior da mesma operação, ocasião em que foi flagrado jogando uma sacola com dinheiro pela janela ao perceber a chegada dos policiais. Apesar da nova descoberta, o montante encontrado desta vez não foi apreendido, por estar abaixo de R$ 10 mil, conforme informou o blog da jornalista Camila Bonfim. A Operação Overclean cumpre ao todo 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, no Distrito Federal e em Pernambuco. Em Salvador, os agentes estiveram em um prédio de alto padrão no Horto Florestal e também em uma empreiteira localizada no bairro Caminho das Árvores. O foco desta nova fase da investigação é o suposto uso irregular de emendas parlamentares federais, que teriam sido destinadas pelo deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), primo do vereador investigado. Questionado pela TV Bahia, Elmar Nascimento negou qualquer envolvimento e afirmou que não há emendas de sua autoria sob investigação. Além de familiares do deputado, a operação também mira empresários do setor da construção civil e um ex-assessor parlamentar, suspeitos de participação no esquema investigado.
A segunda fase da Operação Overclean, deflagrada nesta segunda-feira (23), resultou na prisão do secretário de mobilidade de Vitória da Conquista, Lucas Dias, do empresário Carlos André, e de um policial federal que teve o nome preservado. A operação investiga uma organização criminosa acusada de desviar milhões de reais em recursos públicos. A ação, conduzida pela Polícia Federal em parceria com o Ministério Público Federal, ocorreu simultaneamente em Brasília, Salvador, Lauro de Freitas e Vitória da Conquista. Segundo informações confirmadas pelo jornalista de política Victor Pinto, os envolvidos foram presos sob suspeita de integrar o esquema criminoso. De acordo com as investigações, o policial federal detido teria atuado como informante da organização, repassando dados sigilosos. Ele foi afastado de suas funções enquanto o caso segue em apuração. A Operação Overclean segue avançando na identificação de irregularidades relacionadas ao uso de recursos públicos, com foco na responsabilização dos envolvidos e no combate à corrupção em diferentes esferas.
A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal, deflagrou, nesta segunda-feira (23/12), a segunda fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de atuar em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos, nas cidades de Brasília/DF, Salvador/BA, Lauro de Freitas/BA e Vitória da Conquista/BA, 10 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva, uma ordem de afastamento cautelar de um servidor público de suas funções, além de medidas de sequestro de bens. Além disso, nesta fase foi determinado o sequestro de aproximadamente R$ 4,7 milhões, valor obtido pela organização criminosa por meio dos crimes investigados, e diversos veículos de luxo. De acordo com as investigações, a organização criminosa é suspeita de movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão provenientes de contratos fraudulentos e de obras superfaturadas. O grupo também contava com uma célula de apoio informacional, composta por policiais, que tinha a função de repassar informações sensíveis à organização criminosa, incluindo a identificação de agentes federais envolvidos em diligências sigilosas. Os crimes apurados incluem corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça.