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Na última manhã de domingo (03), foi realizado o I Seminário de Estudos Maçônicos de Brumado. Esse evento tem como objetivo promover o incentivo aos estudos da Maçonaria por parte dos maçons de todos os ritos da cidade e região. Por ter sido o primeiro, esse seminário dá o pontapé inicial a um círculo anual de estudos e debates de âmbito maçônico na cidade de Brumado. O evento foi realizado pela Loja Maçônica Construtores da Renovação Sertaneja (Rito de York), contando também com a presença da Loja Maçônica Aliança Sertaneja Baiana (Rito Escocês Antigo e Aceito), onde ocorreu o evento, e da Loja Maçônica Manoel Carvalho (Rito Brasileiro). Foram convidados palestrantes de Vitória da Conquista, sendo o primeiro e o último naturais de Brumado: Társis Valentim, Glauber Soares e Danilo Bruno. Um dos grandes temas que perpassou todo o evento foi a Moral da Maçonaria. Apesar de muitos não saberem defini-la, a Maçonaria é um sistema de moralidade, velada em alegorias e ilustrado por símbolos.
No Brasil, 67% dos meninos e meninas com idades entre 10 e 12 anos não se sentem suficientemente protegidos contra violência, enquanto a média mundial é de 40%, de acordo com estudo do ChildFund Brasil. O levantamento é um recorte nacional da pesquisa Small Voices, Big Dreams 2019, realizada com 5,5 mil crianças com idades entre 10 e 12 anos de 15 países. No Brasil, o ChildFund Brasil ouviu 722 meninos e meninas de Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas, Piauí, Bahia e Goiás e constatou que 90% dos meninos e meninas entrevistados rejeitam a violência física como um instrumento de educação. No levantamento global, o percentual ficou em 69%. Sobre a percepção das crianças em relação a ações de políticos e governantes para proteger as crianças contra a violência, menos de 3% das crianças acreditam que essas autoridades cumprem seu papel, contra 18,1% no mundo. Para Águeda Barreto, assessora de Advocacy e Comunicação do ChildFund Brasil, é preciso ouvir as crianças para saber como melhorar as políticas públicas, oferecendo atenção, apoio e carinho e reconhecendo os seus direitos. “Em regiões socialmente vulneráveis do Brasil, é possível observar aspectos mais agravantes com relação à prática de maus-tratos. Compreender todas as dimensões da violência e, principalmente, ouvir as expectativas e concepções das crianças é fundamental para erradicá-la”, afirma.